Cintilografia tirada no dia 19 de Março de 2010.Já tinha ouvido falar, até tinha lido alguma coisa referente mais experiência como eu tive, até que foi legal.
Como pode ter sido até legal, sendo quem é e para o que serve, isso são coisas minhas como por exemplo, sou muito curiosa, principalmente quando se refere de coisas que quase ninguém conhece ou nunca ouviu se falar. Entendeu agora?
Precisamente no dia 03 de fevereiro de 2010, fiquei sabendo que tinha uma “Neoplasia Maligna” ou “Câncer Maligno”, no dia 09 de fevereiro de 2010 através da ultra-sonografia foi diagnosticado BI-RAD5 e seguia com o crescente uso de novas técnicas, tais como linfonodo, sentinela, cintilografia e quimioterapia, neo-adjuvante para grande massas, pode-se obter o diagnostico histopatológico através da amostragem tecidual, tais como a core biopsia.
Câncer é a designação brasileira da neoplasia maligna (doença, tumor) conhecida nos restantes países lusófonos como cancro. Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.
Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
O que é BI-RADS 5? A categoria BI-RADS 5 é representada por lesões cujo resultado anátomo-patológico, salvo exceções, é o de carcinoma de mama. Nessa categoria, mais do que 95% das lesões representam câncer de mama, e os achados radiológicos são os característicos da descrição clássica do câncer de mama. Massas espiculadas, irregulares, de alta densidade, ou massas espiculadas de alta densidade associadas a microcalcificações pleomórficas, ou calcificações lineares finas dispostas num segmento ou linearmente estão incluídas na categoria BI-RADS 5.
Recomendação de conduta – tratamento definitivo deve ser considerado.
Taxativas perderia a mama esquerda onde estava localizados pois eram dois nódulos um na mama e outro na axila também esquerda.
Diante de tal diagnostico sabia que não estava sozinha no consultório médico, pois o Senhor é comigo nunca deixei de crer nEle. Sabia que esse diagnostico era do homem pois o Senhor Yeshúa é o Médico dos médicos.
Fiquei muito ansiosa, mais nunca com medo ou perdi a fé. Saí do consultório bem baqueada no
outro dia, ainda mais assustador, com os procedimentos da minha médica me encaminhou diretamente para o Hospital Aristide Maltez o melhor na Bahia na área de Oncologia. Logo em seguida estava convivendo diretamente com a Medicina Nuclear e a cirurgia marcada para o dia 26 de março de 2010, às 7.30 da manhã.
Como pode ter sido até legal, sendo quem é e para o que serve, isso são coisas minhas como por exemplo, sou muito curiosa, principalmente quando se refere de coisas que quase ninguém conhece ou nunca ouviu se falar. Entendeu agora?
Precisamente no dia 03 de fevereiro de 2010, fiquei sabendo que tinha uma “Neoplasia Maligna” ou “Câncer Maligno”, no dia 09 de fevereiro de 2010 através da ultra-sonografia foi diagnosticado BI-RAD5 e seguia com o crescente uso de novas técnicas, tais como linfonodo, sentinela, cintilografia e quimioterapia, neo-adjuvante para grande massas, pode-se obter o diagnostico histopatológico através da amostragem tecidual, tais como a core biopsia.
Câncer é a designação brasileira da neoplasia maligna (doença, tumor) conhecida nos restantes países lusófonos como cancro. Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.
Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
O que é BI-RADS 5? A categoria BI-RADS 5 é representada por lesões cujo resultado anátomo-patológico, salvo exceções, é o de carcinoma de mama. Nessa categoria, mais do que 95% das lesões representam câncer de mama, e os achados radiológicos são os característicos da descrição clássica do câncer de mama. Massas espiculadas, irregulares, de alta densidade, ou massas espiculadas de alta densidade associadas a microcalcificações pleomórficas, ou calcificações lineares finas dispostas num segmento ou linearmente estão incluídas na categoria BI-RADS 5.
Recomendação de conduta – tratamento definitivo deve ser considerado.
Taxativas perderia a mama esquerda onde estava localizados pois eram dois nódulos um na mama e outro na axila também esquerda.
Diante de tal diagnostico sabia que não estava sozinha no consultório médico, pois o Senhor é comigo nunca deixei de crer nEle. Sabia que esse diagnostico era do homem pois o Senhor Yeshúa é o Médico dos médicos.
