<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518</id><updated>2012-01-26T16:50:52.477-02:00</updated><title type='text'>Pimenta Orgânica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Leo Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13384705744288228424</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Qs4iIZNIycE/TTbLHY0HjsI/AAAAAAAADvc/C4vbYyrS6Kw/S220/rosto6.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>66</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-8928984692332534727</id><published>2011-08-08T14:36:00.007-03:00</published><updated>2011-08-08T16:54:10.878-03:00</updated><title type='text'>MÁFIA BRASILEIRA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;A ORIGEM DA MÁFIA.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;A Máfia é uma organização criminosa cujas atividades estão submetidas a uma direção colegial oculta e que repousa numa estratégia de infiltração da sociedade civil e das instituições. Pode-se também falar de sistema mafioso. Os membros são chamados mafiosi (no singular: mafioso). O termo máfia é freqüentemente utilizado para designar toda e qualquer organização criminosa; mas a Máfia é antes de tudo italiana. A Máfia surgiu no sul da Itália  na época medieval. Seus membros eram lavradores arrendatários de terras pertencentes a poderosos senhores feudais. Mas eles pretendiam dividir essas terras e, para isso, começaram a depredar o gado e as plantações. Quem quisesse evitar esse vandalismo deveria fazer um acordo com a máfia. Da Itália, a indústria da "proteção forçada" se espalhou para o mundo inteiro, em especial para os Estados Unidos.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;     &lt;/span&gt;Sobre a origem do nome, tem-se especulado muito; a versão mais corrente é de que a atual designação teria surgido durante a ocupação do reino de Napóles pela casa de Bourbon, aparentada com a casa real francesa: ter-se-ia feito ouvir o grito «Morte ala Francia, Itália anela!» (ou seja, «Morte à França, Itália avante!»). Da junção das primeiras letras de cada palavra num acrónimo teria resultado a palavra Máfia. Na Itália existem diversas máfias, sendo mais conhecida a "Cosa Nostra" (em português "nosso assunto" ou "nossa coisa"), de origem siciliana. A Camorra, napolitana, e a N'drangheta, da Calábria são outras conhecidas associações mafiosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;OPERAÇÃO "MÃOS LIMPAS".&lt;/span&gt; Em meados dos anos 80, a Máfia atuava até mesmo na esfera pública italiana. Empresários, políticos de diversos cargos e achacadores compunham um sistema sólido, ao qual resistir implicava sérios riscos. Mas a sociedade italiana não se deixaria dominar pelo crime organizado por tanto tempo. O sistema Penal e Judiciário foram modificados e dotados de instrumentos mais duros de combate ao crime organizado. Durante a Operação "Mãos Limpas", centenas de mafiosos foram presos, levados a julgamento e condenados. Até mesmo o primeiro-ministro Giulio Andreotti foi acusado de envolvimento com mafiosos. A reação destes não tardou: 24 juízes e promotores foram assassinados enquanto a Máfia era investigada. Embora ela não desaparecesse por completo, perdeu muito poder embora sua aura ainda seja preservada em filmes e histórias. Seu declínio é uma prova categórica da teoria defendida por muitos – a de que o crime organizado só é neutralizado mediante enérgicas ações do Estado e da sociedade. Algo muito diferente do que ocorre, por exemplo, com os traficantes de drogas do Comando Vermelho, no Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Apesar do sucesso da operação Mãos Limpas no combate a máfia italiana, sabe-se contudo que a principal motivação desta operação foi a de desviar a atenção da opinião pública das graves denúncias que o dissidente Vladimir Bukovski trouxe dos Arquivos de Moscou.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Houve diversos membros de máfias que se destacaram na história. Os famosos Dons e Capos, como eram conhecidos os pais das famílias. Em sua maioria eram de origem italiana. Entre eles se destacam: Al Capone ou ScarFace, Don Saro, Tomaso Buscetta, Don Rigotto, Don Manzi. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Durante os séculos 18 e 19, os vigorosos rufiões desses exércitos particulares se organizaram e se tornaram tão poderosos que se voltaram contra os donos de terra e viram a única lei em muitas propriedades, extorquindo dinheiro de donos de terra em troca de proteção de suas plantações” (The New Encyclopaedia Britânnica). Extorquir dinheiro em troca de proteção virou seu modus operandi.Eles levaram seus métodos para os Estados Unidos, onde se infiltraram no jogo, na chantagem trabalhista, na agiotagem, no narcotráfico, nas redes de proteção, e na prostituição e outros mais novos como nas áreas de saúde, educação, prefeituras etc., o homem é muito inteligente e organiza o crime em tudo que dê muito lucro.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;“A senha maçônica da mão aberta era característica dos ILUMINATI e foi também adotada por Giuseppi Mazzini, um franco-maçom da Itália que fundou uma organização secreta terrorista que ficou famosa em todo mundo pelos seus métodos violentos: a Máfia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O próprio nome Máfia é na realidade um acrostico da frase: Mazzini Autorizza Furti, Incendi, Avvelenamenti, que significa Mazzini autoriza roubos, incêndios e envenenamentos. Um dos símbolos da Máfia é uma mão negra espalmada deixada impressa na parede nos locais dos atentados”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MÁFIA ATUAL (CENÁRIO MUNDIAL). &lt;/span&gt;A máfia, talvez por causa de lendas criadas ao longo da história, incentivou várias outras ao redor do mundo. Como bom exemplo, temos as máfias Japonesas, Alemãs, e recentemente foi descoberta as máfias Brasileiras. Mas a grande diferença desta, para as outras é que elas trabalham de forma conjunta, com apoios e reuniões. Até agora não se sabe muito sobre os objetivos das mesmas. Nomes: Don Vincenzo, Lord Walker e Kaiser Hepp. Assim a máfia chegou até nós, hoje em todos os lugares existem vários tipos de máfia para tristeza minha bati de frente com uma delas através dessa enfermidade em Mário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alguns tipos de máfia principalmente no Brasil. Infelizmente o nosso país desenvolve a máfia desde os primórdios tempos do descobrimento deu início com a exploração e roubo do pau brasil, a tráfico e escravização dos índios e dos africanos, o plantio da cana de açúcar e a produção do açúcar, a exploração e roubo do ouro e das pedras preciosas e muito mais até a sofisticada máfia da atualidade dessa forma o brasileiro por formação tem o caráter mafioso não generalizando, mais essa é a realidade e continua na política, no estado, na saúde, na educação, na prostituição, no tráfico das drogas, nos jogos e muitas outras. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As entidades que atuam através do Vampirismo elas não só roubam ou sugam o sangue, a energia mais tudo, até mesmo os bens materiais como já foi explicado, eles destroem uma nação, uma cidade, uma família tudo. E o Brasil é uma dessas nações desde o início roubaram o que puderam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vamos ver como isso&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; aconteceu sem muito nos aprofundarmos na História:&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Lk-ESPC1SgM/TkAkvnvLNKI/AAAAAAAAByo/XEJHmCY5PeQ/s1600/01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 227px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Lk-ESPC1SgM/TkAkvnvLNKI/AAAAAAAAByo/XEJHmCY5PeQ/s400/01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638547134007162018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;OS PRIMORDI&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:9.0pt;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;OS DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;termo D&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;escobrimento do Brasil se refere à chegada, no ano de 1500, da esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral ao territó&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;rio onde hoje se encontra o Brasil e a tomada de posse do território pelo reino de Portugal. No dia 22 de Abril, acide&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;nte de percurso ou missão secreta de legitimação de posse, avistava-se “terra chão, com grandes arvoredos: ao monte”. Ao grande monte, Pedro Álvares Cabral batizou de Monte Pascal e à terra deu o nome de Ilha da Vera Cruz pensando ser uma ilha, depois que descobriram ser um continente denominaram-na de Terra de Santa Cruz hoje denominado Porto Seguro, no estado da Bahia. Aproveitando os alísios, a esquadra bordeja a costa baiana em direção ao norte, à procura de uma enseada, achada afinal pouco antes do pôr-do-sol do dia 24 de abril, em local que viria a ser denominada baía Cabrália. Ali permaneceram até 02 de maio, quando rumaram para a Índia, cumprindo seu objetivo formal de viagem e deixando dois degredados e dois grumetes que desertaram.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Estava iniciada a ocupação do Brasil por europeus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="mso-fareast-Arial Unicode MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;" &gt;Assim nasceu a nossa nação, juntamente com os índios. &lt;/span&gt; &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Durante as duas primeiras décadas, desinteressada de colonizar a terra descoberta por Cabral, a Coroa portuguesa acabo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;u por transformá-la numa imensa fazenda de pau-brasil, logo arrendada à iniciativa privada. Dessa forma a &lt;a&gt;árvore que ajudou a dar nome ao país&lt;/a&gt; começaria a se tornas também a mais perfeita metáfora vegetal do Brasil - mais do que a borracha, o açúcar e o café. O pau-br&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;asil (Caesalpinia echinata) tingia linhos, sedas e algodões, conce&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;dendo-lhes um "suntuoso tom carmesim ou purpúreo": a cor dos re&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;is e dos nobres. Uma espécie semelhante, a Caesalpinia sappan, nativa de Sumatra, já era c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;onhecida na Europa desde os primórdios da Idade Média. A parti&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;r do século 17, porém todos os tecidos produzidos em Flandres e na &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Inglaterra passaram a ser coloridos com o "pau-de-tinta" brasil&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;eiro. Nesta época, a indústria têxtil já com&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;eçara a se tornar o motor da economia européia. Depois de anos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; de contrição e andrajos, as mulheres do continente desc&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;obriam, enfim, os requintes da moda. Abria-se assim enorme merca&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;do para as roupas realçadas pela polpa da árvore extraída aos m&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ilhões de litoral da Bahia e Pernambuco. A operação era realizad&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a por centenas de traficantes espanhóis, ingleses e sobre tudo frances&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;es. Eles foram os primeiros e genuínos "brasileiros" - e os únicos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;de fato merecedores desse nome.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desde &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o início do descobrimento do Brasil os portugueses deram orige&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;m ao Trafego. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Começ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ou com a exploração do pau-brasil que os índios o cham&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;avam de “ibirapitanga” e “arabutã”. Nome científico, “caesal&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;pinia echinata”. A árvore chega a 10 ou 15 metros de altura, com o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; tronco de 1 metro de diâmetro na base.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; A comercialização do pau-brasil já era feita na Europa, pois ele era extraído das florestas african&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;as, era utilizado como corante, princip&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;almente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; de tecid&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o. &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-pSnPSlHgdkY/TkAjmH2wAyI/AAAAAAAAByg/OvNGODSjk_I/s1600/02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 302px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-pSnPSlHgdkY/TkAjmH2wAyI/AAAAAAAAByg/OvNGODSjk_I/s400/02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638545871318549282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O PAU-BRASIL.&lt;/span&gt;  No Brasil, apartir das primeiras expedições exploradoras, principalmente com a expedição da Nau Bretoa, organizada por comerciantes portugueses e depois pela concessão real de exploração, concedida a Fernão de Noronha, o pau-brasil passou a ser explorado de uma forma predatória, ao logo de quase toda a costa brasileira.A exploração era feita rudimentar trazendo grande destruição das matas. Os traficantes geralmente contavam com a ajuda dos índios. A Portugal pertencia o monopólio da extração, concedeu do arrendamento a particulares, mediante o pagamento do quinto. Tal monopólio somente foi extinto em 1859.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por conseguinte o início da atividade de extrativa, extremamente predatória, os traficantes geralmente contavam com os índios. Eles cortavam a madeira e a levavam até os navios, a mão de obra utilizada era livre, mediante a prática do “escambo” ou “escâmbio” que no latim “escambiu” significa “cambio”, “troca”. Troca do trabalho de corte, transporte e embarque em troca recebiam como pagamento espelhos, contas coloridas, pecas de tecidos, roupas, canivetes, facas; raramente, serras e machados. Os índios eram enganados com objetos sem muito valor e que não trouxesse perigo para os portugueses. Os pontos de armazenamento da madeira eram as feituras que de fato, não provocaram o povoamento e a colonização da terra, já que o extrativismo era uma atividade itinerante. Dessa maneira começou o trafego no Brasil, o engano o trabalho sem remuneração devida. Infelizmente não parou aí. Além do pau-brasil, outras atividades &lt;span class="Ttulo1Char"&gt;&lt;span style="font-weight:normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;de modelo extrativista predominaram nessa época, como a coleta de “drogas do sertão”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Desde os tempos remotos já era conhecida como drogas, para confirmar a máfia existente nos tempos primórdios do desenvolvimento do Brasil. Depois do pau-brasil outros foram traficados como: os índios, os negros, os minerais sendo o mais importante o ouro, as pedras preciosas, na pecuária, os vegetais o açúcar, a cachaça, o café, a mandioca, o feijão, o milho, o algodão o tabaco e outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-5NOObb4Udt0/TkAiCvDQGqI/AAAAAAAAByY/hprqDzTpP-A/s1600/03.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 373px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-5NOObb4Udt0/TkAiCvDQGqI/AAAAAAAAByY/hprqDzTpP-A/s400/03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638544163853048482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OS ÍNDIOS. &lt;/span&gt;Com a instituição das capitanias, iniciou-se na economia colonial o Círculo da cana de açúcar que sucedeu ao Círculo do pau-brasil. O açúcar era produzido no Oriente antes do Brasil e era uma das especiarias de maior valor no mercado europeu, desde os últimos séculos da Idade Média. Trazido para o Brasil, por Martim Afonso de Souza em 1530 quando fundou a Vila de São Vicente hoje São Paulo, pois a região era favorável ao plantio da cana de açúcar e assim fixando os colonos na terra. O índio não se adaptou ao trabalho na lavoura por falta de costume no trabalho braçal e no cumprimento do horário. Com a rebeldia dos indígenas a situação começou a se agravar os índios não conheciam a escrita, o uso dos metais e a escravidão. O contato com o homem branco foi sempre prejudicial às tribos desde que os portugueses adentram no interior do Brasil, aprisionando e matando milhares de índios, torturando e estrupando as índias, dessa maneira exterminando tribos completamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim deu-se início a escravidão e trafego dos índios. Eles resistiram, mas apesar da superioridade numérica, eram mortos pela superioridade das armas de fogo dos colonos. Em 1570, uma Carta Régia autorizava a escravização dos índios ou promovida contra índios presos em guerra justa, isto é, iniciada pelos índios ou promovida contra tribos que se negassem a submeter-se aos colonos. O rei simplesmente legalizava a escravidão dos índios sob pretexto de defendê-los. Sabemos que isso não era verdade eles queriam a mão de obra sem nenhum custo. Como em nossos dias os patrões não querem pagar aos funcionários o que lhe é devido. As bandeiras eram expedições que foram organizadas para caçar os índios fugitivos que se embrenhavam na mata com isso eles chegaram às minas de ouro no século XVI.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com essa atitude houve constante empobrecimento cultural e lingüístico e quantitativo: a população indígena brasileira vem sendo invariavelmente exterminada, em conseqüência de massacres, expulsão de suas terras, o alcoolismo e doenças contraídas através “dos civilizados”. Assim, dos dois milhões que habitavam o Brasil na época do descobrimento resta atualmente cem mil índios. Varias tribos dessas foram destruídas completamente. Começo dos assassinatos, muito sangue inocente derramado no solo brasileiro, o solo clama por salvação. Com a rebelião dos índios deu-se o início a outro tipo de tráfego e escravização pior e indecente à humanidade, a escravização dos africanos. Os portugueses não contavam com a mão de obra dos indígenas e já conhecendo em Portugal a mão de obra escrava dos africanos usados nos trabalhos domésticos e nas ilhas do Atlântico, para o trabalho agrícola.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não se sabe ao certo quando chegaram os primeiros escravos africanos. Sabe-se que em 1550, comércio regular de escravos da África. Mas mesmo com a chegada dos escravos africanos, os índios ainda eram escravizados, pois o custo para adquirir um escravo africano era mais alto do que o escravo indígena. Assim sendo a sua introdução na agricultura foi lenta.  &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-ALD8UDNcz58/TkAgylrd4-I/AAAAAAAAByQ/KpVVHgEbdP4/s1600/04.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 232px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ALD8UDNcz58/TkAgylrd4-I/AAAAAAAAByQ/KpVVHgEbdP4/s400/04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638542786947834850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;AFRICANOS NO BRASIL. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esse alto custo era por conta das condições de viagem da África para o Brasil. Os negros eram trazidos do seu país de origem e vinham nos chamados “navios negreiros” amontoados, acorrentados e mal alimentados. Muitos nem chegavam aos seus destinos, pois morriam na viagem por causa das más condições de sobrevivência principalmente as higiênicas, a fome e as enfermidades adquiridas por falta das condições para um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ser humano sobreviver. Quando morriam eram jogados alguns ainda vivos no mar. Durante esse período que foi longo o mar serviu de cemitério dos escravos ou todos que participavam dessa operação porque muitas embarcações afundaram, e essas águas também clamam por salvação. Foi palco das atrocidades feitas nesta época. Os que conseguiam sobreviver e chegavam ao Brasil eram vendidos como mercadorias. Muita crueldade era realizada nesta época. Por conseguinte os escravos africanos também se rebelaram e passavam por punições horríveis como: espancados no tronco, em que o negro, preso pelas canelas, era açoitado com o bacalhau = chicote que abria fendas, nas quais se punham sal; o viramundo = instrumento de ferro que prendia as mãos e os pés; a gar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;galheira, colar de ferro com vários braços em forma de gancho. Faltas mais graves podiam merecer penas mais cruéis ainda, como a castração, amputação de seios, quebra de dentes a marteladas e emparedamento vivo. Os escravos resistiam de varias maneiras. Tinham os que se suicidavam ou matavam os feitores. Os que fugiam e eram caçados como animais pelos capitães-do-mato, profissionais que recebiam certa quantia por quando conseguiam capturar vivo ou morto um escravo fugitivo. Muitos se refugiavam nos quilombos sendo o mais importante o de Palmares.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também foram trazidos de Portugal para morar no Brasil a escorea do povo português pois ninguém queria vir residir aqui en&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;tão foi trazido os bandidos, marginais todo tipo de prisioneiro, caráter totalmente contaminado, comrrompido com essas qualidades negativas o Brasil foi formado com esses tipos de pessoas. Deu-se a missigenação e também a origem a uma nação totalmente contaminada, corrompida destruída e falida. A fome e a opressão também começaram nesse período. Pois os portugueses levavam tudo do Brasil e não traziam nada para repor. A política já era contraria a nação desde esta épo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ca. Portugal deixou o Brasil na banca routa levou tudo o que pode até surgir os movimentos de libertação e mais mortes aconteceram através das guerras até a libertação de Portugal. Mas infelizmente o povo brasileiro até hoje sofre a conseqüência deste período macabro doloroso e vergonhoso para nós.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vejamos atuações das entidades na atualidade: A Bahia por ser o útero brasileiro gera tudo isso até os nossos dias. Na irmandade satânica diz: Por ser o Brasil e em especial a Bahia, um a região portuária, representa o início da colonização brasileira. Tem a ver com os deuses cultuados e com domínio do próprio Leviathan principado do Brasil. Aquele que é um povo com muita facilidade de absorver influencia satânica. Os espíritos que atuam na região já domi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;naram praticamente em cem por cento o lugar. O evangelho tem uma dificuldade enorme em penetrar em todo Nordeste, por causa disso. No entanto, a Umbanda, o Candomblé, a Quimbanda e toda a miscigenação afro imperam. O Catolicismo, o culto a Maria principalmente a padroeira do Brasil, a Aparecida e outras e a todo tipo de imagens também. A sensualidade aflora com vigor, fruto claro da Idolatria. A Base Satânica da Irmandade no Brasil é na Bahia. E a Base influenciará ainda mais a tudo isso com grande empenho. Pois Leviathan sendo um principado marinho e os orixás baianos também marinhos como Yemanja, Oxum, Nana, Iara e Oxumaré e outros como vimos no (capítu&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;lo 04) à destruição vai ser grande.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Bahia possui um clima quente em conseqüência o povo anda com pouca roupa, a nudez, a sensualidade, a fornicação junto com a idolatria, feitiçaria, as festas religiosas, a pervessão sexual e o carnaval contribuem para o caus total do povo brasileiro. Com o derramamento do sangue que hoje também acontecem nesta cidade não esquecendo também dos sacrifícios dos animais e humanos também estão ligados a uma história desde os primeiros mortos no início do descobrimento do Brasil através as escravizações, as lutas, guerras, luta contra invasão francesa; morte dos pastores huguenotes e muito&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;s outros. O sangue dos inocentes derramados poluiu e contaminou a terra, desde então, Satanás construiu a sua fortaleza nas regiões celestiais e ele exige os seus sacrifícios. Os meninos brasileirros. Os primeiros que habitaram esta nação depois do descobrimento no período dos bandeirantes, eram basta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;rdos resultados do cruzamento dos bandeirantes, dos bandidos como também dos senhores das regiões com as índias e as escravas africanas no geral a missigenação durante o início do descobrimento do Brasil. A nossa nação foi povoada com mamelucos sem pais dando origem aos menores abandonados, aos meninos de ruas que têm pais mais não vivem com eles às vezes nem os conhecem. Hoje ainda vivenciamos o drama dos meninos de rua, que vivem em todas as capitais do Brasil, que vivem sem pai... filhos bastardos. As terras brasil&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;eiras foram colonizadas por esses tipos de homens, dessa forma criaram uma sociedade, uma família totalmente babelizada e falida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A irmã Valnice Milhomes trás em seu livro O Jejum e a Redenção do Brasil uma outra visão de Joel 1.4 que diz: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O que a locusta cortadora deixou, a voadora o comeu; e o que a voadora deixou, a devoradora comeu; e o que a devoradora deixou, a destruidora comeu”.&lt;/span&gt; Os grandes problemas da nação são as locustas ou gafanhotos. Quatro tipos são citados: a cortadora, a voadora, a devoradora, a destruidora. Essas locustas são tipos de maldições que têm assolado a vida da nação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1. A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Locusta cortadora. Cortar é ceifar, e o primeiro grande problema dentro da nação, no seu passado e no seu presente, é esta locusta cortadora que ceifa vidas inocentes. Quando os portugueses vieram para o Brasil, em suas conquistas, e mesmo os bandeirantes, deixaram atrás de si um rastro de sangue inocente. Quando a vida dos habitantes da Terra foi ceifada, sangue inocente manchou o solo brasileiro, e não parou aí. A nação ainda hoje sofre as investidas desta locusta cortadora, que continua a ceifar vidas. É a violência, a mortalidade infantil, aborto, que é um crime, é o ceifar de uma vida inocente. Nosso País está sofrendo por causa desta locusta cortadora. Milhares e milhares de vidas que o Brasil viu nascer, foram ceifadas inocentemente, para que a terra fosse manchada de sangue e o seu clamor subisse até o Céu. Quando d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;izemos que a redenção do Brasil custará um alto preço, é porque os seus pecados são tão grandes, que a única coisa que podemos atrair é a ira de Deus. É, pois, necessário que a Igreja se levante, por uma verdadeira revolução espiritual, um verdadeiro avivamento, um verdadeiro quebrantamento, como veremos dentro de Joel, para clamar: “Poupa Senhor&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, o Teu povo”. Se olharmos para os pecados da nação, podemos até esmorecer em nosso clamor. Certo dia estava orando e considerando seus pecados e os meus olhos se depararam com as Palavras do Senhor Deus: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Ainda que estivessem no meio delas estes três homens, Noé, Daniel e Jó, eles pela sua justiça, livrariam apenas a sua própria vida, diz o Senhor” (Ezequiel 14.14).&lt;/span&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2. A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Locusta Voadora. Ou em outra tradução, migradora, que vai para outro lugar. E esta locusta fala dos males da transferência das riquezas da nação para outras nações. Desde o início da colonização, o ouro brasileiro foi transferido, às toneladas, para Portugal. As riquezas voaram da nação, mas a locusta voadora não deixou de operar. A classe que controla as riquezas do País, que é uma assombrosa minoria, continua fazendo voar as divisas nacionais para bancos estrangei&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ros. Sessenta milhões de brasileiros, no nível de pobreza, miseráveis, enquanto um grupo nada em dinheiro e faz voar as riquezas da nação para fora! É a locusta que esta minando nossa economia nacional e destruindo a nação. E não pára por aí.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3. A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Locusta Devoradora. Esta é a locusta que devora o salário do trabalhador e provoca o desemprego, a fome, a inflação.Os fundamen&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;tos da nação criaram uma cultura de exploração ao trabalhador, desde os senhores de engenho no Nordeste. Metade da nação, do povo com capacidade de trabalho, recebem menos dois salários mínimos e este é corroído pelo abusivo aumento de preços. A miséria domina a nação. Há brasileiros que morrem de fome. Não precisa ir para África ou para Índia a fim de ver-se miséria. Ela campeia em nossas praças, nossas cidades, nossos campos. Há devoradores em todo lado. Os ricos estão cada vez mais ricos, mas os pobres estão cada vez mais pobres. O numero da classe média está cada vez menor e a miséria grass a nação. São locusta que devoram. O eco das palavras de Tiago soam aos nossos ouvidos:&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Eis que o salári&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;o que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tiago 5.4).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4. A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Locusta Destruidora. Esta destrói as coisas mais essenciais da vida, como a dignidade humana, a segurança e os valores morais. A família está esfacelada, as escolas não educam: moral e cívica desapareceu das escolas, não existe uma brasilidade ou uma consciência de cidadania, ou mesmo de patriotismo. Os valores morais da própria família desaparecer&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;am. Não precisamos ir longe. A começar pelos mais altos postos de comando da nação, a moralidade em muitos desapareceu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando um chefe da nação se porta sem dignidade esperada de um homem de Estado; quando um ministro da Justiça aparece em praça pública embriagado; quando congressistas gastam o dinheiro do povo em motéis e com amantes, esta nação está destruída em seus valores éticos e morais. Faltam o senso de dignidade, de ética, e de moralidade. Vêmos muita demonstração de falta de pudor, de vergonha. Há marcas da sensualidade generalizada, do culto à carne, à pornografia e à imoralidade; a nudez e a pornografia são exibidas, em praças públicas, em feriados nacionais. Não é esta a nação que Deus projetou, mas é o que estamos vendo nos nossos dias. Numa situação dessa temos que ouvir o profeta: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ai dos que se levantam cedo para correrem atrás da bebida forte e continuam até à noite, até que o vinho os esque&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;nte! Tem harpas e alaúdes, tamboris e pífaros, e vinho nos seus banquetes; porém não olham para a obra do Senhor, nem consideram as obras das mãos dEle. Portanto o Meu povo é levado cativo por falta de entendimento...(Isaías 5.11-13a)&lt;/span&gt;. Ou ainda o sábio: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Ai de ti, ó terra, quando o teu rei é criança, e quando os teus príncipes banqueteiam de manhã! Bem-aventurada tu, ó terra, quando teu rei é filho de nobres e quando os teus príncipes comem a tempo, para refazerem as forças, e não para bebedice!” (Eclesiastes 10.16, 17).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Palavra aqui não fala simplesmente de criança em termos de idade, mas quando não há maturidade. Ai da Terra quando os seus líderes não têm maturidade emocional e moral; ai da Terra quando os seus príncipes vivem em banquet&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;es, orgias, adultérios, prostituições e infidelidade conjugal! Este é o quadro da nossa nação”. (30) &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A nossa ESPERANÇA é à volta do Senhor para estabelecer o Seu Reino Terrestre. “O Milênio!” Mais em uma nova terra, restaurada, limpa dessa corrupção, dessa máfia nojenta, podre, que somos obrigados a conviver ainda bem que não somos obrigados a participar diretamente, porque indiretamente convivemos com ela. Sabemos o mundo é do maligno, vivemos nele mais não participamos desse tipo de atitudes.E não sou conivente com ninquém que aje dessa maneira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Que o Senhor Yeshúa Ha Mashíach tenha misericórdia da sua Igreja e da Humanidade.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;(COUTO, Valmira Magna Souto) &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Maranata ora vem, o Senhor dos senhores, o Rei dos reis!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-right: 7.05pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-d3CUWzmnpc0/TkAfhZKuuwI/AAAAAAAAByI/KsTzHC6P-Z0/s1600/05.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 285px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-d3CUWzmnpc0/TkAfhZKuuwI/AAAAAAAAByI/KsTzHC6P-Z0/s400/05.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638541392019897090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Shalom Adonai para todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-8928984692332534727?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/8928984692332534727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=8928984692332534727&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/8928984692332534727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/8928984692332534727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2011/08/mafia-brasileira.html' title='MÁFIA BRASILEIRA'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Lk-ESPC1SgM/TkAkvnvLNKI/AAAAAAAAByo/XEJHmCY5PeQ/s72-c/01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-9134030082565525753</id><published>2011-07-13T14:11:00.022-03:00</published><updated>2011-07-13T15:58:55.096-03:00</updated><title type='text'>FERIADOS JUNINOS NA ROÇA EM ITANAGRA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-eipSJ2pFRb0/Th3ppmNh53I/AAAAAAAABx4/Z2d1NdgTcXM/s1600/100_4586.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-eipSJ2pFRb0/Th3ppmNh53I/AAAAAAAABx4/Z2d1NdgTcXM/s320/100_4586.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628912010124191602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seguimos todos para a roça no dia 22.06.11 e só voltamos 26.06.11. As crianças se divertiram com: Caminhada na mata fechada e chegaram exaustos, Leo faz trilha até a pé pela mata, todos os dias a fogueirinha acesa para eles brincarem com os fogos e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; assarmos os milhos colhidos no quintal e também esquentar pois estava muito frio. Fizemos mingau de milho, milho cozido, assado, amendoim também colhido no quintal, passeio na praia de Massarandupió, muitos passe&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ios de carro pelas trilhas locais. Foi legal ter todos os netos juntos é muito trabalhoso mais prazeroso. Como mãe e avó. Vejam algumas fotos.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-xwZMV8JpIIc/Th3ohU3QcwI/AAAAAAAABxo/OExK4RS4fcM/s1600/100_4587.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-xwZMV8JpIIc/Th3ohU3QcwI/AAAAAAAABxo/OExK4RS4fcM/s320/100_4587.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628910768516788994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-l17cAYcnH9g/Th3oB9GnH7I/AAAAAAAABxg/_6rzNGCZxME/s1600/100_4588.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-l17cAYcnH9g/Th3oB9GnH7I/AAAAAAAABxg/_6rzNGCZxME/s320/100_4588.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628910229562793906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-atOslH2zPDI/Th3ni8izRmI/AAAAAAAABxY/caHC1cEbRN0/s1600/100_4590.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-atOslH2zPDI/Th3ni8izRmI/AAAAAAAABxY/caHC1cEbRN0/s320/100_4590.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628909696836650594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-KH3Iv00owlE/Th3nBSCpqXI/AAAAAAAABxQ/wdM-0DuAab0/s1600/100_4592.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-KH3Iv00owlE/Th3nBSCpqXI/AAAAAAAABxQ/wdM-0DuAab0/s320/100_4592.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628909118491830642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-RWsRoAi3JO8/Th3mi-A5eaI/AAAAAAAABxI/9DsiVQ6GJV4/s1600/100_4601.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-RWsRoAi3JO8/Th3mi-A5eaI/AAAAAAAABxI/9DsiVQ6GJV4/s320/100_4601.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628908597719693730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-gfEJVSBU5v0/Th3lw_83MYI/AAAAAAAABxA/l9ul5FsCeJg/s1600/100_4606.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-gfEJVSBU5v0/Th3lw_83MYI/AAAAAAAABxA/l9ul5FsCeJg/s320/100_4606.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628907739246178690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-bEylnaYE-Fo/Th3lJQbzrmI/AAAAAAAABw4/4-gy8SWeiag/s1600/100_4607.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-bEylnaYE-Fo/Th3lJQbzrmI/AAAAAAAABw4/4-gy8SWeiag/s320/100_4607.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628907056476171874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-xOvIKVjMidE/Th3keChoMuI/AAAAAAAABww/zc_7DpbdyiM/s1600/100_4611.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-xOvIKVjMidE/Th3keChoMuI/AAAAAAAABww/zc_7DpbdyiM/s320/100_4611.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628906314008113890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-dpiyAFbFCuw/Th3jcf-No_I/AAAAAAAABwo/sIcABeQxN-Y/s1600/100_4615.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-dpiyAFbFCuw/Th3jcf-No_I/AAAAAAAABwo/sIcABeQxN-Y/s320/100_4615.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628905188041270258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-VeXrZMpU_0g/Th3in8QLAfI/AAAAAAAABwg/9Bu5gK1kbBE/s1600/100_4616.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-VeXrZMpU_0g/Th3in8QLAfI/AAAAAAAABwg/9Bu5gK1kbBE/s320/100_4616.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628904285099721202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-Oq7-5m6Bq0M/Th3hv4TazPI/AAAAAAAABwY/ORqIoi20qwk/s1600/101_0509.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Oq7-5m6Bq0M/Th3hv4TazPI/AAAAAAAABwY/ORqIoi20qwk/s320/101_0509.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628903321966922994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/--sXrtv_ZdV4/Th3gNab1bnI/AAAAAAAABwQ/8IY0NoOhAhU/s1600/101_0482.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/--sXrtv_ZdV4/Th3gNab1bnI/AAAAAAAABwQ/8IY0NoOhAhU/s320/101_0482.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628901630321978994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-bhJOLJ1RMtE/Th3e2D6KrdI/AAAAAAAABwI/kAboeWZ2weA/s1600/101_0454.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-bhJOLJ1RMtE/Th3e2D6KrdI/AAAAAAAABwI/kAboeWZ2weA/s320/101_0454.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628900129626566098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-EFex_FYb-nQ/Th3chzVlQCI/AAAAAAAABwA/JoA3gCjE1v8/s1600/101_4621.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 238px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-EFex_FYb-nQ/Th3chzVlQCI/AAAAAAAABwA/JoA3gCjE1v8/s320/101_4621.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628897582557511714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-7sfGd8yPG4k/Th3ZfT0nEVI/AAAAAAAABvw/hmcbJWLu6Oo/s1600/101_0599.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-7sfGd8yPG4k/Th3ZfT0nEVI/AAAAAAAABvw/hmcbJWLu6Oo/s320/101_0599.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628894241203097938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-QxcpumznBOw/Th3WeMgzc5I/AAAAAAAABvg/xjEkGoeEMq8/s1600/101_0638.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-QxcpumznBOw/Th3WeMgzc5I/AAAAAAAABvg/xjEkGoeEMq8/s320/101_0638.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628890923526222738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt; 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Vai demorar um pouco mais vai sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shalom Adonai para todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-9134030082565525753?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/9134030082565525753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=9134030082565525753&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/9134030082565525753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/9134030082565525753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2011/07/feriados-juninos-na-roca-em-itanagra.html' title='FERIADOS JUNINOS NA ROÇA EM ITANAGRA'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eipSJ2pFRb0/Th3ppmNh53I/AAAAAAAABx4/Z2d1NdgTcXM/s72-c/100_4586.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-882694734406554529</id><published>2011-07-06T14:50:00.002-03:00</published><updated>2011-07-06T15:57:54.395-03:00</updated><title type='text'>MAR BRAVIO</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;Quando fiz a gravação do mar revolto não tinha essa idéia, lendo a Bíblia me clareou mais ainda essa visão que os homens imorais eram representados pelo mar bravio e suas espumas, achei interessante e mergulhei. Interessante vejam:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;Homens Imorais. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Judas, irmão de Tiago, adverte os concristãos a respeito do grande perigo de homens iníquos que se introduzem sorrateiramente na congregação, com o objetivo de causar aviltamento moral. Ele os chama de “ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha”. (Ju 4-13) Judas talvez pensasse numa expressão anterior de Isaías 57:20, e talvez descrevesse figurativamente e veemente e temerária desconsideração das leis de Deus por tais homens, e que eles, no seu proceder degradante e libidinoso, avançam impetuosamente contra as barreiras de moral, divinamente constituídas. Conforme observa o Commentary (Comentário) de Cook sobre Judas 13: “Eles lançam, diante da vista pública, a lama e a sujeira de seus excessos... Assim, tais homens espumam seus próprios atos vergonhosos, e os lançam à vista de todos os homens, e, desse modo, fazem que se culpe a Igreja pelas más ações destes professos”. Outro comentador diz: “O que eles transmitem é tão sem substância e tão sem valor como a espuma das ondas do oceano, e o resultado é, efetivamente, uma proclamação de sua própria vergonha”. – Barnes’ Notes on the New Testament (Notas Sobre o Novo Testamento, de Barnes), 1974; compare isso com a descrição de tais homens por Pedro em 2Pe 2.10-22.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A total falta de caráter moral dos ímpios também foi descrita com estes termos: não receando blasfemar das dignidades” (v.10), em suas acusações blasfemas, “diante do Senhor” (v.11), blasfemando quanto a doutrinas essenciais, que eles não entendem (v.12), embora sejam nódoas e máculas “deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco” (v.13). Embora seja verdade que seus olhos estão “cheios&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de adultério”, eles engodam as “almas inconstantes” (v.14), serão julgados no tempo determinado pelo Altíssimo, sendo levados ao devido castigo por causa de suas ações. Devemos começar a fazer uma reflexão urgente. Já está chegando hora do acerto de contar. Guero que estejam todos preparados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;O ser humano cada dia que passa se auto destrói consciente ou inconsciente vemos isso claramente, muitos não querem nem ouvir fala do Senhor dos Senhores YESHÚA!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Shalom Adonai, para todos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-71b2db3370c1bce1" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v8.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D71b2db3370c1bce1%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331191458%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5A9D2C8EC741BCC7110EDB30A8CEC9F1C57BA94D.C265B5AA874A6BE3F659CF22553BCCC4F7F4520%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D71b2db3370c1bce1%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXP68_PhZfqec9Txd-EQ4Cm8C1CY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v8.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D71b2db3370c1bce1%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331191458%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5A9D2C8EC741BCC7110EDB30A8CEC9F1C57BA94D.C265B5AA874A6BE3F659CF22553BCCC4F7F4520%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D71b2db3370c1bce1%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXP68_PhZfqec9Txd-EQ4Cm8C1CY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-882694734406554529?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/882694734406554529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=882694734406554529&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/882694734406554529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/882694734406554529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2011/07/mar-bravio.html' title='MAR BRAVIO'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-1524595851733670940</id><published>2011-06-13T14:45:00.027-03:00</published><updated>2011-06-15T15:44:53.370-03:00</updated><title type='text'>ILHA DE ITAPARICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617801081043995074" src="http://4.bp.blogspot.com/-p45BbuRrETg/TfZwUZ5uycI/AAAAAAAABvI/B-c0FHEZ4KQ/s320/004.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;No dia 08 de maio de 2011, fui passar o dia na Ilha de Itaparica onde minha mãe tem uma casa e estava passando uns dias lá. Fui bem cedinho, peguei a lancha Anita Garibalde, na travessia marítima do Sistema Salvador-Mar Grande tem fluxo normal de passageiros, sem filas para embarque nos terminais hidroviários de Vera Cruz, na ilha de Itaparica, e no Náutico da Bahia, no Comércio. &lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617806520982426370" src="http://4.bp.blogspot.com/-tZl3c-0Xzyk/TfZ1RDQH0wI/AAAAAAAABvY/XP7boOZnps0/s320/006.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;De acordo com a Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia, o sistema conta com oito lanchas em tráfego e quatro em reserva, com horários de meia em meia hora. As condições de navegação na Baía de Todos os Santos são boas e as lanchas estão fazendo o percurso entre Salvador e Mar Grande em tempo médio de 40 minutos. Uma experiência nova, pois sempre vou pelo sistema de Ferry Boat.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617798860981658450" src="http://4.bp.blogspot.com/-w3qh6teNiYc/TfZuTLhn41I/AAAAAAAABvA/B16IT-Wg2oA/s320/005.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;Assim que começamos a na lancha percebi que o tempo estava mudando. Demos início a viagem quando derrepente muito vento, chuva a lancha subia e descia fortemente, o comandante reduziu bem a velocidade e fomos lentamente vencendo a tormenta, mesma assim a água tanto a do mar como a da chuva entravam na lancha e eu estava na parte superior da lancha. Foi uma experiência nunca vivida, não fiquei com medo, apenas em alerta geral, mesmo assim desde o início registrei tudo, mesmo perdendo algumas fotos pois os sacolavancos eram grandes, foi bom pois treinei bastante, esperando o momento certo de clicar. O mar estava muito revolto e escuro. &lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617794588610258434" src="http://3.bp.blogspot.com/-rklsNEVUjLY/TfZqafs55gI/AAAAAAAABuw/Xsrl3f1ucE4/s320/ita%2B010.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt; Veja! Foi magnífica a experiência. Desembarquei em Mar Grande e segui para Itaparica de carro. Também chovia bastante. A Ilha é muito grande é dividida por cidades de beleza estonteante. Na Ilha a minha mãe nasceu e cresceu quando jovem veio para Salvador onde casou-se lógico com meu pai. Mas tinham habito de sempre passar as férias de fim de ano na Ilha me lembro como hoje, que belas férias. Atualmente também casada levei os filhos e agora também os netos.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617791869089267522" src="http://1.bp.blogspot.com/-VqQ9uHO62YI/TfZn8Mskv0I/AAAAAAAABuo/IskDvrVxPiA/s320/00015.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;Vamos conhecer mais sobre a Ilha de Itaparica, pois é um roteiro turístico de Salvador imperdível: A Ilha de Itaparica está localizada na baía de Todos os Santos, no litoral do Estado da Bahia, no Brasil. Abriga dois municípios: Itaparica e Vera Cruz. Tem mais de trinta e seis quilômetros de comprimento, 146 km² de superfície, sendo habitada por 55 mil pessoas, distribuídas em 35 localidades, constituindo dois municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617790665121184066" src="http://2.bp.blogspot.com/-R7s4YZQWu4Q/TfZm2HkNuUI/AAAAAAAABug/IC0wMB_1tp4/s320/00014.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 224px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt; Em língua tupi, a expressão "itaparica" significa "cerca de pedra". A ilha foi descoberta em 1º de novembro de 1501 por Américo Vespúcio, juntamente com a Baía de Todos os Santos. A sua ocupação deu-se a partir de um pequeno núcleo de povoamento fundado por jesuítas na contra-costa em 1560, onde hoje se localiza a vila de Baiacu – então denominada como Vila do Senhor da Vera Cruz. Nesse período foi nela iniciada a primeira plantação de cana-de-açúcar, assim como a cultura do trigo, tendo recebido os primeiros exemplares de gado bovino. Foi ainda em Baiacu que aqueles religiosos fizeram erguer a primeira obra de engenharia hidráulica da colônia: uma barragem para o suprimento de água potável e para os serviços da povoação. &lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617789574830373298" src="http://3.bp.blogspot.com/-qktCTfL6xlY/TfZl2p6oObI/AAAAAAAABuY/aliGujfi5q8/s320/009.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 249px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 325px;" /&gt;A riqueza gerada nesse curto espaço de tempo levou a que Corsários ingleses atacassem a ilha já em 1597. Entre os anos de 1600 e 1647 foi invadida pelos holandeses. Durante a última destas invasões os holandeses chegaram a construir um forte, na cidade de Itaparica, denominado Forte de São Lourenço na Ilha de Itaparica.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617785989144938914" src="http://2.bp.blogspot.com/-7nJ1tF_p2X0/TfZil8MmiaI/AAAAAAAABuI/lqa6wauVG38/s320/003.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 207px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt; Itaparica foi palco também de importante batalha durante as lutas de Independência da Bahia, entre 1821 e 1823. Foi em Itaparica que se assentou a primeira máquina a vapor em terras brasileiras, no engenho de Ingá-Açu.&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617785436175963186" src="http://1.bp.blogspot.com/--vL1FPUhlj4/TfZiFwOhlDI/AAAAAAAABuA/ihHgPh9z3es/s320/00010.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617783220582234258" src="http://4.bp.blogspot.com/-QhmtwhNIyHc/TfZgEyf0OJI/AAAAAAAABtw/yeOGwzx4IjE/s320/001.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 207px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;A ilha foi emancipada de Salvador em 8 de Agosto de 1833 e elevada a cidade em 30 de julho de 1962. Posteriormente o município foi desmembrado em dois: o de Itaparica e o de Vera Cruz.&lt;br /&gt;Itaparica é uma das mais belas ilhas do litoral Brasileiro. Sua costa, em grande extensão, é cercada por recifes de corais, denominados “Recifes das Pinaúnas”, que se prolonga de Bom Despacho até a Ponta de Aratuba. Foi constituída, através do decreto lei 467 de 20 de outubro de 1997, a Área de Preservação Ambiental (APA) de Área de Preservação Ambiental Pinaúnas. A Ilha de Itaparica fica a 45 minutos de Salvador pelo sistema de transporte Ferry Boat, ou pelo sistema de transporte marítimo de Mar Grande; e está ligada ao continente, no extremo sudeste (Estreito do Funil), pela ponte João das Botas via BA-001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617781770826818818" src="http://2.bp.blogspot.com/-4U-xo4FNvfo/TfZewZvMJQI/AAAAAAAABtg/RGVbS85_e7E/s320/00021.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 295px;" /&gt; A cidade de Itaparica é a única estância hidromineral à beira mar das Américas, possuindo uma água com características medicinais inigualáveis e únicas em palatabilidade. Ela é carbonatada e sulfatada com boa dose de ácido carbônico, teor de radiatividade na fonte a 20 graus centígrados de 0.82 maches. Tem excepcional poder digestivo e diurético sendo recomendada especialmente para pacientes com problemas no fígado e baço.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617778331038059602" src="http://2.bp.blogspot.com/-NPR8JYkBOm4/TfZboLhpDFI/AAAAAAAABtQ/wNWTSwxrJ78/s320/00011.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 176px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;Além da importância histórica e singularidade geográfica, a Ilha de Itaparica possui um conjunto histórico e arquitetônico dos mais aprazíveis, praias de águas mornas, folclore diversificado, artesanato próprio e culinária das mais apreciadas em todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617776775257143522" src="http://3.bp.blogspot.com/-r9U7eSo5sJ8/TfZaNnykOOI/AAAAAAAABtI/9cRR4OEMM-s/s320/00012.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 199px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;Os registros históricos sobre a ilha são riquíssimos, destacando-se a vinda, em 1510, do navegador português Diogo Álvaro Correia, o “Caramuru” que, enamorado da princesa tupinambá “Paraguaçu”, filha do cacique Taparica, desposou-a, fundamentando, a partir desta união, a junção das raças européia e indígena, formando então a primeira família genuinamente brasileira.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617773606724147410" src="http://4.bp.blogspot.com/-zX0mYxkNuyw/TfZXVMFbmNI/AAAAAAAABs4/5kw5B-PfuSs/s320/00013.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 244px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 321px;" /&gt;Os afamados estaleiros da Ilha de Itaparica eram também empório de construções navais da colônia: ali se armou à primeira quilha da Marinha de Guerra no Brasil. Nesta época também existiam 5 destilarias de aguardente, além das fábricas de cal (nove, em meados do século XIX). Porém, a maior atividade econômica da Ilha foi à pesca da baleia, sobretudo durante os séculos XVII e XVIII, por este fato, antes de chamar-se de Itaparica era conhecida como Arraial da Ponta das Baleias. A ilha dispõe e oferecem serviços de qualidade em todos os níveis – restaurantes com deliciosos frutos do mar, passeios de barco, pára-quedismo, mergulho e uma infinidade de opções de entretenimentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A palavra Mar: Vem [Do lat. mare.]. (1.) A massa de águas salgadas do globo terrestre; oceano. (2.) Cada uma das porções em que está dividido o oceano. (3.) Grande massa de água salgada situada no interior de um continente. O Mar tem e terá uma grande importância na Visão Escatológica ou seja nos Últimos acontecimentos da terra. O que a Bíblia nos diz. Vejamos: Quando João vê esse mar em Apocalipse 4.6 &lt;i&gt;“E havia diante do trono um como mar de vidro, semelhante ao cristal, e, no meio do trono e ao redor do trono, quatro animais cheios de olhos por diante e por detrás”. &lt;/i&gt;Faz-nos lembrar da bacia e do mar de fundição do passado, mas com algumas diferenças como vimos acima. Todas as pessoas que estarão diante do trono serão privilegiadas, pois foram limpas, purificadas e santificadas pela Palavra do Altíssimo. Por isto o mar é de vidro, não é preciso água. E quem são essas pessoas? a Igreja e todos os que aceitaram ao Senhor Yeshúa como salvador de suas vidas durante todos esses séculos, não importando sexo, cor ou nação pois nós sabemos que o Senhor do senhores não faz acepção de pessoas.&lt;br /&gt;O Rei dos reis ama a todos os seus. Ainda: (1.) No mar celestial encontramos o fato de que não há tal contaminação, já que o Senhor foi sacrificado uma vez por todas. (2.) O mar de vidro, semelhante ao cristal mostra santidade e a pureza do que está sentado no trono. (3.) O mar de vidro é o próprio piso da sala do trono do Altíssimo. Não há mais necessidade de água para purificação do templo pois o Altíssimo é eternamente e totalmente Santo. Vamos agora ver quem são esses animais que guardam o trono do Altíssimo: São os “Anjos”, “Seres viventes”, “Criaturas viventes” e ainda “Bestas” (Ap 4.6-8; 5.11, 12).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617767322161298258" src="http://2.bp.blogspot.com/-nS8GjKvuyGE/TfZRnYQ4u1I/AAAAAAAABsg/y2mXEAssvOE/s320/00024.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 291px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os quatros animais ou seres viventes ao redor do trono completam o quadro. A palavra grega traduzida por seres viventes possui também o sentido de “bestas” como aparece em algumas versões. Contudo a besta aqui mencionada é diferente das narradas noutras passagens, tal como (Ap 13.1). Eles são cheios de olhos por diante e por detrás representando: Inteligência, prontidão, entendimento e consciência do que acontece em todos os lugares. Estes quatros seres viventes provavelmente representam a totalidade da criação vivente. Todas as criaturas viventes do Altíssimo o glorificarão e o adorarão e serão libertas da maldição do pecado. É “onividente”, no mesmo sentido que “onipresente ou onisciente (2 Cr 16.9). Todas as criaturas juntas indicam que toda natureza se junta na adoração a Altíssimo. Indicam também, ao honrar aquele que estava sobre o trono, que o Pai é soberano sobre toda sua criação. Os quatros seres viventes são os querubins da Primeira Aliança os tributos judiciais e autoridade do Altíssimo (Ez 1.5-26). São apresentados como possuidores de perfeita sabedoria. Proclamam a santidade daquele que está assentado no trono e adoram ao criador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617765558800319714" src="http://2.bp.blogspot.com/-YJA_lsIUsRA/TfZQAvO3hOI/AAAAAAAABsQ/uR3Mw1EHJHE/s320/00025.