OPERAÇÃO "MÃOS LIMPAS". Em meados dos anos 80, a Máfia atuava até mesmo na esfera pública italiana. Empresários, políticos de diversos cargos e achacadores compunham um sistema sólido, ao qual resistir implicava sérios riscos. Mas a sociedade italiana não se deixaria dominar pelo crime organizado por tanto tempo. O sistema Penal e Judiciário foram modificados e dotados de instrumentos mais duros de combate ao crime organizado. Durante a Operação "Mãos Limpas", centenas de mafiosos foram presos, levados a julgamento e condenados. Até mesmo o primeiro-ministro Giulio Andreotti foi acusado de envolvimento com mafiosos. A reação destes não tardou: 24 juízes e promotores foram assassinados enquanto a Máfia era investigada. Embora ela não desaparecesse por completo, perdeu muito poder embora sua aura ainda seja preservada em filmes e histórias. Seu declínio é uma prova categórica da teoria defendida por muitos – a de que o crime organizado só é neutralizado mediante enérgicas ações do Estado e da sociedade. Algo muito diferente do que ocorre, por exemplo, com os traficantes de drogas do Comando Vermelho, no Rio de Janeiro.
Apesar do sucesso da operação Mãos Limpas no combate a máfia italiana, sabe-se contudo que a principal motivação desta operação foi a de desviar a atenção da opinião pública das graves denúncias que o dissidente Vladimir Bukovski trouxe dos Arquivos de Moscou. Houve diversos membros de máfias que se destacaram na história. Os famosos Dons e Capos, como eram conhecidos os pais das famílias. Em sua maioria eram de origem italiana. Entre eles se destacam: Al Capone ou ScarFace, Don Saro, Tomaso Buscetta, Don Rigotto, Don Manzi. Durante os séculos 18 e 19, os vigorosos rufiões desses exércitos particulares se organizaram e se tornaram tão poderosos que se voltaram contra os donos de terra e viram a única lei em muitas propriedades, extorquindo dinheiro de donos de terra em troca de proteção de suas plantações” (The New Encyclopaedia Britânnica). Extorquir dinheiro em troca de proteção virou seu modus operandi.Eles levaram seus métodos para os Estados Unidos, onde se infiltraram no jogo, na chantagem trabalhista, na agiotagem, no narcotráfico, nas redes de proteção, e na prostituição e outros mais novos como nas áreas de saúde, educação, prefeituras etc., o homem é muito inteligente e organiza o crime em tudo que dê muito lucro. “A senha maçônica da mão aberta era característica dos ILUMINATI e foi também adotada por Giuseppi Mazzini, um franco-maçom da Itália que fundou uma organização secreta terrorista que ficou famosa em todo mundo pelos seus métodos violentos: a Máfia.
MÁFIA ATUAL (CENÁRIO MUNDIAL). A máfia, talvez por causa de lendas criadas ao longo da história, incentivou várias outras ao redor do mundo. Como bom exemplo, temos as máfias Japonesas, Alemãs, e recentemente foi descoberta as máfias Brasileiras. Mas a grande diferença desta, para as outras é que elas trabalham de forma conjunta, com apoios e reuniões. Até agora não se sabe muito sobre os objetivos das mesmas. Nomes: Don Vincenzo, Lord Walker e Kaiser Hepp. Assim a máfia chegou até nós, hoje em todos os lugares existem vários tipos de máfia para tristeza minha bati de frente com uma delas através dessa enfermidade em Mário.
Alguns tipos de máfia principalmente no Brasil. Infelizmente o nosso país desenvolve a máfia desde os primórdios tempos do descobrimento deu início com a exploração e roubo do pau brasil, a tráfico e escravização dos índios e dos africanos, o plantio da cana de açúcar e a produção do açúcar, a exploração e roubo do ouro e das pedras preciosas e muito mais até a sofisticada máfia da atualidade dessa forma o brasileiro por formação tem o caráter mafioso não generalizando, mais essa é a realidade e continua na política, no estado, na saúde, na educação, na prostituição, no tráfico das drogas, nos jogos e muitas outras.