Fiquei muito ansiosa, mais nunca com medo ou perdi a fé. Saí do consultório bem baqueada no
outro dia, ainda mais assustador, com os procedimentos da minha médica me encaminhou diretamente para o Hospital Aristide Maltez o melhor na Bahia na área de Oncologia. Logo em seguida estava convivendo diretamente com a Medicina Nuclear e a cirurgia marcada para o dia 26 de março de 2010, às 7.30 da manhã. O melhor não entrei em desespero, nem em depressão dizia sempre o Senhor está neste negócio e a família preocupada e eu sempre vai dar tudo certo eu sei em quem tenho crido, o Senhor vive e assim passei por todo o processo antes e após a cirurgia.
Agora começa as bênçãos: Através das ultra-sonografias checamos todos os órgãos estavam limpos, partimos para a Cintilografia Óssea, os ossos todos também estavam limpos e por último a Linfocintigrafia da Axila atestava benignidade menos um para lutar e o melhor não seria necessária perder a mama era só um quadrante. As fotos dos esqueletos são minhas, resultado da cintilografia.
Você pode dizer que foi um meio milagre, mas para mim o Senhor que é Onisciente e Onipresente sabe o que esta fazendo é só esperar para entendermos o que Ele quer fazer ou realizar na minha vida. Tenho certeza que são coisas grandiosas, pois continuo diante de Sua presença.
Hoje já fiz a cirurgia estou no aguardo da biopse para dar andamento aos procedimentos esperados. Já estive com a Assistente Social que já me orientou o que fazer, pois tem lei que nos garante vários benefícios, agora tenho que correr atrás do que me é de direito. Recuperação excelente.
O meu Senhor é craque em transforma maldições em benção.
Agora vejamos o que é Medicina Nuclear, as fotos das maquinas e do esqueleto são minhas que tirei com autorização da pessoa encarregada pelas maquinas que utilizei.
Agora começa as bênçãos: Através das ultra-sonografias checamos todos os órgãos estavam limpos, partimos para a Cintilografia Óssea, os ossos todos também estavam limpos e por último a Linfocintigrafia da Axila atestava benignidade menos um para lutar e o melhor não seria necessária perder a mama era só um quadrante. As fotos dos esqueletos são minhas, resultado da cintilografia.
Você pode dizer que foi um meio milagre, mas para mim o Senhor que é Onisciente e Onipresente sabe o que esta fazendo é só esperar para entendermos o que Ele quer fazer ou realizar na minha vida. Tenho certeza que são coisas grandiosas, pois continuo diante de Sua presença.
Hoje já fiz a cirurgia estou no aguardo da biopse para dar andamento aos procedimentos esperados. Já estive com a Assistente Social que já me orientou o que fazer, pois tem lei que nos garante vários benefícios, agora tenho que correr atrás do que me é de direito. Recuperação excelente.
O meu Senhor é craque em transforma maldições em benção.
Agora vejamos o que é Medicina Nuclear, as fotos das maquinas e do esqueleto são minhas que tirei com autorização da pessoa encarregada pelas maquinas que utilizei.

Operei no dia 26 de Março de 2010.
Essa foto foi tirada no dia 27 de Março de 2010, pela manhã depois da alta médica.
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A MEDICINA NUCLEAR - é uma especialidade médica relacionada à Imagiologia que se ocupa das técnicas de imagem, diagnóstico e terapêutica utilizando partículas ou nuclídeos radioativos.
"A Medicina Nuclear está para a Fisiologia como a Radiologia para a Anatomia". A Medicina Nuclear permite observar o estado fisiológico dos tecidos de forma não invasiva, através da marcação de moléculas participantes nesses processos fisiológicos com isótopos radioativo. Estes denunciam sua localização com a emissão de partículas detectáveis, sob a forma de raios gama (fóton). A detecção localizada de muitos fótons gama com uma câmara gama que permite formar imagens ou filmes que informem acerca do estado funcional dos órgãos. A maioria das técnicas usa ligações covalentes ou iónicas entre os elementos radioativos e as substâncias alvo, mas hoje já existem marcadores mais sofisticados, como o uso de anticorpos específicos para determinada proteína, marcados radioativamente. A emissão de partículas beta ou alfa, que possuem alta energia, pode ser útil do ponto de vista terapêutico, para destruir células ou estruturas indesejáveis. Centros de Medicina Nuclear existem em regra apenas nos hospitais centrais, ou em clínicas privadas.