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 243px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As Criaturas que João viu representam toda a criação do Altíssimo. O Leão = como rei dos animais selvagens; O Boi = como principal animal domesticado daqueles dias; O Homem = como criado à imagem do Altíssimo; A Águia = como rainha das aves. Simbolicamente, no rosto dos seres viventes, Yeshúa é apresentado como Leão = Rei: onipotência e majestade (Ap 5.5); Bezerro = Servo: serviço em favor dos homens (Lv 9.2-8); Homem = Homem inteligência e compaixão (1 Tm 2.5); Águia = Senhor: visão, penetrante e ação repentina (Is 40.31). Consideramos também o paralelo entre os quatros seres viventes com a ênfase que se faz a cada evangelho: (Agostinho mais ou menos em 400 d.C.). Leão = monarquia e reino de Yeshúa [Mateus] (Mt 3.2); Bezerro = serviço de Yeshúa [Marcos] (Mc 1.32-34); Homem = humanidade de Yeshúa [Lucas ] (Lc 3.38); Águia = voando divindade de Yeshúa [João] (Jo 1.1)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617764561479786274" src="http://2.bp.blogspot.com/-MIoNwlmRfT8/TfZPGr7H3yI/AAAAAAAABsI/Wv_2tJCRa1g/s320/00027.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 228px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1/3 do mar destruído como um grande monte ardendo em fogo. &lt;i&gt;“E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar. E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte das naus.”&lt;/i&gt; &lt;b&gt;(Ap. 8:8-9) &lt;/b&gt;UM GRANDE MONTE ARDENDO EM FOGO. Isto pode ser um grande meteorito ou um grande asteróide ardente, que cai no mar, mata uma terça parte da vida marítima e destrói muitos navios, por causa de grandes ondas. A sentença é sobre o mar e seu efeito será de grande destruição. As perdas materiais e humanas ocasionada serão enormes. Depois do fogo haver atingido a terra, o segundo anjo toca a sua trombeta, e alguma coisa como “um grande monte ardente em fogo” aparece. A semelhança da aparição do sangue, da saraiva de fogo, esta massa ardente materializa-se nos céus para ser lançada ao mar. Isto especula alguns; pode ser um asteróide do espaço, que se decomporá ao atingir a atmosfera da terra. Contudo, se isto for um simples fenômeno, não há de ser acidental, pois é o Altíssimo quem aciona o tal fenômeno. E este só se manifesta quando o anjo toca a segunda trombeta. Seu poderoso impacto sacode a terra; todos os sentirão. Logo de início, uma terceira parte do mar torna-se sangue. As pragas do Egito em Êxodo 7.17-21, onde o Nilo transforma-se em sangue. Alguns crêem que esta passagem significa que as águas são transformadas pelo poder criativo de Deus em sangue real. Como vimos acima. Outros pensam que seja o sangue de animais marinhos que leva o mar a ficar em tal estado. Outros ainda relacionam esse sangue a uma tintura vermelha (causada por uma explosão de certas plantas microscópica, algumas vezes tóxicas) que ocorre alguma regularidade nos mares atualmente. Com a terça parte do mar transformado em sangue, o resultado é que um terço dos peixes, baleias e outras criaturas do mar também perecerão. De igual modo, um terço de todas as embarcações destruídas. Pode ser que o impacto dessa massa rochosa cause imensas ondas, (tsunami) afundando navios no mar e destruindo os que se acharem ancorados. Isto terá um efeito desastroso sobre o suprimento de alimentos do mundo e sobre o comércio. A destruição dos navios causará enormes prejuízos à humanidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617763359342544098" src="http://4.bp.blogspot.com/-0kk5OFTQg_E/TfZOAtnRROI/AAAAAAAABsA/aIVcH6LO0SM/s320/00028.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 266px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;“E o segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda alma vivente”. &lt;/i&gt;&lt;b&gt;(Ap. 16.3)&lt;/b&gt; O derramamento da segunda taça traz uma segunda praga.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617768317544724770" src="http://4.bp.blogspot.com/-85b7Z2bo3-Y/TfZShUWyeSI/AAAAAAAABso/gXyLG_dTPGo/s320/00026.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 209px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 326px;" /&gt; Assim como aconteceu quando dos “julgamentos das trombetas” (AP 8), mais uma vez a água, tão importante para o sustento da vida, é afetada. Desta vez, porem, o seu juízo é muito mais abrangente: faz o mar tornar-se como “o sangue de um homem morto”. É possível que o sangue, aqui, não se refira ao sangue no sentido literal, mas figurativo, simbolizando a corrupção moral. É como se o sangue de um defunto coagulasse e apodrecesse a céu aberto. Que triste diferença entre este sangue e aquele que, sob a lei, representava a vida (Lv 17.11)! Nesse caso, o sangue fala de juízo e morte! Esta praga é similar à primeira enviada ao Egito, quando Moisés, levantando a sua vara, feriu as águas do Nilo (Ex 7.20-25). O mar fica tão contaminado que toda criatura vivente dentro dele morre, e sua cor poluída parece sangue. Ocasionará a morte de todo ser vivente que há no mar por causa da terrível poluição. “Ser vivente” é o mesmo termo traduzido como “criatura vivente” em Gênesis 1.21,24. O termo é usado para designar peixes, animais e pessoas, pois cada um destes possui vida física e individualidade. “Alma” (usada em algumas versões) é empregada, nessa passagem, num sentido do Antigo Testamento, e não com uma conotação teológica. Alguns intérpretes querem limitar “o mar”, neste versículo, ao Mediterrâneo. Tendo em vista, porém, o fato de que estas últimas sete pragas são ilimitadas, a palavra “mar” tem de ser encarada num sentido geral: toda criatura, em todos os oceanos e mares do mundo, hão de morrer. Outros intérpretes tratam esta praga como algo simbólica. Dizem que o “mar” representa as nações em geral. Entretanto, se seguirmos esta linha de pensamento, concluiremos todas as pessoas que estiverem vivendo no mundo, nessa ocasião, hão de ser mortas pela praga. Este flagelo, pois, tem significado literal: a praga afetará de fato os oceanos e mares do mundo, ocasionando a morte da vida marinha. É muito complicado mesmo para os cristãos muitos nem têm conhecimento, mais é bom sempre lermos e aprender, o Espirito santo faz a obra em cada coração. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Shalom Adonai para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-1524595851733670940?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/1524595851733670940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=1524595851733670940&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/1524595851733670940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/1524595851733670940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2011/06/ilha-de-itaparica.html' title='ILHA DE ITAPARICA'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-p45BbuRrETg/TfZwUZ5uycI/AAAAAAAABvI/B-c0FHEZ4KQ/s72-c/004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-5155469562583585995</id><published>2011-03-17T16:37:00.006-03:00</published><updated>2011-03-17T17:04:29.540-03:00</updated><title type='text'>SERÁ UM MISTÉRIO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3CL9aee229Y/TYJneALXTuI/AAAAAAAABrs/LUTBsFMasos/s1600/A12.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585140253034237666" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-3CL9aee229Y/TYJneALXTuI/AAAAAAAABrs/LUTBsFMasos/s200/A12.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Tenho dois tipos de pimenta de cheiro a roxa1 e roxa2. Vejam as fotos.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585139830641855314" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-yQ1d3LW1Rzg/TYJnFapLC1I/AAAAAAAABrk/R4oUNtESc2U/s200/A14.jpg" /&gt;Algum tempo atrás mostrei uma pimenta de cheiro que nascia verde, passava para roxo e madura fica vermelha. Veja a foto.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585138973373024274" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-uDOJE_ztkM8/TYJmThEWyBI/AAAAAAAABrc/mKYlUPfv13A/s200/A16.jpg" /&gt;Agora nasceu outra pimenteira, o fruto nasce roxo e maduro fica laranja é uma coisa linda. Veja a foto. Detalhes não têm outras pimentas ao redor para dizer que houve hibridismo de outras pimenteiras. E essa nasceu por si deve ter descido com as chuvas do pé da roxa1. Esta fica em cima e a outra a roxa2 plantei na parte de baixo da roça.&lt;br /&gt;Quem quiser me ajudar a desvendar o mistério envie comentários. Vou gostar.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585136273668992306" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-cN2D91pPE7I/TYJj2X4wbTI/AAAAAAAABrM/uD4uKMf05y4/s200/A17.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;"Dai graças ao SENHOR; invocai o seu nome; fazei conhecidos os seus feitos entre os povos".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Salmos 105.1)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Shalom Adonai, Magna Couto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-5155469562583585995?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/5155469562583585995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=5155469562583585995&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/5155469562583585995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/5155469562583585995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2011/03/sera-um-misterio.html' title='SERÁ UM MISTÉRIO'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3CL9aee229Y/TYJneALXTuI/AAAAAAAABrs/LUTBsFMasos/s72-c/A12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-4147897699174853816</id><published>2011-02-16T14:33:00.034-03:00</published><updated>2011-02-16T16:54:18.700-03:00</updated><title type='text'>RECEITAS CASEIRAS DE PESTICIDAS NATURAIS PARA PIMENTEIRAS (III PARTE)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NaATu8pHdFs/TVwjd5XFLLI/AAAAAAAABq8/tBmGcZQhdx4/s1600/figu.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 140px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574369435298639026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-NaATu8pHdFs/TVwjd5XFLLI/AAAAAAAABq8/tBmGcZQhdx4/s200/figu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;61. PASTA DE ARGILA. Argila [Do gr. árgilos, pelo lat. argilla.]. (1.) Min. Designação comum a silicatos de alumínio hidratados, que constituem os minerais ditos argilosos. (2.) Petr. Sedimento clássico predominantemente constituído por fragmentos inferiores a dois micra de diâmetro, e que, conforme o mineral argiloso existente, pode ser plástico; barro. [Cf., nesta acepç., greda.]. (3.) Essa argila que, quando fofa e gordurosa, pode ser amassada com água e modelada, donde seu uso por escultores e ceramistas; barro. (4.) Fig. Fragilidade. A argila é um material proveniente da decomposição, durante milhões de anos, das rochas feldspáticas, muito abundantes na crosta terrestre. As argilas se classificam em duas categorias: Argilas Primárias e Argilas Secundárias ou Sedimentares. As primeiras são formadas no mesmo local da rocha mãe e têm sido pouco atacadas pelos agentes atmosféricos. Possuem partículas mais grossas e coloração mais clara, são pouco plásticas, porém de grande pureza e possuem alto nível de fusão. O caulim é uma das argilas deste tipo. Argilas secundárias ou sedimentares são as que têm sido transportadas para mais longe da rocha mãe pela água, pelo vento e incluindo ainda o desgelo. A água especialmente tritura a argila em partículas de diferentes tamanhos, fazendo com que as mais pesadas se depositem primeiro, as outras vão de depositando de acordo com seu peso pelo decorrer do caminho, sendo que as mais leves se depositam onde a água pára. As secundárias são mais finas e plásticas que as primárias, podendo, no entanto conter impurezas ao se misturarem com outras matérias orgânicas. O mineral básico das argilas é a caolinita. A argila é um silicato de alumínio hidratado, composto por alumínio (óxido de alumínio), sílica (óxido de silício) e água. Uma partícula de argila é formada por uma molécula de alumínio - que contém dois átomos de alumínio e três de oxigênio, duas moléculas de sílica - que contém um átomo de silício e dois de oxigênio, e duas moléculas de água - com dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Argilas e caulins são rochas. A composição química mais comum é: 2SiO, ALO, 2H O, silicato aluminoso hidratado. São espalhados pela superfície da terra chegando a basicamente 75% das rochas sedimentares do planeta. Há uma grande variedade de materiais possíveis de classificação neste grupo, quase todos possuem composição semelhante, mas há pequenas variações. As argilas derivam em geral de rochas base do tipo cristalina e eruptiva como os feldspatos, granitos e basaltos que em um processo longo e lento de decomposição por efeito de agentes geológicos como vento, chuvas, temperaturas frias e quentes e a erosão pelas partículas de areia que carregadas pelo vento causam a fragmentação da rocha maciça em grãos de vários tamanhos. Argilas e caulins são materiais plásticos pois têm a propriedade de quando misturados com água em devidas proporções, apresentarem a possibilidade de serem amassados e trabalhados mantendo a forma que se quer. Quando secos ainda crus basta adicionar água para que voltem ao estado de plasticidade. Receita 1. Pasta de Argila, esterco, areia fina e chá de camomila. Misturar partes iguais de argila (barro), esterco, areia fina e chá de camomila, de modo a formar uma pasta. Usar para proteger os cortes feitos por podas e também ramos ou troncos doentes durante o outono após a queda das folhas e antes da floração e brotação. Receita 2. Pasta para Pincelamento do Tronco em citros. Enxofre Ventilado 1kg; Cal Hidratada 2kg; Sal de cozinha 0,5kg; Inseticida fosforado, em 1/4 da dosagem recomendada para cochonilhas; Água 15 litros. Indicado para o pincelamento de troncos e base dos ramos principais, na prevenção de brocas e cochonilhas em citros. Receita 3. Pasta Cicatrizante. 1/3 de argila, 1/3 de pasta de dente branca, 1/3 de graxa de sapato preta. A argila tem a função de selante para tamponar a área cortada. Também dá consistência e cor a ajuda a secar rápido. A pasta de dente tem função de ser bactericida devido ao cloro, precisa ser uma pasta com fluor (acho que hoje todas são). A graxa de sapato é impermeabilizante e dá consitência moldável e cor. Observações: A argila pode ser barro de brejo, úmida, de várias cores ou o barro vermelho de barranco que também é argila. Ë importante não conter areia ou silte que a torne arenosa ou ásapera durante a manipulação. Uma boa argila vermelha de barranco dá uma boa cor marron ao ser misturada com a graxa preta e a pasta de dente branca. A pasta de dente deve ser branca pois dá um tom mais opaco mais realista, mais próximo da cor de casca de árvore. Não recomendo cremes tipo gel transparentes e muito coloridos. A graxa de sapato preta com o creme dental branco dá a mistura de cor acinzentada opaca desejada. Recomendo preparar na hora os três ingredientes e pode-se variar as proporções de modo a ficar mais próximo da cor do tronco. Lembrar que ao secar a cor sempre clareia e fica mais neutra. Colocando mais argila que graxa dá-se um tom mais avermelhado. Colocando-se mais creme dental dá se um tom mais claro, acinzentado, etc... Devido a argila e ao creme dental com o tempo a mistura tende a ressecar. Se for um trabalho longo de poda e aramação e a mistura começar a secar é só adicionar um pouco de água e ela volta a ter a fluidez necessária. Para cicatrizar ponta de galhos finos podados deve-se diluir bem com água pois facilita a aplicação. Para o preparo sugiro um pequeno recipiente raso ou uma placa para se manipular a mistura com uma pequena espátula, que pode ser usada para a aplicação. Uma bisnaga de creme dental e uma lata de graxa de sapato custam pouco e dá para preparar muita pasta (a argila é de graça). &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 181px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574369082035774482" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-6BQp0ImAj1M/TVwjJVWppBI/AAAAAAAABq0/rYuNt8rnfhs/s200/pimenta.jpg" /&gt;62. PIMENTA. A pimenta é um ótimo repelente contra insetos, pulgões, vaquinhas, fungos, lagartas, afídeos e formigas cortadeiras. O termo pimenta vem do latim pigmentum, que significa pintar. Seu sentido original era o de matéria corante que no espanhol virou pimienta, passando depois ao entendimento contemporâneo de 'especiaria aromática', para finalmente designar o fruto de piper nigrum – a popularmente conhecida pimenta-do-reino. Hoje, no entanto, em muitos lugares é usado indistintamente tanto para designar a pimenta-do-reino quanto para as pimentas de gênero Capsicum. Registros arqueológicos indicam que a pimenta já era utilizada 9 mil anos atrás no México e 2.500 anos antes de Cristo no Peru. Hipócrates, célebre médico e filósofo da Grécia Antiga, encontrava na pimenta um poderoso princípio curativo. Pode-se dizer que Colombo foi um dos responsáveis por essa confusão de nomenclatura. Em 1492, quando se lançou à procura de novas rotas para as ilhas das especiarias, ele estava em busca da pimenta-do-reino. Mas não somente errou o destino, indo parar na Ilha de San Salvador, no Caribe, como também entendeu que a picância presente nos pratos locais devia-se ao uso da pimenta-do-reino. Só com o tempo, percebeu-se que os frutos responsáveis pela agradável picância das receitas locais eram de outro tipo, mas aí a denominação de “pimenta” já estava difundida para designar também as variedades do gênero Capsicum, hoje chamadas de pimentas hortícolas. Já a palavra chilli, de origem asteca, serve para nomear os frutos do gênero Capsicum em vários países, entre os quais os Estados Unidos. Da mesma forma, o termo AJI é usado, nos países andinos, para designar uma variedade, enquanto, no Brasil, consagrou-se o termo Pimenta; em Portugal, malagueta; e na Hungria, páprica. Os afro-brasileiros no candomblé a chama de “ataré” a pimenta da costa a nossa pimenta malagueta, os indos maués a chama de “mucê-mucê” = pimenta e a pimenta malagueta “mucê-terin”, no vocabulário uaurá/ vaurá = “aipiu’na e aisa’palu” pimenta ají pepper, os franceses a chama de “le poivre”. As pimentas são originárias das Américas e foi no tempo do Descobrimento que elas foram introduzidas no resto do mundo: Europa, Ásia e África. Os espanhóis e portugueses foram os primeiros, fora os nativos, que mantiveram contato com esta planta e daí em diante levaram para todos os lugares, adquirindo características e nomes próprios em cada um deles, fazendo parte de cada cultura. Os índios das Américas já utilizavam as pimentas de forma contínua em sua alimentação, os europeus iniciaram sua domesticação. Os pontos "quentes" no mundo das comidas picantes são: México, Guatemala, a maior parte do Caribe e África, parte da América do Sul, Índia, Indonésia, Malásia, Coréia, Tailândia, sudoeste da China, os Balcãs e América do Norte. A culinária é uma das mais características e menos complicadas expressões da cultura de um povo. Os nativos destas regiões quentes eram acostumados a comer comidas condimentadas e a nova planta foi logo bem vinda. A pimenta não é só utilizada na culinária, ela tem outras utilidades: como adorno, arma (gás lacrimogêneo), e como pesticida natural. Pimenta Malagueta Indicação: a pimenta (vermelha ou malagueta) pode ser empregada como um defensivo natural em pequenas hortas e pomares. Tem boa eficiência quando concentrada e misturada com outros defensivos naturais, no combate a pulgões, vaquinhas, grilos e lagartas. Obedecer um período de carência mínima de 12 dias da colheita, para evitar obter frutos com forte odores. Receita 1 - ingredientes: 50 g de fumo de rolo, picado + 1 punhado de pimenta vermelha + 1 litro de álcool + 250 g de sabão em pó. Preparo: dentro de 1 litro de álcool, coloque o fumo e a pimenta, deixando essa mistura curtir durante 7 dias. Para usar essa solução, dilua o conteúdo em 10 litros de água contendo 250 gramas de sabão em pó dissolvido ou então, detergente, de modo que o inseto grude nas folhas e nos frutos. No caso de hortaliças e medicinais, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 12 dias antes da colheita. Receita 2 - ingredientes: 500 g de pimenta vermelha (malagueta) + 4 litros de água + 5 colheres (sopa) de sabão de coco em pó. Preparo: bater as pimentas em um liquidificador com 2 litros de água até a maceração total. Coar o preparado e misturar com 5 colheres (sopa) de sabão de coco em pó, acrescentando então os 2 litros de água restantes. Aplicação: pulverizar sobre as plantas atacadas. Receita 3. Pimenta-malagueta. Pique uma xícara (chávena) de pimenta-malagueta (cuidado para não esfregar os olhos!) Acrescente 2 litros de água. Deixe de molho na água por 2 ou 3 dias ou ferva por 15 minutos. Acrescente sabão em pó ou lascas de sabão, misture e filtre. Durante a estação seca, aplique uma vez por semana. Durante a estação das chuvas, aplique três vezes por semana. Eficaz contra as lagartas, os afídeos e as formigas. Receita 4. Suco de Pimenta contra pragas em geral. Coloque a pimenta numa vasilha e soque-a até triturar bem. Cubra com água e deixe descansar de um dia para o outro. No dia seguinte, mexa bem e coe em um pano ralo ou coador para não entupir o pulverizador. Controla formigas cortadeiras. Receita 5. Formigas. Para árvores frutíferas, pode-se usar, também, um pano embebido com suco de pimenta-malagueta amarrado ao tronco. Receita 6. Para controle de pulgão, formiga, vaquinha e fungo. Ingredientes: alho, pimenta cuminho, pimenta malagueta, pimenta cumarim, vinagre, açúcar mascavo, água e cachaça. Como preparar: Bater no liquidificador 200 g de alho, 50 g de pimenta cuminho, 50 g de pimenta malagueta, 50 g de pimenta cumarim e 2 litros de cachaça. Deixar a mistura repousar por 20 dias. Como usar: diluir 50 ml da mistura em 10 litros de água, acrescentando 35 ml de vinagre e 20 g de açúcar mascavo. Pulverizar sobre as partes das plantas atacadas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574368649185483266" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-b4Yh0bwZbvY/TVwiwI3GWgI/AAAAAAAABqs/vBYC05MV7ec/s200/preino.jpg" /&gt;63. PIMENTA-DO-REINO. Piper niger, da família Piperaceae. De seus frutos se extrai uma substância que inibe o consumo das plantas por diversos insetos. A pimenta-do-reino (Piper nigrum L.) é uma planta trepadeira originária da Índia. É a mais importante especiaria comercializada mundialmente e é usada em larga escala como condimento, e também em indústrias de carnes e conservas. O Brasil é um dos maiores produtores de pimenta-do-reino, oscilando entre a segunda e terceira posição no mercado mundial. Das 50 mil toneladas por ano, o País exporta 45 mil, principalmente para a Europa e para os Estados Unidos. O clima mais adequado para pimenta-do-reino é o quente e úmido, com precipitação pluviométrica acima de 1500 mm chuvas bem distribuídas durante a maioria dos meses do ano, temperatura média de 25°C e umidade relativa em torno de 80%. O solo deve ser de textura mediana bem drenado com relevo plano ou levemente inclinado. As variedades mais recomendadas são: Cingapura; Bragantina e Guajarina. A pimenta-do-reino é propagada comercialmente por via vegetativa pelo método de estaquia. As hastes para estaquia devem ser retiradas ramos de crescimento, provenientes de plantas jovens, vigorosas e sadias. É recomendável utilizar estacas de coloração verde, com 1 cm de diâmetro com 2 a 3 nós. As estacas devem ser mergulhadas em solução de Benlate a 0,1% (10 g/ l0 litros de água) durante 10 minutos e a seguir colocadas para enraizar em vasos de polietileno. Manter as mudas enviveiradas por 3 a 4 meses e irrigar diariamente no período seco. Receita 1. Extrato de pimenta do reino, alho e sabão: Adquirir 100 g de pimenta do reino, 2 lt de álcool, 100 g de alho, 50 g de sabão neutro, Prepara-se uma garrafa com 100 g de pimenta do reino e 1 lt de álcool. Deixar por uma semana. Ao mesmo tempo, fazer outra garrafa com 100 g de alho e 1 lt de álcool. Passada esta semana, dissolver 50 g de sabão neutro em 1 lt de água quente. Apenas na hora de aplicação, juntar as três partes na seguinte proporção: 200 ml da garrafada de pimenta + 100 ml de garrafada de alho e toda solução de sabão podem ser diluídos em 20 lt de água (um pulverizador costal). A aplicação deve ser feita nas horas mais frescas do dia. Indicação: Pragas da batatinha, tomate, pimentão e berinjela. Receita 2. Pimenta-do-reino e alho fresco. Coloque 50 g de pimenta do reino e 50 g de alho de molho em 450 ml de água por 24 horas. Coe em peneira fina ou papel filtro e você terá um extrato contra pulgões. Receita 3. Pimenta-do-reino - Também indicada para controle do caruncho do feijão. Coloca-se o feijão em uma lata limpa, adiciona-se um pouco de pimenta-do-reino e fecha-se bem a lata. Diluída em água, pode ser pulverizada sobre as plantas para o controle de pulgões.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 187px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574366218809117762" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-6kDF4eGd7OM/TVwgirAODEI/AAAAAAAABqc/ewb8q6yuXHM/s200/piretro.jpg" /&gt;64. PIRETRO. Controle de Insetos, ácaros, como pulgões, cigarrinhas, afídeos, vaquinhas, as moscas brancas e as cochonilhas. O piretro é um inseticida natural obtido da trituração das flores de algumas plantas pertencentes à família Compositae, gênero Chrysanthemum (Pyrethrum) e espécie cinerariaefolium, um dos mais antigos inseticidas conhecidos pelo homem. Por suas vantagens, os piretros foram sintetizados e denominados piretróides e, o ácido crisantêmico foi o primeiro dos cinco componentes do éster natural a ser sintetizado. A síntese do ácido crisantêmico abriu novos caminhos para a obtenção de piretróides sintéticos, sendo a aletrina o principal piretróide sintético produzido comercialmente. Os piretróides foram descobertos a partir de estudos que procuravam modificar a estrutura química das piretrinas naturais, e, uma vez que apresentavam maior capacidade letal para os insetos, propriedades físicas e químicas muito superiores, maior estabilidade à luz e calor e menor volatilidade, despertaram o interesse dos cientistas. Apesar de suas inúmeras vantagens podem causar intoxicações em indivíduos potencialmente expostos às suas diversas apresentações (espirais, sprays ou vaporizadores). Foram introduzidos no mercado em 1976 e, ainda que sejam mais caros por unidade de peso em relação aos outros praguicidas, os piretróides têm sido bastante empregados na área da Saúde e na Agricultura. Isto ocorre devido à alta eficiência, sendo necessárias menores quantidades de produto ativo, resultando em menor contaminação nas aplicações. Com isso, vêm ocupando rapidamente o lugar dos organofosforados. Outra vantagem destes praguicidas é que eles admitem a sinergia, ou seja, a potencialização pela adição de um sinergista, dando lugar a um aumento da eficácia. Utilizado na Agropecuária (controle de insetos em plantações, grãos armazenados, silos); na Veterinária (controle de ectoparasitas, principalmente carrapaticidas) em grandes ou pequenos animais; nas Campanhas de Saúde Pública (combate ao vetor da dengue) e em ambientes domésticos, na desinsetização de residências, sendo as formulações freqüentemente mais elevadas. Para erradicação de vetores ou insetos domiciliares, seu uso está restrito aos aplicadores profissionais. Receita 1. Seque meio quilo de flores recém abertas. Esmigalhe as flores secas. Ferva de 15 a 20 minutos em 2 litros de água. Acrescente sabão, misture e filtre antes de usar. Eficaz contra os afídeos, as moscas brancas e as cochonilhas. Você também pode fazer pó de piretro, triturando as flores secas. Polvilhe pela casa, para matar pulgas e percevejos. Receita 2. Solução de Piretro. 300 gramas de flores de piretro. 1 litro de ácool etílico. água para diluir. Misture o álcool com as flores e deixe descansar por 48 horas em um vidro bem fechado. Após este período a solução pode ser coada e utilizada diluída na proporção de 1:20, isto é 1 parte de solução para 20 partes de água. O piretro contém grandes concentrações de piretróide, o principal constituinte dos inseticidas domésticos. Indicada contra insetos e ácaros, como pulgões, cigarrinhas. Receita 3. Ingredientes: 300 gramas de flores de piretro moídas; 1 litro de querosene; 10 gotas de óleo essêncial de eucalipto. Modo de Preparo: Deixar as flores de piretro secas e moídas durante 10 dias junto ao querosene. Filtrar em pano ou filtro de papel. Adicionar em seguida o eucalipto para minimizar o cheiro de querosene. Aplicar com pulverizador nas áreas afetadas, no final da tarde. Este inseticida não é tóxico para os seres humanos nem para animais de sangue quente. Receita 4. Seque meio quilo de flores recém abertas. Esmigalhe as flores secas. Ferva de 15 a 20 minutos em 2 litros de água. Acrescente sabão, misture e filtre antes de usar. Eficaz contra os afídeos, as moscas brancas e as cochonilhas. Você também pode fazer pó de piretro, triturando as flores secas. Polvilhe pela casa, para matar pulgas e percevejos. O piretro é original da Europa do Sul, mas nos nosso dias medra bem nas terras altas subtropicais. O seu princípio ativo concentra-se nas flores, que se moem finamente depois de secas. O pó obtido é espalhado diretamente sobre as plantas ou misturado com querosene e depois pulverizado ou salpicado (o que pode ser feito com a ajuda de uma escova, barbas de milho ou um tufo de erva). Como o piretro é sensível à luz solar, a sua eficácia diminui rapidamente se aplicado quando o sol é muito forte, devendo portanto aplicar-se ao fim da tarde. Em caso de forte infestação é necessário repetir a aplicação e renovar o tratamento.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574365728031428786" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-Q6Czog65Kyg/TVwgGGts0LI/AAAAAAAABqU/eeieirqin3o/s200/purungo.jpg" /&gt;65. PURUNGO. A Cabaça ou Porongo (Lagenaria vulgaris) é uma planta trepadeira, da familia das Cucurbitaceae presente no norte e nordeste do Brasil, e plantada em quase todo o território português. É também chamada em algumas regiões brasileiras de cuitê ou cuité, cabaça-amargosa, cabeça-de-romeiro, cabaça-purunga, cabaço-amargoso, cocombro, Cuia e taquera. Destaque-se que em algumas zonas de Portugal (especialmente no Minho) utiliza-se a palavra cabaça para designar a abobora. Suas folhas são parecidas com as da abóbora. O fruto da cabaça é colhido mais cedo ou mais tarde segundo o tamanho da vasilha que se queira fazer. Depois de retirado o miolo, lava-se bem e deixa-se secar. A vasilha era usada para as mais variadas finalidades e estava presente na vida cotidiana dos indigenas e seu uso foi assimilado pelos colonizadores portugueses e espanhois. Era usada como recipiente para água e alimentos, também como vaso, entre outros usos, como para fazer um berimbau, por exemplo. No nordeste brasileiro, a cuia também é medida de capacidade para secos, que corresponde a 1/32 de um Alqueire. As regiões brasileiras que tiveram influência dos índios tupis conhecem a cabaça como cuieira e o fruto como (Ku ' ya). Até hoje a cuia é usada no sul do Brasil pelos gaúchos no hábito de tomar Chimarrão, função para a qual a cuia é cuidadosamente escolhida por sua forma (a aparentar o seio de uma mulher), e depois é ricamente lavrada e ornada em ouro, prata e outros metais. Na imagística católica, o apóstolo São Tiago é apresentado com uma cabaça (seca, supostamente para transportar água) presa a um bordão: referência à vida de peregrino. Receita. Quando está verde, o fruto cortado ao meio atrai insetos, devendo ser espalhado na lavoura, como o tajujá. Controla besouros ("patriota").&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 178px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574365345114389986" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Rv2yV3k52XA/TVwfv0PKfeI/AAAAAAAABqM/QIbOuKnF39A/s200/quassia.jpg" /&gt;66. QUÁSSIA ou Pau-amargo. [Do tax. Quassia &lt; tenente =""&gt; Fortalecedor hepático, aparelho digestivo, cólica hepáticas, debilidade em geral, diarréia, dietas de emagrecimento, distúrbios gastrintestinais, infecções (com febre), má digestão (pela diminuição da secreção gástrica), parasitas intestinais, aumenta secreção gastrintestinal, tônico, aperiente, constipação e anemia. Coloque 2 colheres de sopa para um litro de água. Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso. Quassia amara L. Outros nomes populares: cuasia, cássia, marapuá, marubá, marupaúba, simaruba pau-amargo, pau-de-surinã, pau-quassia, pau-tenente, quássia, quássia-amargosa, quássia-da-jamaica, quássia-do-suriname, Surinam wood, quassia. Receita. Arbusto alto, nativo da América Central, com ação inseticida especialmente contra moscas, mosquitos e piolhos, pelo alto teor de substâncias amargas na casca e madeira. Estas partes podem ser usadas em pó ou extrato acetônico-alcoólico, assim como os ramos e folhas, variando apenas a concentração: 200 gramas de cascas ou madeira moída.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 133px; DISPLAY: block; HEIGHT: 201px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574372134611765026" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-hcYYfLsyJ-Y/TVwl7BFexyI/AAAAAAAABrE/gjnSPNveSQw/s200/querosene.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;67. QUEROSENE. [Do ingl. kerosene &lt;&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 138px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574363171422409410" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-C8JFn2M8liQ/TVwdxSmnEsI/AAAAAAAABp8/nUYEWykVLiA/s200/raiz.jpg" /&gt;68. RAIZ FORTE. Armoracia (por vezes designada como armorácia) é o gênero botânico a que pertence a raiz-forte, espécie representativa do gênero e que é também conhecida pelo nome de rábano-bastardo, rábano-de-cavalo, rábano-picante, rábano-rústico, rábano-silvestre, rábano-silvestre-maior, rabão-silvestre, rabão-rústico, rabiça-brava, rabo-de-cavalo ou saramago-maior, cujo nome científico é Armoracia rusticana (ou Cochlearia armoracia, Armoracia lapathifolia, Nasturtium armoracia, Radicula armoracia ou Rorippa armoracia). Outros idiomas: Horseradish (inglês), raifort (francês), raíz picante (espanhol), rafano (italiano), meeretich (alemão), wasabi (japonês). É uma planta perene, herbácea, da família das Brassicaceae (a que também pertence o nabo, a couve e a mostarda). As folhas radicais (junto à raiz) são grandes e oblongas. As folhas caulinares são lanceoladas. Tem flores brancas, com quatro pétalas inteiras. O fruto é uma silíqua pequena, de cerca de 4 mm de comprimento. Segundo alguns autores, é nativa do norte temperado da Europa. Segundo outros, do Sudoeste da Ásia. Cresce até 1,5 metros de altura. As suas raízes, tuberosas e pontiagudas, são apreciadas como condimento picante e são ricas em vitamina C, mas as folhas também são comestíveis. Algumas comunidades judaicas utilizam-na ou utilizaram-na como "erva-amarga" durante a comemoração do Pessach. A planta é cultivada desde a antiguidade. Catão discute a planta nos seus tratados sobre agricultura. Um mural em Pompeia, onde a planta está representada, sobreviveu até à actualidade. É, provavelmente, a planta que Plínio o Velho menciona na sua Naturalis História, sob o nome de Armoracia, onde a recomenda pelas suas qualidades medicinais. É provável, também, que seja o rabanete silvestre referido pelos antigos gregos como raphanos agrios. Tanto as raízes como as folhas foram usadas em todo o mundo com intuitos medicinais durante a Idade Média, e como condimento, principalmente na Dinamarca e Alemanha. Antes do uso generalizado da pimenta e do piri-piri, a raiz-forte e a mostarda eram as únicas especiarias picantes utilizadas na Europa. William Turner (não o pintor, mas o botânico, 1508?-1568) menciona a planta como Red Cole no seu "Herbal" (1551-1568), mas não a refere como condimento. No "The Herball, or Generall Historie of Plantes" (1597), Jonh Gerard descreve-a sob a designação de raphanus rusticanus, já que a planta é espontânea em diversas partes de Inglaterra. Depois de indicar as suas propriedades medicinais, este autor refere que os alemães a usavam, juntamente com vinagre, para acompanhar peixe, tal como os ingleses usavam a mostarda. É também ainda muito usado na culinária judaica, num molho agridoce, designado como chrain, que acompanha o gefile fish. Existem duas variedades de chrain— chrain vermelho e chrain branco, isto é, misturado, ou não, com beterraba vermelha. A raiz-forte é comumente usada na preparação do falso wasabi, mesmo no Japão. É também utilizado na preparação de molhos para acompanhar carne guisada, salsichas ou peixe defumado. É usado como sucedâneo do wasabi - sendo, para esse efeito, tingido com corante alimentar verde. A raiz, por si mesma, não tem grande sabor, contudo, quando é cortada ou ralada, algumas enzimas das células danificadas da planta desdobram sinigrina, por hidrólise, de forma a produzir alil-isotiocianato (ou óleo de mostarda) - irritante para os seios da face e para os olhos. Quando se rala a raiz-forte, esta deve ser usada imediatamente ou misturada com vinagre, já que a raiz, exposta ao ar e ao calor, escurece e perde o sabor, tornando-se asperamente amarga. Em Portugal é cultivada na região de Vila Nova de Milfontes, mas é amplamente utilizada no resto do mundo. Acredita-se que cerca de dois terços da produção mundial desta planta seja produzida na pequena região de Collinsville, no Illinois, Estados Unidos da América, que se auto-intitula "Capital Mundial da Raiz-forte", até porque se exporta daí, como produto de luxo, até para locais onde o consumo da planta é mais habitual. A raiz-forte contém potássio, cálcio, magnésio e fósforo, bem como óleos voláteis, como o óleo de mostarda, que tem propriedades antibióticas e anti-séptica, antiescorbútica, digestiva, estimulante e laxativa. Fresca, a planta tem 177,9 mg/100 g de vitamina C e A. A enzima peroxidase, encontrada na planta, é muito usada em biologia molecular, por exemplo, para a detecção da ligação de um antígeno a um anticorpos (ver ensaio LISA). Usos. É usada para temperar carnes, embutidos, verduras, ovos, molhos, marinados, vinagres aromáticos e iguarias orientais, como sushi. É contra-indicado para pessoas com problemas de estômago ou intestino. Forma de venda. É vendido fresco ou em pó. Receita. Chá de raiz forte. Derramar água quente sobre folhas novas da raiz forte e deixar em infusão por 15 minutos. Diluir 1 litro da infusão em 2 litros de água e pulverizar a planta toda. Controla podridão parda das frutíferas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 152px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574362834529840722" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-vPocn3weFyk/TVwddrlKblI/AAAAAAAABp0/jDJ8eruiz10/s200/sab%25C3%25A3o.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;69. SABÃO. [Do lat. sapone.]. A palavra portuguesa "sabão" provém do latim sapo ("sabão"). O termo latino, por sua vez, tem origem no germânico *saipo. O latim sapo é cognato com a forma latina sebum, "sebo". (1.) Quím. Sal metálico de ácido graxo. (2.) Restr. Produto detergente constituído de sais de sódio e de potássio, de ácidos graxos, e que serve para limpeza em geral. O sabão é um produto tensoativo usado em conjunto com água para lavar e limpar. Sua apresentação é variada, desde barras sólidas até líquidos viscosos. Tradicionalmente, o sabão é produzido por uma reação entre gordura e hidróxido de sódio e de potássio e carbonato de sódio, todos álcalis (bases) historicamente lixiviados das cinzas de madeiras de lei. A reação química que produz o sabão é conhecida como saponificação. A gordura e as bases são hidrolisadas em água; os gliceróis livres ligam-se com grupos livres de hidroxila para formar glicerina, e as moléculas livres de sódio ligam-se com ácidos graxos para formar o sabão. Muitos produtos de limpeza atuais não são tecnicamente sabões, mas detergentes, de produção mais barata e simples. Primórdios. Os vestígios mais antigos da produção de materiais semelhantes ao sabão datam de cerca de 2800 a.C, na antiga Babilônia. Conhece-se uma tábua de argila datada de 2200 a.C na qual foi escrita uma fórmula de sabão contendo água, álcali e óleo de canela-da-china (Cinnamomum aromaticum). O Papiro de Ebers (Egito, 1550 a.C.) indica que os antigos egípcios se banhavam regularmente e combinavam óleos animais e vegetais com sais alcalinos para criar uma substância semelhante ao sabão. Os documentos egípcios mencionam o uso de uma substância saponácea na preparação da lã para a tecelagem. Roma antiga. Os antigos romanos em geral ignoravam as propriedades detergentes do sabão. Para limpar a pele, usavam o estrígil para raspar do corpo a sujeira e o suor. A palavra "sabão" (sapo, em latim) aparece pela primeira vez na Naturalis História, de Plínio, o Velho, ao discutir a produção de sabão a partir de sebo e cinzas, mas o único uso que registra para o produto é numa pomada para o cabelo; em tom de desaprovação, menciona que entre os gauleses e germanos os homens costumavam utilizá-lo mais do que as mulheres. O alegado achado de restos de uma fábrica de sabão nas ruínas de Pompéia é visto hoje como equivocado. Era moderna. Propaganda de revista do sabão Palmolive em 1922. O sabão vegetal (sem gordura animal) começou a ser produzido na Europa a partir do século XVI. Nos tempos modernos, o uso do sabão generalizou-se nos países industrializados, devido a uma compreensão maior da importância da higiene na redução dos agentes patogênicos. As primeiras barras manufaturadas de sabão surgiram no final do século, quando campanhas publicitárias nos Estados Unidos da América e na Europa conscientizaram a população para a relação entre limpeza e saúde. Produção comercial. Até o advento da Revolução Industrial, a produção de sabão mantinha-se em pequena escala e o produto era grosseiro. Andrew Pears iniciou a produção de sabão transparente e de alta qualidade em 1789, em Londres. Com seu neto, Francis Pears, abriu uma fábrica em Isleworth em 1862. William Gossage produzia sabão de boa qualidade e preço baixo a partir dos anos 1850. Robert Spear Hudson passou a produzir um tipo de sabão em pó em 1837, socando o sabão com pilão. William Hesketh Lever e seu irmão James compraram uma pequena fábrica de sabão em Warrington (Inglaterra), em 1885, fundando o que ainda é hoje um dos maiores negócios de sabão do mundo, a Unilever. Estes produtores foram os primeiros a empregar campanhas publicitárias em larga escala. Os diversos preparados em que se emprega o sabão apresentam indicações para o controle de lagartas, cochonilhas, tripes, pulgões, ácaros e mosca branca. Alguns são preparados exclusivamente com sabão enquanto que em outros, recomenda-se associação com querosene. De modo geral não apresentam restrições, porém, após seu emprego, aconselha-se respeitar um intervalo de aproximadamente duas semanas para se proceder à colheita. Sabão e suas Misturas. Indicação: o sabão (não detergente) tem efeito inseticida e quando acrescentado em outros defensivos naturais pode aumentar a sua efetividade. O sabão sozinho tem bom efeito sobre muitos insetos de corpo mole como: pulgão, lagartas e mosca branca. A emulsão de sabão e querosene é um inseticida de contato, que foi muito empregado no passado, contra insetos sugadores, sendo indicada para combate aos pulgões, ácaros e cochonilhas. Receita 1. Características de emprego: o preparo mais comum consiste em dissolver, mexendo bem, 50 gramas de sabão (picado) para 2 até 5 litros de água quente. A solução feita com sabão tem boa adesividade na planta e no inseto praga. Pulverizar sobre as folhagens e pragas. Nas plantas delicadas e árvores novas, no verão ou períodos quentes, utiliza-se a solução de sabão e querosene bem diluída, ou seja, uma parte para 50 a 60 partes de água. Depois de preparada a emulsão deve ser aplicada dentro de um ou dois dias, para evitar a separação do querosene, o que acarretaria queimaduras nas folhagens. No inverno, em plantas caducas, utiliza-se dosagens mais concentradas, assim como a pincelagem do tronco contra cochonilhas. Receita 2. Calda de Sabão. O preparo mais comum é feito através da solução de 50 gr de sabão (de preferência de coco, mas também podendo ser do comum) em 5 litros d’água quente, que depois de fria e bem misturada, deve ser pulverizada sobre as plantas. Controla pulgões, cochonilhas e lagartas. Receita 3. Para aumentar a eficiência contra insetos sugadores, como ácaros e cochonilhas, é indicada a mistura com 20 ml de querosene na fórmula anterior, sendo que neste caso é indispensável a aplicação imediata da mistura. A pulverização é a forma mais eficiente de aplicação, mas na falta desse equipamento, pode ser usado também o regador. Receita 4. Outro preparado: 1:100 g de sabão neutro e 10 litros de água. Dissolver o sabão neutro em ½ litro de água quente e para a aplicação. Dissolver novamente o preparado em 9 ½ litros de água, visando pragas como tripes, pulgões, cochonilhas e lagartas. Receita 5. Sabão e Fumo controle de Cochonilas. São insetos sugadopes com ou sem carapaça, que retiram os açúcares da seiva. Vivem em colônias e não tem asas. Pulverize com sabão e fumo ou regue sob pressão. Em casos de ataques muito fortes, utilize a calda de sabão e fumo acrescida de óleo mineral. Se forem poucas as plantas atacadas, lave as partes afetadas com bucha, água e sabão ou detergente. Receita 6. A calda de sabão pode ser preparada da seguinte forma: Dilua 50 g de sabão neutro raspado em 5 litros de água quente. Esfrie, coe e pulverize. Receita 7. Para o controle de cochonilhas e lagartas. Ingredientes: 50 g de sabão de coco em pó + 5 litros de água. Preparo: Coloque 50 g de sabão de coco em pó em 5 litros de água fervente. Aplicação: essa solução deve ser pulverizada freqüentemente no verão e na primavera. Receita 8 - para o combate de pulgões, cochonilhas e lagartas. Ingredientes: 1 colher (sopa) de sabão caseiro + 5 litros de água. Preparo: utilize uma colher (sopa) de sabão caseiro raspado e misture em 5 litros de água agitando bem até dissolver o mesmo. Aplicação: essa calda deve ser aplicada sobre as plantas com o auxílio de pulverizador ou regador. Receita 9. Para o combate a pulgões, ácaros, brocas, moscas da fruta e formigas. Ingredientes: 1 kg de sabão picado + 3 litros de querosene + 3 litros de água. Preparo: derreta o sabão picado numa panela com água. Quando estiver completamente derretido, desligue o fogo e acrescente o querosene mexendo bem a mistura. Aplicação: em seguida, para a sua utilização, dissolva 1 litro dessa emulsão em 15 litros de água, repetindo a aplicação com intervalos de 7 dias. No caso de hortaliças e medicinais, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 12 dias antes da colheita. Receita 10. Como inseticida de contato para sugadores: ácaros, pulgões e cochonilhas. Ingredientes: 500 g de sabão + 8 litros de querosene + 4 litros de água. Preparo a quente: ferver e dissolver o sabão picado em 4 litros de água. Retirar do fogo e dissolver vigorosamente 8 litros de querosene, com a mistura ainda quente. Mexer vigorosamente a mistura quente, até formar uma emulsão perfeita. Aplicação: diluir para cada parte do produto 10 a 60 partes de água. Receita 11. (Indicado para Tripes, Pulgões, Cochonilas, Lagartas). Ingredientes: 100 gramas de sabão neutro. 10 litros de água. Modo de Preparo: Dissolva o sabão neutro em 1/2 litro de água quente. Para a aplicação, dissolva novamente o preparado em 9 1/2 litros de água e aplique sobre as plantas atacadas. Receita 12. Mistura de sabão, macerado de fumo e enxofre. Misturar em 10 litros de água morna, meia barra de sabão, um litro de macerado de fumo e um kg de enxofre. Deixar esfriar e pulverizar sobre as plantas. Controla ácaros.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 160px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574362482704314690" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-_VZxTNXNjiY/TVwdJM7a8UI/AAAAAAAABps/WHN_sIVBokI/s200/sab.%2Bp%25C3%25B3.jpg" /&gt;70. SABÃO EM PÓ. História. O Omo foi uma das primeiras marcas de sabão em pó no Brasil, surgindo no mercado nacional depois da marca Rinso, também fabricado pela Unilever, que foi seu concorrente por muitos anos. Omo foi o primeiro sabão em pó na cor azul. Antes, as brasileiras tinham o hábito de usar anil para realçar o branco das roupas. Na Inglaterra existia desde 1940, e no Brasil surgiu em 1957. Atualmente são fabricadas, no Brasil, em média 1,6 milhões de embalagens/dia. Antigamente, eram feitos comerciais com testes em público, depoimentos de donas de casa e crianças brincando. Haviam variações como Omo Dupla Ação e Omo Total , sendo que esta última foi extinta e a primeira hoje equivale ao Omo Multiação. A pesquisa Top of Mind, realizada anualmente pelo jornal Folha de S. Paulo, consagrou Omo como a marca mais lembrada em seu segmento e em todas as categorias de produto, desde 1991. No Brasil o produto é fabricado na unidade de Indaiatuba, que também é a maior fábrica de detergente em pó do mundo, com produção anual de 700.000 toneladas. A marca vende 1,6 milhões de embalagens de Omo por dia no Brasil (dados do ano 2009) e comercializa seus produtos em mais 28 países ao redor do mundo, com forte presença na Europa, América Latina e Ásia. O Omo é uma das marcas mais rentáveis e fortes da Unilever, faturando anualmente mais de US$ 3 bilhões. O sabão surgiu em 1935/38, num dos campos de concentração de Adolfinho. Ele resolveu humilhar tanto os que não eram emos que pegavam a gordura dos cadaveres e faziam sabão, horrivel, mas hoje temos a prova!! O sabão OMO, modificado hoje em dia antes se chamava omi (homem). Isto mesmo meus amigos, Omi era o sabão feito de gente pelos emos no periodo da 2ª grande guerra mundial. O omi já fez coisas muito macabras, e era introduzido para fazer com que as pessoas que o usassem se tornasem emos brancos! Receita 1. (Indicado para Pulgões, Ácaros, Cochonilas). Ingredientes: 50 gramas de fumo de rolo. 1 punhado de pimenta malagueta. 1 litro de álcool. 250 gramas de sabão em pó. Modo de Preparo: Dentro de 1 litro de alcool, coloque o fumo e a pimenta picados, deixando esta mistura curtir durante uma semana. Para usar esse preparado contra as pragas, dilua o conteúdo em 10 litros de água contendo 50 gramas de sabão em pó ou detergente dissolvido. Receita 2. (Indicado para Lagartas e Cochonilas). Ingredientes: 50 gramas de sabão de coco em pó. 5 litros de água. Modo de Preparo: Coloque 50 gramas de sabão de coco em pó em 5 litros de água fervente. Deixe esfriar e pulverize frequentemente sobre as plantas, no verão e na primavera, visando o controle destas pragas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 152px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574361990838721026" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-yhpnal3iZlw/TVwcsklhmgI/AAAAAAAABpk/Qm18OHKlnjo/s200/sabugeiro.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;71. SABUGUEIRO. Sabugueiro [De sabugo + -eiro]. Bot. (1.) Arbusto ornamental, da família das caprifoliáceas (Sambucus nigra), originário da Europa e cultivado em jardins, que tem folhas imparipenadas, e cujas flores, alvas e minutas, se reúnem em vastas inflorescências que, dessecadas, constituem droga clássica como sudorífero; sabugo. Sabugueiro ou sabugueirinho (Sambucus nigra L, Sambucus ebulus L., Sambucus australis Cham e Schlt) do gênero Sambucus, família Adoxaceae (Caprifoliaceae na classificação anterior), é uma planta encontrada em algumas regiões do Brasil como Rio Grande do Sul. O descobrimento por parte do ser humano data da Antiguidade, com diversos usos. É nativa da Europa e do norte da África e disseminou-se facilmente pelo mundo todo, sendo inclusive objeto de muitas lendas, folclore e superstição. Dizia a lenda que, de sua madeira foi feita a cruz onde Cristo morreu. Isso porque ao espremer o fruto do sabugueiro escorre um suco de cor vermelho-sangue. Dizia-se dar azar cortar um sabugueiro. Planta arbustiva, de 2 a 4 metros. Flores pequenas, muito brancas. Exalam perfume agradável. Também é chamada de mestre-joão. O sabugueiro (Sambucus nigra), pertence à família das Caprifoliáceas. Encontra-se quase sempre na forma de arbusto ou árvore pequena, de três a seis metros de altura. O tronco possui uma casca parda e acinzentada, quebradiça, nodosa, de odor desagradável. As ramas, redondas, aos pares, uma em frente da outra, estão cheias de uma polpa espessa e branca. Os frutos são bagas de cor negra, violeta, redondas; contêm suco negro violeta ou vermelho, duas ou três sementes ovais e pardas. Os cimos cortam-se à tesoura e colocam-se em cestos, estendendo-se depois numa só camada, no chão de um desvão ventilado e sombrio para secarem. Isto não se deve fazer muito devagar, se quiser evitar o descolorido, sempre indesejável. Depois de bem secas, as flores apresentam um tom de marfim e desprendem um forte aroma. Separam-se então dos talos. Deve-se guardar as flores em recipientes isolados do ar, porque absorvem com facilidade a umidade e apodrecem. Cortam-se todos os cimos com as bagas maduras, à tesoura, e separam-se as bagas em casa com um garfo. Se não se consumirem frescas, deixá-las secar, durante alguns dias, numa única camada expondo-as depois ao calor artificial (mas não a um forno muito quente). As bagas secas guardam-se em saquinhos dependurados ao ar ou em latas fechadas. Colhem-se as folhinhas dos talos, evitando toda a pressão. Estendem-se numa única camada para secar, num lugar bem ventilado. Guardam-se em saquinhos. Deve-se colher só o que for necessário para o consumo. Composição -- Nas folhas, encontra-se na proporção de até 0, 1 % o glicósido samburigina-amigdalina (e emulsina), o qual dá lugar a glicose, óleo de amêndoas amargas (benzaldeído) e ácido cianídrico (HCN). As flores têm, além disso, pequenas quantidades de amigdalina, saponinas, um óleo essencial e éter. Na casca encontra-se uma resina de efeito drástico e nas bagas pretas tirosinas com abundância de vitaminas A, D e C. São mais ricas em vitaminas B do que qualquer outra variedade. As bagas contêm, além disso, ácidos málico tartárico, valeriânico, tânico, óleo essencial, simburigrina-amigdalina, solina, resinas, hidratos de carbono, glicose e um pouco de albumina. USO MEDICINAL. Geralmente, utiliza-se flores de Sabugueiro para fins terapêuticos. Esse maravilhoso arbusto ajuda nas inflamações, é anti diarreico, ótimo para crianças com doenças como o sarampo e a catapora, pois abaixa a temperatura do corpo e é anti febrífugo, é indicado para tratamentos com os órgãos femininos, pois é um auxiliar maravilhoso para a artemísia. A folha do sabugueiro é boa para gripes, resfriados, tosse. Também atua nos reumatismos, na purificação dos rins, e provoca o suor. Indicado para afecções pulmonares, bronquite, dor de garganta e como expectorante. Também utilizado para inflamações nos olhos, purificador do sangue. Como planta curativa, já de há muito se sabe que o sabugueiro fomenta a formação-de urina, suor e leite, o que se deve à presença do óleo essencial. Também se recomenda para resfriamentos, rouquidão, tosse, espirros, catarros do peito e bronquial, dores dos molares, nevralgias, dores de ouvidos e de cabeça e inflamação da laringe e da garganta. Um cozimento de folhas, raízes e cascas frescas e verdes que se encontram debaixo da casca exterior, atua energicamente na expulsão de água e melhora extraordinariamente a secreção de sucos gástricos, embora provoque facilmente, se tomar em grandes doses, vômitos, pelo que temos de estar precavidos. Só se deve consumir uma xícara diária (com uma colher das de sopa cheia de infusão) no caso de catarro gástrico crônico, doenças de urina e hidropisia. Pelas suas características depurativas de sangue, hematopoética, diurética e sudorífera, as bagas tornam-se valiosas e o seu xarope é próprio para fazer uma cura de limpeza do sangue. Também limpará todos os restantes órgãos. Por causa do elevado conteúdo de vitamina B, não há que ficar surpreendido com o êxito dos seus sucos nas inflamações do sistema nervoso. As bagas secas são um remédio excelente contra a diarréia: mastigar dez bagas, três vezes por dia. O efeito sudorífero das flores de sabugueiro fica reforçado se lhe juntarmos uma metade de flor de tília e se acrescentarmos à infusão duas colherinhas de suco de limão. Quando se deseja uma positiva transpiração, como em casos de gripe, pneumonias incipientes, bronquite, reumatismo articular febril, etc., tomar a infusão várias vezes por dia. USO ENERGÉTICO. O sabugueiro é indicado para pessoas que estão sempre temendo perder o controle das situações. Para quem tem movimentos involuntários de origem nervosa. O sabugueiro reconstitui o EU, traz confiança, e amplia os sentidos. É ótimo para pessoas que se sentem embotadas, sem conseguir agir, vendo toda sua vida através de um esquema nebuloso. É indicado para mulheres, juntamente com a Artemísia e a tanchagem, pois atua na reconstituição da auto estima, do respeito próximo e ajuda a colocar limites. Tem uma atuação perfeita para as mulheres que se queixam que fizeram a opção errada, que estão presas dentro de suas casas com seus filhos, mas não sabem muito bem como resolver sua angústia. Ajuda a posicionar o que está fora e o que está dentro de nós. O que vale a pena ser mexido, e o que nós temos que nos conformar e trabalhar para amenizar.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 188px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574361507800770354" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-UEjJsluTa94/TVwcQdITZzI/AAAAAAAABpc/8-3rji3j5Do/s200/sabugueiro.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;USO CULINÁRIO. Como alimento, o sabugueiro é muito apropriado para sobremesas e compotas e pode conservar-se como suco, geléia e seco. As flores de sabugueiro são as coisas mais lindas e perfumadas que existem. Servem para enfeitar saladas, doces, sempre usadas cruas e frescas. O Sabugueiro produz pequenos frutos de cor violeta escuro, comestíveis, porém, o sabor é mais aceito após cozimento. Geleia De Ervas E Sabugueiro: 2 K de maçãs ácidas, preparadas conforme foi ensinado na geleia de rosas. 1 ramo de flores de sabugueiro, 1 galhinho de alecrim, galhinhos de Melissa, 1 galho de manjericão, pétalas de rosa branca. Cozinhe as maçãs e forme um creme conforme o indicado. Coloque o creme novamente na panela com o buquê de ervas previamente lavadas. Deixe cozinhar por mais 20 minutos, e coe novamente. Acrescente, para cada kilo de creme, 5oo g de açúcar mascavo ou mel a gosto, recoloque na panela e deixe dar ponto com uma pitada de cravo e canela em pó. Bebida de Flores de Sabugueiro: 2 L de água. 500 g de açúcar. Sumo e raspa de um limão. Ferva a água com o açúcar, deixe esfriar, coloque o sumo e as raspas de limão e as flores de sabugueiro. Deixe descansar por 24 h, coberto com um pano de linho ou uma fralda. Coloque em um vidro de 3 l de boca larga, ou um recipiente que possa ser hermeticamente fechado. Acrescente 1 l de vinho branco ou cidra e deixe descansar por duas semanas. Essa bebida mágica pode ser servida como suco, e inclusive misturada com frutas e água. OUTROS USOS. No passado, a loção feita com flores de Sabugueiro era muito utilizada pelas mulheres para deixar a pele mais branca, suave e livre de manchas. É muito comum, até nos dias de hoje, colocar flores de Sabugueiro na água da banheira, para relaxamento e pele cansada. Não existe nada mais maravilhoso que um banho de imersão com flores de sabugueiro. Seu período menstrual se aproxima e com ele as cólicas? faça banhos de assento com flores e folhas de sabugueiro. O sabugueiro pode ser encontrado em tintura mãe. O chá de flores de sabugueiro é do outro mundo, no sentido literal e figurado, pois limpa a aura e prepara para coisas novas e criativas. Os antigos achavam que dentro de cada sabugueiro morava uma curandeira que tinha sido morta na inquisição de forma injusta. Receita 1. Chá de Sabugueiro. Ferver 300g de folha em 1 litro de água. Pulverizar. Controla pulgões.