As entidades que atuam através do Vampirismo elas não só roubam ou sugam o sangue, a energia mais tudo, até mesmo os bens materiais como já foi explicado, eles destroem uma nação, uma cidade, uma família tudo. E o Brasil é uma dessas nações desde o início roubaram o que puderam.
Vamos ver como isso aconteceu sem muito nos aprofundarmos na História:
OS PRIMORDIOS DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL. O termo Descobrimento do Brasil se refere à chegada, no ano de 1500, da esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral ao território onde hoje se encontra o Brasil e a tomada de posse do território pelo reino de Portugal. No dia 22 de Abril, acidente de percurso ou missão secreta de legitimação de posse, avistava-se “terra chão, com grandes arvoredos: ao monte”. Ao grande monte, Pedro Álvares Cabral batizou de Monte Pascal e à terra deu o nome de Ilha da Vera Cruz pensando ser uma ilha, depois que descobriram ser um continente denominaram-na de Terra de Santa Cruz hoje denominado Porto Seguro, no estado da Bahia. Aproveitando os alísios, a esquadra bordeja a costa baiana em direção ao norte, à procura de uma enseada, achada afinal pouco antes do pôr-do-sol do dia 24 de abril, em local que viria a ser denominada baía Cabrália. Ali permaneceram até 02 de maio, quando rumaram para a Índia, cumprindo seu objetivo formal de viagem e deixando dois degredados e dois grumetes que desertaram. Estava iniciada a ocupação do Brasil por europeus.
Assim nasceu a nossa nação, juntamente com os índios.
Durante as duas primeiras décadas, desinteressada de colonizar a terra descoberta por Cabral, a Coroa portuguesa acabou por transformá-la numa imensa fazenda de pau-brasil, logo arrendada à iniciativa privada. Dessa forma a árvore que ajudou a dar nome ao país começaria a se tornas também a mais perfeita metáfora vegetal do Brasil - mais do que a borracha, o açúcar e o café. O pau-brasil (Caesalpinia echinata) tingia linhos, sedas e algodões, concedendo-lhes um "suntuoso tom carmesim ou purpúreo": a cor dos reis e dos nobres. Uma espécie semelhante, a Caesalpinia sappan, nativa de Sumatra, já era conhecida na Europa desde os primórdios da Idade Média. A partir do século 17, porém todos os tecidos produzidos em Flandres e na Inglaterra passaram a ser coloridos com o "pau-de-tinta" brasileiro. Nesta época, a indústria têxtil já começara a se tornar o motor da economia européia. Depois de anos de contrição e andrajos, as mulheres do continente descobriam, enfim, os requintes da moda. Abria-se assim enorme mercado para as roupas realçadas pela polpa da árvore extraída aos milhões de litoral da Bahia e Pernambuco. A operação era realizada por centenas de traficantes espanhóis, ingleses e sobre tudo franceses. Eles foram os primeiros e genuínos "brasileiros" - e os únicos de fato merecedores desse nome.
Desde o início do descobrimento do Brasil os portugueses deram origem ao Trafego.
Começou com a exploração do pau-brasil que os índios o chamavam de “ibirapitanga” e “arabutã”. Nome científico, “caesalpinia echinata”. A árvore chega a 10 ou 15 metros de altura, com o tronco de 1 metro de diâmetro na base. A comercialização do pau-brasil já era feita na Europa, pois ele era extraído das florestas africanas, era utilizado como corante, principalmente de tecido. 
O PAU-BRASIL. No Brasil, apartir das primeiras expedições exploradoras, principalmente com a expedição da Nau Bretoa, organizada por comerciantes portugueses e depois pela concessão real de exploração, concedida a Fernão de Noronha, o pau-brasil passou a ser explorado de uma forma predatória, ao logo de quase toda a costa brasileira.A exploração era feita rudimentar trazendo grande destruição das matas. Os traficantes geralmente contavam com a ajuda dos índios. A Portugal pertencia o monopólio da extração, concedeu do arrendamento a particulares, mediante o pagamento do quinto. Tal monopólio somente foi extinto em 1859.