O QUE É MEDICINA NUCLEAR? Medicina nuclear envolve o uso de materiais radioativos (isótopo ou radioisótopo ou radiofármaco) para diagnosticar e tratar doenças. São usadas quantidades muito pequenas de materiais radioativos (inofensivos para a saúde nestas quantidades) que permitem serem feitas "fotos" da área do corpo que seu médico deseja examinar. Estas imagens fornecem informações sobre a função dos órgãos e sistemas do organismo. Enquanto a radiologia faz imagem da estrutura (da forma), a medicina nuclear faz imagem da função, e da maneira como esta pode estar alterada em determinada doença. Muitas vezes, estas técnicas se complementam, tornando mais exato o diagnóstico.
PARA QUE SERVE? Apesar do principal uso da medicina nuclear ser para fins diagnósticos, ela também apresenta aplicações terapêuticas para certas doenças, como por exemplo, hipertireoidismo, câncer de tireóide, doença de Plummer e dor óssea.
A medicina nuclear é um método seguro, indolor e de baixo custo, que fornece informações que outros métodos não apresentam. Um aspecto único da medicina nuclear é a sua sensibilidade elevada de detectar alterações na função de um determinado órgão. Os exames de medicina nuclear são mais sensíveis para detecção de doenças do que a maioria dos outros exames de diagnóstico, pois identifica as alterações muito antes do problema se tornar aparente por outros exames.
COMO SE REALIZA UM EXAME DE MEDICINA NUCLEAR? Os exames de medicina nuclear são seguros e indolores. Uma pequena quantidade de material radioativo é absorvida pelo corpo via injeção, oral ou inalação. Estas substâncias radioativas são misturadas a um produto farmacêutico especializado que tem como alvo os órgãos, ossos ou tecidos específicos de seu corpo. A quantidade de material radioativo usado é medida especificamente para garantir os resultados mais precisos dos exames, limitando, ao mesmo tempo, a quantidade de exposição à radiação.
Após dado o material radioativo, uma câmera especial é utilizada para tirar fotografias de seu corpo. A câmera (normalmente chamada de gama-câmara, ou um equipamento ainda mais sofisticado chamado de PET Scanner) possui detectores especiais que podem captarem a imagem dos materiais radioativos localizados dentro de seu corpo. A imagem, gravada em filme ou em um computador, é, então, avaliada por seu médico.
A CÂMARA GAMA é um equipamento usado na Medicina
Nuclear e no PET (exame médico), que é usado para detectar e localizar a origem espacial de raios gama emitidos pelos radiofármacos ingeridos pelo paciente. Ela produz uma imagem dos órgãos do paciente com zonas frias que emitem poucos raios gama e zonas quentes que emitem muitos comparativamente.
FUNCIONAMENTO - Ela é constituída por um detector de raios gama, como um cristal de cintilação (de Oxiortosilicato de Lutécio, germanato de bismuto ou mais frequentemente de iodeto de sódio) ativado com Tálio contido numa caixa escura, que transforma a energia de cada raio gama em muitos fotões de luz e infravermelhos (fenómeno de fluorescência). Estes são detectados com vários tubos fotomultiplicadores em redor do cristal e electrónica associada que computa as diferentes intensidades medidas. Um colimador (grelha) de chumbo é usado entre o paciente e o detector para eliminar raios gama que não tenham direção perpendicular a ele (o que torna a imagem mais nítida). As imagens são produzidas com a ajuda de um computador integrado no equipamento.
IMAGEM - Uma câmera gama típica tem uma resolução de cerca de 4 milímetros, captando várias centenas de milhares de fotons por segundo. Para cada um destes ela mede a posição do emissor. Estes dados são então organizados pelo computador numa imagem ou filme.
Na tomografia computadorizada de imagens gama ou SPECT, várias (duas ou três) câmeras gama rodam em torno do alvo, o que proporciona a terceira dimensão a dar às suas imagens bidimensionais, que com a ajuda de um computador são transformadas em três dimensões.
HISTÓRIA - A câmera gama foi desenvolvida por Hal Anger na década de 1960. No seu design original, a Anger câmera ainda é utilizada hoje. Ela é composta de arranjos hexagonais de tubos fotodetectores de vácuo, cada um com ~8 cm de diâmetro em volta do cristal cintiliante. O circuito elétrico detecta coincidência de detecção entre os tubos e calcula a sua direção e posição de acordo com a posição dos tubos ativados, correlacionando a voltagem produzida em cada um deles.
No fim da década de 1990, a introdução do cintilador rápido de Cério ativado com Oxiortosilicato de Lutécio (LSO:Ce), o qual tinha apenas 40 nanosegundos de fluorescência em espectro visível após recepção de raio gama (contra 230 ns para Iodeto de Sódio ativados com Tálio ou 300 ns para cristais de Germanato de Bismuto usados nos anos 1980), reduziu grandemente o tempo de renovação da capacidade de detecção de raios gama após cada evento, o que aumentou o número de eventos detectáveis em cada segundo. Esta inovação permitiu diminuir o tempo de exame do doente até cerca de metade.