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574360936985657906" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-R7VSxK8g0OY/TVwbvOrYAjI/AAAAAAAABpU/yxTgJiLsDAc/s200/saboneteira.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;72. SABONETEIRA. Tem suas sementes utilizadas como repelentes de insetos. Saboneteira (Sapindus saponaria L.). Árvore nativa da América Tropical, usada como ornamental, possui nos frutos um efeito inseticida. Para se ter uma idéia de seu poder de ação, vale mencionar que seis frutos bastam para preservar 60 quilos de grãos armazenados. Saboneteira (Sapindus saponaria L, pertencente a família Sapindaceae, também conhecida pelos nomes populares de árvore-do-sabão, fruta-de-sabão, ibaró, jequiri, jequiriti, jequitiguaçu, pau-de-sabão, pau-sabão, sabão-de-macaco, sabão-de-mico, sabão-de-soldado, sabãozinho, saboeiro, saboneteira, saboneteiro, sabonete, salta-martim e saponária, nativa das regiões tropicais da América. É uma árvore nativa, perenifólia ou semidecídua, heliófita, de pequeno porte (até 8m), utilizada em paisagismo e em modelos de recuperação de áreas degradadas. Apresenta copa densa e perfeitamente globosa. As folhas são compostas imparipenadas com sete folíolos glabros de 10- 16cm de comprimento por 3-4cm de largura. Suas flores são brancas, dispostas em panículas. Os frutos têm sementes pretas e esféricas e contêm saponina, sendo utilizados na lavagem de tecidos. As sementes esféricas e duras, conhecidas como “salta-martim”, são utilizadas em artesanato, como “bolas-de-gude” e para tinguizar peixes. Anualmente são produzidas grande quantidade de sementes viáveis. Floresce durante os meses de abril-junho. Seus frutos amadurecem durante os meses de setembro-outubro. A dispersão é barocórica e zoocórica por morcegos frugívoros (Lorenzi, 1992). A ocorrência é da Região Amazônica até Goiás e Mato Grosso, nas florestas pluviais e semidecídua. A madeira é moderadamente pesada, dura, compacta, de baixa durabilidadae natural. A madeira é empregada na construção civil, para confecção de brinquedos, caixotaria, etc. É uma planta rústica e de crescimento moderado, indispensável para a composição de reflorestamento heterogêneos destinados à áreas degradadas de preservação permanente (Pio-Correa, 1984 e Lorenzi, 1992). Receita. Os extratos podem ser feitos dos frutos amassados diretamente em água (uso imediato) ou conservados por extração acetônica e/ou alcoólica. Em ambos os casos, 200 gramas são suficientes para o volume de 20 litros de um pulverizador costal.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 143px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574360284826697426" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-IOWtawmcgQs/TVwbJRMj_tI/AAAAAAAABpM/jyCyjYaGIME/s200/sal.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;73. SAL. [Do lat. sale.] 1. Quím. Substância que se forma na interação entre um ácido e uma base. (2.) Quím. Cloreto de sódio, cristalino, branco, usado na alimentação; sal de cozinha [fórm.: NaCl]. Conhecido como sal comum. O sal é uma substância essencial ao homem e indispensável a todos os tipos de vida animal. Podemos constatar a importância do papel desempenhado pelo sal, através dos registros da história da humanidade. A sua produção e utilização podem ser encontradas em ilustrações e escritos que datam do início da civilização. A salga dos alimentos já era um costume bastante difundido no Egito, cerca de 4.000 anos antes da era Cristã, Os gregos e os Romanos utilizavam o sal também como moeda para suas operações de compra e venda. A palavra latina "salário" deriva do sal, uma vez que em sal se pagava uma parte do ganho das legiões romanas. Ainda hoje um dos principais acessos de Roma se chama "Via Salaria" pois era por esse caminho que chegavam as caravanas trazendo sal para a capital do império. Até o século XVIII, a ordem de precedência dos comensais num banquete era indicada em relação ao saleiro de prata maciça colocado na mesa. À cabeceira, acima do sal, sentavam-se o anfitrião e os convidados mais ilustres. Os menos nobres ficavam abaixo do sal, mais distantes do anfitrião. No final do século XIX e começo do século XX o sal, além de ser usado como condimento e produto medicinal, passou a ser uma das matérias-primas essenciais para a indústria química e têxtil. O seu emprego hoje é extremamente variado. É utilizado para a produção de cloro, soda cáustica, barrilhas, ácido clorídrico, vidro, alumínio, plásticos, borracha, hidrogênio, celulose e outras centenas de produtos das indústrias químicas, metalúrgicas, de alimentos e diversas outras. Desde a Idade Média os Europeus fizeram fortunas com o tempero e introduziram o hábito de consumi-lo no Brasil. A exploração do Sal no Brasil só teve início a partir de 1801. O Sal de qualidade inferior encontrava-se nas praias do Mar Morto, depois de evaporada a água salgada, e bem assim nos outeiros vizinhos. Servia na terra de Canaã e nas regiões adjacentes para temperar a carne dos animais mortos, e preserva-la da corrupção (Jó 6.6). Tudo que se oferecia em sacrifício, segundo a lei, era temperado com sal (Lv 2.13; Ez 43.24). A terra salgada não produz (Jó 39.6). Nas cidades vencidas e condenadas a total ruína, o inimigo semeava sal para evitar que a cultivassem de novo. Assim fez Abimeleque à cidade de Siquem (Jz 9.45). O sal impuro da Síria, quando exposto à chuva e ao sol, ou conservado em lugares úmidos, perdia as suas propriedades boas e para nada mais ficava servindo (Mt 5.13; Lc 14.35). Visto que o sal impede a decomposição, tornou-se símbolo de estabilidade e permanência. Freqüentemente, quando se celebravam pactos, os participantes comiam juntos – consumindo sal juntos – denotando perpétua lealdade e fidelidade mútua na relação pactuada. “Um pacto de sal”, portanto, era considerado de muita obrigação (Nm 18.19)&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; Cristo disse: &lt;em&gt;“Porque cada um tem de ser salgado com fogo”.&lt;/em&gt; O contexto aqui indica uma salgadura com o fogo da Geena, no caso de todos os que tropeçam, caindo numa vida de pecado, ou que são responsáveis por fazer outros tropeçarem assim (Mc 9.42-49). Usando esta expressão para transmitir um sentido diferente, o Senhor disse depois: &lt;em&gt;“Tende sal em vós mesmos e mantende a paz entre vós” (Mc 9.50).&lt;/em&gt; O apóstolo Paulo usou sal de modo similar, dizendo: &lt;em&gt;“Vossa pronunciação seja sempre com graça, temperada com sal, para que saibais como responder a cada um” (Cl 4.6).&lt;/em&gt; A conduta e a conversa da pessoa sempre devem ser de bom gosto, atenciosas, sadias, e visar preservar a vida dos outros. A Drª e Irmã Rebecca Brown fala em seu livro sobre o sal: “Muitos cristãos envolve-se em rituais de feitiçaria sem o saber. Estes são freqüentemente de “feitiçaria branca” e envolvem a recitação de um salmo ou certos versículos da Escritura, usando ao mesmo tempo uma mistura de óleo e sal. Lembre-se, o sal é usado em um grande número de rituais ocultista. O sal nunca é, na verdade, usado em nenhuma prática bíblica. O sal é citado na Bíblia como um símbolo, mas não é usado para batizar ou ungir, etc. Sal usado assim é sempre ocultista. Em qualquer ocasião que alguém disser a você para usar o sal ou velas de forma ritualística, envolvendo orações ou recitação das Escrituras, cuidado! Ele está envolvendo você em um ritual ocultista, não importa quão inocente isso possa parecer”. (Rebecca Brown, Prepare-se para a Guerra, 1998, p. 159). Na Maçonaria o Sal é símbolo da hospitalidade que devem caracterizar o maçom. (121)&lt;br /&gt;Receita 1. Sal de cozinha: Espalhar o sal nos canteiros. Receita 2. Folhas de Louro, Dentes de Alho, Sal, Folhas de Eucalipto - Todos estes produtos são indicados para o controle de pragas de grãos armazenados. Devem ser misturados com o produto a conservar. No caso do eucalipto usar a variedade citriodora em camadas alternadas. Controla: carunchos, gorgulhos e traças. Receita 3. besouros e passarinhos são seus predadores naturais. Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas, feitas com isca de cerveja para atraí-los. Faça assim: tire a tampa de uma lata de azeite e enterre-a deixando a abertura no nível do solo. Coloque dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratados pelo sal. Receita 4. Preparo da Pasta Sulfocálcica A Fórmula para o preparo da pasta Sulfocálcica é a seguinte: Enxofre...... 1,0 k. Cal......2,0 k Sal comum......0,5 k Inseticida......15 ml. Modo de preparo .Coloque dez litros de água em dois vasilhames separados (cinco litros em cada). Em um deles dissolva o enxofre e no outro a cal. Em dois vasilhames de 1 litro dissolva o sal e o inseticida. Já se formaram 12 litros. Coloque em um vasilhame que possa conter 15 litros, 3 litros de água e vá despejando e misturando as soluções preparadas na seguinte ordem: a) o inseticida (mexer para misturar bem) e em seguida. b) Ao mesmo tempo ir vertendo, alternadamente um pouco do enxofre (mexe) um pouco da cal (mexe) até misturar bem os dez litros das duas soluções. Depois de bem misturadas; c) acrescentar o sal e mexer novamente. Quanto mais mexida, a calda fica melhor para aplicar e sem perigo de causar danos às plantas. O vasilhame a ser utilizado para o preparo da pasta deve ser de plástico, cimento, madeira ou amianto. Não utilizar tambores de ferro, alumínio, ou latão pois reagem com os produtos componentes da pasta. A pasta deve ser aplicada como uma caiação sobre a superfície do tronco e ramos da planta pincelando com trincha ou brocha de pintura de paredes. Não deve ser utilizado em pulverizadores, pois entupiria o bico dos mesmos. Para uma melhor eficiência a pasta deve ser utilizada no mesmo dia de preparo. Se por acaso quiser guardá-la para o dia seguinte, adicionar 28 gramas de açúcar. Não utilizar após 3 dias. Para guardar a calda num vasilhame (por pouco tempo) cobrir com uma fina camada de óleo mineral. O inseticida a ser utilizado pode ser a base de fosforoditioato. Receita 5. Mistura de cinza e sal. Controle: barbas, algas, liquens, musgos e outros parasitas das frutíferas. Ingredientes: cal virgem (600g), cinzas (300g) e água (10 litros). Preparo: Dissolver 600g de cal em 10 litros de água e misturar mais 300g de cinzas. Coar e aplicar sobre as plantas, pincelando ou pulverizando durante a seca, quando as plantas frutíferas estão em dormência.&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 166px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574359823937216338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-vOXSIcdBCOc/TVwaucP8n1I/AAAAAAAABpE/MluS6LV2D2o/s200/salvia.jpg" /&gt;74. SÁLVIA. Salvia officinalis. Família: Labiadas. Sinônimo: Salva, salva-das-boticas, salva-dos-Jardins, salva-ordinária. Parte Utilizada: Folha. Principais Constituintes: Óleo essencial, princípio amargo, ácidos málico e tânico, amido, matérias resinosas, etc. Propriedades: Estimulante, estomacal, nervina, resolutiva, emenagoga, vulnerária, adstringente, antisséptica, tônica, cicatrizante e emoliente. Indicações: Atonias digestivas, náuseas, dispepsias, menopausa, leucorréias, asma, dermatoses, hipotensão. Externamente o decocto é utilizado como cicatrizante nas úlceras, em gargarejos nas inflamações da boca e garganta. A Salvia divinorum chamada também de ska pastora, ska María, hierba María e hierba de los dioses, é a única entre milhares de espécies do gênero Salvia que apresenta efeitos psicoativos (embora suspeite-se que outras espécies possam conter essas propriedades). Originária do México na Sierra Mazateca, é considerada rara, o que torna difícil a sua obtenção. Dificilmente se reproduz por semente, sendo multiplicada através de cortes enraizados (propagação vegetativa). Seu efeito é extremamente forte, principalmente quando usados extratos potencializados, que nada mais são do que folhas concentradas com a substância psicoativa. É extremamente recomendável que os futuros usuários venham a se informar sobre seus efeitos antes de se aventurarem. Não é uma erva a ser usada em festas, raves ou com multidões, pois exige uma certa discrição da parte do usuário para que ele se sinta à vontade. Não é uma droga recreativa e pode ser traumática quando usada naquelas condições. Até hoje, não existe confirmação de que seu uso seja prejudicial à saúde, não acarreta vício e seu uso tende a não ser frequente. Contudo, estudos estão sendo feitos in vivo e in vitro, e o uso tradicional está garantido por um conhecimento e histórico de uso centenários. É considerada legal na maioria dos países, sendo que a Itália, dois estados dos Estados Unidos e a Austrália já proibiram o uso da planta sem antes fazer um estudo sobre a periculosidade dela. Tal medida mostra a falta de critério científico por parte dos legisladores quanto aos requisitos usados para se proibir uma substância. Acredita-se que essa medida foi tomada devido a algumas notícias de incidentes nos EUA, sendo que nenhum deles foi comprovado ter sido causado pelo consumo da planta. A única alegação neste sentido teria sido da parte da mãe de um usuário que cometeu suicídio inalando gás de cozinha dentro de uma barraca. Apesar de ele não estar sob o efeito de salvia no momento do suicídio, ela afirmou: "Só pode ter sido culpa dessa planta." Tem como pricípio ativo a Salvinorina A, que, no entanto, não se trata de alcaloide, mas de um diterpeno, com ação diferente da maioria das substâncias psicoativas. Pesquisas atuais sobre o efeito da salvinorina no organismo revelaram que esta, além de não ser uma substância que leva à dependência, apresenta propriedades antidepressiva e analgésica, e ainda mostra-se promissora para o desenvolvimento de fármacos para o tratamento da esquizofrenia e dependencia química. É chamada por alguns como o alucinógeno natural mais potente já descoberto, só perdendo para o LSD, que não é encontrado na natureza (é um semissintético). Por isso, pode conduzir a estados alterados de percepção onde não se recomenda interação com máquinas ou eventos sociais. Daí o uso espiritual étnico entre os Mazatecas e bruxos ancestrais. Não devemos usar a Salvia divinorum como vimos acima. ASalvia officinalis é a que usamos, em nossas receitas. Receita 1. Preparado com sálvia - manejo de lagartas da couve, repolho, couve-flor e brócolis. Modo de preparar: derramar 1 litro de água fervente sobre 2 colheres de sopa de folhas secas de sálvia. Tampar o recipiente e deixar em infusão durante 10 minutos. Agitar bem, filtrar e pulverizar imediatamente sobre as plantas para repelir a borboleta branca que coloca os ovos nas folhas das plantas cultivadas, originando as lagartas que comem as folhas. A utilização da sálvia: Afasta a borboleta-da-couve.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 174px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574358998302596578" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-sdr00ZYLhMI/TVwZ-YhUHeI/AAAAAAAABo8/VczUaS8IgzE/s200/samambaia.jpg" /&gt;75. SAMAMBAIA. O nome samambaia é proveniente do tupi e significa "aquele que se torce em espiral". Seu habitat pode ser tanto um vaso de xaxim como o tronco de uma árvore, uma pedra ou mesmo o próprio solo ou a água, como as samambaias aquáticas. O sucesso no cultivo destas plantas depende da capacidade de reproduzirmos em casa as condições naturais em que estas vivem nas matas. A maior parte das espécies preferem ambientes sombreados. O vento é um dos seus maiores inimigos, causando "queima" das folhas mais jovens e perda de água por evaporação. Samambaias também não gostam de alterações de lugar, pois elas acostumam-se com a luminosidade, temperatura e umidade local, podendo definhar e até morrer caso sejam mudadas. Normalmente são cultivadas em xaxim, que retêm mais a umidade e permitem que as raízes respirem melhor. Os fetos ou samambaias são plantas vasculares que não produzem sementes - reproduzem-se por esporos que dão origem a um indivíduo geralmente insignificante e de vida curta (oprotalo) que produz gâmetas para dar origem a uma nova planta. As plantas totalmente desenvolvidas, são formadas por um caule, normalmente um rizoma e as folhas, chamadas frondes neste grupo, são muitas vezes compostas ou recompostas, ou ainda em forma de língua, e possuem na sua face inferior (ou abaxial) pequenos órgãos chamados soros que contêm os esporos. Esta definição geral inclui, não só as conhecidas samambaias de grandes folhas verdes, mas também vários outros grupos de plantas que tradicionalmente foram classificados na divisão Pteridophyta, mas que atualmente são considerados em várias divisões. Este artigo refere-se às "verdadeiras" samambaias, incluídas num grupo, ainda sem nome científico, os Fetos leptoesporangiados (por partilharem o leptosporângio, ver abaixo). Este é o grupo mais diversificado de plantas verdes depois das espermatófitas, com mais de 12 000 espécies presentes no mundo, principalmente em climas tropicais. O esporófito das samambaias - a planta adultoadulta que normalmente vemos - é formada por: Um rizoma, ou seja, um caule rastejante, em grande parte subterrâneo, sem nós e constituído apenas por tecidos primários (epiderme, parênquima,xilema e floema), embora algumas espécies desenvolvam um tronco vertical - os fetos arbóreos; Rizóides, normalmente finas e resistentes, nascentes nas bases das folhas; Frondes ou folhas verdes (com capacidade fotossintética) formadas por: Um pecíolo, também chamado estipe, cujas características são muitas vezes usadas para classificar os fetos em gêneros e famílias; A lâmina, ou seja, a parte verde da folha, que é muitas vezes composta em pinas ou recomposta em pínulas; o eixo ou nervura central da lâmina tem o nome de raque ráquis; soros que são conjuntos de esporângios, normalmente na página abaxial das frondes - estas, também chamadas folhas ou frondes férteis podem ser diferentes das folhas vegetativas; Samambaias são pteridófitas. Ao contrário das folhas das espermatófitas, que crescem lateralmente, as frondes dos fetos crescem a partir dum meristema apical, na sua extremidade, desenrolando-se à medida que crescem, num processo conhecido por vernação circinada. Receita 1. Masserado de Samambaia: Colocar 500 gramas de folhas frescas ou 100 gramas de folhas secas em um litro de água por dia. Ferver meia hora. Para aplicação diluir um litro deste macerado em dez litros de água. Receita 2. Água de samambaia: Ferva durante 30 minutos, 500 g de folha fresca em 1 litro de água. Deixe esfriar e pulverize nas plantas atacadas por pulgões, ácaros e cochonilhas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 142px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574354886960166882" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-lIll8U3gGCo/TVwWPEk5N-I/AAAAAAAABos/xGg-G57jTz4/s200/sbarbara.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;76. SANTA BÁRBARA. Barbarea vulgaris, Barbarea arcuata, Barbarea stricta, Sisymbrium barbarea, Campe barbarea, Crucifera arcuata, Crucifera barbarea, Crucifera stricta ou Campe stricta são os nomes científicos que foram colocados à planta também conhecida como cinamomo, amargoseira, pára-raios, jasmim-de-caiena, jasmim-de-cahorro, jasmim-de-soldado, árvore-santa, loureiro-grego, lírio-da-índia, agrião-da-terra, erva-de-são-julião, erva-dos-carpinteiros ou erva-de-santa-bárbara. O nome popular "erva-de-santa-bárbara" terá origem, provavelmente, no próprio nome científico da planta (Barbarea) que, por sua vez, talvez tenha origem na região geográfica de Santa Bárbara, na California - apesar de a planta não ser nativa da América do Norte, mas aí introduzida. É uma planta herbácea perene ou bienal, da família das Brassicaceae, a que pertencem também os nabos, couves e mostarda. Há quem as considere como ervas daninhas, mas há também quem utilize as suas folhas para salada - de fato, estas contêm uma quantidade apreciável de vitamina C. É usada também, pela medicina popular, como vulneravel (isto é, para a cicatrização de feridas). É uma árvore asiática (china berry) cultivada no Brasil para fins ornamentais e medicinais como vimos acima, e usada, popularmente, para o combate de pulgas e carrapatos em cães e gatos. Cresce rapidamente, tem folhagem e floração delicada e vistosa, flores de aroma suave. Por essas características é muito usada em paisagismo e arborização urbana. Mas ... Invade florestas, especialmente ambientes ciliares; substitui espécies nativas, reduz diversidade alimentar para fauna, alterando o equilíbrio e a auto-sustentabilidade desses sistemas. Os frutos, de sabor amargo e propriedades venenosas e narcóticas, podem matar suínos, mas vacas e aves não parecem ser suscetíveis. Princípio ativo: saponinas e alcalóides neurotóxicos (azaridina). As sementes são dispersadas por aves e morcegos, o que impossibilita o controle da dispersão de sementes. Por essa razão a espécie não deve ser cultivada e plantas existentes devem ser removidas. Todas as partes da planta são potencialmente tóxicas, as ocorrências são registradas geralmente com frutos. Causa irritação gastrointestinal severa com náusea, vômitos, diarréia intensa, distúrbios do sistema nervoso central, ataxia, torpor, convulsões e coma. Apesar disso não é causa de intoxicações freqüentes. A espécie prefere climas tropicais e úmidos, mais existem variações ecológicas que agüentam 600-1000 mm de precipitação anual. Em climas áridos só com irrigação ou ao lado de cursos d'água. Não é muito exigente em questões de solo, crescendo mesmo em solos salinos. No Paraná observa-se maior agressividade em solos derivados de basalto, especialmente ao longo de cursos d'água. Classificada como espécie invasora aqui e nos EUA também. Santa Barbara ou cinamomo, a Melia azedarach. da família Meliacea. O extrato alcoólico de seus frutos é utilizado para combater pulgões e gafanhotos. A substância encontrada nesta planta, a azadirachtina, inibe o consumo das plantas por estes insetos. Combate de pulgas e carrapatos em cães e gatos.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 190px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574354381073739106" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-HTBIzZ-E40k/TVwVxoAK7WI/AAAAAAAABok/SqeWnwBVDZE/s200/tabaco.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;77. TABACO. Tabaco e nicotina: eles são bons, como pesticida. Bot. Grande erva, molemente tomentosa, da família das solanáceas (Nicotiana tabacum), de origem sul-americana, de folhas amplas, oblongas, acuminadas e macias, flores vistosas, tubulosas e róseas, e que possui nicotina, razão por que a infusão das folhas serve para matar parasitos. Dessecadas, as folhas constituem o fumo ou tabaco. [Sin., bras.: fumo.] erva-santa, fumo, tobacco, tabaco, tabac, tabacco. Tabaco é o nome comum dado às plantas do gênero Nicotiana L (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul, das quais é extraída a substância chamada nicotina. Os povos indígenas da América acreditavam que o tabaco tinha poderes medicinais e usavam-no em cerimónias. Foi trazido para a Europa pelos espanhóis no início do século XVI. Era mascado, ou então aspirado sob a forma de rapé (depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco na Inglaterra em 1585, mas o uso de cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um diplomata francês, de nome Jean Nicot (de onde deriva o nome da nicotina) aspirava-o moído rapé e percebeu que aliviava suas enxaquecas. Desta forma, enviou uma certa quantidade para que a então rainha da França, Catarina de Médicis, o experimentasse no combate às suas enxaquecas. Com o sucesso deste tratamento, o uso do rapé começou a se popularizar. O hábito de fumar o tabaco como mera demonstração de ostentação se originou na Espanha com a criação daquilo que seria o primeiro charuto. Tal prática foi levada a diversos continentes e, somente por volta de 1840, começaram os relatos do uso de cigarro. Neste ponto, a finalidade terapêutica original do tabaco já havia perdido seu lugar nas sociedades civilizadas para o hábito de fumar por prazer. Embora o uso do cigarro tenha tomado enormes proporções a partir da Primeira Guerra (1914-1918), foi apenas em 1960 que foram publicados os primeiros relatos científicos que relacionavam o cigarro ao adoecimento do fumante. Pesquisas em âmbito mundial a respeito dos perigos do tabagismo são amplamente divulgadas, não cedendo espaço para dúvidas ou más interpretações. Tais pesquisas vêm demonstrar que o significado médico-terapêutico do tabaco caiu por terra há décadas, cedendo lugar ao combate à dependência fisica que as substâncias constantes do cigarro causam. Os maus efeitos à saúde causados pelo fumo de tabaco se referem diretamente à tabagismo assim como à inalação de fumaça ambiente (tabagismo passivo). A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 16% da população brasileira é fumante. A OMS também estima que em países desenvolvidos, 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas podem ser atribuídas ao tabagismo. Desta forma, o tabagismo é uma importante causa de morte prematura em todo o mundo. Nicotina é o nome de uma substância alcalóide básica, líquida e de cor amarela, que constitui o princípio ativo do tabaco. Seu nome se deve ao diplomata francês Jean Nicot que foi o difusor do tabaco na Europa como vimos acima. Provoca cancor nos pulmões devido à metilização que ocorre no DNA (liga um radical metila, CH3). A pirrolidina (nicotina) sofre reações metabólicas (com NO+), oxidação e abertura do anel transformando-se em 4-(n-metil-n-nitrosamino)-1-(3-piridil)-1-butanona (CETONA) e 4-(n-metil-n-nitrosamino)-4-(3-piridil)-butanal (ALDEÍDO). O nitrosamino possui uma forma de ressonância onde um carbocátion é facilmente doado a uma base nitrogenada do DNA (guanina, citosina, adenina ou timina), causando uma falha de transcrição, levando à possibilidade de desenvolvimento do câncer. Na indústria, é obtida através de toda a planta Nicotina tabacum, e é utilizada como um inseticida respiratório (na agricultura) sob a forma de sulfato de nicotina e vermífugo (na pecuária). Pode ainda ser convertido para o ácido nicotínico e, então, ser usado como suplemento alimentar. O tabaco, usado em pequena escala como pesticida natural e orgânico por centenas de anos, está recebendo atenção científica como uma alternativa potencial de produção em massa aos tradicionais pesticidas comerciais. Esse é o tema de um relatório quinzenal de ACS 'Revista Industrial &amp;amp; Engineering Chemistry Research. Cedric Briens e seus colegas observam que as preocupações sobre os riscos à saúde reduziu a demanda de tabaco e prejudicou agricultores, em algumas partes do mundo. Os cientistas estão à procura de novos usos para o tabaco. Um uso potencial é como um pesticida natural, devido ao teor tóxico da nicotina. &lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 196px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574350252426374882" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-o1lgYZIgc2E/TVwSBTl7ruI/AAAAAAAABoc/vth0rb3HJ6M/s200/tabac.jpg" /&gt; O Tabaco Xamânico. O tabaco aqui citado, não é industrializado, e sim o Tabaco Xamânico, uma planta ancestral. O Tabaco sempre foi considerado pelos índios como uma Planta de Poder, porém caiu em mau uso pelos brancos, perdendo sua força original e seu poder, sendo usado de forma viciante, responsável por terríveis males no organismo. O tabaco selvagem é uma planta muito poderosa e curativa, em seu estado original e na forma correta de sua utilização. O tabaco é considerado uma das plantas mais sagradas do xamanismo. Ele fumado no Cachimbo Ritualístico, carrega as preces para o Universo. É usado para fazer oferenda aos guardiões, ao Grande Mistério, etc. Fumar tabaco (em ritual) é evocar o Plano Espíritual. Desde a aparição da Mulher Búfalo Branco para os nativos norte-americanos, o tabaco é considerado uma planta que traz claridade. Ele é o totem vegetal da Direção Leste, do Elemento Fogo. E, como tudo que é fogo, é ambíguo. Pode elevar, transmutar ou pode destruir. Quando o tabaco é utilizado espiritualmente, traz purificação, centramento, transforma energias negativas em positivas, serve de mensagero. Quando utilizado como vício pode matar. É utilizado no Xamanismo Universal. No Perú é fumado em rituais na Pipa (cachimbo) e na forma de cigarro. Os ayahuasqueiros chegam a dizer que: Sin tabaco! Sin la Ayahuasca! Geralmente o fumo não é tragado (tragar é coisa do vício). No Perú também extraem o mel de tabaco, um poderoso alterador de consciência. Podemos ver nos rituais afros (candomblé, umbanda, etc) a utilização do tabaco pelas entidades, fazendo purificações, passes, exorcismos, oferecer charutos em despachos, etc. No Chanumpa (EUA), para cada pitada de tabaco, convida-se um espírito para participar do ritual. Ele também é ofertado para os espíritos, para o fogo, utilizado para abrir portais da mata, honrar a Criação, confeccionar bolsas medicinais, pacote de preces, etc. Entre os mateiros brasileiros, eles utilizam-se do rapé, para se harmonizarem com os seres da floresta. Compressa para retirar energias negativas. (Bom para dôr-de-cotovêlo, final de caso, etc). Para meio litro de água, coloque 4 colheres de sopa de folhas secas de tabaco (caso não ache, serve fumo-de-corda), levando ao fogo até ferver. Quando ferver, deixe mais 5 minutos em fogo brando e retire deixando em repouso por 15 minutos coberto por um pano branco. Coe. Pegue um pano que cubra toda a area do abdômem. Molhe o pano na infusão do tabaco e coloque em seu abdômem, deixando por 30 minutos. Esta compressa remove energias emocionais estagnadas, formas de pensamentos, quebrantes, etc. Segundo Sangirardi Jr., o caráter religioso da fumaça remonta tempos imemoriais. Desde as cavernas da pré-história, o homem adorava o fogo. O fogo aquecia. Preparava os alimentos. Aclarava as trevas noturnas. Afastava os animais bravios. E passou a afastar também os espiritos inimigos e as forças adversas. Do fogo nasce a fumaça, que passa a participar do mesmo poder de purificar, exorcizar, de evocar os espíritos. Fumado ou ingerido, produz o extase dos curandeiros, colocando-os em contato com forças superiores e invisíveis, que lhes permitem curar doenças, prever o futuro, afastar maus espíritos, purifica e neutraliza forças adversas. Como expansor da consiência, é também usado um mel de tabaco, que é lambido. Também conta-se, que na forma de rapé, é utlizado para harmonização com os sêres espirituais da floresta. Os rituais com cachimbo são utilizados por todos os povos xamânicos de todos os continentes. Também utilizados na forma de charuto, ou na palha do milho, mascados. É utlizado pelos nativos como estimulantes capaz de vencer a fome, a sede e o cansaço. Muitos povos nativos contam a história de uma Mulher Sagrada, que engravidou de gêmeos. Mesmo dentro do útero esses dois gêmeos brigavam. Um representava tudo o que era bom nos humanos, enquanto o outro representava o oposto. Quando chegou o tempo do nascimento, o garoto bom nasceu de maneira tradicional. O outro gêmeo estava tão ansioso para sair do útero, que ele se chutou para fora da mulher, ferindo-a mortalmente. O bom filho permaneceu com a mãe, e com seus extraordinários poderes, sepultou-a conforme suas instruções. Ela lhe contou que mesmo com sua morte, boas coisas viriam para o povo. Ele permaneceu próximo de seu túmulo por alguns dias, conforme seu pedido. Antes que ele fosse embora, viu que de seu corpo nasceram as tres plantas irmãs: milho - feijão e abóbora - que deste momento em diante dariam sustento ao seu povo. De sua fronte nasceu a Planta Sagrada: Tabaco. O tabaco é considerado uma das plantas mais sagradas, por muitos povos nativos. Para os nativos norte americanos, quando fumado no Cachimbo Sagrado, ele carrega as preces para os espíritos. Com frequência, é usado para se fazer oferendas para os Espíritos Guardiões. Fumar tabaco é chamar o plano espiritual para ajudar. Segundo Sun Bear, se alguém fuma por diversão, estará continuamente chamando Espírito para sí com um falso alarme. A maior parte do tabaco comprado em lojas é misturado com material químico, nocivo à saude. Um dos nomes nativo-americano para a mistura do fumo é "kinniknnik”, que pode ser uma erva apenas (uva-ursi) ou uma combinação. O tabaco é uma planta de grande ajuda. Utilizada para defumação ou no Cachimbo Sagrado, ele pode, trazer novos começos para quem quer que o esteja usando ou para quaisquer projetos ou lugares para o qual ele é queimado. Receita 1. Pegue dois punhados de folhas secas (200g) ou de pontas de cigarros. Ferva de 15 a 20 minutos em 2 litros de água. Acrescente sabão, misture e deixe esfriar antes de filtrar. Dilua com 5 litros de água. Aplique uma vez por semana. Eficaz contra a broca das hastes do milho, lagartas, afídeos, moscas e gorgulhos, assim como contra carrapatos nos animais. Receita 2. Ao invés de utilizar produtos químicos, agrotóxicos para combater pulgões e outras pragas no seu jardim, faça uma maceração a frio com 50gr. de tabaco puro, ou fumo-de-rolo picado, durante 24 horas. Leve para a panela, adicionando 20 pimentas, uma colher de sopa de cinzas peneirada, um pedaçõ de sabão de coco e um maço de losna. Deixe cozinhar por 20 minutos. Ao esfriar coe. Para utilizar dilua um copo dessa solução em 3 litros de água. Receita 3. Chá de tabaco é 1 cigarro para 1 litro de água. Deixa-se ferver, coa-se, deixa-se arrefecer e borrifam-se as plantas. Quem usa este chá normalmente borrifa as plantas 2 vezes por semana. (Ver Fumo) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 198px; DISPLAY: block; HEIGHT: 166px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574347793837304386" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-hV3B7mDn2oI/TVwPyMonqkI/AAAAAAAABoU/S2jN-4nP-00/s200/tajuja.jpg" /&gt; 78. TAJUJÁ. A planície alagável do alto Rio Paraná apresenta elevada diversidade de espécies vegetais vasculares e a grande maioria não foi ainda estudada cientificamente. Cayaponia podantha Cogn. (Cucurbitaceae) é uma espécie nativa da região, popularmente conhecida como melãozinho, melanciazinha, taiuá, taiuiá, tajujá e melancia-de-pacu, melancia-brava. Algumas espécies do gênero Cayaponia, têm sido usadas na medicina caseira, como exemplos podemos citar. Algumas espécies do gênero Cayaponia, têm sido usadas na medicina caseira, como exemplos podemos citar C. espelina (diurética, anti-asmática, anti-sifilítica, anti-diarréica, purgativa etc.), C. cabocla (purgativa, depurativa e emenagoga) e C. pilosa (emenagoga, anti-sifilítica e purgativa). Estudos preliminares da atividade biológica de C. podantha demonstraram atividade antiinflamatória e antiprotozoário (anti- Leishmania braziliensis e anti- Trypanosoma cruzi). A pesquisa com espécies vegetais como a C. podantha, evidenciam a importância da preservação da diversidade biológica, para que seja possível o reconhecimento da diversidade química presente na flora nativa, já que é de grande interesse a busca por componentes químicos bioativos. A procura por substâncias seqüestradoras de radicais livres tem sido crescente, devido à participação dos mesmos no estresse oxidativo presente na patogênese de várias doenças. Com o objetivo de contribuir para um maior conhecimento das propriedades biológicas de C. podantha foi avaliado o potencial antioxidante do extrato bruto das folhas e frações pelo método do radical livre DPPH (difenilpicril hidrazil). Receita 1. É uma planta trepadeira cujas folhas são bem parecidas com as da melancia. A raiz é semelhante à da mandioca. Apanha-se esta raiz, corta-se em pedaços de 10 cm e distribui-se na lavoura. A seiva ou líquido existente na raiz atrai insetos, fazendo com que estes não ataquem a planta cultivada. Deve ser renovada regulamente. Controla besouros ("vaquinha"). &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574346962445194786" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-vIfJEarg5n4/TVwPBzdS1iI/AAAAAAAABoM/PE-C74SCp1Y/s200/tomateiro.jpg" /&gt;79. TOMATEIRO contra Pulgões. O tomateiro é uma planta fanerógama, angiosperma e dicotiledônea. Trata-se de um fruto, uma vez que é o produto do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes, respectivamente, após a fecundação. Popularmente, no entanto, não há consenso entre sua classificação como ou legume. O tomateiro se dá bem em locais com condições climáticas variadas, porém com pouca chuva. Pode ser encontrado em regiões de clima tropical de altitude, subtropical e temperado. Mas a cultura prefere ambientes com temperatura noturna entre 15 e 19 graus e diurna de 19 a 24 graus. O tomate é rico em licopeno e contém vitamina C. A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo e do consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate como alimento à civilização inca do antigo Peru, o que deduzem por ainda persistir, naquela região, uma grande variedade de tomates selvagens e algumas espécies domesticadas (de cor verde) conhecidas apenas ali. Estes acreditam que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o ancestral da maioria das espécies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na América Central, posto que foi encontrado amplamente cultivado no México. Outros estudiosos acreditam que o tomate seja originário da região do atual México, não apenas pelo nome pertencer tipicamente à maioria das línguas locais (náuatles), mas porque as cerâmicas incas não registraram o uso do tomate nos utensílios domésticos, como era costume. Os primeiros contestam tal objeção, pelo fato de que muitas outras frutas e alimentos dos incas também não foram representados nas cerâmicas. Uma guerra de tomates costuma acontecer na Espanha, toda última quarta feira de agosto. Desde 1940, durante a festa, os moradores da cidade de Buñol atiram tomates uns sobre os outros, pintando uns aos outros e as fachadas das casas da cidade com o vermelho da polpa do tomate. Durante a festa, a população desta pequena vila mediterranea quadruplica e participam da Tomatina em torno de 38 000 pessoas, dentre moradores da cidade e turistas de todas as regiões do mundo. A origem do festival vem de uma brincadeira de crianças, quando algumas crianças usaram seus almoços para guerrear na praça da cidade. As folhas e o caule do tomateiro (Lycopersicum esculentum) têm ação inseticida contra diversos insetos, inclusive pulgões. Receita 1. Há duas formas de preparo: ferva as folhas e caules em água e deixe esfriar ou coloque as folhas de molho em água fria por 24 horas. Qualquer uma das misturas deve ser pulverizada sobre as plantas. Receita 2. Folhas e caule têm ação inseticida, eliminam, inclusive, pulgões. Como fazer: Ferva um punhado de folhas e pedacinhss de caule em 1,5 litro de água. Coe e aplique frio.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 162px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574346447315600754" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-2ult4Ym20vo/TVwOj0c1BXI/AAAAAAAABoE/mb8DF5Ike1M/s200/tomilho.jpg" /&gt;80. TOMILHO contra lagartas, percevejos e pulgas. Nome Científico: Thymus vulgaris, Nome Popular: Tomilho, Tomilho-de-inverno, erva-urso, Timo, Arçã, Segurelha, Tomilho-ordinário, Tomilho-vulgar, Arçanha, Poejo, Tomilho-de-jardim, Família: Lamiaceae, Divisão: Angiospermae, Origem: Europa, Ciclo de Vida: Perene. O tomilho é uma planta subarbustiva, de textura semi-lenhosa, e amplamente utilizada desde a antiguidade por suas propriedades místicas, anti-sépticas, condimentares e aromáticas. É considerada um dos principais ingredientes do Bouquet Garni, famoso tempero francês. O nome científico da planta - "Thymus" - significa coragem em grego, ou "fumigar, limpar". Por que fumigar? Dado que o tomilho era utilizado para fumigar os templos ou queima de incenso. O tomilho era usado em terras muçulmanas para fumigar casas. Quando as pessoas podiam pagar, incenso de olíbano era acrescentado. Para os gregos o tomilho constituía um símbolo de graça e elegância. Os antigos gregos e romanos acreditavam que a planta os encorajava e motivava, e ramos de tomilho eram utilizados nos banhos e vestimentas dos guerreiros antes das batalhas. Nos tempos medievais, as mulheres costumavam costurar o tomilho nas capas dos cavaleiros como um sinal de bravura. As damas européias bordavam ramos de tomilho que ofereciam aos seus cavaleiros andantes. Já os Romanos da antigüidade tinham por hábito banhar-se com o tomilho antes de irem às batalhas, enquanto que os antigos Escoceses tomavam uma bebida feita com a erva pelos mesmos motivos de bravura. Os Gregos acreditavam ainda que a erva proporcionava força e sabedoria. O tomilho é nativo das encostas ensolaradas do Mediterrâneo, e as colinas da Grécia são cobertas pela erva. As abelhas adoram esta planta, que também produz um excelente mel. Seu uso data de cerca de 3000 a. C, quando os Sumários usavam-no como anti-séptico. Já os Egípcios usavam o tomilho no processo de mumificação. Na Grécia antiga ele era espalhado pelo chão nos grandes banquetes para agir como um afrodisíaco, e também destilado no perfume feminino. O tomilho é uma planta típica da vegetação mediterrânea, com ramagem ramificada, retorcida e recoberta por folhas miúdas, lineares a ovaladas e opostas. Seu porte é baixo, de cerca de 15 a 30 cm de altura com praticamente o dobro de largura, formando um montinho arredondado e bastante compacto. No verão surgem numerosas flores arroxeadas e pequenas, muito atrativas para as abelhas. Há um grande número de variedades de tomilho, com aromas diferenciados, variegações e portes diferentes. Alguns são mais apropriados para usos culinários, enquanto outros são mais específicos para usos industriais ou ornamentais. Esta plantinha de sabor picante e único é indispensável na horta doméstica, podendo ser plantada em vasos e jardineiras, muito embora prefira ser plantada diretamente nos canteiros. Suas folhas pequenas podem ser utilizadas frescas ou desidratadas no tempero de carnes em geral, sopas, pizzas e molhos a base de tomate ou queijo. Sua folhagem de textura delicada e floração abundante, a torna interessante no jardim, onde pode ser aproveitada como bordadura em caminhos ou em densos maciços. Encaixa-se perfeitamente em jardins de estilo italiano e jardins rochosos. Também é utilizada por entusiastas da arte do Bonsai, adquirindo o aspecto de minúscula árvore rapidamente. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, neutro, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Não é tolerante a encharcamentos, mas sobrevive bem por curtos períodos de estiagem. Aprecia o clima subtropical. Apesar de perene, o tomilho é conduzido como anual para uso culinário. As podas devem ser realizadas posteriormente à floração. Multiplica-se por sementes, estaquia, alporquia e divisão da ramagem enraizada. Medicinal. Indicações: Diarréias, verminoses, disenteria, cansaço, infecções, afecções da pele, afecções respiratórias, reumatismo. Propriedades: Anti-espasmódica, anti-hemíntica, anti-séptica, digestiva, estimulante, cicatrizante, espectorante, afrodisíaca, anti-reumática, vermífugas, tônico. Partes usadas: Folhas, ramos e flores. Em infusão, é usado no combate a infecções de garganta e pulmonares, na asma e febre dos fenos e na eliminação de parasitas. Externamente, alivia picadas, dores reumáticas e infecções fúngicas. Revigorante e tônico é essencialmente usado como remédio respiratório. Planta que requer pouco cuidado e prefere terrenos secos. O melhor período para plantação é na primavera. A planta gosta de sol e resiste muito bem a tempo seco. O excesso de agua pode queimar as folhas de baixo causando a morte da planta. Por se tratar de uma planta com sabor muito agradável ela é amplamente utilizada na culinária. Combina muito bem com carnes cozidas e molhos. Pode ser utilizada tanto fresca como seca. Após colhida basta lavar e adicionar a comida para a obtenção de um aroma bom. Tomilho: planta medicinal com um forte efeito desinfetante, utilizada contra tossee, bronquites ou dor da garganta. É apresentada sob forma de chá, tintura, cápsulas ou xarope. Observações. O tomilho, com seu cheiro forte e particular, tem um forte poder desinfetante. Em determinados países da África do Norte, são efetuadas desinfecções hospitalares a base de óleo essencial de tomilho como medida de economia. A preparação do tomilho em infusões é muito indicada e eficiente contra a tosse há muito tempo. Uma das ervas mais úteis na cozinha, o tomilho é uma planta muito atraente que tem suas folhas verdes em formato de coração e flores delicadas. Todas as espécies de tomilho são facilmente cultivadas e se desenvolvem bem em um clima ensolarado e solos bem drenados (quando não, secos). Agüentando temperaturas de até 20 graus negativos, o tomilho tem suas hastes bem compactadas, não precisando assim de muito espaço, porém não gostam de crescer ao lado de outras plantas de maior proporção. Na segunda guerra mundial os soldados tomavam seu óleo denominado thymol antes de irem às batalhas. Seus óleos voláteis ajudam principalmente na digestão de gorduras. Estes mesmos óleos pungentes fazem com que o tomilho seja útil no tratamento da asma, e também usado na aromaterapia e outras técnicas de cura para purificar ambientes contra energia negativa. Existem mais de 100 variedades de tomilho, mas na culinária somente 3 espécies são utilizadas: tomilho-limão, tomilho de jardim e tomilho-alcarávia. Estes 3 conseguem temperar muito bem diversos tipos de preparo, inclusive doces. O tomilho-limão (Thymus citridorus) tem um perfume ligeiramente alimoado e é melhor se utilizado fresco. Pode ser usado para perfumar biscoitos, pães e muffins, assim como em pratos salgados a base de peixe e frango. O tomilho-alcarávia (Thymus herba-barona) é mais difícil de encontrar e, portanto menos utilizado, mas combina muito bem com alho, vinho e pratos a base de carne. O tomilho de jardim (Thymus vulgaris) é mais amadeirado e seu aroma funciona melhor quando seco. Suas folhas inteiras e secas ou processadas formando um pó podem ser encontradas facilmente nos mercados durante o ano todo. O tomilho fresco deve ser guardado em um saco plástico muito bem fechado e posto na geladeira ou em um copo de água gelada. Já o tomilho seco deve ser armazenado em recipientes hermeticamente fechados e postos em uma área escura, guardando assim seu perfume por até 6 meses. Para preparar o tomilho fresco para o uso, remova as folhas dos talos passando as mãos de cima para baixo e depois as pique finamente. Seu aroma aparece quando as folhas são amassadas, picadas ou esfregadas entre os dedos. Sendo o tomilho um dos principais componentes do bouquet garni clássico, ele dá vida às sopas, molhos e guisados. Também é muito utilizado quando seco no preparo das ervas de provença, além de combinar muito bem com carnes, vegetais e molhos para salada. O tomilho é uma fonte de vitaminas C, D, e complexo-B, além de conter iodo, sódio, silica e sulfato. As abelhas gostam bastante de tomilho, cujo mel é bastante apreciado. Uso mágico. Travesseiro recheado com tomilho evita pesadelos. Ramo na bolsa ou bolso afasta maus fluidos de ambientes carregados. Aromaterapia. O óleo essencial é usado em congestão nasal, gengivite, afta, verruga, como bactericida e estimulante. Serve como mistura para potpourris aromatizantes de ambientes. Em sachês junto com a sálvia e o alecrim, perfuma as roupas e afasta os insetos. Junto com a arruda, citronela, manjericão e losna, o tomilho pode compor um bom desinfetante doméstico. Ramos de tomilho florido fica lindo em bouquets de flores secas e expelem um aroma vigoroso. Cosmético. Em loções refrescantes e tônicos de limpeza, age como estimulante e suavemente anti-séptico. O vinagre de tomilho é um bom rinse escurescedor para cabelos, e também utilizado para combater piolhos. Utilização de alguns óleos na fabricação de perfumes. Plantado junto ao repolho, o tomilho (Thymus vulgaris) repela a lagarta das folhas. O cheiro repele lepidópteros (pulgas e percevejos), como a borboleta-da-couve, formigas e ratos. Receita 1. Para afugentar percevejos e pulgas, moa as folhas secas e polvilhe-as sobre as plantas e o solo. Pode ser plantada, ainda, como bordadura de lavouras. O tomolho é um bom repelente de mosquitos devido à alta concentração de álcoois e de óleos essenciais (por isso também utilizado na indústria como desinfetante e fungicida). Basta pôr uns raminhos de tomilho nas janelas e nas portas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 153px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574345564326768738" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-l2yPevxXoK0/TVwNwbD4sGI/AAAAAAAABn8/7bQloy3RhJo/s200/urtiga.jpg" /&gt;81. URTIGA. Combate pulgões, largatas e fungos das plantas. Nome Botânico: Urtica dioica L., Família: Urticaceae, Parte utilizada: Folhas frescas ou secas e raiz. O nome científico da urtiga deriva do verbo latino urere, que significa arder, numa clara alusão ao efeito dos seus pêlos urticantes, e dioica ou “duas casas”, é a designação botânica dada às espécies que apresentam indivíduos exibindo apenas flores masculinas ou femininas. Urtica dioica é uma planta vivaz oriunda das regiões temperadas da Europa, África Austral, Andes e Austrália, atualmente presente em todo o mundo. Desde a Idade Média que as folhas são utilizadas na culinária escocesa. A ação urticante das folhas desaparece após doze horas da planta ter sido colhida, ou após fervura, pelo que as folhas jovens de urtiga podem ser consumidas cruas em salada, em omeletas, em sopas ou simplesmente cozidas, como os restantes legumes. As plantas foram ainda usadas como forragem para o gado, e as fibras extraídas dos seus eixos, à semelhança do que acontece com as fibras de linho, utilizadas para o fabrico de roupas e cordas, nesta região. Coloniza preferencialmente locais húmidos e sombrios, na proximidade de campos cultivados, e chega a atingir 1,5 metros de altura. O caule, de secção quadrada, e as folhas opostas e dentadas, encontram-se completamente cobertos de pêlos urticantes, designados tricomas, e o que queima é um ácido que tem nos pelos das folhas, as suas flores são pequenas e verdes. Antigamente era assim… As propriedades medicinais da urtiga remontam à Grécia Antiga, onde era utilizada para atenuar os sintomas das alergias sazonais e no alívio das dores associadas às inflamações. As folhas, acabadas de colher, em aplicação tópica têm um efeito rubefaciente (causa vermelhidão da pele), e por isso, foram, em tempos, popularmente utilizadas para fustigar suavemente a pele, sobre as articulações afetadas pelo reumatismo. Produzindo-se, desta forma, um efeito revulsivo que atrai o sangue para a pele e que contribui para descongestionar os tecidos internos afetados pelo processo inflamatório. Posteriormente, preparam-se as infusões e cataplasmas para este efeito; atualmente recorre-se à toma de suplementos alimentares. Foram ainda utilizadas, de forma pouco pedagógica, contudo inesquecível, para fustigar os rabinhos das crianças, como modo de evitar que estas se descuidassem na cama. Histórico. A urtiga é uma planta comum, que no passado foi utilizada pela indústria têxtil. Usada também como planta medicinal e como alimento. O seu uso na indústria têxtil, foi abandonado no princípio do século XX. Hoje a urtiga é utilizada como planta medicinal, comestível e fonte de clorofila. Nas folhas encontra-se uma substância histamínica e ácido fórmico. Contém ainda no resto da planta: taninos, mucilagens, vitamina A, C, B2, B5, sais minerais (S, Si, K, Fe, Ca, Na); clorofila, ácidos graxos, fitosterol (ß-sitosterol), carotenóides, flavonóides (glicosídeos da quercetina) e secretina. Indicações: ácido úrico, anemia, asma, brônquicos, buco-faríngeas (infecções), cabelos (caspa, crescimento, opacos, queda), ciática, complemento alimentar, circulação, cravos, depuração do sangue, diabete, diarreia, digestão, dor reumática, espinhas, ferida, gota, hemorragia, manchas, pele (feridas, irritação pós-sol, queimadura, sardas, tecidos danificados, úlceras), próstata (hiperplasia benigna), problemas urinários, reumatismo gotoso, úlcera, etc. Suas propriedades medicinais são bastante conhecidas. Ela é adstringente, anti-radicais livres, anti-seborréica, anti-séptica, antiescorbútica, antioxidante, bactericida, depurativa, estimulante, hemostática, hipoglicémica, revitalizante, revulsiva, tónica, vasoconstritora, tonificante capilar. Efeitos: desintoxicante, antianémico e diurético. As folhas contêm teores elevados de clorofila, molécula vegetal de cor verde, cuja composição química é muito semelhante à da hemoglobina (transportador de oxigénio no nosso sangue) e ferro. Estes constituintes são responsáveis pelas suas propriedades desintoxicantes e antianémicas, uma vez que estimulam a produção de glóbulos vermelhos. São ainda ricas em outros sais minerais como o fósforo, magnésio, cálcio e silício, e vitaminas A, C e K. Os tricomas contêm histamina, acetilcolina e ácido fórmico, substâncias que parecem actuar como anti-inflamatórios. Do ponto de vista terapêutico as folhas possuem uma forte acção diurética, anti-inflamatória e remineralizante, sendo ainda ligeiramente hipoglicemiantes. De uma forma geral, a urtiga ajuda o organismo a eliminar os líquidos em excesso, pelo que uma infusão (1 colher de chá de folhas secas por chávena de água quente, três a quatro vezes ao dia) pode ser útil como tratamento auxiliar em muitas doenças. Artrite, reumatismo e gota: dosagens. Os preparados desta planta são particularmente benéficos no tratamento de infecções geniturinárias e prostatites, uma vez que ao estimular as micções, ajudam a eliminar as bactérias causadoras da infecção. A urtiga tem a capacidade de alcalinizar o sangue, facilitando a eliminação dos resíduos ácidos do metabolismo, sendo igualmente importante no tratamento de casos de artrite, reumatismo e gota. Por outro lado, como é uma boa fonte de quercetina, flavonóide que inibe a libertação de histamina, é utilizada com eficácia na diminuição dos sintomas associados às alergias e à febre-dos-fenos. Em todos estes casos, poderá optar entre a toma de 50 a 100 gotas de tintura (1:10), três vezes ao dia, ou pela ingestão de cápsulas de 250 mg de extracto de folhas, administradas também três vezes ao dia. Folhas: anemia e hemorragia. As folhas são ricas em proteínas (100 gramas de urtigas secas contêm 35 a 40 por cento de proteínas) e em vitaminas e sais minerais, e constituem uma ajuda válida no caso de anemia. Com ação vasoconstritora e hemostática, as folhas ajudam também a estancar hemorragias nasais e a aliviar menstruações abundantes, contribuindo ainda para diminuir os níveis de açúcar no sangue. É igualmente recomendada nas afecções crónicas da pele, em especial no tratamento de eczemas, erupções e acne, contra a queda do cabelo, e para limpar e purificar a pele, normalmente sob a forma de loções ou tónicos, cuja acção pode e deve ser complementada pela toma oral de suplementos à base de urtiga. Raízes: doses recomendadas em caso de hipertrofia da próstata. As raízes têm um efeito anti-inflamatório sobre o adenoma prostático, podendo ajudar a retardar o hipertrofismo da próstata. Os seus -reductase, envolvida na conversão daextractos actuam inibindo a enzima 5- hormona testosterona em dihidro-testosterona, substância responsável pelo crescimento da glândula prostática nos homens com hiperplasia begnina da próstata. Recomenda-se a toma de 250 mg de extrato de raiz, duas vezes por dia, em combinação com 160 mg de extracto de palmeto (Serenoa repens). Segurança e contra-indicações. Em geral, a urtiga é considerada segura, existindo apenas o risco de reação alérgica. Salienta-se contudo, que pacientes com hipertensão, cardiopatias, diabetes ou insuficiência renal, podem sofrer descompensações, devido aos efeitos diuréticos da planta, pelo que a toma de extratos desta planta deve ser supervisionada por técnicos de saúde. Indicação - planta empregada na agricultura orgânica, principalmente na horticultura para aumentar a resistência e no combate a pulgões. Receita 1. Macerado curtido de urtiga. Colocar 500 gramas de folhas frescas ou 100 gramas de folhas secas em um litro de água e deixar dois dias. Para aplicação diluir em 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas ou no solo. Controla pulgões e lagartas (aplicado no solo). Receita 2. Macerado de urtiga. Ingredientes: 11 litros de água. 100 g de folhas frescas de urtiga (use luvas para manusear a planta, pois ela causa irritações na pele). Modo de fazer: Misture as folhas de urtiga em um litro de água. Deixe a infusão agir por 3 dias, mantendo-a em um local seco e à meia-sombra. Coe e dilua o extrato em 10 litros de água. Este preparado pode ser armazenado por alguns dias (em local seco e arejado) para pulverizações, sobre as partes das plantas atacadas por largatas e pulgões. Preventivas nas plantas a cada 15 dias. Receita 3. Preparado com urtiga – nutrição, estimulante de vigor e resistência, manejo de pulgões. Modo de preparar: deixar de molho por duas semanas 1kg de folhas verdes ou 200g de folhas secas em 2 litros de água. Diluir em 20 litros de água e pulverizar nas plantas e solo no final da tarde (Deffune, 2000). Receita 4. Ingredientes: 500 g de urtiga fresca ou 100g de urtiga seca e 10 litros de água. Preparo: Colocar 500 gramas de urtiga fresca ou 100 gramas de urtiga seca em 10 litros de água por dois dias ou então deixar curtir por quinze dias. Aplicação: a primeira forma de preparo para aplicação imediata sobre as plantas atacadas. A segunda, deve ser diluída, sendo uma parte da solução concentrada para 10 partes de água. &lt;strong&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 194px; DISPLAY: block; HEIGHT: 128px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574355708862389010" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-y-lzsbPzd-o/TVwW-6Zp2xI/AAAAAAAABo0/fFUID0zNRug/s200/vaca.jpg" /&gt;82. XIXI DE VACA. &lt;/strong&gt;Repelente de Insetos. VACA. [Do lat. vacca.] 