Por conseguinte o início da atividade de extrativa, extremamente predatória, os traficantes geralmente contavam com os índios. Eles cortavam a madeira e a levavam até os navios, a mão de obra utilizada era livre, mediante a prática do “escambo” ou “escâmbio” que no latim “escambiu” significa “cambio”, “troca”. Troca do trabalho de corte, transporte e embarque em troca recebiam como pagamento espelhos, contas coloridas, pecas de tecidos, roupas, canivetes, facas; raramente, serras e machados. Os índios eram enganados com objetos sem muito valor e que não trouxesse perigo para os portugueses. Os pontos de armazenamento da madeira eram as feituras que de fato, não provocaram o povoamento e a colonização da terra, já que o extrativismo era uma atividade itinerante. Dessa maneira começou o trafego no Brasil, o engano o trabalho sem remuneração devida. Infelizmente não parou aí. Além do pau-brasil, outras atividades de modelo extrativista predominaram nessa época, como a coleta de “drogas do sertão”. Desde os tempos remotos já era conhecida como drogas, para confirmar a máfia existente nos tempos primórdios do desenvolvimento do Brasil. Depois do pau-brasil outros foram traficados como: os índios, os negros, os minerais sendo o mais importante o ouro, as pedras preciosas, na pecuária, os vegetais o açúcar, a cachaça, o café, a mandioca, o feijão, o milho, o algodão o tabaco e outros.
OS ÍNDIOS. Com a instituição das capitanias, iniciou-se na economia colonial o Círculo da cana de açúcar que sucedeu ao Círculo do pau-brasil. O açúcar era produzido no Oriente antes do Brasil e era uma das especiarias de maior valor no mercado europeu, desde os últimos séculos da Idade Média. Trazido para o Brasil, por Martim Afonso de Souza em 1530 quando fundou a Vila de São Vicente hoje São Paulo, pois a região era favorável ao plantio da cana de açúcar e assim fixando os colonos na terra. O índio não se adaptou ao trabalho na lavoura por falta de costume no trabalho braçal e no cumprimento do horário. Com a rebeldia dos indígenas a situação começou a se agravar os índios não conheciam a escrita, o uso dos metais e a escravidão. O contato com o homem branco foi sempre prejudicial às tribos desde que os portugueses adentram no interior do Brasil, aprisionando e matando milhares de índios, torturando e estrupando as índias, dessa maneira exterminando tribos completamente.
Assim deu-se início a escravidão e trafego dos índios. Eles resistiram, mas apesar da superioridade numérica, eram mortos pela superioridade das armas de fogo dos colonos. Em 1570, uma Carta Régia autorizava a escravização dos índios ou promovida contra índios presos em guerra justa, isto é, iniciada pelos índios ou promovida contra tribos que se negassem a submeter-se aos colonos. O rei simplesmente legalizava a escravidão dos índios sob pretexto de defendê-los. Sabemos que isso não era verdade eles queriam a mão de obra sem nenhum custo. Como em nossos dias os patrões não querem pagar aos funcionários o que lhe é devido. As bandeiras eram expedições que foram organizadas para caçar os índios fugitivos que se embrenhavam na mata com isso eles chegaram às minas de ouro no século XVI.
Com essa atitude houve constante empobrecimento cultural e lingüístico e quantitativo: a população indígena brasileira vem sendo invariavelmente exterminada, em conseqüência de massacres, expulsão de suas terras, o alcoolismo e doenças contraídas através “dos civilizados”. Assim, dos dois milhões que habitavam o Brasil na época do descobrimento resta atualmente cem mil índios. Varias tribos dessas foram destruídas completamente. Começo dos assassinatos, muito sangue inocente derramado no solo brasileiro, o solo clama por salvação. Com a rebelião dos índios deu-se o início a outro tipo de tráfego e escravização pior e indecente à humanidade, a escravização dos africanos. Os portugueses não contavam com a mão de obra dos indígenas e já conhecendo em Portugal a mão de obra escrava dos africanos usados nos trabalhos domésticos e nas ilhas do Atlântico, para o trabalho agrícola.