UTILIDADE E RISCO - A importância deste tipo de exames tem merecido cada vez mais
reconhecimento. A principal limitação à maior utilização da medicina nuclear é o custo. No entanto é impossível observar muitos processos fisiológicos de forma não invasiva sem a Medicina Nuclear. A quantidade de radiação que o paciente recebe num exame de medicina nuclear é menor que a radiação recebida numa radiografia ou uma Tomografia Axial Computadorizada que visualize as mesmas estruturas. A quantidade de substância estranha é normalmente tão baixa que não há perigo de interferir significativamente com os processos fisiológicos normais. Os casos mais graves são muitas vezes os casos de hipersensibilidade (alergia) com choque anafilático do doente em reação ao agente químico estranho.
TIPOS DE RADIAÇÃO UTILIZADOS – (1.) Partícula Beta: consiste num Elétron, podendo portanto ser utilizado em terapia como por exemplo no tratamento de hipertiroidismo e do cancro da tiroideia, doença de Plummer, através do uso do Iodo-131 (terapêutica com Iodo radioactivo). (2.) Posítron: é a antipartícula do elétron. Consiste num "elétron" de carga positiva. É o tipo de radiação utilizada nos exames de PET (Positron Emission Tomography - Tomografia por Emissão de Posítrons). O principal radiofármaco utilizado nesse tipo de exame é o FDG (Glicose marcada com Fluor-18). (3.) Radiação Gama: é um fóton, ou seja, energia (onda eletromagnética). Os raios gama têm origem nos núcleos atómicos, e são utilizados na grande maioria dos exames em Medicina Nuclear. Os raios gama são detectados por um equipamento apropriado, a Câmara Gama. O principal radionúclido emissor de radiação gama utilizado em Medicina Nuclear é o Tecnécio-99mTc.
TIPOS DE RADIOFÁRMACOS UTILIZADOS: Um radiofármaco incorpora dois componentes. Um radionúclido, ou seja, uma substância com propriedades físicas adequadas ao procedimento desejado (partícula emissora de radiação beta, para terapêutica; ou partícula emissora de radiação gama, para diagnóstico) e uma vetor fisiológico, isto é, uma molécula orgânica com fixação preferencial em determinado tecido ou órgão. Essencialmente, os radionúclidos são a parte radioativa dos radiofármacos. Mas estes também possuem uma molécula (não radioactiva) que se liga ao radionúclido (marcação radioativa) e o conduz para esse órgão ou estrutura que se pretende estudar.
(1.) Tecnécio-99-metaestável: é um radionúclido artificial, criado pelo homem. Tem vida-média de aproximadamente 6 horas, isto é, a sua Atividade, ou "quantidade de radioatividade" reduz-se para metade a cada 6 horas. Emite um fóton gama com 140.511keV de energia, ideal para a Câmara Gama. É muito reativo quimicamente, reagindo com muitos tipos de moléculas orgânicas. Esta grande versatilidade química permite que hoje em dia a grande maioria dos estudos em Medicina Nuclear sejam efetuados com base no uso de radiofármacos Tecneciados. (2.) Iodo-123 ou Iodo-131: importantes no estudo da Tiroideia. Têm emissão de radiação gama e beta, respectivamente. Semi-vida de 8 dias para o I131, 13 horas para o I123. (3.) Tálio-201: tem propriedades químicas semelhantes ao Potássio, tendo sido utilizado durante muitos anos para imagiologia cardíaca (integrava a bomba de sódio-potássio). Os seus fótons gama têm energias baixas, mas as imagens eram menos nítidas e a sua interpretação mais complexa. Semi-vida de 3 dias. Atualmente os estudos com Tálio-201 têm caído em desuso, face ao apareciamento de novos radiofármacos marcados com Tc-99m. (4.) Gálio-67: tem propriedades semelhantes ao ião Ferro. É um emissor gama de média energia e apresenta semi-vida de 3 dias. É utilizado em estudos de Infecção e em Oncologia. (5.) Índio-111: semi-vida 3 dias. É um emissor de radiação gama de média energia. (6.) Xenon-133 e Cripton-81m: gases nobres radioativos que podem ser usados na cintigrafia de ventilação pulmonar. No entanto, a maior parte dos estudos de ventilação pulmonar são feitos com um aerossol marcado com Tc-99m.