1. Zool. A fêmea do touro. Reino: Animália, Filo: Chordata, Classe: Mammalia, Ordem: Artiodactyla, Família: Bovinae, Género: Bos, Espécie: B. taurus. A vaca é talvez o animal mais representativo da quinta. É também aquele que, por norma, mais interesse desperta. Os agricultores que criam vacas fazem-no com duas intenções, produzir leite e, posteriormente, aproveitar os animais para a produção de carne. Como vivem. As vacas vivem geralmente num local que se chama vacaria, aqui dormem e comem o feno e as rações. Na hora da ordenha, também é neste espaço, ou noutro imediatamente contíguo, que esta operação é realizada. A vaca é um mamífero com úbere, que tem quatro tetas, por aí é extraído o leite. Atualmente, quase toda a ordenha é feita mecanicamente, embora algumas pessoas, as que têm poucas cabeças de gado, o façam geralmente da forma tradicional, à mão. Durante o dia, se estiver bom tempo, as vacas vão até ao pasto, para tranquilamente pastarem alguma erva e fazerem um pouco de exercício. As vacas são ruminantes, o que significa que têm um estômago com quatro cavidades. Numa primeira fase, a vaca come sem mastigar e toda essa comida é enviada para uma cavidade própria. Passadas algumas horas, essa comida é regurgitada para a boca da vaca, onde é então lentamente mastigada e novamente engolida, para então, sim, ser feita a digestão. Urina de vaca em lactação - manejo de pragas, doenças e nutrição. Indicada para hortaliças em geral e para o abacaxi, pois contém catecol, substância que aumenta a resistência das plantas ao ataque de pragas e doenças. No abacaxi, a urina é eficiente no controle de fusariose. Na batata, tomate e pimentão é eficiente no controle da pinta preta, fungo que ataca a folhagem. Serve também como fonte de macro e micronutrientes (Fonte: Gadela et al., 2002). Coleta e preparo: coletar a urina e colocá-la em recipiente plástico fechado durante 3 dias, que é o tempo necessário para que a uréia se transforme em amônia. Pode ser guardada por 1 ano em vasilha fechada. Receita 1. A coleta da urina é simples e deve ser feita na hora de tirar o leite, pois ao ter as pernas amarradas para a ordenha é normal o animal urinar. Dosagem e aplicação: para cada 100L de água usar 1L de urina de vaca em lactação. Pulverizar sobre a planta a cada 15 dias. Recomendações: toda pulverização com solução de urina deve ser aplicada nas horas frescas do dia. Evitar o uso em hortaliças folhosas e em hortaliças-frutos próximo à colheita devido ao forte odor. A urina de cabra também pode ser utilizada, mas como possui maior concentração de nitrogênio, deve ser colocado meio litro de urina para cada 100L de água. Dar preferência à urina de vacas em lactação porque tem mais substâncias (fenóis e hormônios) que as outras. O cheiro forte após a aplicação permanece durante 3 dias, agindo nesse período como repelente de insetos. Receita 2. Por possuir vários nutrientes, a urina é útil como fertilizante e, por causa do cheiro forte, atua como replente de insetos. Como fertilizante a urina precisa ser diluída 1% (1 litro de urina para 100 litrosde água) e fazer pulverizações semanais em hortaliças ou a cada 15 dias em frutíferas. Ou, ainda, no solo, junto ao pé da planta, diluída a 5% (5 litros de urina para 100 litros de água). A urina deve ser recolhida em um balde e guardada por três dias em um vasilhame fechado antes de ser usada. Pode ser guardada por um ano em vasilhame fechado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;Dicionário Aurélio&lt;br /&gt;http://www.pimentacpo.blogspot.com&lt;br /&gt;http:// wikpedia.com.br&lt;br /&gt;Revista Natureza&lt;br /&gt;Viveiro Sakura&lt;br /&gt;Programa Globo Rural&lt;br /&gt;Coordenadoria de Assistência Técnica - CATI&lt;br /&gt;www.agrorganica.com.br - autor Eng. Agr. Silvio Roberto Penteado&lt;br /&gt;(Publicado no URTIGA 154 - janeiro/fevereiro 2003 - pág. 7)&lt;br /&gt;(Publicado no Urtiga 136 - jan/fev 2000 - pág. 2)&lt;br /&gt;(In Diário Insular) Etiquetas: biofábrica, Ceratitis capitata, David Horta Lopes, esterilização por radiação gama, Félix Rodrigues, Praga&lt;br /&gt;http://www.isca.com.br/novo/isca_com.php?menu=1504&amp;amp;page_id=33&lt;br /&gt;http://www.jardineiro.net/br/geral/pragas.php&lt;br /&gt;http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=29439&lt;br /&gt;www.jardimdeflores.com.br&lt;br /&gt;Compilado a partir de informações do Dr. Mulowayi Katembwe, AMAVIC, BP 140, Goma, República Democrática do Congo, e do Presbyterian Rural Training Centre (PRTC), Kumba, Camarões. Isabel Carter&lt;br /&gt;http://www.biocontrole.com.br/?area=armadilhas&amp;amp;id=8&lt;br /&gt;http://www.scribd.com/doc/16340369/Cartilha-Caldas-e-Biofertilizantes&lt;br /&gt;http://pimentacpo.blogspot.com/search?q=fertilizantes&lt;br /&gt;http://www.unitins.br/ates/arquivos/Agricultura/Agroecologia%20&amp;amp;%20Cia/Defensivos%20Alternativos%20-%20Receitas.doc.&lt;br /&gt;http://my.opera.com/wickedlizard/blog/do-meu-curso-de-ervanaria&lt;br /&gt;www.waterfarm.com.br/receitas.htm&lt;br /&gt;Proceda sempre com cuidado ao manipular produtos químicos.&lt;br /&gt;Fonte: STOLL (1989), SABILLÓN &amp;amp; BUSTAMANTE (1996)&lt;br /&gt;Fonte: Normas da AAO&lt;br /&gt;ABREU JUNIOR, H. de (coord.) Práticas alternativas de controle de pragas e doenças na agricultura: coletânea de receitas. Campinas: EMOPI, 1998. 115 p.&lt;br /&gt;Manual de horticultura orgânica / Jacimar Luis de Souza. - 2.ed. atual. e ampl. - Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2006&lt;br /&gt;Enciclopédia das Ervas e Plantas Medicinais, René Morgan. Editora Hemus, 1994.&lt;br /&gt;O totum em Fitoterapia, Jean-Luc Sallé. Editora Robe, 1996.&lt;br /&gt;http://www.agronomianet.com.br/receitas_da_vovo_tabelas2.htm&lt;br /&gt;http://www.xamanismo.com.br/Poder/SubPoder1189634475It015&lt;br /&gt;e outros ... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Vós sois o sal da terra; mas se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens”.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(Mt 5.13)&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Shalom Adonai para todos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-4147897699174853816?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/4147897699174853816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=4147897699174853816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/4147897699174853816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/4147897699174853816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2011/02/receitas-caseiras-de-pesticidas.html' title='RECEITAS CASEIRAS DE PESTICIDAS NATURAIS PARA PIMENTEIRAS (III PARTE)'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NaATu8pHdFs/TVwjd5XFLLI/AAAAAAAABq8/tBmGcZQhdx4/s72-c/figu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-983952161210872146</id><published>2010-12-17T15:55:00.037-03:00</published><updated>2010-12-17T17:50:59.315-03:00</updated><title type='text'>RECEITAS CASEIRAS DE PESTICIDAS NATURAIS PARA PIMENTEIRAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 192px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551749089861320930" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvGYf9IQOI/AAAAAAAABnI/rBnPpIS-hXk/s200/mulata.jpg" /&gt;32. CHEIRO-DE-MULATA. Afasta a borboleta-da-couve e a mosca-da-cenoura. É planta companheira da sálvia. A Tanacetum vulgare, conhecida pelos nomes de catinga-de-mulata, tanaceto, atanásia, erva-de-São-Marcos, entre outros, é uma erva medicinal encontrada na Europa, América do Norte e América do Sul em abundância. É uma planta herbácea perene muito robusta que possui um talo ereto de 60 a 90 cm de altura. As folhas pinhadas com numerosos folíolos profundamente dentados, são de cor verde escuro e aromáticas. As flores são pequenas de cor amarelo dourado agrupadas em capítulos formando um corimbo denso e aplanado, florescem no verão. A planta é usada principalmente como vermicida, e também para hemorróidas, pois é tóxica a vermes intestinais. A infusão de flores é um antihelmíntico recomendado contra as áscaris e os oxiuros. Em sua aplicação externa se aplica seu azeite para combater o reumatismo. O Tanacetum parthenium é uma das plantas mais úteis para combater as migrâneas (síndrome migranosa) e transtornos menstruais em geral, assim como sua regulação. É empregada em infusão, tintura mãe e extrato fluido. Seu princípio ativo - matricarina - se emprega em medicina convencional para os mesmos fins. Seu uso também inclui combater problemas como taquicardia e epilepsia. Na cultura popular, é uma erva usada para causar aborto espontâneo devido a sua toxicidade em doses excessivas. Praticantes de candomblé utilizam a planta e suas propriedades aromáticas para fazer loções protetoras contra maus fluidos, bem como na água de cheiro. Além de fundamental para a pesquisa científica, a preservação da catinga-de-mulata cumpre um importante papel de cunho antropológico. Encontrada nas feiras populares do Norte e Nordeste do Brasil, especialmente de Recife e Salvador, a planta é amplamente usada nos rituais de candomblé como loção protetora contra maus fluidos. Acredita-se que seu cheiro perfumado afaste os maus espíritos. Por causa disso, seu uso religioso está associado ao trabalho de cura contra diversos males e de proteção contra situações adversas. É comum nessas regiões do país as pessoas comprarem a catinga-de-mulata para fazer loções que tiram as más-influências, já que no candomblé a planta é regida por poderosos orixás, como Oxalá, Oxum e Iemanjá. A catinga-de-mulata também é um ingrediente indispensável nos banhos de cheiro dos cultos afro-brasileiros, entre os quais na água usada na tradicional lavagem das escadarias da Igreja do Senhor do Bonfim em Salvador. Vestidos de branco, centenas de fiéis, mães e filhas-de-santo carregam jarros de flores e água de cheiro, indo da Basílica da Conceição da Praia até o Bonfim num gesto simbólico de purificação. (Diga-se de passagem que os baianos não utilizam só as cheiro de multa para fazer o famoso banho de cheiro, o amassi ou o mascerado é feito com várias outras folhas como arruda, manjericão, alfazema, mirra, etc.) Na região Amazônica e no Maranhão, a planta também é usada para fins medicinais. Seu chá serve como remédio para problemas de fundo nervoso, taquicardia e epilepsia, especialmente no Pará. Com as folhas da planta misturadas com as do manjericão e da jardineira é feito um banho para combater a cefaléia. (UnB Agência) Receita. Deve ser plantada perto das plantas contaminada pela borboleta-da-couve e a mosca-da-cenoura ou ferver a água e derramar nas folhas e deixar de fusão em seguida frio pulverizar. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551747005059802370" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvEfJdtpQI/AAAAAAAABnA/TiV_2V_oTqI/s200/confrei1.jpg" /&gt;33. CONFREI. Combate pulgões. Nome científico: Symphytum officinale L. Família: Boraginaceae. Constituintes químicos: ácido fólico, ácido ascórbico, ácidos nicotínico, ácido tânico, ácido galo-tânico, ácido pantotênico, alcalóide alantoína (0,44 a 0,50% nas folhas e de 0,60 a 2,55% nas raízes), alcalóides pirrolizidínicos (sinfitina, equimidina e lasiocarpina), amido, aminoácidos essênciais, arginina, arinina, asparagina, c arboidratos, caroteno, cianocobalamina, cistina, cálcio, cinzas (9,06%), colina, consolidina, equimidina, esteróis, fenilamina, ferro, fósforo, fructanos, heterosídeos cianogênicos e saponínicos, gomas, histidina, intermedina, iodo, isoleucina, l actonas sesquiterpênicas (como a leonitina e as trimetoxicumarinas), lasiocarpina, leucina, licopsamina, lisina, melonina, manganês, mucilagens, pirrolizidina, potássio, p roteínas, prolina, próvitamina A, tirosina, resina, saponinas, sinfitina, sinfito-sinoglossina, taninos, tanino, tirosina, treolina, triptofano, triterpenos, valina, vitaminas A, B1, B2, B12, C, E, zinco. Propriedades medicinais: a dstringente, antianêmica, antiasmática, anticancerígena, antidiabética, antidiarréica, antidisentérica, anti-hemorroidária, a ntiinflamatória, antileucêmica, anti-reumática, amarga, béquica, calmante, cicatrizante, depurativa, desintoxicante, emoliente, expectorante, hemostática, hidratante, higienizante, laxante, mineralizante, mucilaginosa, regeneradora celular, tônica, vulnerária. As folhas do confrei são utilizadas desde a antiguidade na preparação de chás para o tratamento caseiro de doenças gastrintestinais, disenterias, inflamações, reumatismos, hemorróidas, tosses e várias outras enfermidades. No entanto, estudos recentes mostram que o uso prolongado da planta pode ser tóxico ao fígado (levando a doença veno-oclusiva hepática e a casos de insuficiência do órgão) e causar o aparecimento de tumores malígnos no fígado, nos brônquios e na bexiga, não sendo recomendado o seu uso por via oral. Indicação combate a pulgões em hortaliças e frutíferas e como adubo foliar. Receita 1. Preparo e aplicação: ingredientes: 1,0 kg de confrei e água para diluição. Preparo: utilizar o liquidificador para triturar 1 quilo de folhas de confrei com água ou então deixar em infusão por 10 dias. Acrescentar 10 litros de água. Aplicação: pulverizar periodicamente as plantas. Receita 2. Solução de Confrei. 300 gramas confrei, 500 ml de água. 3 litros de água para diluição. Bata no liquidificador, o confrei e os 500 ml de água, por 1 minuto. Dilua e aplique regularmente sobre as plantas suscetíveis.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551746486702605330" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvEA-buhBI/AAAAAAAABm4/7wdh-uwRajI/s200/cravo1.jpg" /&gt;34. CRAVO DA ÍNDIA. O nome científico antigo do cravo-da-índia, Eugenia caryophyllata Thunb., deriva da palavra grega "karyophyllon" que significa "folha-noz". Da China é que veio a primeira indicação do uso do cravo-da-índia como condimento, remédio e elemento básico para elaboração de perfumes especiais e incensos aromáticos. Na China, era então conhecida por "ting hiang" e na dinastia Han (206 a.C. - 220 d.C.) seus frutos foram levados para a corte do imperador por enviados da Ilha de Java. Conta-se que os próprios javaneses mantinham um pequeno fruto na boca para melhorar o hálito, antes de ir falar pessoalmente com o imperador. Hoje, a ciência já é capaz de explicar esse uso: é que o eugenol, óleo essencial presente nesta especiaria apresenta efeitos antiinflamatório, cicatrizante, analgésico e é eficaz na eliminação de bactérias presentes na boca. A primeira pessoa a fazer uma descrição completa do cravo-da-índia foi um botânico alemão chamado Everard Rumph que dizia: "é a mais bela, a mais elegante e a mais preciosa de todas as árvores". Na culinária da Idade Média, o cravo-da-índia era usado como aromatizante para conservas e como adorno para pratos selecionados. Na época do reinado de Ricardo II, era ingrediente do Hippocras, um vinho quente tomado costumeiramente pelos nobres. No século 16, quando chegaram às Ilhas Moluccas, os portugueses imediatamente dominaram as plantações, destruindo aquelas que não podiam vigiar de perto. Esse monopólio fez com que o preço do cravo-da-índia no mercado ficasse muito alto. Os holandeses que sucederam aos portugueses agiram da mesma forma e ganharam o monopólio ao destruir todos os craveiros-da-índia, exceto aqueles que cresciam em uma ilha de sua propriedade: Ambon. Finalmente, a França rompeu o monopólio e, no começo do século XIX, a planta já era cultivada em grandes plantações em muitas regiões tropicais. No Brasil, o cravo-da-índia é cultivado em regiões quentes. Família: Mirtáceas. Origem: Ilhas Moluccas. Outros nomes populares: craveiro-da-índia, cravina-de-túnis, cravo-de-cabecinha, cravoária e rosa-da-índia. Outros Idiomas: caryophylli (latim), clove (inglês), clavo (espanhol), clou de girofle (francês), garòfano d'India (italiano). Características: o cravo-da-índia é uma planta de porte arbóreo, de ciclo perene e que atinge cerca de 12 metros de altura. A copa é bem verde, de formato piramidal. As folhas são semelhantes às do louro, ovais, opostas e de coloração verde brilhante, com numerosas glândulas de óleo visíveis contra a luz. As flores são pequenas, branco-amareladas, agrupadas em cachos terminais. O fruto é do tipo baga e de formato alongado, suculentos, vermelhos e comestíveis. Aroma forte e penetrante. Os cravos-da-índia que usamos na culinária são, na realidade, os botões florais (ainda não abertos) desta uma árvore. Composição química: eugenol, acetato de eugenol, beta-cariofileno, ácido oleânico, triterpeno, benzaldeído, ceras vegetais, cetona, chavicol, resinas, taninos, ácido gálico, esteróis, esteróis glicosídicos, kaempferol e quercetina. Partes usadas: Óleo essencial e botões florais secos. Cuidados: Não se deve exagerar no consumo do cravo. Ele pode irritar a mucosa da boca. Além disso, quem tem o estômago mais sensível também deve usá-lo com moderação. Receita 1. Coloque 50 g de cravo da Índia de molho em 450 ml de água por 24 horas. Coe em peneira fina ou papel filtro e pulverize. Controle, você terá um extrato contra pulgões. Coloca-lo espalhado nas plantações e em casa também. Receita 2. Partir um limão ou laranja e enfia-lo e colocar em um pratinho na cozinha ou na sala além de ser um repelente de insetos deixa o ambiente com um aroma delicioso. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551745953585812962" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvDh8ax1eI/AAAAAAAABmw/40J42K7Asos/s200/cravo2.jpg" /&gt;35. CRAVO DE DEFUNTO. Impede o aparecimento de insetos, ácaros, pulgões, cigarrinhas, nematódeos, broca do tomate, algumas lagartas, mariposa do repolho, mosca branca e nas plantas cultivadas. Dentre outros nomes científicos o cravo-de-defunto é mais conhecido nas espécies Tagetes erecta, T. patula e T. lucida e nominado popularmente noutros idiomas como cravo (português), tagete (francês e italiano), marigold (inglês), clavel de indias (espanhol), tem sido elevado à categoria de auxiliar no TRATAMENTO DA DENGUE. O cravo de defunto, Tagetes erecta Linn., é uma planta originária do México e suas propriedades terapêuticas são reconhecidas desde o tempo dos astecas. Nos países de língua inglesa, ela é denominada marigold e african marigold. No México, na América Central e na América do Sul (exceto o Brasil) é conhecida como cempasuchil (do nahuatl, língua falada pelos astecas, cempohualxochitl), amarillo e flor de muerto. Na agricultura, recomenda-se o seu uso como cultura intercalada no combate aos fitonematóides, microrganismos que danificam as raízes das plantas. Devido ao forte odor das flores, é usado como repelente natural de pulgões, ácaros e de algumas lagartas. Também é usado na produção de corantes, de óleos essenciais e como suplemento alimentar das aves. São muitas as ervas e raízes de reconhecido valor no tratamento de doenças. O próprio cravo de defunto vem sendo estudado, nos EUA, devido à possibilidade de se obter, a partir dele, a luteína. Devido ao forte odor das flores, é usado como repelente natural de pulgões, ácaros e de algumas lagartas. Quando plantado nas bordaduras impede o aparecimento de nematóides nas plantas cultivadas. Receita 1. 1 kg de folhas e talos em 10 litros de água. Ferver por meia hora ou picar tudo deixando de molho por 2 horas. Coar e pulverizar visando o controle de pulgões ácaros e algumas lagartas. Receita 2. Indicação: combate a pulgões, ácaros e algumas lagartas. Preparo e aplicação: ingredientes: 1 kg de folhas e/ou talo de cravo-de-defunto e 10 litros de água. Preparo: misturar 1 quilo de folhas e/ou talos de cravo-de-defunto em 10 litros de água. Levar ao fogo e deixar ferver durante meia hora ou então deixar de molho (picado) por dois dias. Aplicação: Coar o caldo obtido e pulverizar as plantas atacadas. Receita 3. Solução de Cravo-de-defunto. 300 gramas de folhas, flores e talos de cravo-de-defunto. 1 litro de álcool etílico. Água para diluir. Misture o álcool com o cravo e deixe descansar por 24 horas em um vidro bem fechado. Após este período a solução pode ser coada e utilizada diluída na proporção de 1:20, isto é 1 parte de solução para 20 partes de água. O cravo-de-defunto é um ótimo repelente de insetos e ácaros, como pulgões e cigarrinhas e pode ser consorciado com outras plantas com esta finalidade. Tagetes ou cravo-de-defunto contra nematoide e broca do tomate. O cravo-de-defunto (Tagetes patula) quando plantado em hortas, jardins ou pomares, repele insetos e mantém o solo livre de nematóides. Plante tagetes junto aos tomateiros para evitar a broca do tomate. Quando usada como cama para cães, ela afugenta pulgas. Receita 4. Para repelir insetos, macere folhas e flores e coloque-as em álcool diluído em água por 12 horas. Para 200 g da planta macerada, utilize 1 litro de álcool. Neste caso, dilua o extrato em 15 litros de água e pulverize sobre as plantas atacadas. Cravo-de-defunto quando plantado nas bordaduras das lavouras, impede o aparecimento de nematódeos nas plantas cultivadas. Receita 5. Vamos pegar cerca de 200g de folhas e talos novos da planta, fatiando tudo em pedaços pequenos e triturando na função pulsar do liquidificador, ou macerando num pilão desses pequenos se você possuir algum em casa. Em seguida colocaremos a massa obtida pela trituração ou maceração dentro de uma garrafa de vidro escuro, adicionar um litro de álcool de uso doméstico, tampar com uma rolha e guardar a infusão em lugar distante da iluminação solar direta. Após um dia de repouso já pode ser utilizada, sugerindo-se agitar a infusão antes de coar a quantidade necessária. A base é de 100ml da infusão coada em pano de algodão limpo, para cada dois litros de água pura pulverizando em seguida as plantas do orquidário. A vantagem da infusão alcoólica é que poderemos fazê-la em quantidade maior, acondicionando em garrafas esverdeadas dessas de vinho para tê-la à mão já pronta e sem perder a validade por mais de um mês. A sugestão é fazer no máximo 01 litro para orquidário doméstico, já que 01 litro da infusão no álcool rende 20 litros de calda pronta misturada a água pura. Conforme o tamanho do orquidário faça a proporção para quantidades maiores ou mesmo menores. Havendo espaço à volta do orquidário, plante bordaduras de cravo-de-defunto, ou faça vasos com sacos plásticos de mudas, colocando-os espalhados nas bancadas. Ajuda como repelente natural de insetos prejudiciais como os percevejos (maria fedida), cochonilhas, pulgões e vaquinha. Receita 6. Preparado com cravo-de-defunto - manejo de pulgões, ácaros, lagartas e nematóide. Modo de preparar: misturar 1 kg de folhas e talos de cravo-de-defunto (Tagetes sp) com ou sem flores em 10 litros de água. Levar ao fogo, deixando ferver durante meia hora ou então deixar os talos e folhas picados em molho, por dois dias. Coar e pulverizar sem diluir. O cravo-de-defunto plantado em área infestada de nematóides é um repelente natural. Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) e ou Cravorana (Tagetes sp) silvestre. As plantas inteiras, principalmente no florescimento, são boas repelentes de insetos e nematóides (no solo). O melhor repelente natural é o plantio de tagetes (o popular cravo-de-defunto) na área infestada. Se o controle ficar difícil, é indicado eliminar a planta infestada do jardim, para evitar a proliferação.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 167px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551745376566066386" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvDAW2jPNI/AAAAAAAABmo/6k7VHiswxus/s200/enxofre1.jpg" /&gt;36. ENXOFRE OU CALDA SULFOCÁLCICA. O enxofre é um produto natural que tem poder fungistático. Pode ser usado puro ou, então, ser feita a calda sulfocálcica. Possui efeito repelente e biocida. Não afeta o mecanismo de defesa das plantas como a maioria dos agrotóxicos. Redução em tratamentos fitossanitários. O enxofre (do latim sulphur) é um elemento químico de símbolo S, número atômico 16 (16 prótons e 16 elétrons) e de massa atómica 32 u. À temperatura ambiente, o enxofre encontra-se no estado sólido. É um não-metal insípido e inodoro, facilmente reconhecido na forma de cristais amarelos que ocorrem em diversos minerais de sulfito e sulfato, ou mesmo em sua forma pura (especialmente em regiões vulcânicas). O enxofre é um elemento químico essencial para todos os organismos vivos, sendo constituinte importante de muitos aminoacidos. É utilizado em fertilizantes, além de ser constituinte da pólvora, de medicamentos laxantes, de palitos de fósforos e de inseticidas. Tem ação protetora contra ácaros, insetos-praga e moléstias de forma curativa. Os ingredientes são a mistura de enxofre ventilado (2,5 kg) + cal hidratada (1,6 kg), 10 litros de água, em preparo a quente. Misturar, em um latão, o cal hidratado em 5 litros de água morna e colocar o enxofre lentamente, sempre agitando com um bastão de madeira completando os 10 litros. Deixar ferver até ficar com a coloração pardo-avermelhado. Quando esfriar, guardar em lugar sem iluminação não mais de uma semana. Na aplicação dilua 1 litro do produto em 20 litros de água. Calda sulfocálcica: Para preparar 20 litros de calda sulfocálcica são necessários: 5 kg de enxofre e 2,5 kg de cal virgem. Em tambor de ferro ou latão, sobre forno ou fogão, adicionar vagarosamente a cal virgem a 10 litros de água, agitando constantemente com uma pá de madeira. No início da fervura, misturar vagarosamente o enxofre previamente dissolvido em água quente e colocar o restante da água, também pré-aquecida, até a fervura completa. Quando a calda passar da cor vermelha para pardo-avermelhada estará pronta. Após o resfriamento, deverá ser coada em pano ou peneira fina para evitar entupimento dos pulverizadores. A borra restante pode ser empregada para caiação do tronco de árvores. A calda pronta deve ser estocada em recipiente de plástico opaco ou vidro escuro e armazenada em local escuro e fresco, por um período relativamente curto, sendo ideal sua utilização até, no máximo, 60 dias após a preparação. Uso de enxofre puro: misturar, a seco, 800 g de enxofre e 200 g de farinha de milho bem fina. Diluir 34 g em 20 litros de água e aplicar sobre as plantas. Eenxofre combate Mofo Branco ou Oídio da Roseira. Uma das doenças mais importantes da roseira é o Oídio. Esta doença ataca principalmente folhas, ramos novos e botões florais. Seu controle se dá através de podas da parte doente, recolhendo-se as folhas doentes e queimando-as. Cobre-se as partes podadas com pasta fungica. Outra forma de controle é o uso de sulfato de cobre + enxofre, conforme veremos abaixo. Receita. Para cada litro de água , misturar 3 g de sulfato de cobre + 3 grama de enxofre. Colocar os produtos em pequenas quantidades de água para a diluição. Depois juntar com o restante da água passando por uma peneira para reter os resíduos sólidos dos produtos misturados para evitar o entupimento dos bicos na hora da pulverização. Mistura-se bem e faz-se a aplicação por cima e por baixo das folhas. Repete-se o mesmo procedimento a cada 15 a 20 dias. Deve-se aplicar preventivamente mesmo sem o ataque da doença. Este produto serve para o controle da pinta preta da roseira também. Lembrando-se que o preparo e aplicação do produto deve ser efetuado com EPI (equipamento de proteção individual).&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551744821412435602" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvCgCvnFpI/AAAAAAAABmg/ScldcK0fvFo/s200/deusa.jpg" /&gt;37. EUCALIPTO. O Eucalipto folhas são inseticidas de grãos armazenados. Eucalipto (do grego, eu + καλύπτω = "verdadeira cobertura") é a designação vulgar das várias espécies vegetais do género Eucalyptus, ainda que o nome se aplique ainda a outros géneros de mirtáceas, nomeadamente dos géneros Corymbia e Angophora. São, em termos gerais, árvore e, em alguns raros casos, arbustos, nativas da Oceania, onde constituem, de longe o género dominante da flora. O género inclui mais de 700 espécies, quase todas originárias da Austrália, existindo apenas um pequeno número de espécies próprias dos territórios vizinhos da Nova Guiné e Indonésia, e mais uma espécie (a mais setentrional) no sul das Filipinas. Adaptados a praticamente a todas as condições climáticas, os eucaliptos caracterizam a paisagem da Oceania de uma forma que não é comparável a qualquer outra espécie, noutro continente. Receita. Folhas de Eucalipto, Louro, Dentes de Alho, Sal. Todos estes produtos são indicados para o controle de pragas de grãos armazenados. Devem ser misturados com o produto a conservar. No caso do eucalipto usar a variedade citriodora em camadas alternadas. Controla: carunchos, gorgulhos e traças. O óleo do eucalipto Corymbia citriodora através do princípio ativo p-menthane-3,8-diol (PMD) é capaz de repelir os mosquitos transmissores do vírus do Nilo ocidental.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 155px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551744016713096754" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvBxNAVnjI/AAAAAAAABmY/E1Puwb4FtWc/s200/farelo1.jpg" /&gt;38. FARELO DE TRIGO. Farelo é um resíduo da fabricação da farinha de gramíneas - trigo, arroz, milho, cevada, centeio,aveia, milhete e outros cereais - para o consumo humano. É constituído prevalentemente pelos tegumentos das sementes, ou seja, a dura camada externa do grão do cereal, que consiste da combinação dealeurona e pericarpo. Quando o farelo é removido, perde-se uma porção do valor nutricional do grão. A fibra ou farelo de trigo é a película externa da parte comestível do grão de trigo, que não é digerida pelo organismo humano. Porém, a fibra tem uma função muito importante: ela absorve água e forma o bolo alimentar, aumentando a ação muscular dos intestinos. Uma dieta rica em fibras evita, também, altas taxas de colesterol e de açúcar no sangue. Desta forma, regulariza as funções gastrointestinais, contribuindo para o bem estar geral do organismo. Pode ser utilizada no preparo de biscoitos, pães, iogurtes, sopas, bolos, tortas, vitaminas, sucos, feijão, leite, etc, sem alterações de sabor. Elimina toxinas do organismo, aumenta o período de saciedade e conseqüente controle de peso. Na sua composição são encontrados diversos minerais, inclusive o cromo, que possui funções na manutenção do metabolismo dos carboidratos e gorduras. Receita 1 para o Controle do Tatuzinho em Hortaliças. O tatuzinho é uma praga que ataca as hortaliças e se alimenta de raízes, porém esta não se caracteriza por trazer grandes prejuízos no cultivo de hortaliças. Seu controle pode ser efetuado através de iscas conforme o protocolo abaixo. Modo de fazer: 1 kg de farelo de trigo + 50 ml de melaço + 10 g de defensivo do grupo dos Carbamatos (menos agressivo). Receita 2. Para combate de Fungos de Solo (Fusarium, Sclerotinia, Rhizoctonia e Botrytis). Fungicida biológico com o fungo Trichoderma sp. O fungo atua inibindo o desenvolvimento dos patógenos do solo. Aplicar o fungicida sobre o substrato ou solo cerca de 5 dias antes do plantio da muda ou das sementes. Ingredientes: 1 kg de farelo de trigo; 100 g de melaço ou açúcar mascavo; 100 g de inseticida fosforado ou carbamato. Preparo: misturar os ingredientes e depois fazer bolinhas de 2-3 cm para distribuí-las próximo às plantas no final da tarde.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 164px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551743355954497298" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvBKvfNhxI/AAAAAAAABmQ/fDDLlGBMcJ4/s200/farinhaosso1.jpg" /&gt;39. FARINHA DE OSSO - Insumo de baixa solubilidade, utilizado para correção de várias deficiências minerais, principalmente cálcio e fósforo. Pode ser produzido com ossos de animais abatidos na propriedade ou originados de algum abatedouro. O osso deve ser queimado e depois moído para viabilizar a sua utilização. Esta farinha ajuda a manter e melhorar o equilíbrio de microorganismos úteis ao solo e possibilita o controle de diversos nematóides, através do aumento de fungos inimigos desse tipo de parasitos. “Trata-se de um controle biológico”, ressalta. Fertilizante orgânico, rico em fósforo e cálcio, ideal para hortas, pomares e jardins ornamentais, deve ser incorporado ao solo para melhores resultados. Os adubos orgânicos – classificação na qual se encaixa esta farinha – não têm alguns efeitos danosos dos fertilizantes químicos, como a salinização e a acidificação dos terrenos. Esta farinha ajuda a manter e melhorar o equilíbrio de microorganismos úteis ao solo e possibilita o controle de diversos nematóides, através do aumento de fungos inimigos desse tipo de parasitos. “Trata-se de um controle biológico do solo”. Receita. Controle de Formigas - Repelir com barreiras de farinha de ossos, casca de ovos moída ou carvão vegetal em linhas seguidas sobre o solo. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 164px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551742413898199858" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvAT6DfMzI/AAAAAAAABmI/nD83A_tlEHI/s200/farinhapeixe1.jpg" /&gt;40. FARINHA DE PEIXE. Carência de proteína na agricultura. Até poucas décadas atrás, a forma mais comum de agricultura era o cultivo extensivo, sem a adição de alimento suplementar, em que apenas a produtividade natural sustentava uma baixa densidade de indivíduos, resultando numa baixa eficiência de produção. Em anos recentes, o advento de técnicas modernas de agricultura estimulou a progressiva transformação dos cultivos extensivos em cultivos semi-intensivos ou intensivos, numa evolução essencial para garantir a viabilização econômica dos cultivos. Intensificar um cultivo implica em aumentar a quantidade de biomassa de animais produzidos por área, à custa do fornecimento constante de alimento nutricionalmente adequado. Uma vez que tal suprimento de alimento perfaz de 30 a 70% do total dos custos operacionais da agricultura intensiva (KAUSHIK, 1989), a alimentação se tornou o fator unitário mais importante para a administração dos cultivos modernos. Dentre os peixes cultivados, 88% da produção é composta por peixes de hábitos onívoros e/ou herbívoros, que consomem anualmente 73 mil toneladas (ton) de farinha de peixe na ração. Já os peixes carnívoros constituem 12% da produção agrícola, porém, utilizam 660 mil ton de farinha de peixe, ou seja, cerca de 90% da farinha de peixe utilizada na agricultura mundial é destinada às espécies carnívoras. O cultivo intensivo das espécies carnívoras é economicamente atraente porque as espécies selecionadas possuem elevado valor comercial (FAO, 1994), mesmo dependendo do uso de farinha de peixe e de outros recursos pesqueiros como fonte básica de proteína e de lipídeo detário (TACON, 1994). Em todo o mundo, a farinha de peixe é a fonte protéica de origem animal mais abundante para a manufatura de ração para animais domésticos. É considerada como a fonte nutricional ideal para suprir as necessidades protéicas e lipídicas dos peixes carnívoros, apesar de ser um ingrediente relativamente caro e com fornecimento limitado. Em 1990, cerca de 86% da farinha de peixe produzida no mundo foi utilizada na composição de rações para aves, suínos e ruminantes. Os 14% restantes foram das rações para animais aquáticos (ANÔNIMO, 1993). A elaboração de ração para agricultura depende atualmente de um grande aporte de farinha de peixe. Com a progressiva escassez desse insumo no mercado mundial, a produção de uma ração comercial de qualidade dependerá, em futuro breve, da elaboração de um substituto adequado para a farinha de peixe, tanto no aspecto nutricional como de custo. Apesar da grande variedade de ingredientes já testados no mundo como substitutos da farinha de peixe na ração para espécies aquáticas carnívoras, poucos ingredientes possuem algum potencial. A maior parte dos produtos testados apresenta limitações quanto à disponibilidade em larga escala, valor nutricional e preço. O sucesso econômico e nutricional de um substituto depende também de fatores como: (1.) tecnologia de processamento adotada para inativar e/ou remover os fatores antinutricionais endógenos, disponibilidade e digestibilidade do nutriente, (2.) formulação adequada da ração, (3.) enzimas dietárias. (4.) minerais e amino ácidos essenciais - cristalizados ou conjugados e (5.) estimuladores de apetite para garantir ao balanceamento da ração e a sua palatabilidade, otimizando ainda, a ingestão, digestão e absorção dos alimentos. TACON (1994) avalia que a farinha de peixe permanecerá ainda como fonte protéica principal para as rações de peixes carnívoros até o final da década. Entretanto, acredita também que o desenvolvimento de outras fontes protéicas, como a proteína de seres unicelulares ("single-cell protein") e a proteína vegetal, propiciarão o melhor aproveitamento dessas proteínas alternativas, reduzindo a dependência de farinha de peixe para metade dos teores atualmente utilizados nas rações. Este processo de substituição é geralmente lento, mas fatores como o aumento do preço da farinha de peixe, saturação ou declínio do valor de mercado das espécies comercializadas, ou a legislação governamental limitando o conteúdo de fósforo (P) ou farinha de peixe das rações aquáticas, poderiam acelerar este processo. Material oriundo da indústria pesqueira, rico em nitrogênio, fósforo e potássio, além de muitos micronutrientes. Promove um bom desenvolvimento vegetal das plantas. Tem o inconveniente de ser muito caro. Restrito à algumas atividades agrícolas de alto valor econômico. Processo de produção. Para se obter uma boa farinha de pescado, é fundamental a utilização de matéria-prima de qualidade. Resíduos em estado avançado de decomposição são difíceis de ser processados e rendem muito menos. O processo de elaboração da farinha é composto das seguintes fases: (1.) Cozimento. As proteínas dos resíduos são coaguladas através do calor, facilitando a retirada da água e do óleo na hora da prensagem. O cozimento é feito num tanque de fundo falso, onde a matéria-prima é depositada. (2.) Prensagem. É feita para retirar o óleo e reduzir a quantidade de água dos resíduos de 70% para 50%. A prensa funciona através do sistema de parafuso sem fim, que pressiona o peixe cozido num cilindro perfurado. Para aproveitar melhor a matéria-prima, passe a água e o óleo (o chamado licor de prensa) numa tela fina, recuperando os pedaços maiores. O óleo retirado também pode ser aproveitado na elaboração de rações, já que o seu valor nutritivo é bem alto. (3.) Secagem. É retirado todo o excesso de umidade que ainda permanece na matéria-prima, para evitar o surgimento de bactérias e fungos na farinha. A secagem é feita sob o sol até que a umidade fique em aproximadamente 10%. (4.) Moagem e empacotamento. A moagem é feita para quebrar os pedaços maiores do produto. Em seguida, a farinha é empacotada em sacos plásticos ou de papel. O produto deve ser estocado em lugar seco, bem ventilado e protegido de roedores e pássaros.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 146px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551741173806235026" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu_LuWhfZI/AAAAAAAABl4/OVt4XJyuBDM/s200/farinhatrigo1.jpg" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;41. FARINHA DE TRIGO. Controle de ácaros, pulgões e lagartas. A farinha é um pó desidratado rico em amido, utilizado na alimentação, produto obtido geralmente de cereais moídos, como trigo ou de outras partes vegetais ricas em amido, como a raiz da mandioca. Denomina-se "integral" se, na sua elaboração, o grão inteiro for moído: a parte interna (endosperma), as cascas (farelo) e o gérmen. Será "refinada" caso sejam retiradas as cascas dos grãos. Podem existir farinhas de diferente cereais. A mais habitual é a farinha de trigo, elemento imprescindível para a elaboração do pão, macarrão, bolos e mingaus e outros alimentos. As farinhas de trigo são classificadas, no Brasil, em: (1.) Farinha Integral - proveniente da moagem do grão de trigo inteiro é utilizada no preparo de pães integrais, com alto teor de fibras. (2.) Farinha Especial - apresenta uma quantidade de glúten (proteínas do trigo) que a torna ideal para ser utilizada no preparo dos diversos pães que conhecemos; Semolina - apresenta um teor de glúten superior, sendo destinada ao preparo de macarrão e outras massas. (3.) Farinha Comum - apresenta um teor de glúten menor, sendo utilizada no preparo de bolos,doces, pães e outros alimentos. A farinha de trigo é recurso eficiente no controle de ácaros, pulgões e lagartas em horas domésticas e comunitárias. Sua aplicação deve ser feita em dias quentes e secos, de preferência com sol. Receita 1. Diluir uma colher de sopa de farinha para cada litro d’água e pulverizar sobre as folhas infestadas, de preferência na parte da manhã, pois a mistura cria uma película quando em contato com o sol, envolvendo os organismos invasores, facilitando sua remoção manual ou pela ação do vento. Repetir a cada duas semanas, até a solução do problema. Receita 2. Preparo: diluir 1 colher de sopa (20 g) em 1,0 litro de água e pulverize nas folhas atacadas. Repetir depois de 2 semanas. Receita 3. Baratas - Eis um excelente baraticida: Misturar bem os seguintes componentes: 100 g de gesso em pó, 50 g de bórax e 100 g de farinha de trigo. Colocar em caixas de fósforos (abertas!) ou em tampinhas de refrigerante, bem ao nível do solo. Colocar um pouco de água nas imediações, pois depois de comer a mistura, elas sentem sede e procuram a água e ai já viu... o intestino vira pedra. As baratas também adoram cerveja. Coloque um pouco de ácido bórico numa garrafa com um pouco de cerveja, deite a garrafa, faça uma espécie de ponte entre o solo e a boca da garrafa (palito de picolé, por ex.) e veja que resultado! Outra formula: 10 g de acido bórico (a venda em farmácias) e 80 g de açúcar bem fino. Mais uma fórmula: cebola ralada + ácido bórico + queijo ralado. Misturar tudo e colocar em pratinhos embaixo de moveis, geladeiras, etc. Se nenhum destes métodos funcionar: chinelo nelas. Receita 4. Ratos - Nunca mate um rato macho! Explico: Os ratos são polígamos, isto é, vários machos cruzam com a mesma fêmea. Se houver muitos machos para poucas fêmeas eles, os machos, perseguirão as fêmeas, aumentando a disputa, e nessa guerra os machos matarão uns aos outros, inclusive filhotes. Os métodos convencionais geralmente eliminam os ratos machos, pelo fatos destes não terem que cuidar dos filhotes e vagarem mais que as fêmeas. Ratoeiras e gaiolas são métodos bem eficientes, mas requerem paciência. Veja esta fórmula facílima: 1 parte de gesso em pó e 3 partes de farinha de trigo. Para tornar a mistura mais atraente (para o rato, é claro!) adicione raspa de queijo, farinha de peixe, etc. Ao ingerir o gesso (sulfato cálcico) o rato sente muita sede, procura água e bum... o intestino vira uma “pedra” e ele morre. Fácil. Por isso, colocar água nas imediações da mistura. Receita 5. Ingredientes. 25 g de carbonato de bário, 30 g de farinha de trigo ou milho, e água suficiente para fazer a massa. Faça pequenos bolinhos e coloque nos caminhos por onde passam. Receita 6. Farinha de trigo com cal virgem também é uma maravilha. Ao comer a mistura, sente sede, bebe água e o gás formado no intestino mata-os. Outra: banana amassada recheada com cimento. Dizem que é uma delicia e funciona. Receita 7. Com Angico. (isca contra saúvas). Bata no liquidificador algumas folhas de angico com água. Deixe o preparado descansando por dez dias. O cheiro é forte. Depois, coe a mistura e junte bagaço de laranja. Para completar adicione farinha de trigo, fazendo bolinhas bem pequenas com esta massa, para que as formigas possam carregar. Espalhe estas pequenas armadilhas pela trilha das cortadeiras. Receita 8. Farinha de trigo e leite contra pulgões e ácaros. Junte 1 litro de leite desnatado, 4 xícaras de farinha de trigo e misture em uma lata (20 litros) de água. Pulverize ou regue as plantas, sempre mexendo o líquido. Receita 9. No manejo de insetos-pragas que ocorrem em hortas, recomenda-se o seguinte preparo: diluir 1 colher de sopa de farinha de trigo em 1L de água e pulverizar nas folhas atacadas. Aplicar pela manhã em cobertura total nas folhas, em dias quentes, secos e com sol; mais tarde, as folhas secando com o sol formam uma película que envolve as pragas e caem com o vento, repetindo depois de 2 semanas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 146px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551741640738581106" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu_m5z3qnI/AAAAAAAABmA/0cqAZzZM-Mg/s200/frutaconde.jpg" /&gt;42. FRUTA-DO-CONDE OU PINHA. Fruta-do-conde ou pinha contra broca, cochonilha e pulgões. Fruta-do-conde (Annona coriacea) é uma árvore pequena, não-pioneira, da família das anonáceas, que ocorre nos cerrados do Brasil. Outros nomes: Ata, Pinha, Condessa, Cabeça-de-Negro, araticum-do-campo, araticum-dos-lisos e marolinho. Pertence à família da Graviola. Possui folhas ovadas, coriáceas, flores amarelas e frutos bacáceos múltiplos, grandes, comestíveis e muito saborosos, com sementes tidas como antidiarréicas. Quando está maduro, o fruto abre-se. O fruto é meio redondo, com várias saliências elevadas; à medida que vai amadurecendo, essas saliências mudam de cor, passando do verde claro para o verde meio cinzento. A polpa tem gomos, as sementes são compridas, de cor preta brilhante, cobertas por uma massa doce, macia, perfumada e muito saborosa. É conhecido mais comumente como fruta-do-conde pelo fato de a primeira muda da espécie, vinda das Antilhas, ter sido plantada na Bahia, em 1626, pelo governador Diogo Luís de Oliveira, o Conde de Miranda, conforme relato de Pio Corrêa. Somente em 1811, a espécie foi introduzida no Rio de Janeiro, por um agrônomo francês, a pedido do rei Dom João VI. No Nordeste, Brasília e interior do estado do Rio de Janeiro a fruta do conde é conhecida como pinha, sendo plantada atualmente no Vale do São Francisco, incluindo a fruta modificada sem sementes. É também conhecida no Norte e Nordeste do Brasil como pinha ou ata. Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo. A fruta-do-conde ou pinha (Annona squamatosa) tem ação contra brocas, cochonilhas e pulgões através de suas sementes e raízes. Receita 1. Triture as sementes ou raízes e espalhe sobre os locais infestados. &lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 176px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551740096492979122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu-NBDBw7I/AAAAAAAABlo/kxNfq-P5bKQ/s200/fumo1.jpg" /&gt; 43. FUMO. Fumo de rolo, fumo crioulo, ou ainda fumo de corda, é um tipo de fumo (tabaco) torcido e enrolado, normalmente utilizado para confeccionar cigarros de palha, mas também consumido mascando-se pequenos pedaços. Há também várias receitas que utilizam fumo de rolo para combater pragas em hortas domésticas. As folhas de tabaco são colhidas quando atingem plena maturação e penduradas para murchar. Após a separação das nervuras centrais, as folhas são enroladas para formar a corda, variando entre quatro e oito o número de folhas usadas, conforme a grossura desejada, sendo a corda enrolada em um sarilho. O fumo de rolo é curado ao sol durante 60 a 90 dias; neste período a corda é torcida várias vezes, passando de um sarilho para outro. A nicotina - um alcalóide que se obtém através do fumo - é um poderoso inseticida, de fácil obtenção, tendo ação de contato contra pulgões, lagartas e outras pragas. Receita 1. colocar 100 gramas de fumo de corda cortado em pedacinhos em 1 litros de álcool, mantendo abrigado da luz por alguns dias. 2. Filtrar espremendo em pano e guardar o extrato em garrafa escura. Aplicação: Para pulverizar as plantas, misturar 200 mililitros do extrato com 200 gramas de sabão e dez litros de água. Quanto mais forte (alcalino) for o sabão, melhor. Ele deve ser cortado em pequenos pedaços e dissolvido em água quente antes de ser adicionado à mistura. A calda pronta pode ser acrescida de sabão e cal hidratada, melhorando a sua atividade e persistência na folha. Quando a nicotina é exposta ao sol, diminui sua ação em poucos dias. Receita 2. Uma boa alternativa para o controle de pragas e doenças, sem o uso de agrotóxicos, em hortaliças, plantas ornamentais e frutíferas é o controle através da calda do fumo, conforme a receita a seguir: Ingredientes: 100 g de fumo de corda. 10 l de água. 20 g de pimenta vermelha (malagueta). 1lt de álcool. l50 g de sabão neutro. Modo de fazer: Ferver os 10 litros de água, retirar do fogo, adicionar 100 gramas de fumo picado, deixar esfriar (a nicotina vai se dissolver na água quente). Este extrato deve ser guardado em um recipiente por até 30 dias. Macerar as 20 gramas de pimenta e colocar em vidro ou garrafa com tampa, junto com 1 litro de álcool e deixar descansando uma semana antes de usar. Este preparo pode ser armazenado por alguns meses, se estiver bem tampado. Dissolver 50 gramas do sabão neutro em 1 litro de água quente. Na hora de usar, colocar 1 litro do extrato de fumo junto com meio copo de extrato de pimenta, juntando com a solução do sabão. Colocar tudo em um pulverizador costal de 20 litros. Agitar a mistura e completar com água. Observações: É tóxico para o ser humano e pode afetar os inimigos naturais. O seu preparo e aplicação requerem cuidados. A colheita do vegetal tratado deve ser feita, somente 3 dias após a aplicação do fumo. Não deve ser empregado fumo em plantas da família da batata. Quando aplicado como cobertura do solo, pode prevenir o ataque de lesmas, caracóis e lagartas cortadeiras, porém, pode prejudicar insetos benéficos do solo, como as minhocas. Outros preparos: Receita 3. Para controle de pulgões, cochonilhas, grilos e vaga-lumes. Ingredientes: 15 a 20 centímetros de fumo em corda e água. Preparo: Coloque o fumo em corda de molho durante 24 horas, com água suficiente para cobrir o recipiente. Aplicação: Para cada litro de água, use 5 colheres (de sopa) dessa mistura, usando no mesmo dia. Receita 4. controle de lagartas e pulgões em plantas frutíferas e hortaliças. Ingredientes: 100 gramas de fumo em corda, 1 litro de álcool e 100 gramas de sabão. Preparo: misture 100 gramas de fumo em corda cortado em pedacinhos com 1 litro de álcool. Junte 100 gramas de sabão e deixe curtir por 2 dias. Aplicação: para pulverizar plantas utilize 1 copo do produto em 15 litros de água. Receita 5. Controle de vaquinhas, pulgões, cochonilhas e lagartas. Ingredientes: 1 pedaço de fumo em corda (10 a 15 centímetros); meio litro de álcool; meio litro de água e 100 gramas de sabão em barra. Preparo: corte o fumo em pequenos pedaços e junte a água e o álcool. Misture em um recipiente deixando curtir durante 15 dias. Decorrido esse tempo, dissolva o sabão em 10 litros de água e junte com a mistura já curtida de fumo e álcool. Aplicação: pode ser aplicado com pulverizador ou regador. No caso de hortaliças, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 3 dias antes da colheita. Receita 6. Controle de pulgões, vaquinhas e cochonilhas. Ingredientes: 20 colheres (sobremesa) de querosene, 3 colheres (sopa) de sabão em pó, 1 litro de calda de fumo e 10 litros de água. Preparo e Aplicação: para o preparo da água de fumo coloque 20 gramas de fumo de rolo bem forte e picado em 1 litro de água, fervendo essa mistura durante 30 minutos. Após, coá-la em pano fino, adicione 3 a 4 litros de água limpa e utilize o produto obtido no mesmo dia. Em seguida, aqueça 10 litros de água e junte 20 colheres (sobremesa) de querosene e 3 colheres (sopa) de sabão em pó. Deixe esfriar em temperatura ambiente e adicione, então, 1 litro de calda de fumo. Receita 7. Controle de pulgões, lagartas e tripes. Ingredientes: 1 quilo de folhas trituradas de fumo em 15 litros de água por 24 horas. Preparo: a solução é coada e com a adição de um pouco de sabão. Aplicação: pulverizada conforme a receita acima ou no solo na forma de pó feito com folhas secas ou pedaços de folhas colocadas no chão em cobertura. Receita 8. Calda de fumo com sabão neutro. Picar 100g e colocar em meio litro de álcool, acrescentando meio litro de água. Deixar curtir por 15 dias e depois dissolver 100g de sabão neutro em 10 litros de água e juntar na mistura. Pulverizar para controle de vaquinhas, cochonilhas, lagartas e pulgões. Receita 9. Calda de fumo e sabão. Ingredientes: 10 cm de fumo de rolo. 50 g de sabão de coco ou neutro. 1 litro de água. Modo de fazer: Pique o fumo e o sabão em pedaços, junte a água e misture bem. Deixe curtir por cerca de 24 horas. Coe e pulverize as plantas atacadas. Receita 10. Calda de fumo com pimenta. 50g de fumo picado e 50g de pimenta dentro de um litro de álcool. Deixar curtir por uma semana esta mistura em 10 litros de água + 250g de sabão neutro ou detergente. Fazer aplicação controlando vaquinha, lagartas, cochonilha. Receita 11. Extrato de fumo com pimenta contra lagartas. As lagartas são a fase jovem da borboleta. Todas são muito vorazes e algumas tem o hábito noturno. Pulverize com extrato de fumo com pimenta sobre as lagartas. Outro cuidado é o esmagamento dos ovos nas folhas ou a catação manual das lagartas, com cuidado de usar luvas grossas para evitar queimaduras. Receita 12. Extrato de Fumo controle de Pulgões. Insetos que sugam seiva das plantas. Existem de diversas cores. A maioria é desprovida de asas e vive em colônias. Protocolo: Pulverize com extrato de fumo. O extrato de fumo deve ser preparado se seguinte forma: Coloque um pouco do fumo de rolo picado em uma tigela e cubra com álcool (líquido ou gel) Quando o fumo tiver absorvido todo o álcool, coloque novamente um pouco de álcool diluído em água. Deixe por 48 horas em local fresco. Torça o preparado em um pano ralo e guarde-o em uma garrafa em local escuro. Pulverize este extrato sobre toda a folha para espantar pulgões. Se desejar também combater cochonilhas, na hora de usar, misture cerca de um copo desse líquido com 100 g de sabão neutro derretido em água quente. Acrescente mais 10 litros de água, coe e pulverize. Receita 13. Macerado de fumo. Besouros, Caracóis, Lesmas, Tatuzinhos, Lagartas, Pulgões etc: Para combater estas pragas, use qualquer uma das seguintes soluções: Extrato de nicotina - Ingrediente: 20 (vinte) centímetros de fumo de rolo forte e 4 (quatro) litros de água. Picar o fumo e ferver durante 30 (trinta) minutos em 1 (um) litro de água. Retirar do fogo e deixar esfriar. Coe em pano fino e misture com mais 3 litros de água. O produto obtido é pulverizado sobre as pragas. Ter cuidado de aplicar rapidamente, porque seu efeito só dura 8 horas. Tábuas nos Canteiros: Coloque tábuas nos canteiros, pois nas horas quentes do dia os insetos se escondem debaixo das tábuas, sendo possível matá-los quando as tábuas são retiradas. Receita 14. (Indicado para Pulgões, Vaquinhas, Formigas Lava Pés, e Cochonilas sem carapaça). Ingredientes: 20 gramas de fumo de rolo. 1 litro de água. Modo de Preparar: Utilize 20 gramas de fumo de rolo bem forte, que deve ser picado e fervido durante 1/2 hora em 1 litro de água. Coe em pano fino e misture 3 a 4 litros de água limpa. Macerado de Fumo - Picar 10 cm de fumo-de-corda e colocar em um litro de água por um dia. Diluir em 10 litros de água e pulverizar as plantas. Controla: cochonilhas, lagartas, pulgões e piolhos. o alecrim passou a ser usado também como inseticida. Para esse fim, mistura-se uma xícara de óleo de alecrim em dois litros do chá de fumo. Bata no liquidificador e aplique. Ácaros. O tipo de ácaro mais comum é conhecido como ácaro-vermelho, tem a aparência de uma aranha de cor avermelhada. Ataca flores, folhas e brotos, deixando marcas semelhantes à ferrugem. O ataque de ácaros diminui o ritmo de crescimento, favorece a má formação de brotos e, em caso de grande infestação, pode matar a planta. Ambientes quentes e secos favorecem o desenvolvimento dessa praga. Apesar de quase invisíveis a olho nu, sua presença é denunciada pelo aparecimento de uma teia fina. Costuma atacar mais as plantas envasadas do que as que estão em canteiros. Dicas - uma boa dica é borrifar a planta com água, regularmente, já que este inseto não gosta de umidade. Casos mais severos exigem que as partes bem atacadas sejam retiradas; a Calda de Fumo ajuda a controlar o ataque. Percevejos. São mais conhecidos como maria-fedida ou fede-fede, pois exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados. Seu ataque costuma provocar a queda de flores, folhas e frutos, prejudicando novas brotações. Dica - vespas são suas predadoras naturais. Devem ser removidos manualmente, um a um; se o controle manual não surtir efeito, a Calda de Fumo pode funcionar como um repelente natural. Fumo (NICOTINA). Indicação - a nicotina contida no fumo é um excelente inseticida, tendo ação de contato contra pulgões, tripes e outras pragas. Quando aplicada como cobertura do solo, pode prevenir o ataque de lesmas, caracóis e lagartas cortadeiras, grilos, vaga-lumes, porém, pode prejudicar insetos benéficos ao solo como as minhocas. O fumo em pó sobre os vegetais é um defensivo contra pragas de corpo mole, como lesmas e outras, sendo menos tóxico se empregado nesta forma. Na agricultura orgânica seu emprego deve ser precedido de autorização do órgão certificador. Características - a calda pronta pode ser acrescida de sabão e cal hidratada, melhorando a sua atividade e persistência na folha. Quando a nicotina é exposta ao sol, diminui sua ação em poucos dias. A adição de algumas gotas de fenol é recomendada para manter suas características iniciais. A colheita do vegetal tratado deve ser feita, somente 3 dias após a aplicação do fumo. Não deve ser empregado o fumo em plantas da família da batata ou tomate (Solanaceae). O tratamento com concentrações acima do recomendado, pode causar danos para muitas plantas. A nicotina bem diluída apresenta baixo risco para o homem e animais de sangue quente e 24 horas depois de pulverizada, torna-se inativa. No entanto, em elevada concentração é tóxica para o ser humano e pode afetar os inimigos naturais. O seu preparo e aplicação requerem cuidados. No caso de hortaliças e medicinais, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 3 dias antes do consumo. Devido ao seu alto poder inseticida, o seu emprego na agricultura orgânica é bastante restrito. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551739467903597074" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu9obXo-hI/AAAAAAAABlg/hhaq1QwIDvw/s200/gengibre.jpg" /&gt;44. GENGIBRE. O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, principalmente pelos indígenas é Mangarataia ou mangaratiá. É conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. Em Portugal existe registro da sua presença desde o reinado de D. João III (1521-1557). No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre. Hoje, o gengibre é cultivado principalmente na faixa litorânea do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e no sul de São Paulo, em razão das condições de clima e de solo mais adequadas. Trata-se de uma planta perene da Família das Zingiberáceas, que pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas. Como planta medicinal o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona. O gengibre tem ação bactericida, é desintoxicante e acredita-se também que possua poder afrodisíaco. Suas propriedades afrodisíacas e estimulantes são conhecidas há séculos. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sanguínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Além disso, o óleo de gengibre também é utilizado para massagear o abdômen, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais. Receita 1. Solução Inseticida Picante. 50 gramas de pimenta do reino. 50 gramas de pimenta malagueta (fresca ou desidratada). 8 dentes de alho. 1 pedaço pequeno de gengibre. 1/2 litro de ácool etílico. 1/2 litro de solução adesiva (do artigo anterior). Bata no liquidificador os condimentos com um copo de água. Acrescente o álcool à mistura e deixe curtir por uma semana em um frasco fechado. Acrescente a solução adesiva e dilua em 40 litros de água. Aplique sobre as plantas ou sobre o solo (neste caso não é necessária a solução adesiva). Indicada contra insetos, ácaros e nematóides. Receita 2. Triture juntos: 1 xícara (chávena) de cinzas de madeira. 1 punhado de raízes de gengibre frescas. 