Não se sabe ao certo quando chegaram os primeiros escravos africanos. Sabe-se que em 1550, comércio regular de escravos da África. Mas mesmo com a chegada dos escravos africanos, os índios ainda eram escravizados, pois o custo para adquirir um escravo africano era mais alto do que o escravo indígena. Assim sendo a sua introdução na agricultura foi lenta. 
AFRICANOS NO BRASIL. Esse alto custo era por conta das condições de viagem da África para o Brasil. Os negros eram trazidos do seu país de origem e vinham nos chamados “navios negreiros” amontoados, acorrentados e mal alimentados. Muitos nem chegavam aos seus destinos, pois morriam na viagem por causa das más condições de sobrevivência principalmente as higiênicas, a fome e as enfermidades adquiridas por falta das condições para um ser humano sobreviver. Quando morriam eram jogados alguns ainda vivos no mar. Durante esse período que foi longo o mar serviu de cemitério dos escravos ou todos que participavam dessa operação porque muitas embarcações afundaram, e essas águas também clamam por salvação. Foi palco das atrocidades feitas nesta época. Os que conseguiam sobreviver e chegavam ao Brasil eram vendidos como mercadorias. Muita crueldade era realizada nesta época. Por conseguinte os escravos africanos também se rebelaram e passavam por punições horríveis como: espancados no tronco, em que o negro, preso pelas canelas, era açoitado com o bacalhau = chicote que abria fendas, nas quais se punham sal; o viramundo = instrumento de ferro que prendia as mãos e os pés; a gargalheira, colar de ferro com vários braços em forma de gancho. Faltas mais graves podiam merecer penas mais cruéis ainda, como a castração, amputação de seios, quebra de dentes a marteladas e emparedamento vivo. Os escravos resistiam de varias maneiras. Tinham os que se suicidavam ou matavam os feitores. Os que fugiam e eram caçados como animais pelos capitães-do-mato, profissionais que recebiam certa quantia por quando conseguiam capturar vivo ou morto um escravo fugitivo. Muitos se refugiavam nos quilombos sendo o mais importante o de Palmares.
Também foram trazidos de Portugal para morar no Brasil a escorea do povo português pois ninguém queria vir residir aqui então foi trazido os bandidos, marginais todo tipo de prisioneiro, caráter totalmente contaminado, comrrompido com essas qualidades negativas o Brasil foi formado com esses tipos de pessoas. Deu-se a missigenação e também a origem a uma nação totalmente contaminada, corrompida destruída e falida. A fome e a opressão também começaram nesse período. Pois os portugueses levavam tudo do Brasil e não traziam nada para repor. A política já era contraria a nação desde esta época. Portugal deixou o Brasil na banca routa levou tudo o que pode até surgir os movimentos de libertação e mais mortes aconteceram através das guerras até a libertação de Portugal. Mas infelizmente o povo brasileiro até hoje sofre a conseqüência deste período macabro doloroso e vergonhoso para nós.
Vejamos atuações das entidades na atualidade: A Bahia por ser o útero brasileiro gera tudo isso até os nossos dias. Na irmandade satânica diz: Por ser o Brasil e em especial a Bahia, um a região portuária, representa o início da colonização brasileira. Tem a ver com os deuses cultuados e com domínio do próprio Leviathan principado do Brasil. Aquele que é um povo com muita facilidade de absorver influencia satânica. Os espíritos que atuam na região já dominaram praticamente em cem por cento o lugar. O evangelho tem uma dificuldade enorme em penetrar em todo Nordeste, por causa disso. No entanto, a Umbanda, o Candomblé, a Quimbanda e toda a miscigenação afro imperam. O Catolicismo, o culto a Maria principalmente a padroeira do Brasil, a Aparecida e outras e a todo tipo de imagens também. A sensualidade aflora com vigor, fruto claro da Idolatria. A Base Satânica da Irmandade no Brasil é na Bahia. E a Base influenciará ainda mais a tudo isso com grande empenho. Pois Leviathan sendo um principado marinho e os orixás baianos também marinhos como Yemanja, Oxum, Nana, Iara e Oxumaré e outros como vimos no (capítulo 04) à destruição vai ser grande.