1 punhado de dentes de alho. Acrescente um punhado de folhas de mamoeiro e triture novamente com um litro de água. Dilua esta mistura em 5 litros de água e mexa. Mergulhe os rebentões e brotos na solução e deixe o líquido secar lentamente à sombra. Repita o processo pela segunda vez. Plante os rebentões como de costume. Três semanas após o plantio, esta solução pode ser salpicada sobre o solo ao redor das plantas jovens.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 134px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551738454960650882" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu8td3OOoI/AAAAAAAABlY/IFtmtUk-c1s/s200/geranio.jpg" /&gt; 45. GERÂNIO. Repelente de insetos na horta. Controla pulgões e ácaros. O termo Gerânio refere-se, de uma forma geral, a um grupo de ervas e pequenos arbustos dos gêneros Geranium e Pelargonium, da família das geraniáceas, que reúne cerca de 300 espécies, muitas nativas de regiões temperadas e tropicais de altitude, das quais várias são cultivadas como ornamentais ou para extração de tanino e tinturas. Gerânio cheiroso: Classe dos Pelargonium de folha perfumada, com diferentes aromas, apresentando folhagem variada e bastante atrativa. Quando se partem as folhas, estas exalam perfume parecido com o odor a rosa, menta, limão, coco. Esta planta libera o seu perfume, em muitos casos repelentes contra mosquitos, simplesmente pela ação da chuva, do vento. Além da fragrância chamativa, tem folhas ornamentais e um hábito decorativo ou até flores miúdas muito atrativas para borboletas e abelhas. As variedades de porte maior podem ser usadas cortadas dentro de um buquê de flores e assim aromatizar o ambiente da casa. Muito utilizada também em forma seca dentro de saches. O gerânio cheiroso é um pequeno arbusto, sempre verde, perene. Comporta geralmente temperaturas ate -2°C e passa bem o inverno no sul do Brasil, se plantado perto de uma parede ou abaixo da aba da casa. Dentro desse grupo encontramos: o Pelargonium graveolens ou “Rose-scented geranium” que possui um autêntico odor a rosas. O Pelargonium crispum é o “lemon-scented geranium’ que possui odor a limão ou laranja. O Pelargonium x fragans é o “nutmeg geranium”. O Pelargonium odorantissimum é o “apple-scented geranium”, com odor a maçã. O Pelargonium tomentosum é o “peppermint geranium” com cheiro de pimenta. Estas plantas possuem uma ampla variedade de folhagens e flores e usualmente são utilizadas para “pout-porris”, saquinhos de cheiro e também para chás. Dentro deste grupo encontram-se, ainda, as seguintes espécies: P. Camphor Rose; P. capitatum; P. citrosum; P. clorinda; P. crispum; P. crispum ariegatum; P.crispum variety minor; P. denticulatum; P. fragans; P. graveolens; P. graveolens minor; P. limoneum; P. limonium variety Lady Mary; P. odorantissimo; P. Old Scarlet Unique; P. Prince of Orange; P. Prince Ruper; P. Roberts Lemon Rose; P. quercifolium; P. radens; P. Rollisons Unique; P. scabrum. Nesse grupo, encontra-se também o Geraniums Mosquito que se trata de um gerânio perfumado e manipulado geneticamente com o objetivo da produção do óleo de citrino. A fragrância de citrino é sentida quando as folhas são raspadas ou quebradas. É comercializado como um repelente natural de mosquitos, mas não existe qualquer estudo que valide a sua eficácia. A produção do óleo varia conforme a idade, os cuidados dispensados à cultura, a época de plantio e o tempo. O rendimento é mais baixo nos dias chuvosos e mais altos durante os períodos quentes. As produções são usualmente mais altas no verão que no inverno. Devido ao seu poderoso e agradável aroma de rosa, é largamente empregado pelas indústrias de cosméticos, sabonetes e perfumaria. Utilizado também como planta medicinal para: eliminar toxinas, como diurético, contra celulite e obesidade, contra TPM, como cicatrizante da pele (acne, feridas, herpes, eczemas, queimaduras), como calmante, antidepressivo, analgésico de dores menstruais e de dores reumáticas, afrodisíaco, repelente de insetos e rejuvenescedor. São recomendadas em agricultura biológica pois quando consociada com as rosas e videiras repelem o escaravelho japonês e junto das couves e do milho afetam a lagarta da couve e outros vermes que infestam estas plantas.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 104px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551737608521025730" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu78MoSiMI/AAAAAAAABlQ/OzbktyfxqkA/s200/gergelim.jpg" /&gt; 46. GERGELIM. O gergelim (português brasileiro) ou sésamo (português europeu) é uma planta anual herbácea, gamopétala, originária do Oriente, pertencente à família das pedaliáceas (Sesamum indicum), com propriedades medicianais, de flores alvas,róseas ou vermelhas,hermafroditas, malcheirosas, dispostas nas axilas das folhas, e cujo fruto é cápsula oblonga, pubescente, com sementes oleaginosas, pequenas, amarelas, alvas ou pretas, arredondadas e levemente comprimidas. É cultivada na Ásia tropical por causa de suas sementes, que fornecem até 50% de óleo (ou azeite) confeccionado de sementes cruas e aquele de sementes previamente torradas resultam em dois produtos distintos, sendo o último mais utilizado como condimento em pratos orientais. As sementes de gergelim são ricas em manganês, cobre e cálcio (90 mg de cálcio por colher de sopa para sementes integrais (não descascadas) e 10 mg para sementes descascadas), e contém Vitamina B1 e Vitamina E. Elas contêm um poderoso antioxidante (chamados "lignans" em inglês), que também é anticancerígeno. Elas também contêm fitoesteróis, que bloqueam a produção de colesterol. Os nutrientes do gergelim são melhores absorvidos se triturados antes do consumo. Gergelim (termo que só se usa no Brasil) provém do árabe vulgar gilgilan, do árabe clássico ģulģulãn, significando "grão de coentro". As sementes de gergelim contêm uma grande variedade de princípios nutritivos de grande valor: lipídios (ou gorduras), mais ou menos 52%, praticamente todos eles constituídos por ácidos graxos insaturados, o que lhes confere uma grande eficácia na redução do nível de colesterol no sangue. Entre as gorduras, encontra-se a lecitina, que desempenha um papel importante no nosso organismo. E componente essencial do tecido nervoso, também se encontra no sangue, no sêmen e na bílis e intervém na função das glândulas sexuais. A lecitina é um poderoso emulsionante, que facilita a dissolução das gorduras em meio aquoso. Uma das suas funções no sangue consiste em manter dissolvidos os lípidos, especialmente o colesterol, evitando assim que se deposite nas paredes das artérias. O gergelim é, com a soja, o mais rico em lecitina. Proteínas (20 %) de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes com elevada proporção de metionina (aminoácido essencial). Vitaminas, especialmente a E (tocoferol), a B1 ou tiamina (0,1 mg por 100 g) e a B2 ou riboflavina (0,24 mg por 100 g). Minerais e oligoelementos diversos especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo. Mucilagens, ao que deve sua ação laxante suave. Receita 1. Providenciar um caminho de gergelim em volta do canteiro. Controla formigas, pois mata o fungo do qual se alimentam. Além disso, o gergelim colocado sobre o formigueiro, intoxica o tal fungo e ajuda a eliminar o “ninho” das formigas; Em ataques maciços, recomenda-se o uso de iscas formicidas, à venda em casas especializadas em produtos para jardinagem. As formigas carregam a isca fatal para o formigueiro. Receita 2. Iscas com plantas e sementes de gergelim e com raízes de mandioca brava ralada - manejo de formigas. O uso de sementes de gergelim como iscas, para ninhos pequenos, na base de 30 a 50 gramas ao redor do olheiro, é útil no combate a formigas, que irão carregá-las para dentro com o objetivo de alimentar os fungos, que, por sua vez, morrem intoxicados, deixando as formigas sem alimento (fungos). Um bom método natural para espantar as formigas é espalhar sementes de gergelim em torno dos canteiros ou da área a ser protegida. Raízes de mandioca-brava raladas colocadas ao redor do formigueiro intoxicam as formigas com o ácido cianídrico. Receita 3. Isca com farinha de sementes ou de folhas secas e moídas de gergelim (30g de sementes ou folhas misturadas com 70g de material inerte - gesso ou talco). Adicionar 10g do produto diretamente dentro do olheiro principal do formigueiro.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551736881630393426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu7R4wDtFI/AAAAAAAABlI/OSaHqWdyYNs/s200/gesso.jpg" /&gt;47. GESSO. O gesso é um aglomerante produzido a partir da gipsita (também denominada por pedra de gesso), composto basicamente de sulfato de cálcio di-hidratado. Historicamente foi utilizado como ligante em povos da Antiguidade que ocupavam zonas com climas secos, tais como o Egito ou a Fenícia. O gesso é conhecido a mais de 9000 anos. O gesso é uma substância, normalmente vendida na forma de um pó branco, produzida a partir do mineral gipsita (também denominada gesso), composto basicamente de sulfato de cálcio hidratado. Quando a gipsita é esmagada e calcinada&gt;, ela perde água, formando o gesso. Após a extração da pedra de gesso, este material é britado, ou seja, é fragmentado mecânicamente formando pequenos pedaços de pedra. É feita em seguida a calcinação desses mesmos fragmentos num forno rotativo a cerca de 160°C. Neste processo o material perde água, formando assim sulfato de cálcio semi-hidratado (CaSO4 ½ H2O). Uma vez calcinado, o material é moído formando o característico pó branco que é comercializado. No Brasil é amplamente extraído no município de Grajaú, no Maranhão, considerado um dos maiores produtores de gesso e derivados do mundo. O pólo gesseiro do Araripe Pernambucano tem uma reserva estimada de 22 bilhões de toneladas de gipsita, uma das reservas mais expressivas do mundo e a maior já medida no Brasil. O gesso é freqüentemente utilizado no auxílio do tratamento de fraturas ortopédicas. Alguns críticos opõem-se a esta prática defendendo que o gesso pode constituir um potencial perigo para a saúde ao aparentemente potencializar o desenvolvimento de microrganismo. O gesso é utilizado na produção de vinho com o efeito de fazer precipitar materiais em suspensão na mistura. Há evidências do surgimento de sua utilização em vinícolas na Europa, com maior incidência em sítios arqueológicos datados de aproximadamente 6 500 a.C. Alguns escritos gregos do filósofo Plínio, o Velho descrevem como a população da época utilizava o gesso parcialmente desidratado e um tipo de cal com o propósito de diminuir a acidez da bebida. O escritor grego Teofrasto é a mais antiga fonte conhecida a descrever esta prática de vinificação entre os gregos antigos. O gesso é utilizado como fabricação de moldes de vasos, tanto como estátuas de gesso. Receita 1. Baratas - Eis um excelente baraticida: Misturar bem os seguintes componentes: 100 g de gesso em pó, 50 g de bórax e 100 g de farinha de trigo. Colocar em caixas de fósforos (abertas!) ou em tampinhas de refrigerante, bem ao nível do solo. Colocar um pouco de água nas imediações, pois depois de comer a mistura, elas sentem sede e procuram a água e ai já viu... o intestino vira pedra. As baratas também adoram cerveja. Coloque um pouco de ácido bórico numa garrafa com um pouco de cerveja, deite a garrafa, faça uma espécie de ponte entre o solo e a boca da garrafa (palito de picolé, por ex.) e veja que resultado! Receita 2. Outra formula: 10 g de acido bórico (a venda em farmácias) e 80 g de açúcar bem fino. Mais uma fórmula: cebola ralada + ácido bórico + queijo ralado. Misturar tudo e colocar em pratinhos embaixo de moveis, geladeiras, etc.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551736332530495314" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu6x7McL1I/AAAAAAAABlA/GDSBjiQmDP8/s200/girassol.jpg" /&gt; 48. GIRASSOL. O girassol (português brasileiro) ou gira-sol (português europeu) (AO1990: girassol) (Helianthus annuus) é uma planta anual da família das Asteraceae. É caracterizada por possuir grandes inflorescências do tipo capítulo com aproximadamente 30 cm de diâmetro - cujo caule pode atingir até 3 metros de altura e apresenta filotaxia do tipo oposta cruzada, notável por "olhar" para o Sol, comportamento vegetal conhecido como heliotropismo. História. Os girassóis são plantas originárias da América do Sul cultivada pelos povos indígenas para alimentação, foram domesticadas por volta do ano 1000 a.C. Segundo o site G1, um fóssil belissimamente preservado de uma flor de 50 milhões de anos atrás, parente ancestral do girassol e da margarida, foi encontrado na Argentina e sugere que essas plantas podem ter florescido pela primeira vez na América do Sul, disseram cientistas. Fósseis da família Asteraceae, ou aster, são difíceis de serem encontrados e a maioria é formada apenas por grãos de pólen. No entanto, cientistas argentinos encontraram um fóssil com duas inflorescências primitivas que apresentavam algumas características da família aster. A botânica Liliana Katinas disse à Reuters na quinta-feira que pesquisadores vêm tentando determinar o lugar de origem da família. Um fóssil encontrado em 2002 na região da Patagônia argentina sugeriu que as flores evoluíram primeiramente na América do Sul. "Se alguém fosse dizer onde está a origem dessa família, eu diria que está na América do Sul... na Patagônia", disse Katinas. A cientista trabalha no Conselho Nacional para Pesquisa Científica e Técnica da Argentina e faz parte da equipe que vem estudando o fóssil nos últimos dois anos. "Nós encontramos uma inflorescência cujo pólen -- depois da análise de especialistas do grupo -- está na base da árvore evolutiva. E onde encontramos ela? Encontramos na Patagônia, na América do Sul", disse. Os cientistas divulgaram os resultados de suas pesquisas nesta semana em um artigo da revista "Science". Francisco Pizarro encontrou diversos objetos incas e imagens moldadas em ouro que fazem referência aos girassóis como seu deus do Sol. Receita: Girassol contra insetos. O Girassol (Helianthus anuus) é um excelente repelente de insetos através de suas folhas e flores. Coloque flores ou folhas em água e deixe ferver por 1 minuto. Coe, deixe esfriar e pulverize sobre as plantas atacadas. Girassol: inseticida repelente.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 190px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551735685389392018" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu6MQZ-mJI/AAAAAAAABk4/mW095ERJQwM/s200/hortel%25C3%25A3.jpg" /&gt;49. HORTELÃ. A Hortelã-verde, Menta, (Mentha spicata), também conhecida como hortelã-das-hortas, hortelã-comum, hortelã-das-cozinhas, hortelã-dos-temperos ou simplesmente hortelã, é uma planta herbácea perene, da família Lamiaceae (Labiadas), atingindo 30–100 cm. Existem inúmeras variedades cultivadas. É uma planta originária da Ásia mas há muito cultivada em todo o mundo, devido às essências aromáticas presentes em toda a planta, principalmente nas folhas. Tolera bem muitas condições climatéricas, desde que não falte água. Em climas frios pode perder as partes aéreas no Inverno, sobrevivendo através dos seus rizomas, que só morrem se o solo congelar completamente. História: Planta utilizada desde a antiguidade, com a sua origem confundida com os mitos. A Hortelã era muito usada pelos egípcios, hebreus, gregos, romanos e americanos, durante o século IX foram introduzidas na Europa muitas variedades. Esta planta aparece referenciada na Bíblia aparece como dízimo. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas”. (Mt 23.23) Os árabes decoravam as mesas dos banquetes com Menta antes das festas e limpavam o chão com a erva para estimular o apetite dos convidados. Uma das ninfas amadas por Plutão, Minthe foi transformada em erva para fugir da ira da ciumenta mulher do deus grego. Erva da amizade e do amor, símbolo da hospitalidade, conta-se que Zeus e Hermes nas suas andanças pela Terra, disfarçados, foram acolhidos para comer na casa de um casal de pobres anciões que forraram a mesa com hortelãs para melhor recebê-los. Os deuses então transformaram o casebre num palácio. Outra lenda dá conta que Sherazade, a personagem que contou mil e uma noite de histórias ao sultão para não morrer, relatava os seus contos ao sabor de chã de hortelã. Descrição: A Hortelã é uma planta herbácea, vivaz e rizomatosa, com porte ereto. Possui caule aéreo de seção quadrangular e ramificado. As folhas são simples de inserção oposta, verdes e geralmente rugosas. As flores são pequenas, de cor malva ou violeta. Algumas espécies possuem caules púrpura e folhas pubescentes. Floresce no verão. Componentes: vitaminas A, B e C. minerais (cálcio, fósforo, ferro e potássio). É utilizada como tempero em culinária, como aromatizante em certos produtos alimentares, ou para a extração do seu óleo essencial. Por vezes, simplesmente cultivada como planta ornamental. Parte usada: folha e sumidade florida. É também utilizada como planta medicinal, estando inscrita nas farmacopeias de muitos países da Europa. De entre as inúmeras virtudes citadas, podem destacar-se: estimulante estomacal, carminativo. Usado nas atonias digestivas, flatulências, dispepsias nervosas, empregado nas palpitações e tremores nervosos, vômitos, cólicas uterinas, útil nos catarros brônquicos facilitando a expectoração. O chá feito de hortelã é um ótimo calmante. Em geral usa-se o óleo essencial ou uma infusão das folhas e sumidades floridas. Principais constituintes: óleo essencial, tanino, matérias resinosas, pépticas. Composição. Tal como é típico dos óleos essenciais do gênero Mentha, M. spicata produz uma série de monoterpenos derivados do limoneno poroxidação. Nesta espécie predomina geralmente a carvona (em geral &gt;60%). Com grande capacidade de adaptar-se a climas diferentes, a hortelã é conhecida no mundo inteiro, não só pelo seu sabor, mas também pelo gostoso aroma e valor terapêutico. Ela é estimulante, carminativa, antiespasmódica e um tônico poderoso para organismos depauperados. Elimina cálculos biliares, icterícia, palpitações, tremedeiras, vômitos, cólicas uterinas, dismenorréia, prostatite e tosse, favorecendo a expectoração e eliminando das toxinas. Utilidades. A planta ainda é ideal para insônia, flatulência, vermes e problemas digestivos, sejam gases, prisão de ventre, dores de barriga ou de estômago. Isso porque excita, estimulando estes órgãos com a contração do estômago e movimentos peristálticos do intestino. É muito usada para cólicas e timpanite, principalmente se forem de origem nervosa. Seu sumo, embebido em algodão, melhora as dores de dentes. Na amamentação, aumenta a produção do leite. Antiséptico bucal, elimina aftas, infecções da boca em geral (bochechos) e garganta (gargarejos). A hortelã é também analgésica, indicada para dores de cabeça, cólicas intestinais, hepáticas e nefríticas. É ótima para problemas circulatórios, depurando o sangue. Além disso, ela acalma… Receita de hortelã para coceira e picadas de insetos. Pilar (moer no pilão) bem as folhas e aplicar sobre a pele. Se forem misturadas com argila, o efeito pode ser mais rápido. Como fazer o sumo Pilando bastante as folhas e depois coando num pano fino, tipo gaze, apertando bem para aproveitar ao máximo. Nunca se deve liquidificar. Banho estimulante: Ferver em lume brando cerca de 3 minutos, 50 gramas de folhas de hortelã num litro de água. Misturar à água do banho (tomar pela manhã). Efeitos colateras: Não deve ser consumida em grandes quantidades por crianças e lactantes, pois pode causar dispnéia e asfixia. As mentas não devem ser consumidas em grandes quantidades por longos períodos de tempo, pois a pulegona contida na planta exerce ação paralisante sobre o bolbo raquidiano. Pode causar insônia se for tomado antes de se deitar. Hortelã contra ratos, formigas e insetos. A planta hortelã (Menta piperita) se plantada nas bordaduras dos canteiros, repele ratos, formigas além de insetos. Receita. Ferva água junto com a erva, deixe esfriar e pulverize sobre as plantas. O chá de hortelã é muito útil para as plantas em geral, protegendo-as e desinfetando-as. Uso caseiro: Plantar perto das rosas para afastar os pulgões. Espalhar folhas frescas ou secas nas despensas, para afastar os ratos. Hortelã: O aroma forte repele insetos voadores. Pode ser plantado em toda área, repele formigas e ratos. Para controle de formigas. Plantar em volta da horta ou jardim hortelã, pimenta ou cravo de defunto. Em maior escala plante gergelim, que as formigas vão cortar e levar para o formigueiro. Há duas versões para explicar seus efeitos: uma diz que o gergelim ao fermentar no interior do formigueiro libera um gás tóxico às formigas. Outra versão diz que o gergelim modifica a condição do fungo que alimenta as formigas provocando envenenamento.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 201px; DISPLAY: block; HEIGHT: 185px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551735040308641138" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu5mtSvfXI/AAAAAAAABkw/VJITAHfZTPQ/s200/laranja.jpg" /&gt;50. LARANJA. A laranja é o fruto produzido pela laranjeira (Citrus x sinensis), uma árvore da família Rutaceae. A laranja é um fruto híbrido, criado na antiguidade a partir do cruzamento do pomelo com a tangerina. O sabor da laranja varia do doce ao levemente ácido. Freqüentemente, esta fruta é descascada e comida ao natural, ou espremida para obter sumo. As pevides (pequenos caroços duros) são habitualmente removidas, embora possam ser usadas em algumas receitas. A casca exterior pode ser usada também em diversos pratos culinários, como ornamento, ou mesmo para dar algum sabor. A camada branca entre a casca e as gomas, de dimensão variável, raramente é utilizada, apesar de ter um sabor levemente doce. É recomendada para "quebrar" o sabor ácido da laranja na boca, após terminar de consumir o fruto. A laranja doce foi trazida da China para a Europa no século XVI pelos portugueses. É por isso que as laranjas doces são denominadas "portuguesas" em vários países, especialmente nos Bálcãs (por exemplo, laranja em grego é portokali e portakal em turco), em romeno é portocala e portogallo com diferentes grafias nos vários dialectos italianos. A origem das frutas do gênero Citrus confunde-se, no tempo, com a história da humanidade. Sabe-se apenas que a maior parte dos frutos cítricos é originária de regiões entre a Índia e o sudeste do Himalaia, onde se encontram, ainda em estado silvestre, variedades de limeiras, cidreiras, limoeiros, pomeleiras, toranjeiras, laranjeiras amargas ou azedas, laranjeiras doces e de outros frutos ácidos aclimatados ou locais. Alguns autores afirmam que os citros teriam surgido no leste asiático, de onde teriam sido levados para o norte da África e para o sul da Europa, chegando às Américas por volta de 1500. Porém, tanto na Europa como na América, foi na segunda metade do século XIX que tomaram impulso o cultivo e a comercialização de suas diferentes variedades. Os citros espalharam-se pelo mundo sofrendo mutações e originando novas variedades devido ao seu cultivo via sementes. A história da laranja inicia-se na Índia, onde era conhecida pelo nome nareng. Da Índia este fruto espalhou-se pela restante da Ásia, passando a denominar-se narang, nome que foi dado a uma cidade paquistanesa, situada na província de Punjab. Da Ásia chegou à Europa no tempo das Cruzadas trazida pelos cavaleiros da Guerra Santa. Enquanto a fruta denominada laranja não foi conhecida no continente Europeu, estes povos não tinham designação para a cor de laranja. Um dos primeiros locais da Europa onde se iniciou o cultivo da laranja na França, tendo os franceses adaptado o nome narang para orange. Foi com este nome que a laranja veio a ser associada em algumas culturas à cor do ouro. A palavra or em francês significa ouro. Na Ásia e Médio Oriente, onde era conhecida, a laranjeira assumia-se como árvore ornamental e dotada de características extraordinárias. Era muito comum nos pátios das casas árabes abastadas, geralmente associada a uma fonte ou a um lago. Em várias culturas os seus frutos foram conhecidos como "maçãs do paraíso". É possível ver em pinturas antigas os frutos da "Árvore da Ciência" representados por laranjas. A cor de laranja encontra-se ligada ao fruto do mesmo nome, e em tempos antigos eram ambos considerados exóticos. Em diversas culturas e línguas o nome deste fruto adquire singularidade própria ao ponto de não haver palavras que rimem bem com ele. Receita 1. Deixe descansar por um dia, em saco plástico fechado, seis laranjas emboloradas (ficam branco-esverdeadas), liquidifique com um litro de água e quatro colheres de sopa de açúcar. Coloque no ninho da saúva para exterminá-las. Receita 2. Cascas de laranja queimadas ou aquecidas no fogo também funcionam como repelente. Receita 3. Sabe aqueles aparelhos que ligamos na tomada, ele vem com pastilhas, mas dessa vez você não vai usar as pastilhas, descasque laranja e seque as cascas no microondas ou forno, ai coloque um pedaço de casca de laranja no aparelho e põe na tomada. Retire no dia seguinte, o cheiro da laranja, repele naturalmente os pernilongos, acho que vale a pena experimentar.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551751964227846850" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvI_zzgwsI/AAAAAAAABnQ/kBrNyE_SInQ/s200/leite.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;51. LEITE. Leite é uma secreção nutritiva de cor esbranquiçada e opaca produzida pelas glândulas mamárias das fêmeas dos mamíferos (incluindo os monotremados). O líquido é produzido pelas células secretoras das glândulas mamárias ou mamas (chamadas "seios", "peitos" ou "tetas"). A secreção láctea de uma fêmea dias antes e depois do parto se chama colostro. E grande parte das espécies, existem duas glândulas (ou dois conjuntos de glândulas), uma em cada mamilo (localizado na parte frontal superior entre os seres humanos, ou na parte ventral dos quadrúpedes). Também se denomina leite o suco de certas plantas ou frutos: leite de coco, leite de soja, de arroz ou de amêndoa. Contudo, para a definição científica, o termo não se aplica aos sucos de nozes. A principal função do leite é nutrir (alimentar) os filhotes até que sejam capazes de digerir outros alimentos. Além disso, cumpre as funções de proteger o trato gastrointestinal das crias contra antígenos, toxinas e inflamações e contribui para a saúde metabólica, regulando os processos de obtenção de energia (em especial, o metabolismo da glicose e da insulina). É o único fluido que as crias dos mamíferos (ou bebê de peito) ingerem até o desmame, apesar de que hoje em dia algumas crianças passam a ser alimentadas por outros fluidos por se constatar alergia à leite. O leite de animais domesticados forma parte da alimentação humana adulta na maioria das civilizações: de vaca, principalmente, mas também de ovelha, cabra, égua, camela, etc. O homem é o único animal que continua a tomar leite depois de adulto. O leite é a base de numerosos laticínios, como a manteiga, o queijo, o iogurte, entre outros. É muito freqüente o uso de derivados do leite nas indústrias alimentícias, químicas e farmacêuticas, em produtos como o leite condensado, leite em pó, soro de leite, caseína ou lactose. O leite dos mamíferos marinhos, como, por exemplo, das baleias, é muito mais rico em gorduras e nutrientes que o dos mamíferos terrestres. O consumo humano do leite de origem animal começou há 11.000 anos com a domesticação do gado durante o chamado "ótimo climático". Este processo se deu em especial no Oriente Médio, impulsionando a Revolução Neolítica. O primeiro animal domesticado foi a vaca, e em seguida a cabra, aproximadamente na mesma época; finalmente a ovelha, entre 9000 e 8000 a.C. Existem hipóteses, como a hipótese do genótipo poupador, que supõe uma mudança fundamental nos hábitos alimentares das populações de caçadores-coletores, que passaram a ingeri-lo esporadicamente, a fim de receber carboidratos. Esta mudança fez com que as populações euro-asiáticas se tornassem mais resistentes à diabetes tipo2 e mais tolerantes à lactose, em comparação com outras populações humanas, que só mais recentemente conheceram os produtos derivados da pecuária. Contudo, esta hipótese não pode ser confirmada, inclusive por seu próprio autor. James V. Neel a refutou, alegando que as diferenças observadas nas populações poderiam ser atribuídas a outros fatores ambientais. Durante a Antiguidade e a Idade Média, o leite era muito difícil de se conservar e portanto era consumido fresco ou em forma de queijo. Com o tempo, foram sendo desenvolvidos outros laticínios, como a manteiga. A Revolução Industrial na Europa, por volta de 1830, trouxe a possibilidade de transportar o leite fresco de zonas rurais às grandes cidades, graças a melhorias no sistema de transportes. Com o tempo, apareceram novos instrumentos na indústria de processamento do leite. Um dos mais conhecidos é o da pasteurização, criada em 1864 por Louis Pasteur e depois sugerida para ser usada no leite em 1886 pelo químico microbiologista alemão Franz von Soxhlet. Estas inovações conseguiram que o leite ganhasse um aspecto mais saudável, tempos de conservação mais previsíveis e processamento mais higiênico.Receita 1. Usar puro e pulverizar nas plantas controla o oídio em abóboras. Na forma natural ou como soro, o leite é indicado no controle de ácaros e no combate de lagartas, fungos e vírus, além de ser um eficiente atrativo para lesmas, facilitando sua remoção. Receita 2. Seu emprego é recomendado principalmente em hortas domésticas e comunitárias, através da diluição de um litro de leite para cada cinco de água, e pulverizando sobre as plantas. Contra insetos o processo pode ser repetido a cada três semanas, e para outras doenças, a cada dez dias. Receita 3. No combate às lesmas, a recomendação é embeber com uma mistura de água e leite em partes iguais, um saco de estopa ou pano de algodão limpo, que deve ser colocado no pé da planta infestada, sob o qual elas se abrigarão durante a noite, e que poderá ser retirado facilitando o recolhimento das mesmas, pela manhã. Receita 4. O leite, misturado com cinza de madeira, também é indicado no controle de míldio. Outra utilidade do leite é como fungicida, nas culturas de pimentão, pepino, tomates e batata, podendo ser usado também em hortaliças, nas diluições anteriormente recomendadas. Receita 5. Leite cru e água. Uma solução de 5% de leite de vaca cru e 95% de água já pode ser utilizada para controlar o oídio ¬ doença que ataca diversas culturas, causando a morte das plantas e prejuízos aos agricultores. Receita 6. Soro de leite. Usar puro. Quando pulverizado sobre as plantas, resseca e mata ácaros. Indicação: o leite na sua forma natural ou como soro de leite é indicado para controle de ácaros e ovos de diversas lagartas, atrativo para lesmas e no combate de várias doenças fúngicas e viróticas. O seu emprego é recomendado para hortas domésticas e comunitárias. Pesquisa comprovou a eficiência do leite cru (+10%) sobre o oídio em cucurbitáceas, mesmo após o início da infecção no campo, superando o leite industrializado (tipo C e o longa vida). Essa maior eficiência do leite cru e fresco pode ser explicada, em parte, pela maior concentração de substâncias e de microrganismos fermentados em relação aos leites industrializados. (Fonte: Zatarim et al., 2005). Receita 7. Preparo e recomendações: um dos métodos recomendados, é diluir 1 litro de leite em 3 a 10 litros de água e pulverizar as plantas. Repetir depois de 10 dias para doenças e 3 semanas quando aplicado contra insetos. Receita 8. A mistura de leite azedo com água e cinza de madeira, é citado como efetivo no controle de míldio. Receita 9. Preparar mistura com: 2,5 litros de leite, 1,5 kg de cinza de madeira, 1,5 kg de esterco fresco de bovino e 1,5 kg de açúcar. Aplicar no tomate a cada 10 dias, aplicar no café a cada 15 a 30 dias. Leite as receitas de atração visam atrair as pragas para o ponto de atração com posterior eliminação mecânica.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 192px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551733596072964786" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu4SpGH8rI/AAAAAAAABkg/QdfLhjscie4/s200/losna.jpg" /&gt;52. LOSNA. O absinto Artemisia absinthium, também conhecido por losna ou sintro, é uma planta da família Asteraceae Compositaea. Efeitos colaterais: Não deve ser usado por quem estiver fazendo tratamento radioterápico. Nomes Populares: Losna, losna branca, losna maior, losna de dioscórides, losma, absinto, grande absinto, absinto comum gotas amargas, erva dos vermes, artemísia, erva dos velhos, vermute, erva santa, erva dos bichos, flor de Diana, sintro, acinto, acintro, aluína, alvina. Na Grécia Antiga, esta planta era dedicada à deusa Artemis (Diana, entre os romanos, deusa da caça e da castidade). Daí a origem de seu nome científico. A losna é aromática mas de sabor amargo, seu nome vem do grego e significa: “privado de doçura”. Seu nome latino significa "sem prazer". É uma erva originária da Europa, Ásia, e Norte da África. Aspectos Históricos: A losna é uma planta herbácea perene que pode viver até 10 anos. Suas virtudes medicinais são conhecidas desde a antiguidade. É citada num papiro egípcio que data de 600 a. C. Os celtas e os árabes também a empregavam no tratamento de problemas digestivos. É tão amarga que na Bíblia é citada como símbolo das dificuldades e tristezas da vida. Na Bíblia é apresentada como um símbolo de prova. Somente com muita fé na sua eficácia é possível suportar o seu desagradável sabor. Segundo uma antiga lenda européia a losna “arrebata o valor do homem”. Atualmente a losna é também aplicada como aromatizante de bebidas amargas como vermute. As propriedades medicinais foram descobertas pelas pessoas que viviam nas regiões semi áridas e temperadas, que constituem seu habitat. Num antigo texto grego de Dioscórides, é citada a capacidade de desperisitação interna da losna. Os chineses ainda enfiam uma folha enrolada de losna na narina para parar as hemorragias nasais. Características e Cultivo. Erva perene, cresce de 60 cm a 1 metro. Folhas bem recortadas, de cor verde acinzentadas e esbranquiçadas na parte inferior. Flores amarelas em cachos. Clima temperado, solos areno-argilosos, bem drenados e rico em matéria orgânica. Semear ou dividir touceiras ou fazer estaquia de galhos para reproduzir. De folhas recortadas de cor cinzenta, de sabor amargoso e que se utiliza como planta medicinal e na fabricação da bebida conhecida como absinto. O absinto contém pequenas quantidades de tujona, que se pensou outrora ser relacionado com o THC (tetrahidrocnabinol), mas sabe-se agora que é um antagonista dos receptores GABA-A. O consumo excessivo de tujona pode causar espasmos e convulsões. Aspectos Agronômicos: Planta de clima temperado, não resiste a geada, porém rebrota na primavera. A planta necessita de um fornecimento regular de água. Ela se propaga por sementes, por divisão de touceiras ou por estaquia. As plantas originadas das sementes são de qualidade bem superior aquelas que resultam do plantio de raízes divididas (touceiras). Por outro lado uma planta ou cultura efetuada com raízes divididas tem menor duração em anos e é menos produtiva. Na propagação por sementes é usual produzir-se previamente as mudas, em sementeiras, e depois transplantá-las. O cultivo deve ser feito em canteiros, bem preparados, com adubação orgânica, preferindo porém solos meio argilosos e meio arenosos, secos e profundos. Colhem-se as folhas antes da floração, pois no decorrer dela perdem partes de suas propriedades terapêuticas. Parte Utilizada. Folha e sumidades floridas. Constituintes Químicos: resina, ceras, taninos, vitamina B6 e C. Fitosterol, quebrachital, substâncias carotenóides e flavonóides. Compostos lactônicos em particular sesquiterpenos. Ácidos orgânicos: málico, succícnico, tânico, palmítico, nicotínico. Princípios amargos: absintina, anabsintina, artabsina e santonina. Óleo essencial: tuiona (32,4% - 34,6%), tuiol, camazuleno, felandreno e borneol (30%). A absintina é a mistura de artamarina, artamarinina e artamaridinina. Lactonas sesquirtepênicas (anabsintina, absintina). Proazuleno, carotenos, pectina e mucilagens. Uso Fitoterápico. Catarros, cólicas, diarréias, envenenamentos, escrófulas, estômago (perturbações gástricas diversas), flores-brancas, falta de apetite, fígado (afecções diversas), gripe, hidropisia, histerismo, mau-hálito, menstruação difícil e dolorosa. Em doses maiores, age como emenagogo, febrífugo, vermífugo. Anorexia, enfermidades nervosas, dispepsia, dismenorréia, transtornos biliares. Seu chá é muito benéfico: limpa e regulariza o funcionamento de diversos órgãos: estômago, fígado, rins, bexiga e pulmões. Farmacologia. Estimula e melhora o processo digestivo. É usada na indigestão, especialmente quando há deficiência na qualidade ou quantidade do suco gástrico. Seu princípio amargo e óleo volátil estimulam as secreções, aumentando o apetite. Como este fármaco é amargo, estimula a secreção estomáquica por excitação da mucosa, aumenta as secreções biliar e pancreática e o peritaltismo intestinal. Os efeitos psicomiméticos do fármaco resultam da interação da tuiona, constituinte do óleo essencial, com alguns sítios receptores no cérebro. Em doses baixas estimula o apetite, em doses altas é psicoestimulante e vermífugo. A losna pode fazer com que algumas pessoas experimentem uma grande sensualidade e se afirma que a causa se deve a um ingrediente químico: a tuiona. A presença da absintina, santonina e anabsintina podem atuar como afrodisíaco por si mesmas. Sua ação como amargo aromático vem atribuída ao conteúdo de substâncias amargas e do óleo essencial. Riscos. Não se recomenda uso por, gestantes, lactantes, pessoas sensíveis que apresentam irritações gástricas e intestinais. Se utilizada em doses altas, pode causar convulsões, perda da consciência, alucinações e até aborto. Usar somente na dose recomendada e durante o tempo de tratamento especificado. Em altas doses deve ser evitado devido aos efeitos tóxicos que pode desenvolver. Uso Energético. A Losna é muito energética. Além de debelar as toxidades do corpo, também elimina as da alma e da aura. Faz uma limpeza energética profunda e proporciona ao passivo soluções criativas e metas. A Losna tem um uso energético desde a antigüidade. Ela era usada para fazer limpezas profundas em ambientes, preparando-o para trabalhos espirituais. Também é muito usada para talismãs de amor, e é a erva indicada para trabalhos espirituais que envolvam desobcessão. Para esses fins, deve ser usada seca e triturada com as mãos em defumador. Foi muito usada na antigüidade para combater os envenenamentos por outras plantas e também nas intoxicações. Outros Usos. A Losna ajuda em tratamentos para a obesidade, pois ativa fígado, aparelho digestivo e intestinal. É muito boa para deprimidos e no tratamento de alcoolismo e drogas, pois desintoxica. Losna: Afasta animais de sua horta. Plante a losna em vasos e coloque-os próximos da horta, não a plante no canteiro, pois ela é incompatível com diversas plantas. Receita 1. Infusão de losna. Derramar um litro de água fervente sobre 300 gramas de folhas secas e deixar em infusão por 10 minutos. Diluir em 10 litros de água. Pulverizar sobre as plantas. Controla lagartas e lesmas. Receita 2. Solução de Losna. 300 gramas de losna. 1 litro de água. Prepare um chá forte, com a losna e a água, deixando ferver por 5 minutos. Tampe a panela e aguarde o resfriamento completo. Coe a solução e pulverize sobre o solo e as plantas. Indicada contra lesmas e caracóis. Receita 3. 30g de folhas secas de losna. 1 litro de água. Misture os componentes e ferva esta mistura por 10 minutos. Para sua utilização dissolva este conteúdo em 10 L de água e pulverize nas plantas atacadas. Losna (Artemisia absinthium L.) Plante a losna em vasos e coloque-os próximos da horta, não a plante no canteiro, pois ela é incompatível com diversas plantas. É indicada para afastar lagartas e lesmas. Ingredientes: folhas secas de losna e água. Preparo: derramar um litro de água fervente sobre 30 g de folhas secas e deixar em infusão por 10 minutos. Diluir em 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551732998617656290" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu3v3Zra-I/AAAAAAAABkY/73C3QOL7VG0/s200/louro.jpg" /&gt;53. LOURO. O loureiro ou louro (Laurus nobilis) é uma árvore do gênero Laurus da família botânica das Lauraceae. Nome científico: Laurus nobilis. Família: Lauráceas. Nome comum: louro, loureiro. Origem: região do Mediterrâneo (sul da Europa e Ásia Menor). Descrição e característica da planta. O louro é uma planta conhecida desde a Grécia antiga, onde as coroas feitas com suas folhas eram entregues aos vencedores de competições como símbolo de vitória. Vem daí a expressão, “louros da vitória”. Na Grécia Antiga as coroas confeccionadas com ramos de louro eram o símbolo da vitória para os atletas e heróis nacionais. Esse costume também foi herdado na Roma na época dos Césares. Por isso o termo laureado deriva justamente do gênero Laurus. Era o símbolo da premiação aos antigos generais da época romana e grega. Os poetas eram agraciados com uma coroa de louro. Também os vencedores dos jogos olímpicos e até mesmo os deuses gregos não abriam mão de seus efeitos nobres. Daí o seu nome: nobilis. As pessoas da Grécia antiga que faziam uso da faculdade adivinhadora costumavam mastigar algumas folhas de louro antes de iniciar a leitura. Planta esta dedicada ao deus Apolo. Os romanos antigos denominavam de bacca laureus o fruto do loureiro, e desta denominação é que surgiu, através de derivações, o termo bacharel, que é uma honraria acadêmica. Então na verdade podemos dizer que o bacharel é o fruto do loureiro. O louro é símbolo das poesias, das letras e do sucesso. A palavra “bacharelato” vem do latim “baccalaurus”, o que quer dizer “formando coberto de louros”. Nas antigas Grécia e Roma, formavam as coroas usadas pelos vencedores de batalhas ou disputas esportivas, assim como os poetas (de onde se originou o termo "laureado"). Na Europa, durante a Idade Média, os habitantes dos vilarejos costumavam queimar folhas de louro em praças públicas, pois acreditavam que isto combateria a peste que assolava a região. A planta é perene, de 5 a 20 metros de altura e o seu tronco é geralmente reto. As folhas são coriáceas (que lembra consistência de um couro), de cor verde-escura, aroma muito agradável, formato oval, de 3 a 9 centímetros de comprimento por 4 centímetros de largura, margens ligeiramente onduladas, superfície lisa e brilhante nas duas faces. As flores são dióicas (cada planta produz somente flores masculinas ou femininas), ambas dispostas em agrupamento de 4 a 6, nas axilas das folhas com os ramos. As flores masculinas são amareladas e as femininas, brancas. Os frutos são ovóides (forma de ovo), tipo baga (parte externa do fruto é carnosa e contém uma semente no centro), de 8 a 12 milímetros de diâmetro, de cor verde-brilhante, no início, e preta, quando maduros. O clima favorável ao bom desenvolvimento da planta é de frio a ameno. Ela não é exigente quanto ao solo, mas se desenvolve melhor em solos frescos, secos, de boa fertilidade e ricos em matéria orgânica. A propagação é feita somente através de estaquia ou alporquia ou das brotações de raízes porque, no Brasil, não há produção de sementes viáveis. As estacas não se enraizam facilmente. A alporquia é uma técnica usada para enraizar ramos com diâmetro de 1,5 a 2,5 centímetros pela retirada de um anel da casca. Depois, local do anel retirado é coberto com musgo úmido ou terra úmida e, em seguida, protegido com um plástico para não secar. A adição de um hormônio de enraizamento, o ácido indol butírico (AIB), no local do corte, favorece o enraizamento. A formação de raízes ocorre no período de 40 a 60 dias. Ao constatar a emissão de raízes, apalpando-se o local, deve-se cortar o ramo logo abaixo, retirar o plástico, plantar num substrato rico em matéria orgânica e manter em local que propicie bom desenvolvimento. Na Europa, a propagação é feita por sementes ou por enraizamento de estacas. Produção e produtividade: não foram encontrados dados sobre a produção e produtividade de folhas de louro. Utilidade: as folhas constituem a parte mais importante para a exploração comercial dessa planta. São usadas comumente como condimento na culinária em geral, especialmente para temperar feijão, carnes, peixes e cozidos. O óleo extraído de suas folhas é usado na indústria de perfumes. Tem sabor suavemente amargo. Além disso a madeira dessa árvore é de excelente qualidade. A planta é bastante ornamental, daí ser indicada para plantio em parques e jardins. Deve-se tomar cuidado para não confundir com louro-rosa (Nerium oleander), cujas folhas e frutos são muito tóxicos e uma única folha pode matar um adulto que consumi-la. Existem duas espécies semelhantes e do mesmo gênero endêmicas dos arquipélagos dos Açores (L. azorica), Madeira e Canárias (L. novocanariensis). Na ilha da Madeira, o óleo obtido da baga do loureiro endêmico é conhecido por possuir propriedades anti-inflamatórias, sendo utilizado localmente como remédio caseiro para diversas maleitas, podendo cada litro atingir preços de mercado elevadíssimos. Sua composição: ferro, vitamina A, vitamina E. Propriedades e Funções Terapêuticas: alivia azia, mau hálito e indisposição estomacal: (faça um chá com três folhas de louro, adicionando suco de limão e bastante açúcar). Partes usadas: Folhas. Formas em que se encontra: Fresco, seco ou desidratado. Como Conservar: Fresco guarde suas folhas, depois de limpas, em recipiente fechado, ou sacos plásticos próprios para alimentos, da geladeira, por alguns dias. Seco ou desidratado – guarde-o em vidros fechados, (de preferência escuros), em local protegido da umidade e luminosidade. Curiosidades Místicas. Uso indicado em alimentos, (Devido ao seu aroma forte, a quantidade deve ser bem dosada, para que não camufle o aroma e sabor dos outros ingredientes). Este condimento vai bem com qualquer tipo de prato salgado, desde que bem dosado. Seu uso é adequado em pratos que exigem cozimento longo, pois seu óleo essencial é liberado lentamente. Louro - Laurus Nobilis. O louro é um santo remédio contra má digestão, ressaca alcoólica, doenças de fígado e do estômago. O louro é rico em compostos químicos, mas o que mais chama a atenção e inclusive o que é mais procurado são os óleos extraídos tanto das sementes quanto das folhas. O louro possui ação carminativa e digestiva. Quando após uma refeição a digestão se torna lenta e difícil, prepare um chá de folhas de louro na proporção de 15 g de folhas para 1 litro de água, e beba 1 a 2 copos após as refeições. Para o cansaço físico é uma planta relaxante muito boa. Em uma banheira coloque alguns litros de chá de louro e entre com a água bem quente. Os óleos possuem a capacidade de distender a musculatura relaxando-a. Para hemorróidas, reumatismo e contusões pode-se preparar um linimento de louro. Deixar macerando um pouco de pó de folhas de louro em um pouco de azeite. Depois de uns 15 dias esprema e recolha o óleo. Guarde-o em um vidro escuro em um ambiente com temperatura fresca. Passe sobre o local dolorido ou inflamado. O louro é um condimento que necessita de moderação no momento de se utilizar. Se normalmente utiliza-se em marinadas de carne, na hora de temperar uma carne de porco, ou então um lagarto recheado e até mesmo carne de aves. Para peixes também deixa um sabor agradável, mas não é muito empregado aqui no Brasil desta forma. Também é muito empregado no preparo do feijão, de molhos de tomate e até mesmo no molho branco, juntamente com a noz-moscada. Não conheço nenhuma receita que caracterize bem o louro, mas de qualquer forma é muito aromático e digestivo. Utilize com moderação, e lembre-se de que o sabor demorará um pouco para ser sentido. Receitas. Folhas de Louro, Dentes de Alho, Sal, Folhas de Eucalipto - Todos estes produtos são indicados para o controle de pragas de grãos armazenados. Devem ser misturados com o produto a conservar. Ponha uma folha no recipiente onde você guarda o feijão, pipoca, arroz, etc. No caso do eucalipto usar a variedade citriodora em camadas alternadas. Controla: carunchos, gorgulhos e traças. Traças - naftalina funciona muito bem. Outras formas de combater: ramo de louro (a planta) é ótimo, e não deixa cheiro. Feixes de salsa, tomilho, hortelã e alfazema também afugentam esses animais. Goma de polvilho com ácido bórico também é ótimo. Antigamente, usava-se colocar galhos de louro para queimar sobre uma pequena fogueira ou colocava-se suas folhas sobre a chapa do fogão e lenha para que, ao esquentar, exalasse seu odor pelo ambiente. Dica: atualmente, aproveitando os aparelhos elétricos que prometem afastar os insetos, coloca-se uma folha verde de louro no lugar do cartão de repelente. Esta planta também é famosa por espantar traças e combater o mofo, por isso é uma ótima idéia encher os bolsos das roupas de inverno, as gavetas e prateleiras dos ármários com folhas secas de louro. Serve como repelente de mosquitos. No jardim pode ganhar lugar de destaque pois transforma-se em um viçoso arbusto. Receita. Colocar algumas folhas de louro em 1 litro de água depois de algumas horas, coloca no pulverizador e pulverizar as plantas. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551732392264695650" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu3Mkj3f2I/AAAAAAAABkQ/IfMcWN5rrho/s200/mam%25C3%25A3o.jpg" /&gt;54. MAMÃO. Combate a ferrugem do cafeeiro. Mamão, papaia ou ababaia é o fruto do mamoeiro ou papaeira, árvores das espécies do gênero Carica, especialmente de Carica papaya. Em Angola e Moçambique utilizam-se os termos mamão / mamoeiro para identificar o fruto mais arredondado, identificando papaia / papaeira com o fruto mais alongado e mais adocicado. São bagas ovaladas, com casca macia e amarela ou esverdeada. Sua polpa é de uma cor laranja forte, doce e macia. Há uma cavidade central preenchida com sementes negras e rugosas, envolvidas por um arilo transparente. Mamões são consumidos natural, em saladas e sucos. Antes da maturação, sua casca apresenta um látex leitoso que deve ser retirado antes do consumo. Este látex contém substâncias nocivas às mucosas, sendo usado, inclusive, culinariamente, como amaciante de carnes. Tem um alto teor de papaína, uma enzima proteolítica, que é usada em medicamentos para tratamento de distúrbios gastrointestinais e para reabsorção de hematomas. Originalmente do sul do México e países vizinhos, é atualmente cultivada na maioria dos países tropicais e nos Estados Unidos, onde foi introduzido primeiramente na Flórida, Havaí, Porto Rico, e nas Ilhas Virgens. Receita 1. Pegue 1kg de folhas de mamoeiro, 2 colheres de chá de querosene e deixe de molho em 10 litros de água por 3 horas. Filtre e salpique as plantas. Eficaz contra várias pragas. Receita 2 Mamoeiro (Carica papaya) Controle de míldio e ferrugem do cafeeiro Ingredientes: 700 gramas de folhas picadas; 1 litro de água. Preparo: bater no liquidificador as folhas picadas com a água. Deixar de molho por 12 horas, coar e em seguida diluir em 20 litros de água. Para aumentar a aderência e ampliar ação contra pragas, acrescentar 100 g de sabão comum previamente diluído em 1 litro de água. &lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551731607903698418" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu2e6loffI/AAAAAAAABkI/B9AfCe8lBFY/s200/mamona.jpg" /&gt;55. MAMONA. Mamona ou rícino é a semente da mamoneira (Ricinus communis L.), uma euforbiácea. Recebe outras designações, conforme a região: no Nordeste brasileiro, carrapateira; em algumas regiões da África, é abelmeluco; na língua inglesa, como castor bean; na língua espanhola como ricino, higuerilla, higuereta e tártago. O nome mamona provavelmente foi adotado devido à semelhança de suas folhas com aquelas do mamão (Carica papaya), embora estas duas plantas sejam muito diferentes e pertençam a diferentes famílias. O seu principal produto derivado é o óleo de mamona, também chamado óleo de rícino. Embora seja usado na medicina popular como purgativo, este óleo possui largo emprego na industria química devido a uma característica peculiar: possui uma hidroxila (OH) ligada na cadeia de carbono. Não existe outro óleo vegetal produzido comercialmente com esta propriedade. Isto lhe confere uma alta viscosidade e solubilidade em álcool a baixa temperatura. Pode também ser utilizado como matéria prima para o biodiesel. A semente é tóxica devida principalmente a uma proteína chamada ricina, que quando purificada é mortal mesmo em pequenas doses. O óleo é de difícil digestão, mas o maior risco na ingestão da semente é a toxina ricina. Mais de três sementes podem matar uma criança; mais de oito, um adulto. Possui ainda uma potente proteína alergênica chamada CB-1A ou Albuminas 2S presente nas sementes e no pólen. Os principais países produtores de mamona são a Índia (73%), a China (18%) e o Brasil (8%) (2007, FAO), sendo os principais consumidores: Estados Unidos, França, Alemanha e Japão. No Brasil, a produção está concentrada no Estado da Bahia (67%), seguida do Ceará (15%), Minas Gerais (11%) e Pernambuco (3%). Para controle de moscas e pernilongos. Plante mamona em volta da casa ou nos alagados. Receita 1. As sementes moídas serve como adubo, como as folhas também e se colocar folhas no liquidificador com água bater e coar depois diluir em água e pulverizar as plantas. Torta de Mamona. Definição: O resíduo da extração do óleo das sementes da mamoneira (Ricinus communis). A torta de mamona é o mais tradicional e importante subproduto da cadeia produtiva da mamona, produzida a partir da extração do óleo das sementes desta oleaginosa. Em todo o mundo, seu uso predominantemente tem sido como adubo orgânico de boa qualidade, pois é um composto ricamente nitrogenado, eficiente na recuperação de terras esgotadas, embora possa obter valor significativamente maior se utilizada como alimento animal (após ser moído e obtido o farelo), aproveitando o alto teor de proteínas. Porém este uso não tem sido possível devido à presença de elementos tóxicos e alergênicos em sua composição e à inexistência de tecnologia viável em nível industrial para seu processamento. A toxidez da mamona já é conhecida desde a antiguidade, a qual já foi relatada pelos antigos hebreus, egípcios, persas, gregos e romanos, embora somente na segunda metade do século XX se tenha descoberto que sua toxidez e alergenicidade se deviam a diferentes compostos. A toxicidade pode ocorrer por diversas formas de administração: inalação, injeções intramuscular, endovenosa e intraperitoneal e por via oral, que apresenta uma resposta tóxica menor em relação às demais vias de administração, devido, possivelmente, aos processos do trato gastrintestinal. Assim, embora atraente para alimentação animal, são três os componentes que inviabilizam a utilização da torta para esse fim: ricina, ricinina e CB-1A. Uma torta de boa qualidade é a obtida pelo processo de extração dupla, isto é, submete-se a mamona à prensa e posteriormente a tratamento por solventes. A torta assim obtida tem baixo teor de óleo residual (1,5%), favorecendo a sua assimilação rápida pelo solo e aproveitamento ao máximo o benefício das chuvas. Torta de mamona. Farinha de osso. É preparado com partes iguais - 1 de torta e 1 de Farinha osso. Uso 1 colheres de café para vaso pequeno (6x9 cm) 2 colheres de café para vaso grande ( 20x30 cm )&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551731176478948706" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu2FzZ9PWI/AAAAAAAABkA/pWQsviYoNs0/s200/mandioca.jpg" /&gt;56. MANDIOCA ou Manipueira. A mandioca (Nabuhit utilissima) pode ser usada no combate a nematóides. Receita. Lave a mandioca crua e sem casca e reaproveite a água, regando com ela plantas de solo. O tucupi, manipuera (suco da mandioca brava) fresco, colocado no ninho da saúva e tampado com folhas mata as formigas. A manipueira, um subproduto da mandioca, pode ser usado como pesticida natural, em substituição ao agrotóxico. Um pesquisador cearense desenvolveu a manipueira em pó. Se a patente for reconhecida, o produto poderá ser comercializado. Foi procurando nas próprias plantas algo que pudesse substituir o agrotóxico, que o pesquisador José Júlio da Ponte descobriu os efeitos da manipueira, um dos subprodutos da mandioca. “Manipueira tinha a fama de ser venenosa e resolvi testar”, lembra o fitossanitarista, que também é professor emérito da Universidade Federal do Ceara (UFC). Nesses testes, ele constatou que o líquido obtido na prensagem da mandioca funciona como um pesticida natural, eliminando muitas das pragas e doenças que costumam atacar as plantas. A descoberta é considerada um avanço porque, na agricultura orgânica, o produtor tem dificuldade de fazer com que as plantas vinguem, já que não se utiliza agrotóxico. “Dependendo do grau (das pragas), a pessoa perde toda a colheita”, diz o pesquisador. A manipueira garante ele, é uma alternativa natural e eficaz aos chamados defensores químicos. “Ao contrário do agrotóxico, a manipueira não faz mal nem pra quem ingere (o alimento) nem para o produtor que opera (o pesticida natural)”, diz. O pesquisador informa que, atualmente, a forma de se adquirir a manipueira é indo às chamadas casas de farinha, onde é realizada a prensagem da mandioca. “A manipueira é descartada nesses locais. A pessoa consegue (adquiri-la) sem custo. O fabricante da farinha faz é agradecer.” Júlio da Ponte explica que esse defensor agrícola natural pode ser aplicado tanto na raiz da planta quanto nas folhas. “Se colocar na folha é melhor porque otimiza o processo. É lá que a planta sintetiza as coisas”, recomenda. A manipueira funciona como pesticida por causa de alguns de seus componentes químicos, explica o fitossanitarista. “É porque tem cianeto e enxofre”. O pesquisador lembra ainda que o subproduto da mandioca também é “um excelente adubo natural”. Tem todos os nutrientes de que a planta precisa para crescer e se fortificar.” Segundo da Ponte, a manipueira já é usada por alguns produtores que trabalham com agricultura orgânica, principalmente na Região da Ibiapaba, onde há muitas casas de farinha. Na produção de farinha, para cada 1 mil kg de mandioca processada, são produzidos em torno de 300 litros de manipueira. Esse produto, se for manejado corretamente, pode ser aproveitado como bioinseticida, fungicida, acaricida, nematicida e, mesmo, como fertilizante natural, evitando a poluição do meio ambiente, com melhor aproveitamento do subproduto. Como inseticida e acaricida, por exemplo, o produtor deve utilizar a manipueira nos três primeiros dias, após sua saída da prensa. Depois desse prazo, o ácido cianídrico e demais cianetos exalam, perdendo o seu poder de inseticidas. Outra utilidade deste líquido é como alimento para animais ruminantes. Para essa finalidade, o produtor deve estar atento a alguns detalhes. Primeiro, é muito importante deixar o líquido em repouso, numa sombra, durante quatro ou cinco dias. A parte sólida do fundo do recipiente, não pode ser oferecida aos animais, assim como a espuma deve ser retirada. Após esse período, os venenos presentes na manipueira perdem seu efeito e não intoxicam o rebanho. Outra dica é acostumar os animais ao consumo da manipueira. Durante uma semana, o máximo que os animais podem ingerir, são cinco litros do líquido, por dia. Tendo em vista que a manipueira apresenta em sua constituição o ácido cianídrico, tóxico para os animais, é muito importante que o agricultor antes de usar a manipueira na alimentação dos seus animais, procure um técnico agropecuário da sua região. Albérico Paixão destaca, no entanto, que, se por um lado, o aproveitamento da manipueira traz muitos benefícios à uma comunidade, por outro, seu despejo incorreto causará danos ambientais sérios. “Se a manipueira for despejada em grandes quantidades nos cursos de água ou no solo, poderá causar a contaminação dos lençóis de água subterrâneos”. O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Entre as pragas que atacam a cultura da mandioca, as formigas – Atta spp. e Acromyrmex spp. – podem desfolhar rapidamente uma plantação quando surgem em altas populações. Os ataques ocorrem em focos, geralmente durante os primeiros meses de desenvolvimento da cultura, e seus efeitos sobre o rendimento de raízes ainda não são conhecidos. Entretanto, sabe-se que a acumulação de carboidratos nas raízes depende da atividade fotossintética realizada nas folhas. Assim, qualquer distúrbio nessa parte da planta pode prejudicar a quantidade de substâncias amiláceas elaboradas. Ataques severos também podem atingir as gemas. A manipueira é um subproduto da industrialização da mandioca, sendo um líquido de aspecto leitoso que escorre das raízes da mandioca por ocasião da sua moagem e prensagem. Na forma física, é uma suspensão aquosa. Quimicamente, apresenta-se como uma mistura de amido, glicose e outros açúcares, proteínas, linamarina e derivados cianogênicos, substâncias orgânicas diversas e sais minerais. Sua potencialidade como nematicida, inseticida e acaricida advém da presença destes cianetos, enquanto o enxofre garante-lhe eficiência como fungicida, podendo ainda ser utilizada na fertirrigação. A manipueira foi testada no controle de formigas na cultura da mandioca na Fazenda Novo Horizonte, situada no município de Presidente Tancredo Neves, BA, localizada na região do Baixo Sul do Estado. Além da manipueira, também foram usadas as plantas armadilhas batata-doce, gergelim, feijão Vigna (variedade Roxinha) e capim vetiver, plantadas ao redor do mandiocal. Inicialmente a manipueira foi utilizada na forma pura, com repouso de 24 horas após a coleta da mesma em casa de farinha, da seguinte forma: limpou-se a área externa de cada formigueiro, colocando-se em seguida três litros do produto no olheiro principal e, logo depois, tampando-se esse e os demais olheiros desse formigueiro, evitando-se assim a fuga das formigas e levando-as à morte por sufocamento. Foram realizadas observações diárias por três dias consecutivos. No terceiro dia efetuou-se uma escavação em cada formigueiro, verificando-se o efeito da aplicação da manipueira. De um total de 36 formigueiros tratados, constatou-se a morte de 25. Um segundo teste foi conduzido colocando-se a manipueira diretamente em 20 formigueiros, procedendo-se também previamente a limpeza da área externa de cada um deles, porém dessa vez usando-se a manipueira colhida no mesmo dia. Em 10 formigueiros a manipueira foi colocada pura, enquanto nos outros 10 foram colocados água + manipueira na proporção de 1:1. Todos os orifícios foram vedados. As observações também foram feitas diariamente e no terceiro dia após o início dos tratamentos efetuou-se a escavação e nenhuma formiga viva foi encontrada. Verificou-se, portanto, uma mortalidade de 100% nos dois tratamentos. Em relação às plantas armadilhas também utilizadas no controle de formigas na cultura da mandioca, verificou-se que houve ataque de formigas na batata-doce e no feijão Vigna, sendo este menos afetado que a batata-doce, enquanto que as plantas de gergelim e capim vetiver não foram atacadas. As plantas de mandioca não sofreram nenhum ataque. Recomenda-se o uso da manipueira pura ou mesmo água + manipueira na proporção de 1:1 no controle de formigas na cultura da mandioca, preferencialmente durante o verão, visto que nos períodos chuvosos sua eficiência diminui consideravelmente. Já as plantas armadilhas devem ser plantadas ao redor e antes do plantio da mandioca, funcionando bem quando a infestação de formigas não é alta. As raízes de mandioca das cultivares Tucumã e Tracajá foram lavadas, descascadas manualmente e trituradas. A massa pastosa obtida a partir dessa trituração foi fortemente prensada, sendo assim extraída a manipueira. O extrato líquido da manipueira (refrigerado) foi colocado em 32 placas de petri sendo 40 ml/placa, as quais foram mantidas por uma semana até a liofilização, onde foi obtido o extrato em pó do produto. Este foi diluído em diferentes quantidades de água destilada resultando nas concentrações utilizadas no experimento. Os resultados de mortalidade de T. citricida, utilizando o extrato da manipueira, confirmam o que foi citado por Ponte et al (1988), que testaram esse produto contra o pulgão-preto em acerola. Estes autores verificaram também, que apenas uma pulverização de manipueira foi suficiente para o controle de cochonilhas de carapaça. É o líquido de aspecto leitoso e cor amarelo-claro que escorre de raízes carnosas da mandioca (Manihot esculenta Crantz), por ocasião da prensagem das mesmas, com vista à obtenção da fécula ou da farinha de mandioca. É, portanto, um subproduto ou resíduo da industrialização da mandioca, que fisicamente se apresenta na forma de suspensão aquosa e, quimicamente, como uma miscelânea de compostos que se prestam como macro e micronutrientes vegetais. A manipueira é praticamente desprezada, sem qualquer aproveitamento econômico, e quando despejada sem tratamento prejudica o meio ambiente (toxidez). Pode ser usado como fertilizante natural e como inseticida, que revelou extraordinária eficiência no caso de nematóides, ácaros, insetos, fungos e formigas. Recomendações de uso. Preparo do solo. Para prevenir os canteiros de infecções, regar usando 4 litros de manipueira por metro quadrado, 15 dias antes do plantio.&lt;br /&gt;ACARICIDA, PULGÕES, LAGARTAS. Manipueira diluída em água (uma parte de manipueira para duas partes de água) – no mínimo, três pulverizações foliares, a intervalos semanais.&lt;br /&gt;ADUBO FOLIAR - manipueira diluída em água (uma parte de manipueira para quatro partes de água) - seis pulverizações foliares, a intervalos semanais.&lt;br /&gt;INSETICIDA – manipueira diluída em igual volume de água (uma parte de manipueira para uma parte de água) - três pulverizações foliares, a intervalos semanais.&lt;br /&gt;CARRAPATICIDA – controle de carrapatos de bovinos – manipueira + óleo de mamona (uma parte de manipueira, uma parte de óleo de mamona, para duas partes de água), em três aplicações a intervalos semanais em animais.&lt;br /&gt;FUNGICIDA – controle de oídios e ferrugens – 100 ml de manipueira anteriormente diluída em igual volume de água) + 1g de farinha de trigo&lt;br /&gt;NEMATICIDA – controle de nematóides formadores de galhas (Meloidogyne spp) – 1 litro de manipueira diluída em igual volume de água para 6 litros de solo infestado. Deixar o solo em repouso no mínimo por 8 dias e revolvê-lo para plantio.&lt;br /&gt;FORMIGAS. Utilizar 2 litros de manipueira no formigueiro para cada olheiro, repetindo a cada 5 dias.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551730453192885026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu1bs9HwyI/AAAAAAAABj4/M2zunE_rdXE/s200/manjeri%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" /&gt; 57. MANJERICÃO. Manjericão contra moscas, mosquitos e besouro-da-batata. O manjericão (Ocimum basilicum L., Lamiaceae) é considerada uma planta perene, mas em condições de cortes sucessivos, a espécie apresenta boas produtividades até o segundo ano de cultivo. A senescência da parte aérea é mais rápida em situação de fertilizações pouco freqüentes, baixa disponibilidade hídrica e baixas temperaturas durante o inverno. As diferentes espécies ou variedades de manjericão podem ser classificadas em função do aroma: doce, limão, cinamato ou canela, cânfora, anis e cravo e também a partir de características morfológicas da planta como: porte, formato da copa, tamanho e coloração da folhagem. O manjericão de cor verde é o mais conhecido, sendo as espécies com folhas avermelhadas mais raras e mais aromáticas. No Brasil, o manjericão é cultivado principalmente por pequenos produtores para a comercialização de suas folhas verdes e aromáticas, usadas frescas ou secas como aromatizante ou como condimento. É também usado na culinária popular, em saladas, recheio, molhos, sopas, sendo o principal ingrediente do pesto, um molho típico italiano. Nativo da Índia, onde é cultivado quase que como planta sagrada, o manjericão é uma das mais importantes ervas culinárias. Sua mística espalhou-se pelo mundo, sendo usado, pelos gregos ortodoxos em rituais religiosos, e no interior do México, como “talismã do amor”. Com folhas decorativas e saborosas, dão um toque poético a diversos tipos de pratos. O manjericão age como pacificador e integrador na família. Ele transmuta a nossa energia agressiva, transformando-a em vontade e força para brigar por coisas mais importantes como metas e ideais. Ajuda a brigar pela vida e pelas coisas que nós queremos. É ótima para os desorganizados e indisciplinados. Ajuda-nos a ver o brilho e o perfume da vida. Uso terapêutico. Suas folhas são conhecidas como um natural e suave sedativo para tratar de enjôos, vômitos e dor de estômago. Ajuda no tratamento de infecções de pele, em uso externo. É, também, usado como um repelente natural de insetos. O manjericão é um arbusto pequeno, muito ramificado e perfumado. Na sua família existem muitos tipos: o alfavacão, o manjericão de folha larga, o de folha miúda, também chamado de basilicão e o de folhas roxas. Todos eles têm os mesmos princípios ativos. A diferença está no sabor mais ou menos ativo. O Manjericão favorece aos que têm digestão difícil, gazes, asia, dores de cabeça em conseqüência de alimentação pesada ou inadequada. Facilita o funcionamento dos intestinos, é diurético. Ë bom para tosses, vômitos, mau hálito. Ajuda, junto com a Malva e a sálvia nas infecções de boca. Também é ótimo para cistite. O escalda pés de Manjericão é ótimo para quem está agressivo, com raiva e pronto para explodir. Tira a raiva na hora. O chá de manjericão ajuda pessoas muito contidas a liberarem o amor. Pode também ser colocado em vasos para evitar a entrada de energias negativas. As compressas de manjericão (uma pasta pilada com as folhas) ajuda as mães que ficam com os seios doloridas ou com rachaduras depois da amamentação. Os gargarejos com são ótimos para dor de garganta, aftas ou mau hálito. O manjericão (Oncimum basilicum) é um bom repelente de moscas e mosquitos se plantado perto da casa e é ótimo contra o besouro-da-batata. Receita 1. Para combater pulgões e outros insetos, deixe as flolhas em água fria por 24 horas, em seguida, coe e pulverize a solução. Receita 2. Macerado de manjericão 1 kg de manjericão em 1 l de água por 1 hora em descanso Diluir na proporção 1:3. Controla besouros. Manjericão: Repelente natural de insetos. É sempre bom tê-los em seu jardim, embelezam e protegem. Inseticida em geral.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 166px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551729228620958978" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQu0UbEbDQI/AAAAAAAABjw/vs-LdFNBAEo/s200/mastruz.jpg" /&gt;58. MASTRUZ. Mastruço, masturço, mastruz, menstruço, mentrasto, mentruz, erva-de-santa-maria, São-josé e erva-de-São-José é o nome genérico, popular, dado a um conjunto de plantas diversas. O seu nome provém do latim nasturtium (das palavras nasus, nariz e torquere, torcer - fazendo referência ao cheiro desagradável que exalam, fazendo "torcer o nariz"). Nome Científico: Chenopodium ambrosioides Lineu. Família: Chenopodiaceae. Características: Planta originária da América. Erva anual, com escassos pelos curtos no caule, que tem sulcos longitudinais pouco profundos, verdes e , entre eles, faixas esbranquiçadas ou rosadas. As folhas possuem pecíolo curto, são lanceoladas com bordas mais ou menos sinuosas, providas de pelinhos curtos e ralos, glandulíferas na fase inferior. Possuem sabor aromático, mais forte e algo desagradável nas sumidades floridas. As flores são muito pequenas e aglomeram-se em pequenos ramalhetes que surgem da axila das folhas superiores, formando o conjunto uma longa panícula. Serventia: Anti-helmíntico, tônico, estimulante, aromático e emenagogo. Indicado nas moléstias das vias respiratórias, bronquites, asmas, catarros crônicos do pulmão, laringites. O seu maior emprego, porém, é como vermífugo. Outros usos: A erva-de-santa-maria elimina e repele pulgas e percevejos (colocar os ramos debaixo dos colchões e varrer a casa utilizando-os como vassoura). O mastruz de folha também é conhecido como Erva de Santa Maria, é um vermífugo e tem função bactericida. Também tem o seu princípio ativo muito utilizado como inseticida, por isso o cheiro ser parecido com alguns inseticidas não é mera coincidência. O Mastruz: Repele afídeos e outros insetos&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 134px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551728297141243986" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQuzeNCWkFI/AAAAAAAABjo/kU3y-Z0OLk8/s200/mostarda.jpg" /&gt;59. MOSTARDA. Mostarda contra cochonilha. As mostardas são várias plantas dos géneros Brassica e Sinapis cujas sementes são utilizadas como especiaria e que, após moídas e misturadas com água, vinagre e outros líquidos, se transformam no condimento conhecido como mostarda. As sementes podem também ser usadas para obtenção de óleo de mostarda, e as folhas são geralmente comestíveis. Além das mostardas, o género Brassica também inclui couves, colza e nabos. A mostarda-branca (Sinapis alba) cresce selvagem no Norte de África,Médio Oriente e Europa Mediterrânica, tendo-se expandido para lá destas regiões devido ao longo cultivo. A mostarda-daíndia ou castanha (Brassica juncea), originária dos sopés dos Himalaias, é cultivada comercialmente no Nepal, Reino Unido, Canadá, Dinamarca e Estados Unidos da América. A mostarda preta (Brassica nigra) é cultivada na Argentina, Chile, Estados Unidos da América e em alguns países da Europa. Os maiores produtores mundiais de semente de mostarda em 2007 e em ordem descrescente foram: Nepal, Canadá, Miamar e Rússia. Sementes de mostarda são as pequenas sementes das várias plantas de mostarda. As sementes têm cerca de 2 mm de diâmetro e têm cores que vão do branco amarelado ao preto. São especiarias importantes em muitas cozinhas regionais. As sementes são obtidas de três plantas diferentes: mostarda-preta, mostarda-castanha e mostarda-branca. Na Índia as sementes de mostarda são utilizadas na culinária há mais de dois mil anos. Na França as sementes de mostarda são usadas como especiaria desde 800, e encontravam-se entre as especiarias que os exploradores do século XV levavam nas suas viagens. Gautama Buda contou a história de uma mãe enlutada e a semente de mostarda. Ao perder o seu único filho, uma mulher leva o corpo dele a Buda para que este o cure. Buda pede-lhe que lhe traga uma mão-cheia de sementes de mostarda de uma família que nunca tivesse perdido um filho, marido, pai ou amigo. Ao ver que não consegue encontrar uma tal família na sua aldeia, a mulher dá-se conta de que a morte é comum a todos, e que ela não pode ser egoísta no seu luto. No Alcorão, Alá diz que as balanças da justiça serão usadas no Dia do Juízo, e nenhuma alma sofrerá a menor injustiça. Até o equivalente a uma semente de mostarda será contabilizado, pois Deus é o mais eficiente dos contadores. Textos judaicos comparam o universo conhecido ao tamanho de uma semente de mostarda para demonstrar a insignificância do mundo e para ensinar a humildade. Jesus: &lt;em&gt;O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu campo; (v. 31) o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se aninham nos seus ramos. (v. 32)&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(Mateus 13.31-32).&lt;/strong&gt; Marcos 4.30-32 e Lucas 13.18-19). Disse também que se o homem tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, moveria montanhas (ver Lucas 17.6 e Mateus 17.20).&lt;br /&gt;Gás mostarda (Cl - CH2 - CH2 - S - CH2 - CH2 - Cl). O gás mostarda foi produzido em 1822, na Inglaterra, mas seu uso como arma química só aconteceu bem mais tarde. Além de atacar o revestimento das vias respiratórias, provocando feridas e inchaço, esse gás com cheiro de mostarda (daí o nome) provoca bolhas e queimaduras na pele e cegueira temporária. Se inalado em grande quantidade, mata. O gás mostarda foi usado pelos alemães na Primeira Guerra Mundial. Categoria: Agente vesicante. O que causa: Provoca irritação nos olhos e feridas na pele e pode matar por asfixia se for inalado. Tratamento: O tratamento com corticosteróides tem valor incerto, mesmo quando são aplicados por via intravenosa. As sementes da mostarda (Sinapis alba) combatem cochonilhas. Receita: Moer as sementes misturando 100 g do pó em 1 litro de água. Coe e pulverize.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 152px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551727566860788610" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQuyzsh7I4I/AAAAAAAABjg/W-CkDDa-lbY/s200/nin.jpg" /&gt;60. NEEM ou Nim (Azadirachta indica) é uma planta medicinal também conhecida como Neem-Indiano, Nim, Nim-Indiano, Margosa, Árvore-da-Vida, Nimba, Sarva Roga e Nivarini (sânscrito). A espécie Azadirachta indica era conhecida como Melia azadirachta. Pertence a família Meliaceae. A árvore Nim Indiano (em português) ou "Neem" (em inglês), de nome botânico Azadirachta Indica A. Juss, é uma planta exótica, de origem asiática, introduzida recentemente no Brasil, onde ainda é pouco conhecida. Seu nome científico é – Azadirachta indica a juss. Da família das Maliaceas - depois de um ano já pode ter altura de 3 a 4 metros, vindo a atingir em sua idade adulta – depois de 9 anos - até 20 metros de altura pôr 2.5 de circunferência. Em torno de 3 a 4 anos começa a florescer produzindo frutos que têm formatos de azeitonas. A distribuição de seus galhos formam coroas de até 05 m de diâmetro. Propriedades Medicinais. Poucas plantas apresentam tantas particularidades medicinais e farmacológicas como o "Neem". Devido às suas propriedades bactericidas e fungicidas é usada em muitos países como eficiente remédio no tratamento de inúmeras doenças. Usos Tradicionais: acne, arritmia, artrite, catapora, diabetes, eczema, erupção cutânea, febre, feridas, hemorróidas, gengivite, icterícia, lepra, lombriga, malária, náuseas, obesidade, pé-de-atleta, reumatismo, placa bacteriana, sarna, tosse, tumores, úlceras, vermes. Propriedades Medicinais: antibacteriano, anti-helmíntico, antiemético, antifúngica, antiinflamatória, anti-séptica, antivirótica, amargo, febrífugo, hipoglicêmico, imunoestimulante, pediculicida, espermicida, vermífugo. Suas propriedades antibacterianas são boas contra Estafilococo e Clostridia. O Neem mata efetivamente os piolhos, e suas sementes podem ser usadas como um espermicida. A planta mostra uma atividade significativa contra uma gama extensiva de microorganismos. Na medicina popular, o banho de erva é usado para catapora, erupções cutâneas e feridas. O suco de folhas é aplicado a febre e eczema. A decocção da casca é aplicada a hemorróidas. Os ramos são usados como escovas de dente prevenir doença de goma, tratar gengivite e prevenir a formação de placa bacteriana. O óleo de Nim é usado como condicionador de cabelo. As folhas são usadas em pomadas e sabões para tratar acne, pé-de-atleta e lombriga. O óleo de Neem e a seiva são usadas em tratamentos de lepra e sarna. Quando a Neem é acrescentada a produtos cosméticos, pode ajudar a preservar tais produtos e beneficiar a pele em geral. O uso do Neem não é indicado para crianças, velhos ou pessoas fracas. É considerada uma planta segura e tem uma história longa de utilização, no entanto, o uso interno por muito tempo pode resultar em anemia, fraqueza, perda de apetite e perda de peso. O Neem é nativo da Índia, Paquistão e Birmânia. É usado como um praguicida que mata bactérias e mais de 200 tipos de insetos, inclusive piolhos, gafanhotos, óbolos e mosquitos. O Nim é utilizado como um fungicida para proteger colheitas. Propriedades Inseticidas. Inseticida e fungicida ecológico: protege as plantações das pragas e preserva o meio ambiente. Repelente de insetos: estudos demonstram que o Nim Indiano é mais eficaz como repelente de insetos que muitos outros produtos químicos sintéticos. Madeira. Árvore da família das meliáceas, sua madeira apresenta características semelhantes às do mogno: é de cor avermelhada, moderadamente pesada, dura e com boa resistência mecânica. Madeira repelente de insetos é usada na construção civil e para mobiliário em geral. Na busca de alternativas para o combate das pragas, visando a melhoria do meio ambiente, redução de custos e vida saudável, surge como opção a árvore Neem, e seus derivados. O Neem, é uma árvore originária da Índia, sendo nativa da região de Burna e das zonas áridas do sub-continente indiano e sudoeste asiático. Nessas regiões o Neem, é considerado uma planta medicinal de relevante importância pêlos seus efeitos positivos junto à saúde das plantações, animais e do próprio homem, pôr já estar sendo cultivada há muitas décadas nas zonas áridas da Ásia – na Índia, crescem naquele país hoje, aproximadamente - l8 milhões de pés de Neem. A árvore tem sido levada para outras regiões quentes do planeta como o Oeste da África, uma vez que se adapta bem às zonas tropicais úmidas com altitude de 800 metros, além da qualidade de fazer sombra. Ela é cultivada desde a ponta do Kerala até o Himalaia, em regiões tropicais e subtropicais. Agora está sendo plantada em pelo menos 30 países, principalmente naqueles ao longo da costa sul do deserto do Saara, onde se tornou um importante fornecedor de combustível e madeira. Na América Latina foi trazida no século passado, em projetos específicos junto aos governos de países como Nicarágua, Honduras, Cuba, Venezuela e República Dominicana. No Brasil, o Neem chegou em l993, pôr iniciativa da Empresa Brasileira de Pesquisa - EMBRAPA, visando a viabilidade em razão de seu rápido crescimento e a sua resistência excepcional à seca o que a torna propícia ao clima tropical brasileiro. Na América do Norte do Norte e Europa o Neem não se desenvolve, pôr causa do frio, o que ocorre também no Brasil, nos estados do Sul. O Neem é uma árvore para resolver problemas globais. Todos os produtos do Neem, são completamente naturais, não são tóxicos para a humanidade e nem para os animais domésticos e insetos benéficos e ao meio ambiente. O Neem tem vida útil de até 200 anos e é uma árvore que pode ajudar a todos, pois provavelmente é a única melhor fonte bío pesticida existente com propriedade bacteriana. É anti - virótica e anti - térmica. Na verdade, esta árvore tem servido como um dispensatório nas áreas rurais. Oferece um controle efetivo dos insetos que causam perdas na agricultura. Várias partes da árvore tem sido usadas na Índia, há vários milênios, o que a torna -uma árvore polivalente. Pesquisadores descobriram que o Neem age tanto na área de pesticidas como na área medicinal. Descobriu-se que suas sementes e folhas combatem mais de 200 espécies de insetos, pragas baratas, traças, pulgões dentre outros. A árvore é provavelmente a única e melhor fonte de bio-pesticida existente. É um presente de Deus, isto é, uma árvore que pode ajudar a todos. Surpreendentes propriedades de cura têm sido atribuídos ao Neem pôr antigos escritores sanscritos. Na verdade, a árvore tem servido como um dispensário nas áreas rurais e assegurou um lugar na farmacopéia indiana. Devido a efeitos colaterais provocados pôr pesticidas sintéticos, a tendência é o uso de um pesticida natural. Mais de 2400 plantas são conhecidas pôr suas propriedades pesticidas, mas somente o Neem oferece um controle efetivo dos insetos que causam perdas na agricultura sem afetar o meio ambiente. Sua casca é receitada para febre, reumatismo, dores lombares, etc. O óleo é usado no tratamento de tétano, urticária, eczema, escrófula, erisipelas e nos estágios iniciais da lepra. O suco da folha do Neem é usado para expelir lombrigas, curar icterícia e doenças de pele. Os pequenos galhos da árvore do Neem são usados em muitas comunidades como escova de dentes descartáveis para ajudar na preservação dos dentes. Mesmo antes de antigos conhecedores de ervas medicinais descobrirem as qualidades analgésicas do salgueiro – do qual a aspirina é derivada – as pessoas já usavam galhos, frutas e folhas do Neem, para curar várias doenças. Mesmo hoje, indianos de áreas rurais se referem à árvore do Neem como sua farmácia local, devido ao poder de curar doenças e indisposições, que vão desde problemas dentários e picadas de percevejos, até úlceras e malária. Cientistas modernos estão encontrando mais e mais usos para esta notável árvore. As sementes, a casca e as folhas contém comprovada combinação de uso anti-séptico, anti-viral, antipirético, antiinflamatório, antifúngico e contra a úlcera. Embora estudos importantes para provar conclusivamente a eficácia do Neem sejam limitados pela carência de financiamentos e pela falta geral de conhecimento sobre a árvore no ocidente, estudos preliminares propõem usos fascinantes para o Neem. A Alemanha em parceria com a República Dominicana, desenvolveu um plano de plantio do Neem, voltado para o pequeno produtor, que resultou na Fundação Agricultura e Meio Ambiente. Toda matéria prima colhida, é absorvida pela indústria alemã, que a utiliza na fabricação de artigos de higiene e medicinais. Cuba desenvolve um grande plantio, já tendo alcançado a taxa de 30% de inseticida natural em uso no País, derivado do Neem. Toda a Europa principalmente a França já pesquisa há mais de duas décadas a utilização do Neem. O Japão também tem demonstrado grande interesses pelas potencialidades desta árvore. Atualmente o Neem está sendo muito divulgado e cultivado no Brasil. Estes dados foram coletados com base em informações obtidas através de entrevistas com: Dra. Andrea Brechelt da República Dominicana, Dr. Jesus Ortiz da Universidade de Cuba, Embrapa – Arroz e Feijão, Quinabra Química Natural Brasileira Ltda e tantos outros que tem realizado pesquisas voltadas para o Neem, A mídia através de várias publicações como a revista Globo Rural, Jornal do Campo de “O Popular”, Folha de São Paulo, Revista Safra, O Estado de São Paulo e a própria internet, também tem se interessado na divulgação do crescimento e desenvolvimento da cultura do Neem no Brasil. Modo de Ação. A ação dos extratos de nim sobre insetos é bastante variável de espécie para espécie. Há registro de ação sobre mais de 300 espécies. A maior parte das investigações foi feita em laboratório, sendo necessários mais estudos para poder se determinar com maior segurança quais as pragas pode controlar, as doses, freqüência de aplicação, etc. De modo geral a azadiractina afeta o desenvolvimento dos insetos de diferentes modos. Pela sua semelhança com o hormônio da ecdise (processo que possibilita ao inseto trocar o esqueleto externo e, assim poder crescer), perturba essa transformação e, em altas concentrações pode impedí-la, causando a morte do inseto. Por essa razão, as formas jovens de insetos são mais fáceis de controlar. Não causa a morte do inseto imediatamente, dado o seu efeito fisiológico, porém, além de afetar a ecdise, reduz o consumo de alimento, retarda o desenvolvimento, repele os adultos e reduz a postura nas áreas tratadas. Também tem maior ação por ingestão, de modo que os insetos mastigadores são mais facilmente afetados. As espécies mais facilmente controladas são as lagartas, pulgões, cigarrinhas, besouros mastigadores. Resultados de pesquisa do IAPAR mostraram efeitos letais e deformidades em larvas e pupas de lagarta-do-cartucho do milho, curuquerê do algodoeiro, ácaros e bicho-mineiro, cochonilhas e redução de postura em bicho-mineiro, broca-do-café e mosca branca. Em testes com a joaninha, inimiga natural de pulgões, extratos de nim não causaram morte dos adultos e sua ação sobre as larvas foi mediana para uma espécie e inócua para outra, não reduzindo sua voracidade, o que comprova seu potencial para uso em associação com inimigos naturais contra as pragas. O uso de folhas misturadas ao alimento do gado ou a aplicação de extratos das folhas ou sementes no dorso dos animais tem sido indicado para controle de carrapato e mosca do chifre. No Brasil se usam 5l de solução a 2% do óleo emulsionável ou 2,5-5% do extrato da folha, por animal. O óleo também pode ser encontrado na forma pour-on, indicando-se 10 ml/100kg peso vivo de animal. Nos países onde o óleo é extraído também se prepara a pomada, feita com os resíduos da extração do óleo, que pode ser utilizada no controle de sarna em animais e outras infecções da pele. Preparo de Extratos. Os extratos podem ser preparados com a simples trituração das sementes ou frutos frescos, em água, deixando-se a mistura descansar por 12 horas, filtrando-se o líquido e pulverizando-se sobre as áreas infestadas. O mesmo procedimento pode ser usado para folhas, frescas ou secas, embora a azadiractina aí ocorra em menor concentração. O óleo inseticida é extraído pela prensagem das sementes, obtendo-se no máximo 47% de óleo, que contém cerca de 10% da azadiractina existente no fruto. A torta restante é, pois, muito rica em azadiractina, tem efeito nematicida e serve como adubo orgânico. Pode, também, ser secada e utilizada posteriormente para preparo de extratos inseticidas, em mistura com água e filtração. Para se armazenar sementes para preparar o extrato posteriormente, os frutos devem ser colhidos, secos ao sol por dois a três dias, e mais uns dois dias à sombra por dois dias e despolpados manualmente em água ou utilizando-se despolpadeira semelhante a de café. Deixa secar bem e armazena, de preferência a baixa temperatura. As sementes que serão plantadas podem ser preparadas da mesma forma. Doses. Ainda não há informações detalhadas sobre doses específicas para cada inseto. Entretanto, de modo geral, as seguintes doses têm apresentado eficácia no controle principalmente de pragas de hortaliças: Óleo emulsionável: 5 ml/litro água. Sementes secas: 30 a 40 g /litro água. Folhas secas: 40 a 50 g / litro água. Uso do Nim na Produção Animal: No Brasil se usa uma solução a 2% do óleo emulsionável ou 2,5 a 5% do extrato da folha para pulverizar ou imergir o animal por alguns segundos, tem se mostrado eficaz no controle de carrapatos, piolhos, pulgas, sarnas e outros distúrbios da pele. Ensaios recentes na pulverização em animais tem demonstrado que a inclusão de 1% de álcool no momento de preparar a solução com folhas moídas, sementes secas ou torta em imersão e 0,1% de óleo mineral após filtrar a solução, aumentam a eficácia. A utilização através da ração ou suplemento, pode ser adotada durante 3 a 5 dias com intervalos de 45 a 60 dias com resultados positivos no controle de vermes e eimérias. O uso por períodos mais prolongados em animais em reprodução, deve ser levado em conta que pode haver interferência na eficiência reprodutiva, no crescimento do feto e na ocorrência de aborto, podendo inclusive produzir uma redução de peso do animal. Nim - Óleo concentrado extraído de uma árvore de nome NIM (Azadirachta indica A. Juss), com propriedades inseticidas. Este óleo deve ser diluído em água e pulverizado sobre as plantas. Pode ser utilizado no controle de pragas dentro dos diversos sistemas de produção. Indicação: pragas de hortaliças, traças, lagartas, pulgões, gafanhotos, etc. Recomendada como inseticida e repelente de pragas em geral. É uma das plantas de maior potencial no controle de pragas, atuando sobre 95% dos insetos nocivos. Já é utilizada comercialmente em vários países do mundo. Tem como princípio ativo Azadiractina, podendo ser aproveitado as suas folhas e frutos para extrair esse ingrediente ativo de largo emprego inseticida. Nas doses recomendadas é um produto sem efeitos de toxicidade ao homem e aos animais. Receitas: Óleo de Nim é empregado na dosagem de 0,5% (0,5 litro em 100 litros de água) pulverizado sobre as folhagens e frutos. No caso do emprego de sementes, o procedimento é o seguinte: 25-50 g de sementes moídas (amarradas em um pano); 1 litro de água, deixando repousar por 1 dia. Indicação: lagarta do cartucho, lagarta das hortaliças, gafanhoto. 5 Kg de sementes secas e moídas; 5 litros de água e 10 g de sabão. Colocar os 5 quilos de sementes de Neem moídas em um saco de pano, amarrar e colocar em 5 litros de água. Depois de 12 horas, espremer e dissolver 10 gramas de sabão neste extrato. Misture bem e acrescente água para obter 100 litros de preparado. Aplique sobre as plantas infestadas, imediatamente após preparado. O prensado de Neem pode ser utilizado misturando-se com o solo na base de 1 a 2 t/ha. Esta medida protege as beringelas contra minadoras e tomates contra nematóides e septorioses. Extrato de folha de Nim (árvore de porte médio): 250g de folha moída em 2 litros de água. Deixar em repouso por 12 horas e colocar em 20 litros de água. Óleo. Emulsão de óleo. 2 litros de água. 1 kg de sabão comum (em pedra ou líquido). 8 litros de óleo mineral. Modo de fazer: Pique o sabão (se for em pedra), misture com o óleo e a água e leve ao fogo, mexendo sempre, até que levante fervura. A mistura vai adquirir a consistência de uma pasta. Guarde em um pote bem tampado e na hora da aplicação, dissolva cerca de 50g pasta em água morna e dilua tudo em 3 litros de água. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. (v. 1) No meio da sua praça e de uma e da outra banda do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a saúde das nações. (v. 2) E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão. (v. 3) E verão o seu rosto, de na sua testa estará o seu nome. (v. 4) E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia, fe reinarão para todo o sempre”. (v. 5) &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;(Ap 22.1-5)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Shalom Adonai, para todos que estiveram juntos todo o ano de 2010. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-983952161210872146?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/983952161210872146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=983952161210872146&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/983952161210872146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/983952161210872146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2010/12/receitas-caseiras-de-pesticidas.html' title='RECEITAS CASEIRAS DE PESTICIDAS NATURAIS PARA PIMENTEIRAS'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TQvGYf9IQOI/AAAAAAAABnI/rBnPpIS-hXk/s72-c/mulata.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-8625476554438702193</id><published>2010-10-26T10:07:00.045-03:00</published><updated>2010-10-26T12:35:44.453-03:00</updated><title type='text'>RECEITAS CASEIRAS DE PESTICIDAS NATURAIS PARA PIMENTEIRAS (I PARTE)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMb0vct7FWI/AAAAAAAABiQ/IuFAqPtwX1c/s1600/ro2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532378288271070562" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMb0vct7FWI/AAAAAAAABiQ/IuFAqPtwX1c/s200/ro2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Cultive Plantas Fortes e Saudáveis. As plantas, assim como as pessoas, crescem melhor, se forem “bem alimentadas”. Os solos férteis, alimentados todos os anos com composto e adubo, produzem plantas fortes e saudáveis, resistentes ao ataque das pragas e das doenças. As variedades locais, adaptadas ao clima e aos solos, também podem ser mais resistentes às pragas e doenças locais. Escolha as melhores plantas na época da colheita para recolher sementes. Não coma os melhores legumes e as safras que amadurecerem primeiro. Ao invés disto, guarde as sementes destas, para que, a cada ano, suas safras melhorem em produção e em resistência às pragas e doenças. Use o controle biológico: Observe cuidadosamente que pragas atacam as culturas e que predadores atacam estas pragas. Desta forma, você poderá identificar os predadores úteis, tais como as vespas, as moscas sirfídeas, os planipenes, os pássaros e as rãs. Ao invés de procurar destruir todos os insetos, auxilie e incentive os insetos e os pássaros úteis. As áreas com ervas daninhas podem incentivar os predadores úteis a se multiplicarem. Pesticidas naturais: Estes pesticidas são feitos com plantas existentes no local. Na maioria das receitas, é acrescentada uma pequena quantidade de sabão, para fazer com que a solução grude nas folhas. Filtre-as usando um pedaço de pano ou tecido de saco. Aplique os pesticidas na hora do poente, ou logo depois, para causar o mínimo dano possível aos predadores úteis. Use um pulverizador ou regador, ou mergulhe um galho cheio de folhas na solução e salpique as plantas.&lt;br /&gt;Plantas defensivas. As plantas fitoprotetoras como o alho, Nim, urtiga, cravo-de-defunto, arruda, cavalinha, entre outras, tem ação contra insetos-pragas, repelência ou fortificante, sendo opção na substituição a muitos defensivos agressivos.&lt;br /&gt;Plantas benéficas. São plantas que servem de abrigo e reprodução dos insetos que se alimentam das pragas (inimigos naturais), como Ageratum conyzoides (mentrasto), Raphanus raphanistrum (nabo forrageiro), entre outras.&lt;br /&gt;O manejo correto destas ervas e da adubação verde permitirá o incremento da fauna benéfica e o controle biológico natural.&lt;br /&gt;Plantas Beneficiadas: Abóbora, Alface, Alho-poró, Amaranthus deflexus = Caruru rasteiro, caruru) Aspargo, Bardana, Batata, Beldoega = Portulaca oleracea, Berinjela, Beterraba, Café, Cebola, Cebolinha, Cenoura, Couve, Couve-chinesa, Couve-flor, Erva-de-santa-luzia = Euphorbia brasilensis Ervilha, Espinafre, Feijão, Feijões arbustivos, Frutíferas, Girassol, Laranjeira, Maxixe, Mentrasto = Ageratum conyzoides, Milho, Morango, Mostarda, Nabo forrageiro = Raphanus raphanistrum, Pepino, Quiabo, Rabanete, Repolho (brócolis), Rúcula, Salsa, Serralha, Salsão, Taioba, Sorgo granífero = Sorghum bicolor, Tomate, Vagem e outras.&lt;br /&gt;Plantas companheiras: abóbora, abobrinha, acelga, agrião, alecrim, alface, alho, alho-poró, amendoim, artemísia, aspargo, bardana, batata, beldroega, berinjela (isca), beterraba, borrabem, borragem, calêndula,camomila, caruru, cebola, cebolinha, cenoura, cereja, cerefólio, chicória, couve, couve-flor, couve-rábano, couve segurelha, cravo-de-defunto, endro, ervas aromáticas, erva-cidreira espinafre, estragão, ervilha, favas, feijão, feijão arbustivo, feijão-branco, feijão-de-porco, funcho, girassol, goiabeira, hortelã, losna, malmequer, manjericão, manjerona, maxixe, melão, melancia, menta, milho, milho-doce, moranga, morango, mostarda, nabo, nastúrcio, pepino, petúnia, quiabo, raiz-forte, repolho, rábano, rabanete, rábano, rúcula, salsão, sálvia, seringueira, serigurelha, serralha, taioba, tanásia, tomate, tomilho, trigo, urtiga, vagem.&lt;br /&gt;Dentre as plantas que servem para o manejo ecológico, estão a, e em segundo lugar: No caso do sorgo, suas panículas em flor favorecem o abrigo e a reprodução de insetos e ácaros benéficos, como o percevejo Orius insidiosus, predador de lagartas, ácaros e tripes da cebola. Outras plantas fornecem o polén como alimento para os ácaros predadores e néctar para as vespinhas parasitas de pragas. Para vários pesquisadores, pode ser constituído na propriedade um programa de manejo ecológico com mentrasto e outras plantas que vegetam bem verão e início do outono, complementadas com o plantio no inverno de nabo forrageiro ou o sorgo. Há no entanto, plantas que são desfavoráveis à preservação e aumento de inimigos naturais das pragas, como: mamona, capim fino, grama seda, capim amargoso, guanxuma, tiririca, braquiária, picão branco, carrapicho carneiro, etc.&lt;br /&gt;Plantas Companheiras. A instalação de linhas de plantas companheiras pode ser benéfica em pequenas áreas para a repelência de pragas nocivas. Entre outras, são conhecidos os efeitos repelentes das seguintes plantas, bastante comuns. Alecrim repele borboleta da couve e moscas da cenoura. Hortelã repele formigas, ratos e borboleta da couve. Mastruço repele afídeos e outros insetos. Tomilho repele borboleta da couve. Sálvia repele mariposa do repolho. Urtiga repele percevejo do tomate. O plantio da Trefosia candida, por conter o princípio ativo da rotenona, vem sendo recomendado para a formação de barreira vegetal contra pragas, servindo também como quebra-ventos. Outras plantas como a erva-cidreira e o girassol são também indicadas para repelir pragas dos cultivos. O gergelim é outra planta útil, que é cortado e levado pelas saúvas, intoxicando o fungo do qual se alimentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECEITAS DE PREPARADOS COM ERVAS ESPECÍFICAS PARA CONTROLE DE INSETOS E OUTROS &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 168px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532370070305418290" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbtRGaOrDI/AAAAAAAABiA/0Ez86-dc6UY/s200/abobora1.jpg" /&gt; 01. ABOBREIRA repelente de moscas e as sementes são vermífugos. Abóbora é um gênero de abóbora, nativa da América do Sul (Argentina, Brasil e Uruguai), cultivada para efeitos ornamentais e para produção dos seus frutos, vermelho-vivos, que são comestíveis, não só nesta região, mas também na Europa.&lt;br /&gt;Alguns autores consideram a existência de duas espécies, Abobra viridiflora Naudin, de flores verdes, e Abobra tenuifolia (sinônimo de Bryonia tenuifolia Hook.&amp;amp;Arn., de flores vermelhas, mas outros consideram estes nomes como sinônimos.&lt;br /&gt;São conhecidas pelos nomes vulgares de abobrinha (Brasil), brionia del Uruguay e, por vezes, tayuya, embora este nome pertença mais propriamente a uma espécie aparentada, a Cayaponia tavuva, nativa da região amazônica.&lt;br /&gt;Descrição. É uma trepadeira perene que pode atingir 3,5 m e é uma planta dioica (cada planta só dá flores de um sexo). As flores, que se desenvolvem em Julho-Agosto, são vermelhas e perfumadas. A planta prefere solos arenosos a argilosos, mas com boa drenagem. Não se desenvolve à sombra.&lt;br /&gt;Receita contra lagartas: cortar uma cabaça verde ou abóbora e colocar um inseticida (piretróide) sobre a parte cortada (pode ser em fatias) e espalhar os pedaços pela horta ou jardim. Quando estiver cheia de lagartas, jogar fora.&lt;br /&gt;Lesmas e Caracóis: As lesmas são moluscos que apresentam corpo mole, achatado, de coloração parda clara, preferem locais úmidos e frios, e comem as folhas das plantas à noite em dias chuvosos. Já os caracóis são moluscos dotados de pequenas conchas espiraladas, têm atividades diurnas e preferem atacar folhas tenras. Para combater podemos colocar pedaços de chuchu, nabo ou abóbora no canteiro durante à tarde para atraí-los, depois é só realizar a catação manual pela manhã seguinte. Podemos colocar no vaso ou em volta dos canteiros uma faixa de cal ou de cinza para afastá-los, ou então colocar estopas umedecidas sobre os canteiros, os moluscos irão se acomodar na parte de baixo, então é só retirar e exterminá-los. Podemos usar também uma solução de cerveja com água açucarada, é só colocá-las em tampas de latas rasas e deixar durante a noite nos canteiros e vasos, isso também irá atrair esses moluscos.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 145px; DISPLAY: block; HEIGHT: 207px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532369535859646882" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbsx_cbYaI/AAAAAAAABh4/hUbkj2T79Sc/s200/agave1.jpg" /&gt;02. AGAVE contra Formigas. Para o combate contra formigas podemos utilizar folhas de Agave. Existem três tipos de agave o agave azul, comercial e o americano. Agave americana, conhecida popularmente como agave, pita ou piteira, é uma planta originária do México. Suas folhas de bordas espinhosas são distribuídas em roseta, podendo atingir até três metros de comprimento. Sua floração é ocasional, podendo atingir até 8 m de altura. Foi a primeira espécie de Agave a ser levada para a Europa onde por muito tempo acreditou-se que planta somente florescia apos atingir cem anos de idade. Popularmente atribui-se o nome de variedade marginata para aquelas plantas que tem as margens das folhas amarelas.&lt;br /&gt;Calda de Agave Protocolo: Pegue três folhas de agave (Agave americana L. e Agave atrovirens), macere e misture com água. Depois é só localizar a entrada do formigueiro e despejar o preparado. Ele reduz o desenvolvimento das formigas dentro do próprio formigueiro.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532369111438985234" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbsZSWqCBI/AAAAAAAABhw/5bXJNsTQbhM/s200/alamanda1.jpg" /&gt; 03. ALAMANDA, alamanda amarela, alamanda de flor grande, alamanda de flor grande amarela, buiussu, (Belém), carolina, camendará, comandará, cipó de leite, comandau, orélia, canário e cantica (espanhol) chapéu-de-Napoleão é também conhecida ainda como dedal-de-dama - combater pulgões e cochonilhas. São plantas do gênero alamanda (Allamanda cathartica L.), é uma planta tóxica ornamental da família Apocynaceae.&lt;br /&gt;Origem. Nativa do Brasil da região da região costeira do norte, nordeste e leste do país, cultivada no mundo inteiro.&lt;br /&gt;Descrição. Planta perene de característica de longos ramos lenhosos a semi-lenhosos, flexíveis, considerada como trepadeira arbustiva. As folhas são verticiladas, ovais e oblongas, sem pêlos. As flores são produzidas quase todo o ano, mais na primavera até o outono e tem formato campanulado, com as pétalas recortadas arredondadas surgindo na axila das folhas. As sementes são numerosas, dentro de frutos do tipo cápsula.&lt;br /&gt;Toda a planta tem um látex resinoso e venenoso, como muitas plantas desta família que pode causar dermatite por contato na pele.&lt;br /&gt;Tem um crescimento vigoroso em climas mais quentes, podendo cobrir facilmente pérgulas de tamanho grande, mas nos estados mais frios é cultivada em arcos, junto a pilares e para cobrir o topo de muros. Esta planta tóxica é muito utilizada na medicina popular, principalmente como purgante (catártico).&lt;br /&gt;Porém, este uso, bem como ingestões acidentais da planta, acarretam distúrbios gastrintestinais intensos caracterizados por náuseas, vômitos, cólicas abdominais e diarréia, causados pela presença de saponinas. É uma trepadeira arbustiva e latescente. Possui folhas 5 verticiladas, oblongas ou ovadas, acuminadas e glabras. As flores são amarelas, fasciculadas, axilares e campanuladas. O fruto é do tipo cápsula bivalve, contendo poucas sementes.&lt;br /&gt;Com suas folhas prepara-se uma infusão para combater pulgões e cochonilhas.&lt;br /&gt;Fazer uma chá das folhas picadas com água fervendo por 10 minutos, esperar esfriar e com um aspersor borrifar as plantas atacadas.&lt;br /&gt;Não usar recipientes de uso para alimentos, colocar luvas na hora de cortar as folhas e esperar um dia sem sol ou após o entardecer.&lt;br /&gt;Este “chá” não deve ser aplicado antes de chuvas pois diluiria o veneno e nem guardado, pois as substâncias voláteis se perderiam e não haveria eficácia do produto.&lt;br /&gt;Muitas vezes o ataque dos insetos é muito grande, nem todas as folhas foram atingidas e é necessária então mais de uma aplicação.&lt;br /&gt;Controles alternativos: cozimento das folhas de alamanda ou arruda ou coentro (ferver 300 g folhas/1 litro de água, separadamente, coá-las e pulverizá-las nas folhas doentes). Para poucas plantas doentes, usar vinagre ou álcool num pano e passar nas partes afetadas. As joaninhas comem ovos de pulgões. As flores de cenoura atraem um tipo&lt;br /&gt;de mosca, que devora os pulgões. Às vezes um bom jato d'água, quando a planta é firme, elimina os pulgões.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 146px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532368676637397426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbr_-l4UbI/AAAAAAAABho/QXuC05nXHlI/s200/alcool1.jpg" /&gt;04. ÁLCOOL. O álcool (do árabe al-kohul) é uma classe de compostos orgânicos que possui na sua estrutura um ou mais grupos de hidroxilas, -OH, ligados a carbonos saturados. O nome químico do álcool é etanol, substância com a forma química de CH3 CH2 OH. O álcool pode ser associado a outros elementos químicos, responsáveis pela cor, sabor, odor e outras características da bebida. A sua comercialização e consumo são legais. O álcool, que deve ser tão antigo quanto a própria humanidade, é consumido pelo homem desde sempre. De fato, a fermentação da fruta nunca foi um grande mistério, pelo que os primatas sempre conseguiram produzir leves intoxicações mediante este processo. Nas diferentes civilizações, o consumo do álcool começa a assumir particular saliência a partir da revolução neolítica, altura em que se inicia uma produção mais sistemática de matérias primas (cevada e frutas) e se verifica um avanço nas tecnologias de fermentação. Álcool. Contra Cochonilha, Lagartas e Pulgão.&lt;br /&gt;Receita: 100g de fumo de corda. 0,5 L de álcool. 0,5 L de água. 100 g de sabão neutro&lt;br /&gt;Misture o fumo de corda já cortado em pedacinhos com o álcool e a água e deixe curtir por 15 dias. Depois deste período, dissolva o sabão em 10 L (em casa de forte infestação) ou em 20 L (em caso de infestação mais amena) de água e junte a mistura curtida. Pulverize nas plantas atacadas. Contra Lagartas e Lesmas&lt;br /&gt;Mistura álcool e fumo. Coloque 10 cm de fumo picado em uma tigela e cubra com álcool misturado com um pouco de água. Quando o fumo absorver o álcool, coloque mais álcool misturado com um pouco de água e deixe 15 dias de molho, tampando a tigela, para que a nicotina seja retirada do fumo. Coloque o líquido em uma garrafa com tampa e, na hora de usar, misture com sabão ralado e água nas seguintes proporções: um copo de mistura de água e fumo, 250 gramas de sabão e 10 litros de água. Controla pulgões.&lt;br /&gt;Receita. (Indicado para Vaquinhas, Cochonilas,, Lagartas, e Pulgões ). Ingredientes: 100 gramas de fumo de corda. 1/2 litro de álcool. 1/2 litros de água. 100 gramas de sabão neutro. Modo de Preparo: Misture 100 gramas do fumo cortado em pedacinhos em 1/2 litro de álcool, acrescentando 1/2 litro de água e deixando curtir por 15 dias. Após este tempo, dissolva o sabão em 10 litros de água e junte a mistura curtida. Pulverize nas plantas atacadas esta solução em ataques mais intensos, ou dilua em até 20 litros de água no caso de baixa infestação.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532368240493738114" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbrml1IOII/AAAAAAAABhg/4Jgc8WmpVZo/s200/alecrim1.jpg" /&gt;05. ALECRIM afasta ratos, lesmas e pragas em geral. O alecrim (Rosmarinus officinalis) é um arbusto comum na região da Costa do Mar Mediterrâneo ocorrendo dos 0 a 1500 m de altitude, preferencialmente em solos de origem calcária. É também conhecido pelo nome de "Rosmarinus" que lembra a denominação latina "ros marinus" - "rosa do mar". Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar. Para os romanos esta planta simbolizava o amor e a morte e por isto era plantada próximo à soleira das portas das casas. A igreja católica também o usava nos seus rituais, queimando-o como incenso. Até hoje diz-se que o alecrim é um excelente amuleto contra o "mal olhado". Família: Lamiaceae (Labiatae), Nomes Populares: alecrim-de-jardim, alecrim-rosmarino, libanotis. Componentes Químicos: acetaldeído, borneol, cânfora, cineole, ácido isovalérico, ácido tânico. Partes Usadas: folhas e flores. Propriedades: estimulante, anti-espasmódica, estomacal, vasodilatora, anti-séptica. Como qualquer outro nome vernáculo, o nome alecrim é por vezes usado para referir outras espécies, nomeadamente o rosmaninho, que possui exatamente o étimo rosmarinus. No entanto estas espécies de plantas, alecrim e rosmaninho, pertencem a dois gêneros distintos, Rosmarinus e Lavandula, respectivamente, e as suas morfologias denotam diferenças entre as duas espécies, em particular, a forma, coloração e inserção da flor.&lt;br /&gt;Descrição. Arbusto muito ramificado, sempre verde, com hastes lenhosas, folhas pequenas e finas, opostas, lanceoladas. A parte inferior das folhas é de cor verde-acinzentada, enquanto a superior é quase prateada. As flores reúnem-se em espiguilhas terminais e são de cor azul ou esbranquiçada. O fruto é um aquênio. Floresce quase todo o ano e não necessita de cuidados especiais nos jardins.&lt;br /&gt;Toda a planta exala um aroma forte e agradável. Utilizada com fins culinarios, medicinais, religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, como por exemplo, na produção da água-de-colônia, pois contém tanino, óleo essencial, pineno, cânfora e outros princípios ativos que lhe conferem propriedades excitantes, tônicas e estimulantes.&lt;br /&gt;A sua flor é muita apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de extrema qualidade. Há quem plante alecrim perto de apiários, para influenciar o sabor do mel.&lt;br /&gt;Uso Medicinal. O Alecrim, sob o domínio do Sol, é uma planta que ama o calor e a vida. Ele aquece e estimula o cérebro e o corpo, é ótimo como cardiotônico, estimulante, anti-reumático, resolve rapidamente dores de estômago e azías, restitui a energia dos cansados e estressados por muito esforço mental. Também é bom para tosses, bronquites, e problemas respiratórios. Usado externamente é bom para limpar feridas, principalmente de diabéticos e pessoas que tem dificuldades de cicatrização.&lt;br /&gt;Os cardíacos podem usá-lo acompanhado de Sete Sangrias e Dente de Leão.&lt;br /&gt;Uso Energético. Nós falamos que o Alecrim é um "costurador do Plexo solar".&lt;br /&gt;Ele restitui rapidamente a energia perdida, dá mais estrutura de trabalho aos que lidam muito com o mental racional, é uma das ervas que ajuda na depressão e estados permanentes de cansaço por problemas emocionais. Ajuda também muito as crianças com uma estrutura emocional passiva, as que não respondem de forma concreta às agressões da vida. Aumenta a capacidade de aprendizado. É a planta chave da falta de auto estima. Atua nos desconfiados, nos que não acreditam em si mesmos, nos que não têm coragem de se lançar em novos projetos. É a erva da coragem.&lt;br /&gt;Uso Culinário. O alecrim deve ser inserido na alimentação dos passivos, tímidos, e nas pessoas que têm um constante desgaste de energia. Um frango temperado com alecrim e limão é uma dádiva dos deuses. O alecrim pode ser usado em qualquer molho branco ou vermelho, para massas e lasanhas. Vinho com alecrim: Coloque alguns galhinhos de alecrim fresco em um bom Vinho tinto e deixe macerar durante 21 dias bem fechado com parafina na rolha. Guarde em lugar escuro, deitado. Quando passar esse tempo, coe e acrescente mel puro à gosto (O mel é opcional). Sirva pequenos cálices antes do jantar. Além de ser ótimo para a digestão, ajuda a clarear as idéias para um novo dia de trabalho. O alecrim fresco, misturado em pequenas quantidades às massas caseiras de pão, dá um gosto saboroso e exótico a massa, e deixa o pão digestivo e energético. Misture alecrim nas manteigas e patês. O efeito é ótimo. Conserva de alecrim para saladas: Em um vidro de boca estreita, esterilizado, coloque um galhinho de alecrim, um de manjericão, alguns grãos de coentro e um grão de pimenta da jamaica. Acrescente ¾ do vidro de vinagre de maçãs, água filtrada e sal para completar. Deixe descansar durante 8 dias. Está pronto para temperar qualquer salada. Na hora de servir, acrescente óleo ou azeite. Na culinária é recomendado para carnes de porco, cabrito carneiro e peixe. É usado também para aromatizar vinagres e óleos.&lt;br /&gt;Observação: Por ter um sabor muito forte, deve ser usado com moderação. Alguns raminhos de alecrim jogados sobre as brasas enquanto se faz churrasco, deixa a carne com um aroma delicioso.&lt;br /&gt;Outros Usos. O alecrim também pode ser encontrado em Tintura-mãe. O chá forte de folhas de Alecrim é ótimo para se enxaguar os cabelos. Além de ser cicatrizante, dá brilho de novo aos cabelos, e deixa-os muito mais escuros e com brilho. Compressas com chá forte de alecrim são ótimas para celulite. Essas compressas também melhoram muito as dores de estômago. O escalda pés de Alecrim tira todas as energias negativas acumuladas durante o dia. O Alecrim combate os invejosos!&lt;br /&gt;Uso mágico: Afasta olho gordo, erva da juventude eterna, do amor, amizade e alegria de viver. Erva colocada debaixo do travesseiro afasta maus sonhos. Tocar com alecrim na pessoa amada faz ter seu amor para sempre.Poção de amizade leva alecrim.&lt;br /&gt;Aromaterapia: O óleo essencial de alecrim é utilizado para dores musculares, reumatismo,artrite, prisão de ventre, tosse, sinusite, resfriado, bronquite, enxaqueca, deficiência de memória, cansaço. Efeitos colaterais: Não é indicado durante a gravidez e nem para epiléticos; em caso de overdose pode causar gastroenterites e/ou nefrites.&lt;br /&gt;Alecrim afasta ratos, lesmas e pragas em geral. Apenas plante-o no jardim ou na horta. Alecrim mantém afastados a borboleta-da-couve e a mosca-da-cenoura. É planta&lt;br /&gt;companheira da sálvia. Colocada nos armários espanta as traças.&lt;br /&gt;Receita. O alecrim passou a ser usado também como inseticida. Para esse fim, mistura-se uma xícara de óleo de alecrim em dois litros do chá de fumo. Bata no liquidificador e aplique.&lt;br /&gt;Receita: Por ter um cheiro muito forte ótimo repelente, deve colocar vasos em pontos estratégicos nas plantações, não deve plantar nos canteiros.&lt;br /&gt;Seus galhos devem ser colocados em alguns pontos da plantação.&lt;br /&gt;Deve ser usada também dentro de casa como ornamento no jarro, como chá, óleo ou esfregar as folhas e flores coar e jogar depois que lavar a casa.&lt;br /&gt;O alecrim é eficiente como repelente de pragas do tomate. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532367543875965986" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbq-CuglCI/AAAAAAAABhY/L2gJPp8IoA0/s200/alfafa1.jpg" /&gt;06. ALFAFA combate mosquitos. A alfafa (Medicago sativa), também conhecida por luzerna, é uma leguminosa perene (renovada constantemente pela natureza), pertencente à família Fabaceae e subfamília Faboideae, originalmente encontrada na Ásia Menor e no Cáucaso. Apresenta uma grande variedade de ecotipos (sub tipos adaptados ao clima da região). Em Portugal é também chamada de Luzerna.&lt;br /&gt;O nome alfafa é de origem árabe, derivado de “al-fac-facah”, que significa “o pai de todos os alimentos”. Historicamente os árabes sempre consideraram a alfafa muito importante e alimentavam seus melhores cavalos de corrida com ela. A alfafa também enriquece o solo onde é plantada aumentando a fixação de nitrogênio e outros nutrientes fundamentais para a boa agricultura.&lt;br /&gt;Foi a primeira espécie forrageira a ser domesticada. Devido a sua boa adaptabilidade aos mais diferentes tipos de clima e solo, tornou-se conhecida e cultivada em quase todas as regiões agrícolas do mundo e é considerada a "rainha das forrageiras" pelos norte-americanos, devido ao seu elevado valor nutritivo e por produzir forragem tenra e de boa palatabilidade (facilmente absorvida pelos animais). Tem cerca de duas a quatro vezes mais proteína bruta do que o trevo-branco (Trifolium repens") e a silagem de milho ("Zea mays"), além de ser mais barata.