A Bahia possui um clima quente em conseqüência o povo anda com pouca roupa, a nudez, a sensualidade, a fornicação junto com a idolatria, feitiçaria, as festas religiosas, a pervessão sexual e o carnaval contribuem para o caus total do povo brasileiro. Com o derramamento do sangue que hoje também acontecem nesta cidade não esquecendo também dos sacrifícios dos animais e humanos também estão ligados a uma história desde os primeiros mortos no início do descobrimento do Brasil através as escravizações, as lutas, guerras, luta contra invasão francesa; morte dos pastores huguenotes e muitos outros. O sangue dos inocentes derramados poluiu e contaminou a terra, desde então, Satanás construiu a sua fortaleza nas regiões celestiais e ele exige os seus sacrifícios. Os meninos brasileirros. Os primeiros que habitaram esta nação depois do descobrimento no período dos bandeirantes, eram bastardos resultados do cruzamento dos bandeirantes, dos bandidos como também dos senhores das regiões com as índias e as escravas africanas no geral a missigenação durante o início do descobrimento do Brasil. A nossa nação foi povoada com mamelucos sem pais dando origem aos menores abandonados, aos meninos de ruas que têm pais mais não vivem com eles às vezes nem os conhecem. Hoje ainda vivenciamos o drama dos meninos de rua, que vivem em todas as capitais do Brasil, que vivem sem pai... filhos bastardos. As terras brasileiras foram colonizadas por esses tipos de homens, dessa forma criaram uma sociedade, uma família totalmente babelizada e falida.
A irmã Valnice Milhomes trás em seu livro O Jejum e a Redenção do Brasil uma outra visão de Joel 1.4 que diz: “O que a locusta cortadora deixou, a voadora o comeu; e o que a voadora deixou, a devoradora comeu; e o que a devoradora deixou, a destruidora comeu”. Os grandes problemas da nação são as locustas ou gafanhotos. Quatro tipos são citados: a cortadora, a voadora, a devoradora, a destruidora. Essas locustas são tipos de maldições que têm assolado a vida da nação.
1. A Locusta cortadora. Cortar é ceifar, e o primeiro grande problema dentro da nação, no seu passado e no seu presente, é esta locusta cortadora que ceifa vidas inocentes. Quando os portugueses vieram para o Brasil, em suas conquistas, e mesmo os bandeirantes, deixaram atrás de si um rastro de sangue inocente. Quando a vida dos habitantes da Terra foi ceifada, sangue inocente manchou o solo brasileiro, e não parou aí. A nação ainda hoje sofre as investidas desta locusta cortadora, que continua a ceifar vidas. É a violência, a mortalidade infantil, aborto, que é um crime, é o ceifar de uma vida inocente. Nosso País está sofrendo por causa desta locusta cortadora. Milhares e milhares de vidas que o Brasil viu nascer, foram ceifadas inocentemente, para que a terra fosse manchada de sangue e o seu clamor subisse até o Céu. Quando dizemos que a redenção do Brasil custará um alto preço, é porque os seus pecados são tão grandes, que a única coisa que podemos atrair é a ira de Deus. É, pois, necessário que a Igreja se levante, por uma verdadeira revolução espiritual, um verdadeiro avivamento, um verdadeiro quebrantamento, como veremos dentro de Joel, para clamar: “Poupa Senhor, o Teu povo”. Se olharmos para os pecados da nação, podemos até esmorecer em nosso clamor. Certo dia estava orando e considerando seus pecados e os meus olhos se depararam com as Palavras do Senhor Deus: “Ainda que estivessem no meio delas estes três homens, Noé, Daniel e Jó, eles pela sua justiça, livrariam apenas a sua própria vida, diz o Senhor” (Ezequiel 14.14).[...]
2. A Locusta Voadora. Ou em outra tradução, migradora, que vai para outro lugar. E esta locusta fala dos males da transferência das riquezas da nação para outras nações. Desde o início da colonização, o ouro brasileiro foi transferido, às toneladas, para Portugal. As riquezas voaram da nação, mas a locusta voadora não deixou de operar. A classe que controla as riquezas do País, que é uma assombrosa minoria, continua fazendo voar as divisas nacionais para bancos estrangeiros. Sessenta milhões de brasileiros, no nível de pobreza, miseráveis, enquanto um grupo nada em dinheiro e faz voar as riquezas da nação para fora! É a locusta que esta minando nossa economia nacional e destruindo a nação. E não pára por aí.
3. A Locusta Devoradora. Esta é a locusta que devora o salário do trabalhador e provoca o desemprego, a fome, a inflação.Os fundamentos da nação criaram uma cultura de exploração ao trabalhador, desde os senhores de engenho no Nordeste. Metade da nação, do povo com capacidade de trabalho, recebem menos dois salários mínimos e este é corroído pelo abusivo aumento de preços. A miséria domina a nação. Há brasileiros que morrem de fome. Não precisa ir para África ou para Índia a fim de ver-se miséria. Ela campeia em nossas praças, nossas cidades, nossos campos. Há devoradores em todo lado. Os ricos estão cada vez mais ricos, mas os pobres estão cada vez mais pobres. O numero da classe média está cada vez menor e a miséria grass a nação. São locusta que devoram. O eco das palavras de Tiago soam aos nossos ouvidos: “Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tiago 5.4).
4. A Locusta Destruidora. Esta destrói as coisas mais essenciais da vida, como a dignidade humana, a segurança e os valores morais. A família está esfacelada, as escolas não educam: moral e cívica desapareceu das escolas, não existe uma brasilidade ou uma consciência de cidadania, ou mesmo de patriotismo. Os valores morais da própria família desapareceram. Não precisamos ir longe. A começar pelos mais altos postos de comando da nação, a moralidade em muitos desapareceu.
Quando um chefe da nação se porta sem dignidade esperada de um homem de Estado; quando um ministro da Justiça aparece em praça pública embriagado; quando congressistas gastam o dinheiro do povo em motéis e com amantes, esta nação está destruída em seus valores éticos e morais. Faltam o senso de dignidade, de ética, e de moralidade. Vêmos muita demonstração de falta de pudor, de vergonha. Há marcas da sensualidade generalizada, do culto à carne, à pornografia e à imoralidade; a nudez e a pornografia são exibidas, em praças públicas, em feriados nacionais. Não é esta a nação que Deus projetou, mas é o que estamos vendo nos nossos dias. Numa situação dessa temos que ouvir o profeta: Ai dos que se levantam cedo para correrem atrás da bebida forte e continuam até à noite, até que o vinho os esquente! Tem harpas e alaúdes, tamboris e pífaros, e vinho nos seus banquetes; porém não olham para a obra do Senhor, nem consideram as obras das mãos dEle. Portanto o Meu povo é levado cativo por falta de entendimento...(Isaías 5.11-13a). Ou ainda o sábio: “Ai de ti, ó terra, quando o teu rei é criança, e quando os teus príncipes banqueteiam de manhã! Bem-aventurada tu, ó terra, quando teu rei é filho de nobres e quando os teus príncipes comem a tempo, para refazerem as forças, e não para bebedice!” (Eclesiastes 10.16, 17).
A Palavra aqui não fala simplesmente de criança em termos de idade, mas quando não há maturidade. Ai da Terra quando os seus líderes não têm maturidade emocional e moral; ai da Terra quando os seus príncipes vivem em banquetes, orgias, adultérios, prostituições e infidelidade conjugal! Este é o quadro da nossa nação”. (30)
A nossa ESPERANÇA é à volta do Senhor para estabelecer o Seu Reino Terrestre. “O Milênio!” Mais em uma nova terra, restaurada, limpa dessa corrupção, dessa máfia nojenta, podre, que somos obrigados a conviver ainda bem que não somos obrigados a participar diretamente, porque indiretamente convivemos com ela. Sabemos o mundo é do maligno, vivemos nele mais não participamos desse tipo de atitudes.E não sou conivente com ninquém que aje dessa maneira.
Que o Senhor Yeshúa Ha Mashíach tenha misericórdia da sua Igreja e da Humanidade. (COUTO, Valmira Magna Souto) Maranata ora vem, o Senhor dos senhores, o Rei dos reis!