&lt;br /&gt;Seus brotos são usados como alimento humano devido ao seu alto teor protéico e por ser um alimento de baixa caloria e de agradável sabor. Pode ser usada na forma de saladas ou sopas.&lt;br /&gt;Receita: Por ter um cheiro muito forte, deve colocar vasos em pontos estratégicos nas plantações, não deve plantar nos canteiros.&lt;br /&gt;Seus galhos devem ser colocados em alguns pontos da plantação.&lt;br /&gt;Deve ser usada também dentro de casa como ornamento no jarro, como chá, óleo, ou esfregar as folhas e flores coar e jogar depois que lavar a casa.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 152px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532367060583395202" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbqh6UlL4I/AAAAAAAABhQ/0QMRXT2SbdM/s200/alfavaca1.jpg" /&gt;07. ALFAVACA. A expressão em língua árabe é al-habaq, que significa o manjericão, em língua portuguesa. Daí veio o nosso vocábulo alfavaca, que é uma planta usada como tempero culinário e também como planta medicinal.&lt;br /&gt;O manjericão de folha-larga (Ocimum basilicum L.; Lamiaceae), também conhecido apenas por manjericão, basílico ou, no Brasil, alfavaca, é uma planta cujas folhas são muito utilizadas como temperos; além, disso, é bastante apreciada como planta ornamental devido às suas flores. Costuma-se retirar suas primeiras florações para aumentar o número de folhas e o ciclo da planta.&lt;br /&gt;Alfavaca cheirosa, manjericão grande-erva real, manjericão dos cozinheiros&lt;br /&gt;Ocimum basilicum / família Labiadas. Marte. O nome deriva do grego basileus que significa rei. Originário da Índia. Folhas e flores. É a erva das fábulas na Idade Média acreditava-se que um ramo de alfavaca num recipiente espantava escorpiões. Oriundo da Índia, o manjericão grande é venerado como planta imbuída de essência divina (consagrada a Krishna e Vishnu), por isso os indianos o escolheram para fazerem sobre a erva os juramentos em tribunal; além disso ela é colocada no peito dos mortos para servir de passaporte para o paraíso. Encontrou-se manjericão grande em volta do túmulo de Cristo depois da ressurreição, por isso algumas igrejas ortodoxas o usam para preparar a água benta e têm vasos embaixo dos altares. Em Creta, o manjericão simbolizava o amor banhado com lágrimas e na Itália é usado como prova de amor.&lt;br /&gt;Plantadas nos túmulos, os hindus acreditavam ser o passaporte para o paraíso. Em Minas Gerais era usado nos velórios por causa do seu cheiro. Na Itália oferece-se o manjericão como prova de fidelidade à pessoa amada. No Haiti acompanha a deusa pagã do amor, Erzulie, como uma poderosa proteção e as camponesas mexicanas muitas vezes trazem-no no bolso para atraírem o olhar de algum eventual apaixonado.&lt;br /&gt;Herbácea anual de até 60 cm de altura, caule pubescente, finamente estriado, ramoso, verde claro a avermelhado na base, folhas grandes, serradas, ovada e verde-clara, com cheiro forte e ardente, mas fresco. As flores se reúnem num fascículo circular em número de seis, e são pequenas, aromáticas e esbranquiçadas, desabrochando no final do verão. A espécie Citriodorum tem aroma de limão e a Purpurascebs tem folhas enrugadas e púrpuras, com flores rosa pálido. Gosta de solos leves e ricos em matéria orgânica, em terrenos ensolarados e bem drenados, bem irrigados quando seco. Propagação por semeadura ou estaquia de galhos. Deixar 30 cms entre as plantas. Funciona bem a auto-semeadura em locais que não são muito frios.&lt;br /&gt;Alfavaca ou manjericão são usados como inseticidas contra moscas e mosquitos, mofos e manchas sobre as folhas ou outras partes da planta, causando o apodrecimento.&lt;br /&gt;Receita: Por ter um cheiro muito forte ótimo repelente, deve colocar vasos em pontos estratégicos nas plantações, não deve plantar nos canteiros.&lt;br /&gt;Seus galhos devem ser colocados em alguns pontos da plantação.&lt;br /&gt;Deve ser usada também dentro de casa como ornamento no jarro, como chá, óleo ou esfregar as folhas e flores coar e jogar depois que lavar a casa.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 159px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532366238745537042" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbpyEvKqhI/AAAAAAAABhI/KICkb5MqOqw/s200/alho1.jpg" /&gt;08. ALHO contra brocas, cochonilhas e pulgões. São designadas como alho algumas plantas do gênero Allium (mas não só), embora o termo se aplique especificamente ao Allium sativum, uma planta perene cujo bulbo (a "cabeça de alho"), composto por folhas escamiformes (os "dentes de alho"), é comestível e usado tanto como tempero como para fins medicinais.&lt;br /&gt;O alho é considerado um antibiótico natural e pode ser usado como inibidor ou repelente de parasitas de plantas ou animais.&lt;br /&gt;Características e preparo: no Brasil o uso do alho está restrito ainda a pequenas áreas, como na agricultura orgânica, enquanto que em outros países como nos Estados Unidos, pela possibilidade de empregar o óleo de alho, obtido através de extração industrial, já é possível empregá-lo em larga escala em cultivos comerciais.&lt;br /&gt;Alho Indicação: o extrato do alho pode ser utilizado na agricultura como defensivo agrícola, tendo ampla ação contra pragas e moléstias. Segundo vários pesquisadores, quando adequadamente preparado tem ação fungicida, combatendo doenças como míldio e ferrugens; tem ação bactericida e controla insetos nocivos como a lagarta da maçã, pulgão, etc. Sua principal ação é de repelência sobre as pragas, sendo inclusive recomendado o plantio intercalado de certas fruteiras como a macieira, para repelir pragas. Uma fórmula para o preparo de um defensivo com alho compreende a mistura de 1,0 kg de alho + 5,0 litros de água + 100 gramas de sabão + 20 colheres (de café) de óleo mineral. Os dentes de alho devem ser finamente moídos e deixados repousar por 24 horas, em 20 colheres de óleo mineral. Em outro vasilhame, dissolve-se 100 gramas de sabão (picado) em 5 litros de água, de preferência quente. Após a dissolução do sabão, mistura-se a solução de alho. Antes de usar, é aconselhável filtrar e diluir a mistura com 20 partes de água. As concentrações são variáveis de acordo com o tipo de pragas que se quer combater (Stoll, 1989). Quando pulverizado sobre as plantas depois de 36 horas não deixa cheiro nos produtos agrícolas.&lt;br /&gt;O Alho (allium sativum) pode ser utilizado contra brocas, cochonilhas, pulgões e ácaros. Quando plantado entre as roseiras, diminui o ataque de pulgões. Receita: Bata o alho no liquidificador com água (2 litros para cada dente). Em seguida pulverize as plantas atacadas. Não use sobre feijões, pois o alho inibe seu crescimento.&lt;br /&gt;ALHO – 1: Adquira 3 cabeças de alho, 1 colher grande de sabão de côco picado, 2 colheres de sopa de parafina líquida. Amassar as cabeças de alho misturando em parafina líquida. Diluir este preparado para 10 litros de água, com o sabãopicado. Pulverizar logo em seguida. Indicação: Repelente de insetos, bactérias, fungos, nematóides, inibidor de digestão de insetos e repelente de carrapatos.&lt;br /&gt;ALHO – 2: Adquira 100g de alho, 0,5 litro de água, 10g de sabão de côco, 2 colheres (de café) de óleo mineral. Os dentes de alho devem ser finamente moídos e deixados em repouso por 24 horas em 2 colheres de óleo mineral. À parte, dissolver 10 gramas de sabão em 0,5 litro de água. Misturar então todos os ingredientes e filtrar. Antes de usar o preparado, diluir o mesmo em 10 litros de água, podendo, no entanto, ser utilizado em outras concentrações de acordo com a situação.&lt;br /&gt;ALHO – 3: Adquira 1 pedaço de sabão de côco (50g), 4 litros de água quente, 2 cabeças de alho finamente picadas, 4 colheres pequenas de pimenta vermelha picada. Dissolver um pedaço de sabão do tamanho de um polegar (50 gramas) em 4 litros de água. Juntar 2 cabeças picadas de alho e 4 colheres de pimenta vermelha picada. Coar com pano fino e aplicar. Indicação para Alho 2 e 3: Trips, pulgões, mosca doméstica, lagarta do cartucho do milho (Spodoptera sp.), mosquito da dengue (Aedes aegupti), Xanthomonas campestris, míldio, brusone, podridão do colmo e da espiga, mancha de Alternaria, macha de Helminthosporium, podridão negra, ferrugem, mosca dos chifres e mosquitos.&lt;br /&gt;ALHO – 4: Adquira 1Kg Alho, 5 Kg de Sal mineral, Moer dentes de alho, se necessário, juntar milho, para facilitar a mistura com o sal. Fornecer em períodos de maior infestação. Indicação: Vermífugo, repelência para mosca dos chifres e ectoparasitas.&lt;br /&gt;Macerado de Alho. Esmagar 4 dentes de alho em um litro de água e deixar curtir por 12 dias. Diluir em 10 litros de água e aplicar sobre a planta. Para o caso dos dentes de alho que serão usados para plantio, imergir os mesmos na solução durante alguns minutos. Controla: pulgões e nematódeos do alho.&lt;br /&gt;Extrato de alho. Adquira: 1 pedaço de sabão de coco, 4 L de água quente, 2 cabeças de alho finamente picadas. 4 colheres pequenas de pimenta vermelha picada. Dissolver um pedaço de sabão do tamanho de um polegar (50g) em 4 L de água. Juntar 2 cabeças picadas de alho e 4 colheres de pimenta vermelha picada. Coar com pano fino e aplicar.&lt;br /&gt;Indicações: Repelente de insetos, bactérias, fungos, nemátóides e inibidor de digestão de insetos.&lt;br /&gt;Alho fresco. Como fazer? Coloque 50 g de alho de molho em 450 ml de água por 24 horas. Coe em peneira fina ou papel filtro e você terá um extrato contra pulgões.&lt;br /&gt;O cheiro do alho repele moscas e mosquitos. Não deve, porém, ser plantada perto da arruda.&lt;br /&gt;Preparado com alho - manejo de tripes, pulgões, lagarta do cartucho do milho e doenças podridão negra, ferrugem e alternaria. O alho é um antibiótico natural, inibidor ou repelente de parasitas de plantas ou animais. Modo de preparar: moer 100g de alho e deixar em repouso por 24 horas em 2 colheres de óleo mineral. Dissolver, à parte, 10g de sabão em 0,5 L de água. Misturar todos os ingredientes, filtrar e, diluí-lo em 10 litros de água (Fonte: Abreu Junior, 1998).&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 148px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532365804910720178" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbpY0k4tLI/AAAAAAAABhA/KHAOS4pqQok/s200/angico1.jpg" /&gt;09. ANGICO combate a saúva. Angico é a designação comum a várias árvores dos gêneros Piptadenia, Parapiptadenia e Anadenanthera da família Mimosoideae. Elas são nativas da América tropical, principalmente do Brasil e também são exploradas e/ou cultivadas devido à boa qualidade da sua madeira.&lt;br /&gt;Chá de Angico. Ingredientes:100 g de folhas de angico. 1 litro de água. Modo de fazer: Coloque as folhas de angico de molho na água por cerca de 10 dias, misturando diariamente. Coe o chá e guarde em uma garrafa tampada. Quando for utilizar em pulverizações, dilua uma parte do extrato em 10 partes de água. Combate as largatas.&lt;br /&gt;Importante. Procure não deixar folhas velhas e restos de culturas na horta, são os locais preferidos das pragas e insetos.&lt;br /&gt;Receita. Caso não apresente um ataque maciço (quando é indicada a aplicação um lagarticida biológico, facilmente encontrado no mercado), o controle das lagartas deve ser manual, ou seja, devem ser retiradas e destruídas uma a uma, lembrando que é importante usar uma proteção para a que a lagarta não toque na pele; A Chá de Angico ajuda a afastar as lagartas e não prejudica a planta; O uso de plantas repelentes, como a arruda, pode ajudar a mantê-las afastadas. Aves e pequenas vespas são suas “inimigas” naturais; Precisamos lembrar que sem as lagartas, não teríamos as borboletas. Ao eliminá-las completamente, estamos nos privando da beleza e da graça desses belos seres alados. Mais uma vez, o equilíbrio é a chave.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532363299327979698" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbnG-jaMLI/AAAAAAAABg4/pbVWfck_6iM/s200/armadilha1.jpg" /&gt;10. ARMADILHA LUMINOSA. Armadilhas luminosas são consideradas dispositivos para atração e captura de insetos nas formas aladas e que apresentam fototropismo positivo (que possuem atividade noturna e são atraídos pela luz entre as 19:00 e 05:00 horas). O funcionamento desta armadilha fundamenta-se nas características da radiação luminosa do espectro eletromagnético. A radiação luminosa nada mais é que o resultado da movimentação de elétrons. Quando a velocidade da radiação ultrapassa os 1x110 cm/s é o momento exato em que a matéria se transforma em ondas denominadas radiações. As radiações se propagam a uma velocidade de 300.000 km/s (velocidade da luz).&lt;br /&gt;As ondas podem ser medidas em função de seu comprimento e de acordo com esses valores obtém-se uma escala. Esta escala denomina-se espectro eletromagnético.&lt;br /&gt;Observando um espectro eletromagnético a radiação visível pelo homem esta situada entre 390 e 770 (mµ) milicron abrangendo as cores básicas violeta, anil e azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. Radiações com comprimento entre 770 e 2500 mµ são considerados os raios infravermelhos e as situadas entre 300 e 390 mµ são denominadas de ultravioleta. A radiação ultravioleta é considerada a mais importante em relação à atratividade dos insetos. O método baseia-se na interrupção do ciclo de vida do inseto no estágio adulto através de seu aprisionamento e morte na armadilha. Assim, cada fêmea atraída e morta antes da postura representa a eliminação de centenas de ovos que eclodiriam gerando pequenas larvas, caso ocorresse a oviposição. A armadilha serve como referencial para se iniciar o controle do inseto e pode contribuir para a redução de populações de pragas até próximo ao nível de dano econômico, refletindo numa menor utilização de inseticidas. Destaca-se na coleta os insetos das ordens Coleoptera (besouros), Lepidoptera (mariposas), mariposa oriental, Heteroptera (percevejos, cigarrinhas e cigarras), Orthoptera (gafanhotos e grilos) e Diptera (moscas e mosquitos), broca dos ponteiros. Posição ou local de instalação das armadilhas na lavoura: No interior, para a captura dos adultos existentes na área; No perímetro, para impedir a penetração de adultos migrantes para o interior do campo. Densidade de armadilhas por hectare: 1 para 6 a 10 hectares. Devem ser instaladas nos pontos mais altos da área, devendo a parte inferior tangenciar a parte superior da lavoura. Deve-se evitar a instalação próxima a obstáculos que impeçam a visibilidade da luz. Vantagens da armadilha luminosa: Identificação das pragas antes da ocorrência do dano na lavoura; Diminuição considerável das infestações; Diminuição ou eliminação das aplicações de agrotóxicos; Minimização de impactos negativos (poluição e contaminação ambiental).&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532362884879470018" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbmu2nLzcI/AAAAAAAABgw/0p0cuR7Yytc/s200/armadilha2.jpg" /&gt;11. ARMADILHA PET. Como confeccionar a armadilha PET. O PET (Poli Etileno Tereftalato) é um poliéster, polímero termoplástico, resistente, muito utilizado na fabricação de garrafas e embalagens plásticas para refrigerantes, águas, sucos etc. (ABIPET, 2006) Os materiais e instrumentos necessários para confeccionar uma armadilha PET são os seguintes: 1 garrafa plástica transparente de refrigerante tipo PET de 2 litros e com tampa (não pode ser colorida porque dependendo da cor poderá tornar a armadilha menos atrativa); 1 objeto (ou lâmina) cortante, tal como um canivete ou estilete; 1 fita métrica; 1 caneta marcador permanente (do tipo Pilot para retro projetor); 1 fonte de calor, tal como uma lamparina, um lampião ou boca de fogão; 1 pedaço de 30 cm de arame. Marcar na garrafa PET, com auxílio de uma fita métrica e uma caneta (marcador permanente), 3 quadrados de 2 cm de altura por 1 cm de largura em sua parede lateral, a uma altura de 10 cm a partir da base da garrafa, e que deverão estar eqüidistantes um do outro. Para uma garrafa de 32,5 cm de diâmetro, a distância entre cada quadrado será, então, de aproximadamente 8,83 cm. Assim, 8,83 cm x 3 quadrados = 26,5 cm, que somados a largura de cada quadrado (2 cm x 3 = 6 cm), totalizarão os 32,5 cm de diâmetro da garrafa. Cortar os quadros, seguindo as linhas marcadas com a caneta, com a ponta de um estilete ou outro objeto cortante. Para facilitar o corte, aquecer primeiro a ponta do estilete à medida que os quadrados vão sendo cortados. Esses quadrados vazados constituirão as aberturas laterais, pelas quais os insetos entrarão no interior da armadilha. Prender uma das extremidades do arame no gargalo da garrafa, logo abaixo do encaixe da tampa, sendo que a outra extremidade será usada para pendurar a armadilha na fruteira. A tinta da caneta deverá ser retirada com álcool embebido em um pedaço de algodão. Como tornar a armadilha PET atrativa às moscas-das-frutas. Antes de pendurar a armadilha na fruteira, o usuário deve abastecer a armadilha com a isca, que é um atrativo alimentar. O princípio é baseado no fato de que as moscas-das-frutas, especialmente as fêmeas, necessitam de proteína e carboidrato para a maturação de seus ovos antes de proceder à postura dos mesmos (oviposição) nos frutos, onde a sua cria (as larvas) se desenvolvem. Assim, na natureza, após o acasalamento, as fêmeas passam por uma fase conhecida por período de préoviposição (10 a 12 dias), quando se alimentam de diferentes substratos que fornecem esses nutrientes, tais como exsudatos de frutos, frutos em fermentação, fezes de pássaros ou de outros insetos, néctar etc.&lt;br /&gt;Vários tipos de substratos alimentares foram avaliados para serem usados como iscas para uso em frasco caça-moscas (ALUJA, 1994), e dentre os mais usados estão: Proteína hidrolisada a 5% (disponível no mercado, mas é de pequena abrangência). Para&lt;br /&gt;preparar 500 ml de solução, diluir 25 ml da proteína hidrolisada em 475 ml de água; Melaço de cana-de-açúcar a 7% (diluir 35 ml de melaço e 465 ml de água para preparar 500 ml de solução); ou Suco de fruta, tais como suco de uva 1:4 (uma parte de suco para 4 partes iguais de água) ou suco de pêssego 1:10 (uma parte de suco para 10 partes iguais de água). Recomenda-se acrescentar 10 g de bórax na solução atrativa para retardar a decomposição do atrativo, além desse produto ser tóxico para os adultos das moscas-das-frutas. A solução atrativa é depositada no fundo da armadilha PET, com o auxílio de um funil a partir da boca da garrafa, que deve ser fechada com a tampa para não permitir entrada de chuva.&lt;br /&gt;A armadilha, portanto, só se torna atrativa para as moscas-das-frutas quando abastecida com esses substratos alimentares, que são usados na forma de uma solução aquosa. Os insetos ao entrarem no interior da armadilha, voam em direção a solução e acabam morrendo afogados.&lt;br /&gt;Instalação e manutenção da armadilha PET no campo. O usuário deve pendurar a armadilha PET, abastecida com 300 mL de solução atrativa, na copa da fruteira a uma altura de 3/4 de sua altura, a partir do nível da superfície do solo, ficando geralmente na&lt;br /&gt;porção mediana da copa da árvore, altura em que normalmente se concentra um maior número de moscas. Deve-se também instalar a armadilha num galho de modo que fique mais para a periferia da copa e na porção menos exposta ao sol (de menor incidência de luz solar), que geralmente é a porção leste. Recomenda-se instalar de 1 a 2 armadilhas PET por hectare.&lt;br /&gt;Em pomares comerciais com talhões homogêneos (uma única espécie frutífera), as armadilhas devem ser instaladas nas plantas da periferia do pomar, podendo ser distanciadas a cada 50 a 200 m, dependendo do tamanho do talhão. Isso é importante porque as moscas-das-frutas atacam inúmeras espécies frutíferas cultivadas (manga, uva, goiaba, mamão, melão etc., incluindo café) e silvestres (pitanga, carambola, seriguela, cajá, jabuticaba etc.), tendendo a infestar os pomares migrando das áreas de vegetação silvestre ou com fruteiras de fundo de quintal. Este comportamento é conhecido como infestação incursionista (causada por moscas oriundas de áreas com fruteiras cujo ciclo de frutificação já se concluiu, e os adultos dispersam para outros pomares em início ou em plena frutificação). Dessa forma, instalando as armadilhas na periferia do pomar, essas interceptam as moscas, diminuindo sua entrada no interior do mesmo.&lt;br /&gt;Os frascos devem ser inspecionados a cada 7 a 15 dias, no máximo, pois a partir daí a solução atrativa tende a diminuir sua eficiência quanto à atratividade das moscas e, portanto, diminuindo a captura desses insetos (NASCIMENTO et al., 2000). Nessas inspeções, os insetos capturados são descartados (para fora do pomar ou enterrado no solo) e a Armadilha solução atrativa é substituída, sendo mantida sob inspeção periódica, obedecendo ao intervalo de tempo mencionado anteriormente.&lt;br /&gt;As armadilhas são muito eficientes no controle do complexo de percevejos-praga, que inclui o percevejo marrom da soja (Euschistus heros); o percevejo verde ou Maria fedida (Nezara viridula), entre outras espécies.&lt;br /&gt;Controlam também mariposas (Spodoptera spp e Elasmopalpus lignosselus) e coleópteros, como os popularmente conhecidos como cascudinho da cama de frango (Alphitobius diaperinus) e bicheira da raiz (Oryzophagus oryzae). &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532372646292344578" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbvnCtXzwI/AAAAAAAABiI/fFvMjdJj5Yk/s200/arruda1.jpg" /&gt;12. ARRUDA no combate de insetos e ácaros, como pulgões, cochonilhas e cigarrinhas. A arruda (Ruta graveolens) é uma planta da família das Rutáceas. Também é denominada como arruda-fedorenta, arruda-doméstica, arruda-dos-jardins, ruta-de-cheiro-forte. Subarbusto muito cultivado nos jardins em todo o mundo, devido às suas folhas, fortemente aromáticas. Atinge até um metro de altura, apresentando haste lenhosa, ramificada desde a base. As folhas são alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15 cm de comprimento. As flores são pequenas e amareladas. O fruto é capsular, de quatro ou cinco lobos, salientes e rugosos, abrindo-se superior e inteiramente em quatro ou cinco valvas. Suas folhas são utilizadas como chá com fins calmantes. Na forma de infusão (20 gramas para um litro de água), ou empregando-se as folhas secas em pó, combate os piolhos. Uma crença popular de raiz africana, remontando aos tempos coloniais, dita que os homens usem um pequeno galho de folhas por cima de uma orelha, ou que um galho das mesmas seja mantida no ambiente, para espantar maus espíritos. Desde a antiga Grécia, era usada para afastar doenças contagiosas. Os escravos africanos usavam-na contra mau-olhado. A igreja, no início da era cristão, fazia raminhos de arruda para espargir água-benta nos fiéis. É ótima para tratar conjuntivite. Macerar as folhas, acrescentar água fervida ou mineral e passar nos olhos, embebida num chumaço de algodão, várias vezes ao dia. Na antiga Roma a arruda (ou alguma das espécies do gênero Ruta) era usada como tempero para carnes. Arruda é bom para refrescar as vistas que estão irritadas. Basta socar um galhinho de arruda no fundo do copo e encher o copo de água gelada e ir pingando nos olhos aos poucos com ajuda de um algodão.&lt;br /&gt;Ruta graveolens. da família Rutaceae. Suas folhas são utilizadas no preparo de uma infusão para o combate a pulgões. As folhas de arruda (Ruta graveolens) são ótimas para combater os pulgões e ajudam a manter os cítricos saudáveis. Receita: Ferva folhas durante 5 minutos. Deixe esfriar e pulverize as plantas.&lt;br /&gt;Solução de Arruda: Adquirir 1 maço grande de ramos e folhas de arruda. 1 litro de água. 2 litros de solução adesiva (do artigo anterior). Bata no liquidificador a arruda e a água. Coe e acrescente a solução adesiva, misturando bem. Utilize em seguida. Cuidado, evite o contato da arruda e sua solução sobre a pele ou mucosas, pois pode provocar fortes irritações. Indicada contra insetos e ácaros, como pulgões, cochonilhas e cigarrinhas.&lt;br /&gt;Repelente de arruda para diversos insetos e formigas: Receita: Coloque 100 gramas de folhas de arruda picadas em 2 litros de água. Deixe em repouso por 24 horas. • Coe e misture com uma lata de água (20 litros). Pulverize ou regue sobre as plantas ou nos lugares onde aparecem as formigas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 161px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532361764584495826" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbltpMDGtI/AAAAAAAABgg/SeH3_a3Cu6A/s200/babosa1.jpg" /&gt;13. BABOSA, ALOE VERA como cicatrizante de cortes. A Aloe vera, conhecida popularmente no Brasil como babosa e em Portugal como aloés, é uma espécie de planta do gênero Aloe, nativa do norte de África. Encontram-se catalogadas mais de 200 espécies de Aloe. Deste universo, apenas 4 espécies são seguras para uso em seres humanos, dentre as quais destacam-se a Aloe arborensis e a Aloe barbadensis Miller, sendo esta última reconhecida como a espécie de maior concentração de nutrientes no gel da folha.&lt;br /&gt;Pela Legislação Brasileira somente cosméticos e medicamentos fototerápicos podem ser fabricados industrialmente a partir da planta. Alimentos, como suco e isotônico vendidos em outros países, não estão autorizados a serem produzidos devido à falta de pesquisas relacionadas a segurança alimentar. Aloe vera (do latim vera, "verdadeira") ou aloés tem um aspecto de um cacto de cor verde, mas este pertence à família dos lírios. Esta planta por dentro tem um líquido viscoso e macio.&lt;br /&gt;A Aloe vera floresce no começo da primavera, geralmente com flores de um amarelo vivo em uma longa haste que se projeta para fora do centro da roseta. Suas flores são, ocasionalmente, de cor laranja ou vermelha. Em uma planta já desenvolvida, a haste se eleva, geralmente, de 60 a 90 centímetros acima da extremidade das folhas. Como suas folhas são suculentas, elas estão cheias de uma substância gelatinosa que pode ser extraída e então engarrafada ou incorporada em vários produtos. A Aloe Vera tem folhas espinhosas de cor verde, com o formato de lanças que crescem numa formação de roseta (tal qual pétalas de rosa). Suas folhas frequentemente crescem até 75 cm e podem chegar a pesar de 1,4 a 2,3 kg cada uma. A Aloe Vera é uma planta originária de regiões desérticas. Por causa do meio hostil em que se desenvolve, ela adquiriu inúmeras capacidades para sobreviver onde muito poucas espécies vegetais conseguem. Além de crescer no deserto ela também só é encontrada em certas zonas tropicais do mundo e por esta razão não é muito conhecida em regiões de climas frios. O Aloe vera é uma planta utilizada para diversos fins medicinais há muitos anos. Geralmente é utilizada para problemas relacionados com a pele (acne, queimaduras, psoríase, hanseníase, etc). Pesquisadores encontraram relatos do uso desta planta entre civilizações antigas como os egípcios, gregos, chineses, macedônios, japoneses e mesmo citações na Bíblia deixam claro que era comum o uso desta planta na antiguidade.&lt;br /&gt;É um poderoso regenerador e antioxidante natural. A esta planta são reconhecidas propriedades antibacteriana, cicatrizante, capacidade de reidratar o tecido capilar ou dérmico danificado por uma queimadura, entre outras. A babosa aplicada sobre uma queimadura ajuda rapidamente a retirar a dor, pelo seu efeito reidratante e calmante. Pelo mesmo efeito reidratante lentamente irá reparando o tecido queimado, curando desta forma a queimadura.&lt;br /&gt;A Babosa tem poder de reter água para se manter o tempo todo bem hidratada, mesmo sob o calor produzido pelo sol escaldante do deserto.&lt;br /&gt;Aloe vera é um excelente nutriente, com importantes proteínas, vitaminas e sais minerais. Com sua constituição química permite a penetração na pele e assim levar importantes nutrientes para as células vivas.&lt;br /&gt;Contém várias enzimas cujas atividades não são totalmente compreendidas&lt;br /&gt;A Aloe Vera também pode ser utilizada para regular o trânsito intestinal, sendo muito utilizada para casos de intestino preso e baixa absorção de nutrientes.&lt;br /&gt;A babosa (Aloes spp) poderoso cicatrizante de cortes e feridas dos troncos das árvores. Protocolo: Passe a polpa diretamente nos cortes para evitar o ataque de fungos e outras doenças.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532360911238812274" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbk7-OlUnI/AAAAAAAABgY/ZSrirs7Drik/s200/biofertilizante.jpg" /&gt;14. BIOFERTILIZANTE. Esterco é um excelente fertilizantes, também pode ser usado como corretivo de acidez, da vida bacteriana e de textura. Neste contexto de importância agrícola, o biofertilizante poderá ser considerado como produto final de toda a reação, e não como um subproduto.&lt;br /&gt;Possui alta concentração de nitrogênio e a baixa concentração de carbono. Este fato é devido à biodigestão a qual ocorre dentro de um biodigestor, que libera o carbono em forma de CO2 e CH4, deixando-o rico em nutrientes. Deste modo, obtém-se uma melhora em suas condições para fins agricolas, sem contar com o baixo custo, um dos grandes motivos para a sua utilização em lavouras. Biofertilizantes. Bio quer dizer vida e fertilizante significa adubo, ou seja, biofertilizante é um adubo vivo, que contém organismos vivos que ajudam no controle de doenças e minerais que irão nutrir as plantas. Os biofertilizantes podem ser feitos com qualquer tipo de matéria orgânica fresca (fonte de organismos fermentadores). Na maioria das vezes são utilizados estercos, mas também é possível usar somente restos vegetais. O esterco bovino é o que apresenta mais fácil fermentação e já vem inoculado com bactérias decompositoras muito eficientes. Ainda assim por uma questão de segurança não deve ser utilizado o esterco de animais que estejam sendo tratados com algum produto como antibióticos, vermífugos, carrapaticidas, etc. Em todos os processos de fermentação é possível utilizar produtos para aumentar a velocidade de fermentação, ou seja, produtos que vão alimentar as bactérias que farão a decomposição da matéria orgânica. Tais produtos são chamados de catalisadores (soro de leite, caldo de cana, açúcar mascavo, melaço). É possível ainda, enriquecer o esterco líquido com minerais que são importantes para o desenvolvimento das plantas. Podemos adicionar cinzas, fosfato natural, farinha de osso, pó de rochas ou alguns micros elementos, que depois de fermentados juntamente com o esterco, poderão ser utilizados pelas plantas.&lt;br /&gt;Receita. Biofertilizante enriquecido (Super Magro). Ingredientes: 2,0 kg de sulfato de zinco. 2,0 kg de sulfato de Magnésio. 0,3 kg de sulfato de Manganês. 0,3 kg de sulfato de cobre. 0,3 kg de sulfato de Ferro. 0,05 kg de sulfato de Cobalto, 0,1 kg de Molibdato de Sódio, 1,5 kg de Bórax. 2,0 kg de Cloreto de Cálcio, 2,6 de Fosfato Natural. 1,3 kg de Cinza. 28 litros de leite. 14 litros de melaço. 30 litros de esterco bovino.&lt;br /&gt;1º Dia - Em um recipiente de 250 litros, colocar 30 litros de esterco, 60 litros de água, 2 litros de leite, e 1 litro de melaço. Misturar bem e deixar descansar, sem contato direto com o sol e a chuva. Misturar todos os minerais, dando uma quantidade total de 8,25 Kg de mistura. A cada três dias, acrescenta-se, junto com a água quente; 1 Kg da mistura; 2 litros de leite; 1,75 litros de melaço; 325 g de fosfato natural; 200 g de cinza.&lt;br /&gt;Espera-se de 15 a 20 dias e o produto está pronto para ser peneirado e utilizado.&lt;br /&gt;Outra receita: Produzido com a fermentação do esterco bovino misturado a água, num vasilhame, geralmente fechado, é utilizado como adubo e fortificante foliar.&lt;br /&gt;Vem sendo muito empregado ultimamente na agricultura ecológica, devido resistência contra pragas e moléstias.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532360172036257538" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbkQ8e9dwI/AAAAAAAABgQ/ozdW9582MY4/s200/bongavile.jpg" /&gt;15. BOGANVILLE. Bougainvillea é um gênero botânico da família Nyctaginaceae, de espécies geralmente designadas como buganvílias. Nativas da América do Sul, essas angiospermas recebem vários nomes populares como "Primavera", "Três-marias", "Sempre-lustrosa", "Santa-rita", "Ceboleiro", "Roseiro", "Roseta", "Pataguinha", "Pau-de-roseira" e "Flor-de-papel". Família: Nyctaginaceae. Nome comum: Buganvília; Flor de Papel. Outras variedades: B. glabra “Harrisii” e “Sandevana variegata”, B. spectablilis e B. buttiana. Descrição. A Buganvília é uma trepadeira comum em Portugal, cujas flores no Verão atraem a atenção de quem passa onde quer que se encontre. A mais comum é a de cor roxa, mas nos anos mais recentes podem facilmente encontrar-se outras cores em qualquer viveiro. O seu nome provém de Louis Antoine de Bougainville, capitão de navio, advogado, matemático e explorador, que se juntou à armada francesa por volta de 1767 no Canadá, onde viria a conhecer e a fazer amizade com Philibert Commerson, viajante e botânico francês que em 1760 viajava ao serviço de Sua Majestade e veio a descobrir esta planta no Brasil, de onde é originária. Daí o nome de Bouganvillea. Dos troncos, protegidos por fortes espinhos, ramificam todos os anos novos rebentos que crescem vigorosamente e para os lados de forma desordenada. Estas plantas podem também ser “domesticadas” em forma de arbusto, desde que se proceda ao corte das pontas nos rebentos novos à medida que eles crescem. As folhas têm o feitio de um coração e possuem uma cor verde escura. A variedade B. glabra atinge uma altura de 3 metros ou mais, tem folhas macias, mais pequenas e com menos espinhos enquanto que as folhas da B. spectablilis têm uma penugem no lado inferior. As flores verdadeira são os pequenos tubos amarelos e brancos que se encontram envolvidos em três brácteas fundidas ou folhas modificadas, parecidas com papel, e que são as verdadeiras responsáveis pelo seu aspecto colorido. A B. glabra é uma trepadeira com troncos menos espinhosos e floresce intermitentemente durante toda a estação quente. A B. spectabilis cresce com grande vigor podendo atingir facilmente cerca de 6 a 9 metros de altura. Origem: Originária do Brasil, tornou-se uma espécie popular e ornamental em quase todo o mundo, especialmente nos climas quentes da América do Norte e do Sul, na Europa e no sudoeste asiático. Em Portugal encontra-se um pouco por todo o lado, com maior freqüência no Algarve e no Alentejo, onde se desenvolve sem grandes exigências ou cuidados. Em alguns casos, pelo seu porte e vigor, algumas podas regulares fariam dos espécimes existentes e quase selvagens magníficos exemplares de decoração paisagística. Características: A Buganvília é famosa pelas suas cores variadas que vão desde o roxo, à cor de vinho, laranja, branco, salmão e por outros tons mais raros e cuja cultura é menos fácil. É uma planta popular, exuberante e de crescimento rápido. Tem um preço acessível, pode ser multiplicada por propagação e não requer grandes cuidados. Indicação: método eficiente para imunizar mudas de tomate contra o vírus do vira cabeça do tomateiro.&lt;br /&gt;Receita 1. Preparado com buganville (primavera/maravilha)- manejo do vírus do vira-cabeça do tomateiro e pimentão. Modo de preparar: juntar 1 kg de folhas maduras e lavadas de buganville (flores rosa ou roxa) com água e bater no liquidificador. Coar e diluir o macerado em 20 L de água. Pulverizar imediatamente o tomateiro nas horas mais frescas do dia, iniciando na fase de mudas e terminando no início da frutificação. (Zouza, 2003).&lt;br /&gt;Receita 2. Calda de Primavera ou Boganville. Controle do Vírus Vira-Cabeça do Tomateiro. O vira cabeça é a principal doença de vírus do tomateiro nas nossas condições, impedindo o seu cultivo durante os meses quentes. O vírus é disseminado por meio do tripes das espécies Frankniella paucispinosa e Trips tabaci. Uma das alternativas de controle é o uso de Calda de Primavera ou Boganville para que o tomateiro adquira resistência contra o tripes.&lt;br /&gt;Receita 3. Para cada 20 litros de água usar 200 g de folhas. Escolher as folhas mais sadias e lavá-las com sabão neutro. Depois de bem enxaguadas batê-las no liquidificador com um pouco de água. 50 gramas de sabão neutro dever ser derretidos em um pouco de água quente que é para fixar a calda de primavera nas folhas do tomateiro. Coe a calda e acrescente 20 litros de água e o sabão derretido. A mistura deve ser utilizada no mesmo dia do seu preparo. A pulverização deve ser feita 3 vezes por semana, desta forma o tomateiro vai adquirir resistência contra o ataque do inseto. Começar o tratamento 10 dias depois da germinação da muda de tomate e parar quando aparecer as primeiras flores.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 156px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532359739635375714" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbj3xqjnmI/AAAAAAAABgI/H6IGDHg0S94/s200/borlandesa1.jpg" /&gt;16. BORDALESA. Fornece proteção contra moléstias fúngicas e bacterianas. Preparo com a mistura de sulfato de cobre + cal hidratada + água, em preparo a frio. As caldas cúpricas (Bordalesa e Viçosa), devem ser utilizadas a critério da certificadora. Caldas bordalesa e sulfocálcica – as caldas possuem baixo impacto ambiental sobre o homem e os animais. O cobre presente na calda bordalesa é pouco tóxico para a maioria dos pássaros, abelhas e mamíferos, porém é tóxico para peixes. A aplicação de caldas não tem o objetivo de erradicar os insetos e as doenças, mas proteger as plantas e ativar o seu mecanismo de resistência. A vantagem é que além de serem facilmente preparadas na propriedade, reduzem significativamente o custo de produção dos cultivos. Estas caldas, especialmente a sulfocálcica, são vendidas em agropecuárias já prontas com um custo baixo. As caldas podem serem aplicadas em frutas e hortaliças, seguindo as dosagens específicas e alguns cuidados no preparo e aplicação.&lt;br /&gt;Receita. Colocar 100 g de sulfato de cobre em um saco de pano e mergulhar em 5 litros de água quente. Deixar de molho durante 24 horas. Colocar 100 g de cal virgem em 5 litros de água e despejar aí a solução de sulfato de cobre, misturando bem com um bastão. Coar a mistura e despejar no pulverizador para aplicação, visando controle de fungos.&lt;br /&gt;Outra. Para prevenir suas plantas contra o ataque de fungos e ácaros, prepare em casa a calda bordalesa. Receita. Ingredientes: 200 g de sulfato de cobre. 200 g de cal virgem. 20 litros de água. Saco de pano ou "perfex". Preparo: Coloque numa vasilha 18 litros de água; Faça uma espécie de sachê com o perfez ou saco de pano, e preencha-o com 200 g de sulfato de cobre; Mergulhe parcialmente o sachê na água por 3 ou 4 horas, ou até que o sulfato de cobre se dissolva por completo; Numa outra vasilha, dissolva 200 g de cal em 2 litro de água. Despeje a mistura na solução de sulfato de cobre e mexa bem; Finalmente, antes de aplicar a calda bordalesa, é bom fazer um teste de acidez, mergulhando no preparo uma lâmina de ferro. Se o preparado estiver muito ácido, o que pode prejudicar as plantas, a lâmina de ferro escurecerá. Neste caso acrescente um pouco mais de leite de cal à calda e repita o teste. Faça isso quantas vezes for necessário, até a lâmina não escurecer mais.&lt;br /&gt;CALDA VIÇOSA derivada da bordalesa. Além da proteção contra moléstias, atua como nutriente foliar. Os ingredientes são a mistura de sulfato de cobre + micronutrientes (zinco, boro, magnésio,etc) + cal hidratada + água, em preparo a frio.&lt;br /&gt;Obs. Caso contenha como ingredientes a uréia, cloreto ou nitrato de potássio, a calda viçosa não é aceita na agricultura orgânica.&lt;br /&gt;Receita. A Calda Viçosa é constituída dos seguintes ingredientes: sulfato de cobre, sulfato de zinco, sulfato de magnésio, ácido bórico, uréia ou cloreto de potássio e cal hidratada. Para se preparar 20 litros de calda, usa-se a seguinte quantidade de cada ingrediente: Sulfato de cobre (25 % Cu): 100 gramas; Sulfato de zinco (21,5 % Zn): 40 gramas; Sulfato de magnésio (16,5 % MgO): 120 gramas; Ácido bórico (17,5 % B): 40 gramas; Uréia ou cloreto de potássio: 80 gramas; Cal hidratada (cal nova): 110 gramas; Para quem vai utilizar a calda constantemente, recomenda-se em um mês usar uréia e no mês seguinte usar o cloreto de potássio. No terceiro mês volta com uréia e assim sucessivamente. Para volumes maiores ou menores, basta fazer os cálculos proporcionais à recomendação acima.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 148px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532358938319411218" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbjJIh8WBI/AAAAAAAABgA/QtDrGMkXMq0/s200/cafe1.jpg" /&gt;17. CAFÉ. O café é uma bebida produzida a partir dos grãos torrados do fruto do cafeeiro. É servido tradicionalmente quente, mas também pode ser consumido gelado. O café é um estimulante, por possuir cafeína — geralmente 80 a 140 mg para cada 207 mL dependendo do método de preparação. Corre uma lenda sobre as origens do café contando que, num dado momento do século III d. C., um pastor de cabras, chamado Kaldi, certa noite ficou ansioso quando suas cabras não retornaram ao rebanho. Quando saiu para procurá-las, encontrou-as saltitando próximo a um arbusto cujos frutos estavam mastigando e que obviamente foi o que lhes deu a estranha energia que Kaldi nunca vira antes. Dizem que ele mesmo experimentou os frutos e descobriu que eles o enchiam de energia, como aconteceu com o seu rebanho. Kaldi evidentemente levou essa maravilhosa "dádiva divina" ao mosteiro local, mas as reações não foram favoráveis e ele ateou fogo nos frutos, dizendo serem "obra do demônio". O aroma exalado pelos frutos torrados nas chamas atraiu todos os monges para descobrir o que estava causando aquele maravilhoso perfume e os grãos de café foram rastelados das cinzas e recolhidos. O abade mudou de idéia, sugeriu que os grãos fossem esmagados na água para ver que tipo de infusão eles davam, e os monges logo descobriram que o preparado os mantinha acordados durante as rezas e períodos de meditação. Notícias dos maravilhosos poderes da bebida espalharam-se de um monastério a outro e, assim, aos poucos espalharam-se por todo mundo.&lt;br /&gt;As evidências botânicas sugerem que a planta do café origina-se na Etiópia Central (onde ainda crescem vários milhares de pés acima do nível do mar). Ninguém parece saber exatamente quando o primeiro café foi tomado lá (ou em qualquer parte), mas os registros dizem que foi tomado em sua terra nativa em meados do século XV Também sabemos que foi cultivado no Iêmen (antes conhecido como Arábia), com a aprovação do governo, aproximadamente na mesma época, e pensa-se que talvez os persas levaram-no para a Etiópia no século VI d.C., período em que invadiram a região.&lt;br /&gt;À medida que o café tornou-se cada vez mais popular, salas especiais nas casas dos mais abastados foram reservadas para se tomar café, e casas de café começaram a aparecer nas cidades. A primeira abriu em Meca, no final do século XV e início do XVI e, embora originalmente fossem lugares de reuniões religiosas, esses amplos saguões onde os clientes se sentavam em esteiras de palha ou colchões sobre o chão, rapidamente tornaram-se centros de música, dança, jogos de xadrez, gamão, conversas em locais em que se faziam negócios.&lt;br /&gt;Receita com Pó de Café. Os ingredientes pó de café. Como fazer? Coloque 50 g de pó de café de molho em 450 ml de água por 24 horas. Coe em peneira fina ou papel filtro e você terá um extrato contra pulgões. O pó de café é um excelente adubo para as plantas deixando-as mais bonita e com uma boa aparência. Usar a mesma quantidade dessa borra e depois misturar com farinha de ossos. Depois colocar ao redor das plantas. É um ótimo adubo.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 151px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532358503384231042" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbiv0RULII/AAAAAAAABf4/uuxkViXeyFk/s200/cal1.jpg" /&gt;18. CAL. [Do lat. cale, acus, do lat. vulg. hispânico cals, is, por calx, cálcis, ‘pedra calcaria’.] Substancia branca, grosseiramente granulada, obtida pela calcinação do carbonato de cálcio e usada em argamassas, na indústria cerâmica e farmacêutica, na clarificação e desodorização de óleos [form: CaO] Eu uso o cal vigem e o cal dolamítico. O cal virgem eu uso puro, ou com a cinza ao redor dos caules ou os dois juntos para pulverizar, dito acima. E o cal dolamítico eu uso lançado ao solo depois da colheita e espero um tempo, para poder plantar outra vez. O óxido de cálcio (conhecido como cal) é uma das substâncias importantes para a indústria, sendo obtida por decomposição térmica de calcário (900 ºC). Também chamada de cal viva ou cal virgem, é um composto sólido branco. Normalmente utilizada na indústria da construção civil para elaboração das argamassas com que se erguem às paredes e muros e também na pintura, a cal também tem emprego na industria cerâmica, siderúrgicas (obtendo do ferro) e farmacêutica como agente branqueador ou desodorizador. O óxido de cálcio é usado para produzir hidróxido de cálcio, na agricultura para o controle de acidez dos solos, e na metalurgia extrativa para produzir escória contendo as impurezas (especialmente areia) presentes nos minérios de metais. Obtenção, calcário, depois de extraído, selecionado e moído, é submetido a elevadas temperaturas em fornos industriais num processo conhecido como calcinação, que dá origem ao Cão (oxido de cálcio: cal) e CO2 (gás carbônico), a equação química dessa calcinação fica assim: CaCo3 + Calor + Cão + CO2. Adubar consiste em corrigir as deficiências naturais do solo em algum nutriente importante para o crescimento das plantas ou para repor os nutrientes removidos pelas colheitas. A necessidade de suplementação dos nutrientes do solo no cultivo de hortaliças é obrigatória, e a falta dela está diretamente relacionada ao ataque de pragas e doenças. Aplica-se o cal dolamítico com os objetivos de elevar os teores de cálcio e magnésio no solo da horta.&lt;br /&gt;Receita. Fazer uma pasta de cal e pincelar sobre o tronco. Com isto evita-se a subida de formigas e ajuda controlar a barba das frutíferas. Cal virgem contra Ácaros. Os ácaros são organismos minúsculos que lembram pequenas aranhas. Receita Polvilhe as plantas atacadas com cal virgem ou limpe esguichando.&lt;br /&gt;Receita: Para o combate a lagartas e vaquinhas dos melões. Preparo e aplicação: Testar nas condições locais a seguinte fórmula: 0,5 copo de cinza de madeira, 0,5 copo de cal virgem e 4 litros de água. A cinza deve ser colocada antes em água, deixando repousar pelo menos 24 horas, coada, misturada com a cal virgem hidratada e pulverizada. Para o preparo de maiores quantidades de calda, pode ser preparado: 1 kg. de cinza de madeira + 1 kg de cal e 100 litros de água. A adição de soro de leite (1 a 2%) na mistura de cinza com água pode favorecer o seu efeito no combate contra pragas e moléstias.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 169px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532358029306674802" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbiUOMavnI/AAAAAAAABfw/ZpTlSHpsrQY/s200/calendula1.jpg" /&gt;19. CALÊNDULA como inseticida. Calendula officinalis, conhecida como calêndula ou margarida é uma planta do gênero Calendula. Era usada na Grécia, Roma, Arábia e Índia antigas como planta medicinal bem como corante têxtil, corante alimentar e em cosméticos. As folhas e pétalas da calêndula são comestíveis, sendo as pétalas adicionadas aos pratos como guarnição em substituição do açafrão. As folhas podem ser doces mas são geralmente amargas, e podem ser usadas em saladas.&lt;br /&gt;Trata-se de uma planta bastante cultivada e cresce facilmente em locais soalheiros na maioria dos solos. Pertencente à mesma família das margaridas, Asteraceae Compositae, a calêndula (Calendula officinalis) é originária da Europa meridional e se relaciona intimamente com o sol. Curiosamente, essa flor abre suas pétalas assim que o sol nasce e as fecha na hora em que ele se vai. Aliás, seu nome é derivado de uma palavra latina - Calendae - que significa "primeiro dia de cada mês", de onde se derivou também a palavra calendário (que, sabe-se, é baseado no ciculo solar).&lt;br /&gt;No Brasil, a calêndula adaptou-se facilmente, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Hoje, ela é cultivada tanto para fins ornamentais como para a fabricação de medicamentos e cosméticos. A flor, de coloração amarelo-alaranjada, caracteriza-se pelo inegável perfume e as folhas são macias e aveludadas. Planta anual, a calêndula pode atingir até 50 cm de altura e apresenta caules ramificados em duas hastes. As folhas inferiores são espatuladas e as caulinares são lanceoladas e alternadas.&lt;br /&gt;Atualmente, as flores cultivadas sem agrotóxicos ou aditivos químicos são comercializadas para consumo em saladas ou acompanhando outros pratos.&lt;br /&gt;Popularmente, ela é conhecida como mal-me-quer e é muito parecida com a margarida, só que tem um perfume característico que a identifica: o nome desta flor é calêndula.&lt;br /&gt;Calendula officinalis é usada no tratamento de problemas de pele e da dor, como bactericida, antisséptico e anti-inflamatório. As pétalas e o pólen contêm ésteres triterpenoides (anti-inflamatório) e os carotenoides flavoxantina e auroxantina (antioxidantes e origem da coloração amarelo-laranja). As folhas e os caules contêm outros carotenoides, sobretudo luteína (80%) e zeaxantina (5%) e beta-caroteno. Os extratos da planta são também muito usados em cosméticos, presumivelmente devido à presença de compostos como saponinas, resinas e óleos essenciais.&lt;br /&gt;A Calendula officinalis é uma planta que, desde 2009, foi reconhecida pelo Ministério da Saúde do Brasil como possuidora de propriedades fitoterápicas.&lt;br /&gt;Além disso, a calêndula está presente na fórmula de alguns shampoos para cabelos claros, pois sabe-se que o extrato dessa planta contém, assim como a camomila e a macela, um pigmento amarelo responsável por acentuar a cor dos cabelos de tons castanho claro a louro dando-lhes reflexos dourados de forma natural e gradual.&lt;br /&gt;As flores da calêndula (Calendula officinalis) têm ótima ação inseticida.&lt;br /&gt;Receita. Coloque as flores em um recipiente de vidro despejando água fervente sobre elas. Tampe o recipiente e deixe a infusão descansar por cerca de cinco minutos. Pulverize a infusão fria sobre as plantas. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 193px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532357208276267202" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbhkbng8MI/AAAAAAAABfo/YMCjLvYJ8Bs/s200/camomila1.jpg" /&gt;20. CAMOMILA. A camomila-vulgar, camomila ou camomila-alemã (Matricaria recutita) é uma planta da família Asteraceae. É uma planta com uso medicinal, cosmético, alimentar e em outras áreas.&lt;br /&gt;Sua origem mais provável é a Europa e América do Norte, onde é muito comum nos jardins públicos. Sendo que as partes mais usadas são as flores e as folhas.&lt;br /&gt;Surpreende por suas utilidades: além de ornamental, produz um chá calmante e digestivo, suaviza a pele e embeleza os cabelos. Trata-se de uma das ervas mais antigas que a humanidade já utilizou. O intenso aroma despertou o interesse pela planta e antigos pesquisadores, atraídos pelo doce perfume, acabaram por descobrir várias das propriedades que tornaram a camomila tão famosa.&lt;br /&gt;Os antigos egípcios tratavam uma doença semelhante à malária com o chá de suas flores. Ficou muito conhecido também um tipo de vinho aromatizado com flores de camomila. Na Espanha, por exemplo, esse vinho era usado como digestivo.&lt;br /&gt;Como lenda diz que atrai dinheiro se plantada ao redor da casa afasta o olho gordo; simboliza a prosperidade.&lt;br /&gt;Pode ser usada das mais diversas formas, caseiro, culinário, Aromaterapia, pois seu óleo essencial é sedativo e anti-fúngico. Bom para queimaduras solares.&lt;br /&gt;Efeitos colaterais como toda erva tem certas restrições de uso. Não deve ser utilizada por quem estiver fazendo tratamento radioterápico, pois como tem efeito anti-oxidante, a camomila impede que a radiação destrua as células sadias e as malignas.&lt;br /&gt;O seu cultivo é anual. Possui uma haste ereta, e cresce de 25 cm a 50 cm com, folhas delgadas e bem recortadas. Suas flores lembram pequenas margaridas brancas. Planta de clima temperado, se dá bem em locais onde faça um pouco de frio,com sol pleno, solos bem drenados, argilo-arenosos e férteis; assegura a saúde das plantas ao redor, convive bem com as couves, cebolas, mentas e repolho.&lt;br /&gt;Uso Medicinal. Os egípcios a usavam no tratamento da malária, devido a sua ação anti-inflamatória, é indicada para má digestão, cólica uterina, sedativa (infusão flores ou chá da flor de camomila); para queimaduras de sol (ajuda a refrescar a pele e evita o vermelhidão da pele), conjuntivite e olhos cansados (compressas com infusão do preparado das flores).&lt;br /&gt;Para criança ajuda combater vermes. Como chá usado diariamente diminui as dores musculares, tensão menstrual, stress e insônia, diarréia, inflamações das vias urinárias; misturado ao chá de hortelã com mel combate gripes e resfriados; banho com sachê de camomila é sedativo e restaurador de forças, e especial para hemorróidas.&lt;br /&gt;Na forma de infusão é útil para o fígado, antialérgico, dores de reumatismos, nevralgias; ajuda a purificar o organismo e aliviar a irritação causada pela poluição. Age como sudorífico.&lt;br /&gt;Não deve ser utilizada em doentes que tomem medicamentos com varfarina, pois os riscos de hemorragia são aumentados.&lt;br /&gt;A camomila exerce papel repelente de insetos e ácaros e torna-se uma excelente companheira para outras plantas.&lt;br /&gt;No jardim e na horta. A camomila Anthemis nobilis (ou macela) produz um efeito curativo nas outras plantas do jardim. É uma excelente cultura para acompanhar as couves e as cebolas melhorando-lhes o desenvolvimento e o sabor. Mas convém cultivar de forma dispersa aproximadamente de 45 em 45 metros. O trigo cultivado com a camomila na proporção de 100:1 cresce mais vigoroso e com espigas mais cheias, em proporções mais intensas torna-se prejudicial em vez de benéfico. Os capítulos da variedade M. matricarioides reduzidos a pó são muitos úteis no combate a vários tipo de traça. A Matricaria camomila é repelente de moscas e mosquitos, a sua eficácia iguala a do pinetro comercial. Uma tisana de Matricaria camomila em aspersão é utilizada contra as pulgas – podendo ser pulverizada na cama dos cães ou gatos ou rechear os seus colchões e almofadas com a planta fresca ou seca – e eficaz contra o emurchecimento das plantas especialmente as de estufa e ainda controlar o apodrecimento devido à humidade. A camomila em pequenas quantidades aumenta a produção de óleo essencial de hortelã-pimenta. Na agricultura biodinâmica fazem-se preparados com camomila que ajudam a vitalizar as outras plantas, estabilizando o azoto e regulando a fermentação do composto.&lt;br /&gt;Chá de camomila: Imergir um punhado de flores em água fria por um ou dois dias. Pulverizar as plantas, principalmente as mudas em sementeira. Controla diversas doenças fúngicas.&lt;br /&gt;Calda de camomila: 50g de flores de camomila em um litro de água. Deixar de molho por 3 dias, agitando 4 vezes por dia. Coar a mistura e aplicar 3 vezes na semana para evitar doenças fúngicas.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 189px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532355226593076114" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbfxFRbI5I/AAAAAAAABfY/BfjxGyWW4EE/s200/capuchinho1.jpg" /&gt;21. CAPUCHINHA. Capuchinha repelem insetos. Nome Científico: Tropaeolum majus. Sinonímia: Cardamindum majus, Tropaeolum elatum, Tropaeolum hortense, Tropaeolum hybridum, Tropaeolum pinnatum, Tropaeolum quinquelobum, Trophaeum majus. Nome Popular: Capuchinha, chagas, nastúrcio, agrião-do-méxico, flor-de-sangue, flor-de-chagas, nastúrcio, mastruço, coleária-dos-jardins. Família: Tropaeolaceae. Divisão: Angiospermae. Origem: América do Sul. Ciclo de Vida: Bienal&lt;br /&gt;A capuchina é conhecida em diversas culturas, como uma planta multifuncional. Além de ornamental e medicinal, atualmente está muito na moda sua utilização culinária. Suas folhas são bastante arredondas e sem brilho. As flores podem ser simples ou dobradas de coloração amarela, laranja ou vermelha e são muito saborosas. Seu sabor é picante, em saladas frias, sucos e finalização de pratos. A floração ocorre na primavera e verão.&lt;br /&gt;Pode ser plantada em vasos e jardineiras, assim como em maciços e canteiros e não raramente presta-se como forração. Se conduzida em suporte adequado, torna-se uma bela trepadeira. Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil enriquecido com composto orgânico, com regas periódicas. Multiplica-se por sementes.&lt;br /&gt;Medicinal: Indicações: Afecções da pele e anexos, problemas digestivos e pulmonares, escorbuto, insônia. Propriedades: Bactericida, digestiva, expectorante, sedativa, tônica, rica em vitamina C. Partes usadas: Toda planta com excessão da raiz.&lt;br /&gt;Contém: ácido trapaelínico, gliconastriritina, glicoproteína, resinas, muita vit. C e sais; potassa, fosfatos, ferro, nitrogênio, enxofre, iodo. Também o óleo de benzilo de mostarda que atua como antibiótico sobre bactérias, mofo e vírus indesejáveis; ao mastigar uma folha dessa planta desinfetamos a boca e a garganta.&lt;br /&gt;Flores e folhas da capuchinha (Tropaeolium majus) repelem insetos como os pulgões. Plante a capuchinha perto de árvores frutíferas e de outras plantas.&lt;br /&gt;Capuchinha. Repele nematóides e insetos.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532356132498150898" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbgl0CBlfI/AAAAAAAABfg/kS1lXfXIqTQ/s200/casca1.jpg" /&gt;22. CASCA DE ARROZ. No processamento industrial do arroz, as cascas correspondem a aproximadamente 20% do peso dos resíduos. Essas cascas, quando não são queimadas visando ao aproveitamento energético, são deixadas no meio ambiente, criando problemas de estética, que se agravam quando levadas pelo vento para outras áreas.&lt;br /&gt;As cascas de arroz têm baixa densidade e peso específico, além de lenta biodegradação, permanecendo em sua forma original por longos períodos de tempo. Apresentam um alto poder energético, já que contêm quase 80% de seu peso em carbono. Suas cinzas são compostas basicamente de sílica e, portanto, bastante alcalinas.&lt;br /&gt;Tanto nas cascas de arroz como em suas cinzas, não existem compostos tóxicos. Entretanto, durante o processo de combustão e gaseificação, formam-se partículas de cinzas que contêm carbono: a fuligem.&lt;br /&gt;As cascas de arroz podem ser carbonizadas e usadas como substrato, em canteiros ou recipientes, na germinação de sementes e formação de mudas de vegetais superiores.&lt;br /&gt;O substrato de cascas de arroz carbonizadas apresenta as seguintes características físicas e químicas: densidade seca de 150g/l, capacidade de retenção de água de 53,9%, capacidade de troca de cátions de 5,5 meq/dl, pH em água de 7,4, teor de sais solúveis de 0,7 g/l, 0,7% de nitrogênio,0,2% de fósforo e 0,32% de potássio.&lt;br /&gt;As cascas de arroz carbonizadas são consideradas um bom substrato para germinação de sementes e enraizamento de estacas por apresentar as seguintes características: permite a penetração e a troca de ar na base das raízes; é suficientemente firme e densa para fixar a semente ou estaca; tem coloração escura e forma sombra na base da estaca; é leve e porosa permitindo boa aeração e drenagem; tem volume constante seja seca ou úmida; é livre de plantas daninhas, nematóides e patógenos; não necessita de tratamento químico para esterilização, em razão de ter sido esterilizada com a carbonização.&lt;br /&gt;Para carbonização das cascas de arroz, deve-se construir um "carbonizador" que é composto de um cilindro carbonizador, uma base de encaixe e uma chaminé. Esse cilindro pode ser feito a partir de tonel de latão com capacidade de 200 litros. Para tanto, deve-se retirar suas bases e fazer cortes (entalhes) em todo seu perímetro. A base de encaixe e a chaminé são feitas com zinco.&lt;br /&gt;Para carbonização das cascas de arroz, deve-se escolher um local plano, limpo, próximo à fonte de água e seguir as seguintes etapas:&lt;br /&gt;Fazer fogo com lenha ou carvão no piso do local escolhido;&lt;br /&gt;Pôr o cilindro carbonizador sobre o fogo e depois colocar a base de encaixe da chaminé sobre o cilindro carbonizador;&lt;br /&gt;Colocar as cascas de arroz circundando o cilindro até a altura da base de encaixe da chaminé, de maneira que formem um cone de cascas de arroz;&lt;br /&gt;Colocar a chaminé sobre sua base de encaixe, localizada na parte superior do cilindro carbonizador.&lt;br /&gt;A partir de então, tem-se que ficar atento à saída do fogo na superfície da camada de cascas de arroz, tendo o cuidado de não deixar formar chamas. Para tanto, o operador, com o uso de uma pá, deverá retirar as cascas da base da camada (próximo ao solo) e colocá-las sobre os locais em chamas (pontos de fogo) da superfície da camada. Quando toda a camada de cascas estiver carbonizada, ou seja, escura como carvão vegetal, o operador deverá colocar mais cascas para continuar a carbonização, ou, com o uso de uma pá, afastar para o lado aquelas já carbonizadas e umedecê-las com água até certificar-se de que não há mais combustão, restando apenas as cascas de arroz carbonizadas.&lt;br /&gt;As cascas de arroz, quando queimadas totalmente, transformam-se em cinzas e têm seu volume reduzido em cerca de 20 vezes. Na carbonização, o rendimento é muito superior e, quando bem efetuada, chega-se a 50%, ou seja, o volume reduz-se apenas pela metade.&lt;br /&gt;As cascas de arroz carbonizadas podem ser usadas puras ou em mistura com outros substratos para formação de mudas de diversas espécies de plantas florestais, frutíferas, hortícolas e ornamentais. Esse substrato vem sendo utilizado com muito sucesso na propagação vegetativa da pimenta-do-reino, no Estado do Pará.&lt;br /&gt;Cobertura com casca de arroz. Utilizada como cobertura morta entre as plantas Controla pulgões e moscas brancas.&lt;br /&gt;Da casca do arroz pode-se extrair um produto químico chamado furfural ou furfurol. Com rendimento de até 8,5kg para cada 100kg de casca. Este composto entra na formulação de desinfetantes, inseticidas, herbicidas, servindo também para fabricação de nylon, resinas e borracha sintética.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 177px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532354729594139522" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbfUJzpM4I/AAAAAAAABfQ/e3eMMrN4gD0/s200/cavalinha1.jpg" /&gt;23. CAVALINHA. A cavalinha (Equisetum ssp.) constitui o único gênero da família das equisetáceas, descrito por Lineu em 1753. Seu nome é de origem latina, composto por "equi" (cavalo) e "setum" (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como milho de cobra, erva-carnuda, rabo-de-rato, cauda-de-raposa, rabo-de-cobra, cana-de-jacaré, erva-canudo, lixa-vegetal, cola-de-cavalo, entre outras. As cavalinhas são plantas vasculares, perfazendo cerca de 16 espécies de plantas do gênero Equisetum. Este gênero é o único na família Equisetaceae, a qual por sua vez é a única família da ordem Equisetales e da classe Equisetopsida (também conhecida como Arthrophyta em livros antigos), embora algumas análises moleculares recentes coloquem este gênero dentro das Pteridophytas, relacionando-as aos Marattiales. Estes dados moleculares, contudo, são ainda ambíguos. Outras classes e ordens de Equisetophyta são conhecidas a partir de informação fóssil, pois eles foram importantes membros da flora durante o período Carbonífero.&lt;br /&gt;O gênero é comum nas cidades e está presente em todos continentes exceto Austrália e Antártica. Elas são plantas perenes e herbáceas, secando no inverno (para a maioria das espécies temperadas) ou sempre verde (para algumas espécies tropicais, e a espécie temperada Equisetum hyemale). A maioria delas cresce 0,2 – 1,5 m de altura, embora a E. telmateia possa excepcionalmente alcançar 2,5 m, e a espécie tropical E. giganteum 5 m, e E. myriochaetum 8 m.&lt;br /&gt;Nestas plantas, as folhas são muito reduzidas, mostrando-se inicialmente como pequenas inflorescências translúcidas. Os caules são verdes e fotossensíveis, apresentando como características distintas o fato de serem ocos, com juntas e estrias.&lt;br /&gt;Considera-se que esta planta tem mais de 300 milhões de anos sendo assim, comparativamente, uma das formas de vida vegetal mais antigas do mundo.&lt;br /&gt;Agricultura. Colocar de molho uma mão cheia de plantas inteiras cortadas em pedaços durante 4 ou 5 horas. Depois ferver durante 10 a 15 minutos, deixar arrefecer e pulverizar plantas com sinais de fungos pulverolentos e pessegueiros com emolamento da folha. Controla o míldio nas roseiras, hortícolas, uvas e fruteiras de caroço, fortalecendo as células das plantas tratadas. Pode ainda utilizar-se este preparado na rega ou adicioná-lo à pilha do composto.&lt;br /&gt;Precauções. Não deve utilizar-se a cavalinha dos campos durante mais de seis semanas, a não ser sob vigilância profissional, pois a planta pode causar irritação do aparelho digestivo. A variedade Equisetum palustre, uma planta de maior aspecto, contém alcalóides ligeiramente tóxicos.&lt;br /&gt;Chá de Cavalinha (Equisetum arvense ou E. giganteum) Indicação: é muito indicada e empregada na horticultura orgânica para aumentar a resistência das plantas contra insetos nocivos em geral.&lt;br /&gt;Preparo e aplicação. ingredientes: 100 gramas de cavalinha seca ou 300 gramas de planta verde; 10 litros de água para maceração e 90 litros de água para diluição. Preparo: ferver as folhas de cavalinha em 10 litros de água por 20 minutos. Diluir a calda resultante em 90 litros de água. Aplicação: regar ou pulverizar as plantas, alternando com a urtiga. Fonte: Geraldo Deffune, 1992.&lt;br /&gt;Solução de Cavalinha. 100 gramas de cavalinha (fresca ou desidratada); 1 litro de água; 4 litros de água para diluição. Pique a cavalinha e misture à água, leve ao fogo baixo e após a fervura deixe por mais 5 minutos. Espere esfriar e coe, adicione a água de diluição e aplique sobre as plantas e o solo. Indicada contra doenças fúngicas, fonte de cálcio e como alcalinizante.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 191px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532354090308440834" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbeu8SDkwI/AAAAAAAABfI/DelfdWw330I/s200/cebola1.jpg" /&gt;24. CEBOLA controla insetos. A cebola (Allium cepa) controla lagartas em beterrabas, broca e ferrugens em plantas, também combate pulgões. Cebola é o nome popular da planta cujo nome científico é Allium cepa, Lineu. Em sistemas taxonómicos mais antigos, pertencia à família das Liliáceas e subfamília das Alioídeas - taxonomistas mais recentes incluem-na na família das Alliaceae. O termo refere-se, também ao seu bolbo (bulbo, no Brasil) constituído por folhas escamiformes, em camadas. As suas flores estão dispostas em umbela. As plantas jovens, com o bolbo pouco desenvolvido e sem flor, são chamadas também de cebolo.&lt;br /&gt;A cebola teve origem no centro da Ásia, e caminhando para o ocidente, atingiu a Persia de onde se irradiou para a África e por todo continente europeu. Daí, foi trazida para as Americas, pelos seus primeiros colonizadores. No Brasil a introdução da cebola se deu principalmente através do Rio Grande do Sul, se espalhando por todo o país.&lt;br /&gt;Receita. Corte a cebola em fatias ou bata no liquidificador com água. Adicione meio litro de água. Borrife a mistura sobre as plantas 2 vezes ao dia num intervalo de 5 dias. Plante cebola perto da planta lantana ou cambará para repelir brocas.&lt;br /&gt;Outra receita. 1kg de cebola picado em 10 litros de água. Deixar curtir por 10 dias. Colocar 1 litro em 3 litros de água e aplicar. Age como repelente a insetos, pulgões, lagartas, vaquinha e etc.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 178px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532353086600906082" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbd0hLiBWI/AAAAAAAABfA/MQUT3VesF5A/s200/cebolinha1.jpg" /&gt;25. CEBOLINHA. Allium schoenoprasum, conhecido popularmente como cebolinho, cebolinha-francesa ou simplesmente cebolinha, no Brasil, é uma planta originária da Europa.&lt;br /&gt;É uma planta vivaz que se desenvolve em tufos muito densos. Apresenta folhas verde escuras, roliças, que atingem no máximo 30 cm de altura. Em Junho cobrem-se de flores rosa-pálido semelhantes a pompons. Estas flores devem ser imediatamente retiradas para que as novas folhas possam rebentar. As folhas frescas têm um agradável e suave sabor a cebola, sendo especialmente utilizadas cruas em saladas, em pastas de queijo fresco e também em pratos de ovos e queijo. O cebolinho é também muito apreciado no molho tártaro. É muitas vezes confundido com o Allium fistulosum, também chamado de cebolinha, que é uma planta de origem asiática muito utilizada na cozinha do extremo Oriente. Benefícios: contém ferro. Contém vitaminas, principalmente A e C. Seu nome deriva do latim cepa (cebola).&lt;br /&gt;Existem registros da existência da cebolinha na China há mais de quatro mil anos, onde era conhecida como a "pérola entre as verduras". Dizia-se na China que quanto mais forte o aroma e o sabor da cebolinha, maior seu poder de cura. Trazida do Oriente por Marco Polo, rapidamente tornou-se indispensável no uso culinário do Ocidente.&lt;br /&gt;A cebolinha, tanto crua como cozida, é muito usada nas cozinhas chinesa e ocidental. É indispensável no preparo de saladas, sanduíches, sopas e omeletes. Dá sabor especial em manteigas, queijos cremosos e patês. Pode decorar pratos prontos antes de serem servidos. Contendo ferro e vitaminas diversas, principalmente A e C, a cebolinha é estimulante do apetite, além de auxiliar a digestão. Ajuda no combate à gripe, e nas doenças das vias respiratórias. A cebolinha é uma planta condimentar semelhante à cebola, mas não desenvolve bulbo. Pertence à família Alliaceae. Duas espécies são cultivadas: A. fistulosum (cebolinha verde ou comum) e A schoenoprasum (cebolinha-de-folhas-finas ou galega). A cebolinha verde é natural do Oriente ou da Sibéria, possui folhas numerosas, fistulosas, com comprimento variando de 25 a 35cm e cor verde mais clara do que a galega. A cebolinha galega é originária da Europa e seu sabor é semelhante ao da cebola. As plantas formam tufos bem fechados com folhas numerosas, finas e cor verde-escura. Produz, na base da haste, um engrossamento semelhante a bulbos ovais. As partes usadas são as longas folhas em forma de tubos, utilizadas normalmente fresca pois seu aroma se perde no processo de secagem e fica bastante reduzido quando são liofilizadas. Podem ser conservadas congeladas para preservar seu aroma. As cebolinhas picadas são freqüentemente acrescentadas a sopas, caldos vegetais e vários molhos, especialmente aqueles à base de ovos ou iogurte. Ferver, fritar ou assar as ervas destrói seu aroma. Apesar de serem usadas sozinhas na maior parte das vezes, podem ser combinadas a cerefólio, estragão e salsa com resultados interessantes, podendo temperar pratos frios e quentes como saladas, ovos mexidos, omeletes, peixes e aves. Outra combinação interessante é relacionada a queijos, principalmente do tipo cottage.&lt;br /&gt;Receita. Chá de Cebolinha. Derramar água fervendo sobre as folhas de cebolinha fresca e deixar em infusão por 15 minutos. Diluir 1 litro para 2 litros de água e pulverizar toda a planta. Controla: sarna, principalmente da macieira.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 147px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532352412911221570" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbdNTfZO0I/AAAAAAAABe4/S8G-_IUM8Gk/s200/cerveja1.jpg" /&gt;26. CERVEJA. A cerveja (do gaélico cerevĭsĭa) é uma bebida produzida a partir da fermentação de cereais, principalmente a cevada maltada, e acredita-se que tenha sido uma das primeiras bebidas alcoólicas a serem desenvolvidas pelo ser humano.&lt;br /&gt;As lagers (em especial ás claras) são provavelmente, o tipo mais comum de cerveja consumida. Elas são originárias da Europa Central (provavelmente da atual Alemanha), tirando seu nome da palavra germânica lagern ("armazenar"). De baixa fermentação, são tradicionalmente armazenadas em baixa temperatura por semanas ou meses, clareando, amadurecendo e ganhando maior quantidade de dióxido de carbono. Atualmente, com o aperfeiçoamento do controle de fermentação, muitas cervejarias de lagers usam períodos consideravelmente menores para armazenamento a frio (de 1 a 3 semanas). Embora existam muitos estilos de lagers, a maioria delas é clara na cor, com alto teor de gás carbônico, de sabor moderadamente amargo e conteúdo alcoólico entre 3-6% por amostra.&lt;br /&gt;Receita. A cerveja atrai lesmas. Fazer armadilhas com latas de azeite, tirando a tampa e enterrando-as a com abertura no nível do solo. Colocar um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratadas pelo sal.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 190px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532352034693149906" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbc3ShLdNI/AAAAAAAABew/ktfHzdSqT-U/s200/chuchu1.jpg" /&gt;27. CHUCHU. O chuchuzeiro - Sechium edule, Schawrtz, Dicotyledonae,Cucurbitaceae também conhecido como caxixe, é originário, provavelmente, da América Central (México) e cultivado em países de clima. O chuchuzeiro é planta trepadeira que pode produzir por vários anos; possui ramas longas com até 15m de comprimento onde apresentam gavinhas para sustentação no lugar onde trepa; das ramas saem folhas numerosas com formato de coração. As flores são amareladas e separadas em femininas e masculinas, distintas na mesma planta; a fecundação da flor é totalmente dependente da polinização de abelhas silvestes. O fruto- chuchu - é suculento com forma alongada, cor branco-creme, verde-claro ou verde-escuro, liso ou enrugado, com ou sem espinhos.&lt;br /&gt;Receita de Atração. As receitas de atração visam atrair as pragas para o ponto de atração com posterior eliminação mecânica. (Indicado para Lesmas e Caracois). Ingredientes. Chuchu, Sal. Modo de Preparo: Coloque os pedaços de chuchu dentro de latas rasas, como as de azeite cortadas ao meio, adicionando-se sal. Esta mistura é bastante atrativa a estas pragas.&lt;br /&gt;Lesmas e Caracóis: As lesmas são moluscos que apresentam corpo mole, achatado, de coloração parda clara, preferem locais úmidos e frios, e comem as folhas das plantas à noite em dias chuvosos. Já os caracóis são moluscos dotados de pequenas conchas espiraladas, têm atividades diurnas e preferem atacar folhas tenras. Para combater podemos colocar pedaços de chuchu, nabo ou abóbora no canteiro durante à tarde para atraí-los, depois é só realizar a catação manual pela manhã seguinte. Podemos colocar no vaso ou em volta dos canteiros uma faixa de cal ou de cinza para afastá-los, ou então colocar estopas umedecidas sobre os canteiros, os moluscos irão se acomodar na parte de baixo, então é só retirar e exterminá-los. Podemos usar também uma solução de cerveja com água açucarada, é só colocá-las em tampas de latas rasas e deixar durante a noite nos canteiros e vasos, isso também irá atrair esses moluscos. O chuchu é um atrativo de lesmas e nematóides.&lt;br /&gt;Preparado com chuchu - manejo de lesmas e caracóis. Modo de preparar: colocar dentro de latas rasas, como as de azeite, pedaços de chuchu cortados ao meio e adicionar sal. Essa mistura é bastante atrativa para essas pragas e possibilita posteriormente, a eliminação e destruição destas pragas com sal.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 162px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532348050635683026" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbZPYv29NI/AAAAAAAABeY/7_xwbMnKQzY/s200/cinomano1.jpg" /&gt;28. CINAMOMO. O Cinamomo ou amargoseira, entre outros nomes vulgares, cujo nome científico é Melia azedarach, é uma árvore nativa do oriente (da Ásia até a Austrália) e subespontânea na América, Mediterrâneo e África. Chega a atingir os 20 metros de altura. A sua madeira é apreciada, de cor esbranquiçada, rósea ou avermelhada, com veios castanhos. É muito cultivada como árvore ornamental. As suas flores são aromáticas. Tem folhagem caduca, composta por folhas, usadas para fins medicinais, biimparinpinuladas (folhas compostas, que se subdividem em pequenos conjuntos emparelhados com um número ímpar de folíolos). Embora seus frutos sejam apreciados por pássaros, eles são tóxicos para humanos e suínos. Esta espécie, exótica no Brasil, tem características invasoras em diversos biomas, especialmente em áreas ciliares.&lt;br /&gt;Cinamomo contra gafanhotos e pulgões. As folhas do Cinamomo (Melia azedarach) são inseticidas contra gafanhotos e seus frutos combatem pulgões.&lt;br /&gt;Receita. Deixe as folhas de molho em água fervente por cerca de 10 minutos e, em seguida, pulverize. No caso de utilização dos frutos, corte-os e deixe de molho em uma solução com 50% de água e 50% de álcool durante 24 horas. Coe e pulverize em seguida.&lt;br /&gt;Cinamomo (Melia azedorach L., família Meliaceae). O chá das folhas e o extraído acetônico-alcoólico dos frutos (ambos na dosagem média de 200 gramas para um volume final de 20 litros para pulverização) são inseticidas. Os frutos devem ser moídos e seu pó pode ser usado na conservação de grãos armazenados. Observação: É uma árvore ornamental comum no sul do Brasil, de origem asiática.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 132px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532346944985475874" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbYPB4TqyI/AAAAAAAABeQ/2xDPH_G8kjc/s200/cinza1.jpg" /&gt; 29. CINZA DE MADEIRA. CINZA – [Do lat. Vulg. Cinisia, lat. cinis, eris, ‘cinza.’] Alguns tipos de adubo orgânico fornecem nutrientes específicos, por exemplo, cinzas de madeira são ricas em potássio, cálcio, magnésio, sódio, fósforo e microelementos. Considerando que a cinza é o resultado mineral da matéria vegetal queimada, ou seja oxidada na queima, onde se removeram os elementos orgânicos, nitrogênio, oxigênio, hidrogênio e carbono. Sendo que estes elementos ficam presentes nas cinzas vegetais nas proporções originais em que ocorriam no tecido vegetal queimado. Uso a cinza das pequenas queimadas que faço na roça, de folhas, resto das plantas já colhidas junto tudo e coloco fogo, depois misturo partes da cinza, da terra e adubo de galinha. Ensinei e mostrei fotos, veja Fim de semana na roça II. Uso também o cal, junto com a cinza ou separado. Coloco um copo de cinza e copo de cal. Só que a cinza eu deixo de molho em um pouco de água por 24hs, depois passo na peneira separados com a água e coloco em uma bomba costal de 20lt e pulverizo, serve pra tudo: fertilizante para combater alguma doença, alguns insetos e etc. Como uso ao redor de cada planta contando do caule uns dois palmos, formando um círculo. Uma dica para a utilização da cinza vegetal como fertilizante orgânico, que pode contribuir para a otimização do crescimento das plantas e reduzir os custos do cultivo, pois a cinza tem como característica possuir altos teores de matéria orgânica total, fósforo e cálcio, como informa Beatriz Masotti, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Quanto a cinza vegetal este é um resíduo proveniente da queima da madeira que dependendo de sua origem pode apresentar elevados teores de K,P,Ca e Mg, que podem ser utilizado como suplemento nutricional dependendo do balanço nutricional apresentado pelo solo e das exigências da cultura (VOUNDINKANA E VERLOO, 1998). Aplicação de cinza vegetal em plantios agrícolas apresenta-se como uma importante oportunidade de restituição de parte dos nutrientes removidos pelas culturas. A reciclagem das cinzas reduz a necessidade do uso de fertilizantes comerciais, contribuindo com a redução da acidificação do solo e aumento do suprimento de cálcio (ZIMMERMANN e FREY, 2002). A cinza vegetal tipicamente apresenta valores elevados de pH, concentração de nutrientes tais como P, K, Ca e Mg e micronutrientes essenciais para o crecimento das plantas (ZHANG E NANZYO, 2002; ATERECHERA e MKHABELA, 2002). Pesquisas realizadas, incluindo experimentos em casa de vegetação e em condições de campo, têm demonstrado que a reciclagem dos nutrientes contidos na cinza vegetal através da exploração agrícola apresenta grande praticidade, contudo é necessário conhecer a priore a composição química deste resíduo e a dose adequada para cada cultura, evitando-se toxidez nutricional ou carência pelo excesso de alguns nutrientes como Ca e Mg que competem significativamente com outros pelos sítios ativos de absorção. A flexibilidade da utilização da cinza vegetal como fonte de nutriente para as culturas depende da fertilidade do solo, das exigências nutricionais e da origem da cinza. A cinza vegetal apresenta grande potencial para ser usada como neutralizador da acides do solo e como suplemento de nutrientes, principalmente para solos tropicais de baixa fertilidade. Neste sentido esta pesquisa objetivou avaliar os efeitos da aplicação de lodo de esgoto e cinza vegetal no crescimento do algodoeiro, cultivar Rubi. As cinzas possuem geralmente em sua composição teores variáveis de K2O (1,49-5,45%), P205 (0,59-2,0%) e Cão (34,88-51,34%) (Mello, 1930). Compõem-se de substâncias solúveis e insolúveis, figurando, entre as primeiras, os carbonos de potássio e de sódio, sulfatos e fosfatos de potássio; e, entre as insolúveis, os carbonatos e fosfato de “Ca” e “Mg”, além de óxidos de “Fe” e “Mn”. (D’utra, 1920).&lt;br /&gt;Receitas. A cinza de madeira é um material rico em potássio, que pode ser testado na mistura com outros produtos naturais, para controle de pragas e até algumas doenças. Para o combate a lagartas e vaquinhas de melões. Testar nas condições locais e seguinte formula: 0,5 copo de cinza de madeira, 05 copo de cal virgem e quatro litros de água. A cinza deve ser colocada antes em água, deixando repousar pelo menos 24 horas, coada, misturada com o cal virgem hidratada e pulverizada. Para o preparo de maiores quantidades de calda, pode ser preparada: 1,0 kg de cinza de madeira + 1,0 kg de cal e 100 litros de água. A adição de soro de leite (1 a 2%) na mistura de cinza com água pode favorecer o seu efeito no combate contra pragas e moléstias.&lt;br /&gt;A cinza de madeira é um material rico em potássio, e muito recomendado na literatura mundial para o controle de pragas e doenças dos vegetais, sendo eventualmente aplicada em mistura com outros produtos naturais. Uma das suas utilizações mais populares, contra lagartas e vaquinha dos melões, é a seguinte: meio copo de cinza de madeira, meio copo de cal virgem e quatro litros de água. A cinza deve ser misturada antes com a água, repousando 24 horas, e finalmente acrescentando-se cal virgem, misturando bem e pulverizando em seguida.&lt;br /&gt;Cinzas de madeira e de debulho de arroz. Junte as cinzas de debulho de arroz ou madeira queimada (eucalipto e cipreste são as mais eficazes). Salpique as cinza ao redor das plantas jovens. Continue a salpicar cinzas novas por duas ou três semanas até que as plantas estejam bem estabelecidas. Uma outra alternativa é fazer uma vala com 8–10cm de largura ao redor do canteiro inteiro e enchê-la com cinzas. Eficaz contra roscas, caracóis, lesmas e mariposas-do-nabo. Tratamento para mudas ou rebentões de plantas&lt;br /&gt;Esta é uma receita de fungicida (que previne contra o apodrecimento causado por vários fungos) e nematicida (que previne contra os danos causados pelos nematódeos – criaturas minúsculas, parecidas com vermes, que comem as raízes e os tubérculos). Ela tem sido usada com muito sucesso com rebentões de taioba antes de serem plantados. Qualquer outro tipo de muda também se beneficiaria.&lt;br /&gt;Triture juntos: 1 xícara (chávena) de cinzas de madeira. 1 punhado de raízes de gengibre frescas. 1 punhado de dentes de alho. Acrescente um punhado de folhas de mamoeiro e triture novamente com um litro de água. Dilua esta mistura em 5 litros de água e mexa.&lt;br /&gt;Mergulhe os rebentões e brotos na solução e deixe o líquido secar lentamente à sombra. Repita o processo pela segunda vez. Plante os rebentões como de costume. Três semanas após o plantio, esta solução pode ser salpicada sobre o solo ao redor das plantas jovens.&lt;br /&gt;Casca de arroz e serragem: Usar de preferência em cobertura morta. Também pode ser acrescido ao composto, desde que passe por um processo de decomposição por um período mínimo de seis meses. Cinza de casca de arroz e cinza de madeira: Serve para enriquecer composto e como fonte de potássio e micronutrientes.&lt;br /&gt;Mistura de cinza e cal. Dissolver 300 gramas de cal virgem em 10 litros de água e misturar mais 100 gramas de cinzas. Coar e aplicar sobre as plantas por pincelamento ou pulverização durante o inverno, quando as árvores estão em dormência.&lt;br /&gt;Controla barbas, líquens e musgos.&lt;br /&gt;Cinza e Cal combate lesmas. Caracterizam-se pelo corpo mole e segmentado. Quando se deslocam, deixam para trás um rastro de substância viscosa e brilhante. Receita. Distribua à noite, ao redor das plantas e canteiros, uma faixa de uns 15 cm de largura de pó de cal virgem ou de cinzas de madeira. Use também iscas de pão embebido em leite ou cerveja e coloque-as no pé da planta que precisa de proteção. As lesmas virão até as iscas, simplificando a catação manual.&lt;br /&gt;Cinza de Madeira - Controla, além das pragas de grãos armazenados, também pragas da parte aérea das plantas. Para controlar o caruncho do feijão misturam-se 100g de cinza em 100 kg de feijão limpo e seco. Para controle de pulgões e piolhos, deixar a cinza em água durante 1 dia, coar e pulverizar sobre as plantas. Cinzas de madeira - manejo de pulgões, lagarta-rosca e os fungos míldio e sapeco; nutrição. Além de um ótimo adubo rico em potássio, a cinza controla os pulgões dos cítrus (laranja, limão e outras) das hortaliças e de outras espécies. Polvilhada sobre o solo ou incorporada a ele, controla a lagarta-rosca por um período de 10 dias, dependendo do clima. No manejo da doença do sapeco da folha, que ocorre em cebolinha verde, e em sementeiras de cebola na fase de produção de mudas, aplica-se sobre as plantas, antes que o sereno (orvalho) evapore, 50g/m2 de cinza de madeira.&lt;br /&gt;Água de cinza e cal (“fertiprotetor” de plantas): é um produto ecológico obtido pela mistura de água, cinza e cal, recomendado para aumentar a resistência das culturas às pragas, reduzindo a ocorrência de vaquinhas e pulgões e também de doenças. Essa mistura contém expressivos teores de macro (Ca, Mg e K) e micronutrientes, estimulando a resistência às doenças fúngicas e bacterianas. (Fonte: Claro, 2001). Modo de preparar: em um recipiente de alvenaria, plástico ou latão misturar 5kg de cal hidratado e 5kg de cinza peneirada com 100L de água. A mistura deve permanecer em repouso no mínimo por 1 hora antes de ser utilizada. Nesse período, agita-se a mistura no mínimo três a quatro vezes, com madeira ou taquara. Após a última agitação, esperam-se 10 a 15 minutos para que ocorra a sedimentação das partículas sólidas. A água de cinza e cal deve ser coada antes do uso, usando-se a peneira do pulverizador. A mistura deve ser filtrada e armazenada em bombonas. No momento de usá-la, basta agitar o conteúdo que irá retomar a cor branco-leitosa. Preferencialmente, no momento de usá-la, pode-se associá-la a um espalhante adesivo (farinha de trigo a 2%). Cuidados na aplicação: evitar aplicar em horários de intenso calor. No verão, aplicar à tardinha ou de manhã cedo, especialmente quando a cinza utilizada for de madeira, pois tem maior concentração de nutrientes e é mais salina e alcalina.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 152px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532344941741950610" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbWabN1RpI/AAAAAAAABeA/FrBNB6LXrp4/s200/citronela1.jpg" /&gt;30. CITRONELLA. Nome Científico: Cymbopogon winterianus. Sinonímia: Cymbopogon nardus, Cymbopogon confertiflorus, Andropogon ampliflorus, Andropogon nardus, Sorghum nardus. Nome Popular: Citronela, capim-citronela, citronela-do-ceilão (C. nardus), cidró-do-Paraguai, citronela-de-java (C. winterianus). Família: Poaceae. Divisão: Angiospermae. Origem: Ceilão, Índia, Java. Ciclo de Vida: Perene. Clima: tropical. Solo: não é muito exigente, mas recomenda-se plantio em solo fértil e úmido. Luminosidade: exige sol pleno, a planta não vai bem à sombra ou meia-sombra. Propagação: divisão de touceiras, em qualquer época do ano. Regas: quando não há chuvas, regar 4 vezes por semana. Espaçamento para plantio: 1 metro entre as mudas. Replantio: a cada 3 anos. A citronela é uma planta aromática que ficou bem conhecida por fornecer matéria-prima (óleo essencial) para a fabricação de repelentes contra mosquitos e borrachudos. Considerado um ótimo repelente, o óleo da citronela é rico geraniol e citronelal.&lt;br /&gt;Há quem pergunte se apenas cultivando a citronela no jardim é possível usufruir do poder repelente da planta. A resposta é sim, mas com uma ressalva: para que o resultado seja positivo, é preciso plantar a citronela no caminho percorrido pelo vento, de forma que leve o aroma até o local de onde desejamos manter os mosquitos afastados.&lt;br /&gt;Receita. Uma outra forma de aproveitar o poder repelente da planta é fazer um chá com as folhas da planta e usá-lo para limpar o chão, passar em parapeitos de janelas, etc.&lt;br /&gt;Não confundir com o capim-limão. Ainda é muito comum a confusão entre a citronela e o capim-limão (Cymbopogon citratus) – pelo nome científico, já deu para perceber que ambas as plantas pertencem ao mesmo gênero. Embora a aparência seja realmente muito próxima, dá para diferenciá-las pelo aroma: o capim-limão apresenta um cheiro mais suave, que lembra o limão; enquanto o aroma da citronela é bem intenso.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 178px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532343921076525682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMbVfA8O2nI/AAAAAAAABd4/Fg7Rm8-FxAg/s200/coentro1.jpg" /&gt;31. COENTRO. Coentro contra ácaro e pulgão. Coentro, Coriandro (Coriandrum sativum) é uma planta glabra, da família Apiaceae, de flores róseas ou alvas, pequenas e aromáticas, cujo fruto é diaquônio, e cuja folha, usada como tempero ou condimento, exala odor característico. Nome científico: Coriandrum sativum L. Família: Apiaceae Umbelliferae. Origem: Costa do Mediterrâneo (Sul da Europa Oriente Médio e África do Norte). Características da planta: planta anual, herbácea, com caule cilíndrico, estriado e pouco ramificado, que pode atingir de 0,70 a 1,00m de comprimento. As folhas são de coloração verde-brilhante e apresentam-se em duas formas: as inferiores pinadas e as superiores bipinadas. Exalam um aroma forte e fétido quando esmagadas, lembrando o cheiro exalado por percevejos. Características da flor: as flores, pequenas e de coloração branca ou róseo-violácea, estão dispostas numa inflorescência do tipo umbela. O florescimento ocorre entre a primavera e o verão.&lt;br /&gt;História: Os coentros já apareciam mencionados na Bíblia, é uma erva utilizada há muito tempo na Europa e na Ásia, o coentro já era conhecido e utilizado pelos egípcios, não como tempero, mas como planta medicinal (a ele se atribuíam propriedades digestivas, calmantes e, quando usado externamente, para alívio de dores das articulações e reumatismos), além de possuir efeito anafrodisíaco.&lt;br /&gt;Na Inglaterra foram introduzidos pelos romanos, que o utilizavam moído com cominhos e vinagre para conservar a carne. Alguns autores afirmam que o seu nome deriva do grego coriandru, que significa percevejo, isto devido ao aroma que os frutos verdes apresentam, que é muito parecido com o dos percevejos. Outros dizem que deriva do termo grego que significa “chinche” e alude ao aroma especial desta planta que para uns é aromático e para outros desagradável. Muitas histórias são contadas sobre o coentro. Comenta-se que na Idade Média as chamadas “bruxas” utilizavam o coentro nas poções chamadas de filtros de amor. Na história de Paracelso dizia-se que o coentro era utilizado juntamente com almíscar, açafrão e incenso para a produção de um perfume muito utilizado nas práticas de magia sexual. Na Holanda os mais velhos que fumavam cachimbo costumavam mastigar alguns frutos de Coentro para retirar o gosto de tabaco da boca. Já na Índia é muito utilizado na culinária tradicional, chegando a fazer parte do famoso curry. Descrição: Planta herbácea, anual, de uns 60 cm de altura, de ciclo curto. O sistema radicular do Coriandro é aprumado e muito ramificado. Tem caule fino, redondo, oco e ramificado. As suas folhas são de cor verde clara. As superiores estão divididas e as inferiores formam numerosos folíolos arredondados ou ovais com lóbulos e longos pecíolos. As flores são brancas ou rosadas, pequenas e aromáticas e agrupam-se em umbelas terminais que possuem entre 3 a 4 raios. O fruto é um esquizocarpo globular, estriado.&lt;br /&gt;O coentro é muito utilizado na culinária brasileira nordestina. Em Portugal é muito utilizado, por exemplo na cozinha alentejana e noutras regiões do sul do País. No norte é praticamente ignorado. O coentro é fonte de magnésio, cálcio, fósforo, ferro, fibras e ácido ascórbico.&lt;br /&gt;Embora cultivada como erva aromática, convém separá-las das plantas de jardim, pois o forte aroma da folha e sementes frescas pode ser prejudicial a algumas plantas. Mas sabe-se que afasta os afídeos aos quais é imune.&lt;br /&gt;Quando associada com o funcho, impede a formação das suas sementes, enquanto que ajuda a germinar as do anis. As suas lindas e delicadas flores fazem lindos canteiros e atraem abelhas. O aroma das suas sementes vai-se tornando mais intenso e agradável à medida que estas vão amadurecendo.&lt;br /&gt;Erva denominada como coentro (Coriandrum sativum) tem combate a ácaros e pulgões conforme a receita abaixo: Receita: Moa as sementes e polvilhe-as sobre as plantas e o solo. Fungicida, inseticida, repelente – Ferver uma parte de folhas de coentros e uma parte de sementes de anis em 2 partes de água. Usado como spray é muito eficaz contra o “ácaro vermelho de aranha” e o afídio pulgão-lanígero-das macieiras – eriosoma lanigerum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shalom Adonai para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-8625476554438702193?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/8625476554438702193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=8625476554438702193&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/8625476554438702193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/8625476554438702193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2010/10/receitas-caseiras-de-pesticidas.html' title='RECEITAS CASEIRAS DE PESTICIDAS NATURAIS PARA PIMENTEIRAS (I PARTE)'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TMb0vct7FWI/AAAAAAAABiQ/IuFAqPtwX1c/s72-c/ro2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-5178413865884074594</id><published>2010-09-22T09:57:00.017-03:00</published><updated>2010-09-22T10:57:27.805-03:00</updated><title type='text'>PRIMEIRO ANIVERSÁRIO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoHX5qy3OI/AAAAAAAABdY/dJH_LmlLsds/s1600/O.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519732400494664930" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoHX5qy3OI/AAAAAAAABdY/dJH_LmlLsds/s320/O.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;No mês de Setembro comemoramos nosso primeiro ano juntos, estou muito contente e agradecida com a convivência, pensei muito em que eu iria dar de presente para vocês, pensei... uma pessoa da minha família saiu de férias e trouxe lindas fotos do Norte do nosso país vejam que lindas. É pra vocês. Obrigada. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519731036862321458" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoGIhvgkzI/AAAAAAAABdQ/QQDyRMD3PnU/s320/N.jpg" /&gt;A vaidade de todas as coisas terrestres. Palavras do pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém: (v. 1) Vaidade de vaidades! - diz o pregador, vaidade de vaidades! É tudo vaidade. (v. 2) Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol? (v. 3) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519730540966457186" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoFrqYuL2I/AAAAAAAABdI/Dswv1F1m7Qk/s320/M.jpg" /&gt;Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece. (v. 4) E nasce o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, de onde nasceu. (v. 5) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519730027864669506" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoFNy7uPUI/AAAAAAAABdA/Q7BpZrUv-44/s320/L.jpg" /&gt;O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento de volta fazendo os seus circuitos. (v. 6) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519729683934678834" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoE5xsbDzI/AAAAAAAABc4/Pro6XEcPxQU/s320/J.jpg" /&gt;Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir. (v. 7) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519729268742076946" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoEhm-yuhI/AAAAAAAABcw/F6Pb_GaCxv8/s320/I.jpg" /&gt;Todas essas coisas se cansam tanto, que ninguém o pode declarar; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos de ouvir. (v. 8) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519728797971493026" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoEGNOVsKI/AAAAAAAABco/QX6sg9Agjj0/s320/H.jpg" /&gt;O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; de modo que nada há novo debaixo do sol. (v. 9) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519728312996517122" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoDp-jS1QI/AAAAAAAABcg/TZUdJ414DQI/s320/G.jpg" /&gt;Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. (v. 10)&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519727563240262338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoC-VfeSsI/AAAAAAAABcY/zDvrE6HRh58/s320/F.jpg" /&gt;Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, nos que hão de vir depois. (v. 11) Eu, o pregador, fui rei sobre Israel em Jerusalém. (v. 12) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519726960984720626" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoCbR6kBPI/AAAAAAAABcQ/Hy0AR3fg-mY/s320/E.jpg" /&gt;E apliquei o meu coração a esquadrinhar e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; essa enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar. (v. 13) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519733404034289922" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoISUJSUQI/AAAAAAAABdg/_E7Jq7q1aFc/s320/D.jpg" /&gt;Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito. (v. 14) Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não pode ser calculado. (v. 15)&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519725309893271810" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoA7LHr4QI/AAAAAAAABcA/klrFyaUEkVw/s320/C.jpg" /&gt; Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim, em Jerusalém; na verdade, o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e a ciência. (v. 16) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519723746815401378" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJn_gMM4XaI/AAAAAAAABb4/8ysJrUsX_Tg/s320/B.jpg" /&gt;E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras e vim a saber que também isso era aflição de espírito. (v.17) &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519723188398463714" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJn-_r76GuI/AAAAAAAABbw/bTJ1LIqOoBA/s320/A.jpg" /&gt;Porque, na muita sabedoria, há muito enfado; e o que aumenta em ciência aumenta em trabalho. (v.18) (Eclesiastes 1. 1-18)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Shalom Adonai &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3121465255770573518-5178413865884074594?l=pimentacpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pimentacpo.blogspot.com/feeds/5178413865884074594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3121465255770573518&amp;postID=5178413865884074594&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/5178413865884074594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3121465255770573518/posts/default/5178413865884074594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pimentacpo.blogspot.com/2010/09/primeiro-aniversario.html' title='PRIMEIRO ANIVERSÁRIO'/><author><name>Magna Couto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16983064228231045646</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/SrE9LOw24xI/AAAAAAAAAAM/wq0o4CmDiUM/S220/autora.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TJoHX5qy3OI/AAAAAAAABdY/dJH_LmlLsds/s72-c/O.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3121465255770573518.post-3066837808057667886</id><published>2010-09-03T20:18:00.065-03:00</published><updated>2010-09-05T11:25:51.629-03:00</updated><title type='text'>PRAGAS E DOENÇAS NAS PIMENTEIRAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TIGp9-4ZTUI/AAAAAAAABbo/QOEFviUhb94/s1600/pa1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512874301194849602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 172px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TIGp9-4ZTUI/AAAAAAAABbo/QOEFviUhb94/s200/pa1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;PRAGA . (1.) Abundância de coisas nocivas ou desagradáveis. (2.) Designação comum aos insetos e moléstias que atacam as plantas e os animais. (3.) Bot. Bras. Erva daninha. Designa-se como praga o surto de determinadas espécie nocivas ao desenvolvimento agrícola ou que destroem a propriedade humana, perturbam os ecossistemas, ou que provocam doenças epidémicas no homem ou noutros animais.&lt;br /&gt;Embora se refira, geralmente, a animais (insetos e ratos, principalmente), também se pode aplicar a erva daninhas, consideradas invasoras, prejudiciais à biodiversidade de alguns ambientes ou à produção agrícola. No primeiro caso, temos, por exemplo, os gafanhotos que nas suas migrações podem devastar campos; no segundo, o caso das acácias ou do eucalipto, que se propagam facilmente, não permitindo a existência de outras espécies de árvore.&lt;br /&gt;O conceito oficial de praga é estabelecido pela FAO como sendo: "qualquer espécie, raça ou biótipo de vegetais, animais ou agentes patogênicos, nocivos aos vegetais ou produtos vegetais". Portanto, o termo praga compreende animais (insetos, ácaros e nematóides). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;DOENÇA [Do lat. dolentia.] (1.) Med. Denominação genérica de qualquer desvio do estado normal. (2.) Med. Conjunto de sinais e/ou sintomas que têm uma só causa; moléstia. Na plantação a doenças é (causadas por fungos, bactérias, vírus e viróides). A maneira mais usada atualmente para combater as pragas na agricultura são os agrotóxicos, produtos químicos que têm a finalidade de exterminar pragas ou doenças que ataquem as culturas agrícolas. Entre eles, podemos encontrar os inseticidas, herbicidas, fungicidas, raticidas e outros. Além de serem tóxicas, essas substâncias se mantêm no solo por muitos anos e, pela cadeia alimentar, vão se acumulando no corpo dos animais e do ser humano, causando doenças graves até a morte. Uma forma alternativa é a utilização de controle biológico.&lt;br /&gt;Principais insetos e ácaros que causam danos à PIMENTEIRA&lt;br /&gt;Os artrópodes associados à cultura da pimenteira podem causar danos indiretos, como os pulgões e tripes, vetores de viroses, e danos diretos, como besouros, lagartas, minadores de folhas, percevejos, cochonilhas e ácaros.&lt;br /&gt;Mas não vamos só falar sobre pragas e doenças da pimenteira como achei pouca coisa sobre esse assunto, farei no geral e cada um tira o necessário para a sua plantação. Ia colocar algumas receitas, mas farei um artigo só sobre as receitas caseiras para controle nas pragas depois.&lt;br /&gt;UMA RECEITA DE INSETICIDA CASEIRO. A calda de fumo pode ser preparada em casa e combate muitas pragas, como pulgões, cochinilhas sem carapaça, lagartas, entre outros. É fácil de fazer: Aquecer um litro de água, acrescentando 50 gramas de fumo de corda picado e deixar ferver por cinco minutos. Desligar o fogo, deixar esfriar e coar. Como aplicar: dissolver a mistura em dois litros de água e pulverizar a planta, de preferência no fim da tarde, não regando logo após esta aplicação.&lt;br /&gt;Dicas: Podem-se acrescentar pimentas malaguetas esmagadas, para aumentar o efeito de controle. A adição de um pouco de sabão na mistura facilita a aderência deste produto na planta. Mas atenção: para consumir as plantas nas quais a calda foi aplicada, deve se esperar pelo menos 24 horas!&lt;br /&gt;QUAL A MELHOR FORMA DE COMBATER AS PRAGAS? A agricultura e a pecuária são das principais atividades humanas na produção de recursos alimentares. Estas remontam ao tempo em que o Homem se tornou sedentário, sendo que teve de ir desenvolvendo técnicas para conseguir um aumento da quantidade e qualidade da produção. Um dos principais problemas com que logo se deparou foi a questão das pragas. Qualquer espécie indesejável para o ser humano é considerada uma praga. Estas podem afetar a diversos níveis, tal como, ao competirem pelos nutrientes, transmitirem doenças ou ao se alimentarem das colheitas. Para se combaterem estes problemas, foram criados todo o tipo de pesticidas. Durante muitos anos, as empresas responsáveis pelo desenvolvimento das tecnologias agroquímicas que foram utilizadas nos últimos anos, prometiam que esses desenvolvimentos iriam permitir acabar com a fome mundial, ao aumentarem bastante a produção. Contudo, tal não sucedeu e, além disso, estas técnicas apresentavam vários problemas, entre os quais, a sua toxicidade, que afetava muitas espécies além da pretendida, o fato de acelerarem o processo evolutivo das espécies, tornando-as mais resistentes (já existem indivíduos naturalmente protegidos contra o tóxico, pelo que esses sobrevivem e transmitem essa proteção à sua descendência), e serem causadores de poluição e ameaças à saúde pública (segundo a OMS, milhões de pessoas são envenenadas todos os anos, morrendo cerca de 200 mil). São substâncias persistentes, que contaminam os solos, águas e seres vivos durante muito tempo.&lt;br /&gt;Atualmente, já existem técnicas mais evoluídas, que tentam evitar as desvantagens acima referidas. A técnica mais conhecida atualmente, tem a ver com a produção de OGM's (organismos geneticamente modificados). Com o desenvolvimento das tecnologias de manipulação do DNA, já é possível produzir plantas com resistência a determinados seres vivos (sejam eles insetos, fungos, bactérias, vírus) ou produtos, como herbicidas. Devida à sua recente utilização, esta ainda é controversa, já que muitas pessoas receiam os perigos de se manipular algo tão complexo e importante como o código genético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Outra maneira de controlar as pragas pode ser através do uso de hormonas que interfiram no ciclo de vida dos insetos e impeçam o seu desenvolvimento. Também podem ser usadas feromonas para os guiar para armadilhas ou atrair os seus predadores naturais. Esses predadores também podem ser introduzidos pelo Homem de forma a regularem naturalmente as populações de espécies consideradas como pragas. Um bom exemplo disso é a utilização de joaninhas no combate aos pulgões, técnica já amplamente utilizada em vários países. Repelentes naturais também têm vindo a ser desenvolvidos. O alho, que, segundo a lenda, serve para afastar vampiros, é, segundo estudos da Universidade da Califórnia, um bom repelente contra muitos tipos de bactérias prejudiciais.&lt;br /&gt;Contudo, todas estas técnicas utilizadas para substituir os pesticidas têm muitas desvantagens, sendo a principal a sua menor eficácia. Por outro lado, não são tão invasivas e não afetam o ambiente. Também não induzem a seleção natural das espécies e, por isso, não cria super espécies resistentes a pesticidas. Atualmente, a agricultura biológica tem ganhado cada vez mais adeptos. Ela pretende aumentar a produção através do controlo da época e quantidade de colheitas (por exemplo, a realização da policultura pode permitir a menor utilização de adubos, já que as culturas necessitam de diferentes nutrientes, e atrai diferentes tipos de pragas, que podem competir entre si e reduzir os danos). Estas técnicas não têm uma grande eficácia, mas ao serem combinados com as outras já referidas, podem tornar-se na melhor solução a longo prazo.Contudo, continua a existir uma grande controvérsia à volta desta questão, em grande parte devido aos interesses econômicos. Por exemplo, aproximadamente 90% destes químicos são produzidos por 3 empresas (Beyer, Monsanto, Syngenta) que, como é óbvio, tentam evitar o decréscimo da venda de pesticidas e, por isso esforçam-se por refutar estas teses que apóiam técnicas alternativas. De um ponto de vista responsável, a abordagem correta deveria ser utilizar a menor quantidade possível de pesticidas, tentando controlar as pragas naturalmente. Mas talvez este modelo ideal nunca venha a ser possível de implantar à grande escala, visto que devido à explosão demográfica, cada vez mais há a necessidade de produzir mais alimentos, por isso a produtividade agrícola tem de se manter alta. Nos países em desenvolvimento é necessário fazer um esforço ainda maior no controlo demográfico, enquanto nos países desenvolvidos é urgente uma maior poupança dos recursos. Caso contrário, será cada vez mais difícil produzir quantidades suficientes de alimento, agravando, assim, os problemas ambientais.Apesar de todos estes esforços, é imprescindível apostar forte na investigação tecnológica e educar as pessoas para que compreendam e aceitem as novas técnicas.Externato C. da Benedita, Alcobaça, Portugal.&lt;br /&gt;MANEJO DE PRAGAS E DOENÇAS EM HORTAS. O ataque de pragas e doenças é um dos maiores problemas enfrentados por pequenos ou grandes produtores de hortaliças. Algumas plantas podem ser atacadas por dezenas ou até uma centena de doenças. Da mesma forma, algumas pragas podem atacar dezenas ou até centenas de espécies de plantas. O uso de agrotóxicos para combater doenças e pragas nem sempre é a melhor opção, principalmente em pequenas áreas. Afinal, além de custarem caro, a aplicação errada desses produtos pode representar riscos de contaminação ao aplicador, aos alimentos e ao ambiente.&lt;br /&gt;As doenças podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus e nematóides. Essas criaturinhas são chamadas pelos cientistas de patógenos e só podem ser vistas com o uso de microscópio. Mas os estragos que elas causam nas raízes, no caule, nas folhas e nos frutos das plantas são bem conhecidos pelo produtor. Mas não são apenas esses patógenos que causam as doenças. A falta ou o excesso de luz, de água e de adubação também podem prejudicar a saúde das hortaliças.&lt;br /&gt;Muitas vezes, os sintomas das doenças são parecidos e o produtor tem dificuldade para saber o que está afetando sua plantação. Sem o diagnóstico correto, o agricultor não saberá quais as medidas necessárias para enfrentar o problema. Por isso, ele deve buscar informações em livros e na assistência técnica de sua região.&lt;br /&gt;No caso das pragas, é preciso dividi-las em dois tipos: aquelas que transmitem doenças para as plantas, como a mosca-branca, tripes e pulgão, e aquelas que danificam e impedem o crescimento das hortaliças, como a vaquinha, as lagartas e as formigas. Mas nem todo inseto é praga. Há também aqueles que são amigos do produtor, pois comem as ovas e os insetos que fazem mal à planta.&lt;br /&gt;Em áreas pequenas, o produtor pode controlar pragas como a vaquinha com a catação manual. Para isso, ele deve colocar os insetos em um recipiente e depois fechar. No caso de outras pragas que deixam ovas nas folhas, como o pulgão, o agricultor pode fazer o esmagamento com o dedo.&lt;br /&gt;Francisco Vilela Resende, pesquisador da Embrapa Hortaliças participa do programa e, entre outras orientações, explica que o produtor deve, primeiro, escolher bem o local da horta. “O produtor deve colocar a horta em local que tenha bastante luz e evitar áreas encharcáveis”. Outro cuidado diz respeito à irrigação. “O produtor deve evitar o excesso de irrigação que é um dos principais facilitadores dos ataques de várias doenças e pragas”, explica Resende.&lt;br /&gt;As mudas merecem um cuidado especial. Mais frágeis, elas são mais suscetíveis ao ataque de pragas que as plantas adultas. Além disso, uma muda contaminada pode levar doenças ao campo quando transplantada. Por isso, as mudas devem ser produzidas em ambiente controlado, que pode ser sofisticado, como uma casa de vegetação, ou bem simples, como uma gaiola montada com pedaços de madeira e uma tela apropriada para conter insetos, que pode ser comprada em casas agropecuárias.&lt;br /&gt;Tipos de Pragas e Doenças que atacam as plantas: Aves, Ácaros, Besouros, Brocas, Brocas do Ponteiro, Burrinhos, Caramujos, Cochonilhas, Ferrugem, Formigas, Fungos, Lagartas, Lagarta Rosca, Largata Minador, Lesmas, Mosca Branca, Moscas do Mediterrâneo, Minadores de Folhas, Nematóides, percevejos, Pulgões, Raspador, Tatuzinho, Tripés, Vetores de veroses, Vírus.&lt;br /&gt;TIPOS DE PRAGAS E DOENÇAS: &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512873256366840194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 172px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TIGpBKl_GYI/AAAAAAAABbQ/8e8yrbj-VkI/s200/ave.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;AVES. Os pardais. [De or. incerta; poss. do gr. párdolos, 'certo pássaro' (&lt;&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512872482756534578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mwf155t9RzE/TIGoUIq6oTI/AAAAAAAABbA/QowCuIHptZE/s200/acario.jpg" border="0" /&gt;ÁCAROS. [Do tax. Acarus Classificação científica. Domínio: Eukariota, Reino: Animal. Subreino: Metazoa. Filo: Arthropoda. Subfilo: Chelicerata. Classe: Arachnida. Ordem: Acarina. São parecidos com carrapatos, só que bem menores, podendo ser enxergados somente com o auxílio de uma lupa. Os principais são os ácaros vermelhos, os ácaros brancos e os rajados. Considerando ciclo biológico de uma semana, a ausência de controle natural e a produção de 50 fêmeas, em quatro semanas cada ácaro (fêmea) pode dar origem a mais de seis milhões de ácaros. O que são. Ácaro é o nome comum de aproximadamente 30.000 espécies de aracnídeos diminutos, semelhantes a carrapatos, possuindo a cabeça, tórax e abdômen unidos num corpo segmentado, porém, com tamanho muito inferior e impossível de ser visto a olho nu. Corpo. Ainda na forma de larva, os ácaros podem possuir três pares de patas, já na fase adulta, este número aumenta para quatro. Possui estrutura bucal adaptada para perfuração. Como a maioria dos aracnídeos, os ácaros respiram através de traquéias (pequenos tubos que se abrem na camada superficial do corpo) e vivem tanto em ambiente terrestre quanto em ambiente aquático. Tipos de ácaros. Entre os ácaros mais importantes se encontra o ácaro vermelho e o ácaro da sarna. Há também os ácaros do folículo, que infectam os folículos pilosos e as glândulas sebáceas humanas. Ácaro rajado (Tetranychus urticae) (Koch, 1836) (Acari: Tetranychidae), estes artrópodos são de tamanho bastante reduzidos, apresentando na sua fase adulta quatro pares de pernas. Tem como característica principal duas manchas escurecidas na face dorsal do corpo. Localizam-se na face inferior dos folíolos e tecem considerável quantidade de teia, em altas infestações migram para o ponteiro da planta para dispersão. As injúrias são muito parecidas com as causadas por tripes. Durante a alimentação introduzem seus estiletes nas células das folhas e sugam o conteúdo celular extravasado. As plantas geralmente apresentam as folhas cloróticas, e com a evolução do ataque tornam-se bronzeadas, podendo cair. Ácaro vermelho (Tetranychus evansi) (Baker &amp;amp; Pritchard, 1960) (Acari: Tetranychidae), morfologicamente estes ácaros são muito parecidos com o ácaro rajado, porém apresentam coloração vermelha intensa. Os sintomas são os mesmos do ácaro rajado, ou seja, formação de teia e clorose nos folíolos. Os ácaros não são tão importantes como praga do amendoinzeiro em condições normais, entretanto quando da ocorrência de veranico (alta temperatura e baixa unidade) podem se tornar problema sério, pois nestas condições seu desenvolvimento populacional é bastante acelerado. Entre os animais pode-se citar os ácaros dos pássaros, que infectam a pele destes animais, o das galinhas, que atacam as aves domésticas, podendo, inclusive, produzir dermatite nos seres humanos. Com relação aos ácaros que vivem em ambiente aquático, existem nos rios e nos lagos, espécies de água doce. Entre outros ácaros comuns se encontram as conhecidas aranhas vermelhas ou ácaros aranha, que formam teias, alimentam-se de folhas e destroem muitos tipos de plantas. Causador de alergia. Os corpos dos ácaros mortos e seus excrementos ficam misturados com a poeira dentro das casas. Este material pode provocar alergias nos seres humanos, quando inalado ou até mesmo em contato com a pele. CONTROLE. Os ácaros geralmente causam prejuízos em duas situações: (1) a combinação de fatores climáticos como a alta temperatura, baixa umidade e ausência de chuvas favorecem o crescimento populacional; (2) o desequilíbrio ambiental provocado pelo uso constante de inseticidas e fungicidas nas lavouras, que favorecem o crescimento populacional da praga. As espécies economicamente mais importantes são o ácaro rajado Tetranyuchus urticae e os ácaros vermelhos T. evansi e T. marianae (Acarina, Tetranychidae); o ácaro branco Polyphagotarsonemus latus (Acarina, Tarsonemidae) e ácaro plano Brevipalpus phoenicis (Acarina, Tenuipalpidae). Por serem muito pequenos, difíceis de se ver a olho nu, uma das manei