(7.) Flúor-18: emite positrões. É usado no exame PET.
Tipos de exames:
OSTEOARTICULAR: Cintilografia óssea - avaliar lesões ósseas, fraturas, tumores ou dor óssea
sem causa conhecida. Cintifragia Óssea de Corpo Inteiro: São usados derivados de disfosfatos resistentes às enzimas fosfatases, quelados com Tecnécio-99m como o 99mTc-metilenodifosfonato (99mTc-MDP) e o 99mTc-hidroximetilenodifosfonato (99mTc-HMDP), os quais são injetados no sangue. Rapidamente fixam-se com cálcio ao mineral apatite do osso. Uma vez que os processos de cristalização normais dos sais de cálcio e fosfato no osso são os mesmos da fixação do radiofármaco, esta técnica permite detectar áreas de grande ou insuficiente formação de mineral dentro dos ossos. Assim detectam-se áreas frias ou hipofixantes, com pouca radioatividade, que correspondem a grande atividade destruidora de osso como a osteoclastica ou baixa atividade geradora de osso como a osteoblástica. Causas possíveis de hipofixação são a necrose óssea (por isquémia, enfarte ou infecção-osteomielite), isquémia por anemia falciforme, ou metástases agressivas. É esta última a indicação mais importante, uma vez que permite detectar lesões causadas por metastases de cancros de outros órgãos ou do próprio osso muito mais precocemente que o raio-x, e permite fazer o estadiamento da neoplasia. Os cancros que mais frequentemente metastizam para o osso são os da próstata, mama e pulmão.
Cintilografia Óssea com estudo de três fases: Estudo Ósseo Tomográfico (complementar), Cintilografia da Medula Óssea com 99mTc-Colóides
CARDIOLOGIA NUCLEAR: Cintilografia do miocárdio - estudar o músculo cardíaco, medir a função cardíaca ou determinar a extensão de dano no músculo cardíaco após o infarto do miocárdio. Cintigrafia de Perfusão do Miocárdio em Esforço e em Repouso: é indicada para avaliar doentes com enfartes do miocárdio prévios, dispneia de esforço, ou angina pectoris. É feito um estudo por SPECT ou Tomografia Computorizada de Emissão de Fótons Simples. Basicamente a camara gama roda e tira imagens de várias posições, que o computador então reconstroi em imagens 3D. São usados os compostos Tálio-201 (um análogo do ião Potássio, K+, em cujo transportador os miócitos são ricos), 99mTc-Tetrofosmina (absorvida pelas células ricas em mitocôndrias, como os miócitos) ou 99mTc-SestaMIBI, todos absorvidos pelas células do miocárdio (se houver fluxo sanguineo próximo). São efectuadas duas medições da radioactividade: em repouso e em esforço máximo. Se houver zona fria ou de radioactividade muito reduzida em ambas as situações, haverá apenas tecido fibroso derivado de um enfarte prévio nesse ponto do coração (já não existem miócitos); se houver zona fria em esforço, mas não em repouso, então deverá haver limitações ao fluxo sanguineo para essa região, ou seja ele é suficiente para o repouso mas a artéria está obstruida parcialmente e quando há vasodilatação devido ao esforço, o volume nas outras artérias desobstruidas aumenta muito mais (porque num tubo o aumento do raio de 2 para 3 mm corresponde a muito mais volume extra que de 1 para 2mm)- logo essa area está com menos radioactividade comparativamente.
ENDOCRINOLOGIA: Cintilografia da tireóide - avaliar função e captação e mostrar a estrutura da glândula.
Cintigrafia da Tireoide: A principal aplicação da Medicina Nuclear nesta área é o diagnóstico e terapia do Carcinoma bem diferenciado da Tireoide. As células normais da Tireoide assim como as do carcinoma bem diferenciado desse órgão, concentram o Iodo até concentrações muito superiores a outros órgãos, uma vez que o Iodo é uma parte importante das hormonas produzidas nessa glândula, a T3 e a T4. Este fato permite usar os isótopos radioactivos do Iodo, o I-123 (preferido porque tem semi-vida curta, energia mais adequada às Câmaras Gama e ausência de emissão beta, mas muito mais caro) e o I-131 para formar imagens funcionais da Tiroideia.
NEFROLOGIA NUCLEAR: Cintilografia renal - avaliar a função dos rins e vias urinárias. Cintigrafia Renal com 99mTc-DMSA: o Parênquima do Rim é estudado com a molécula DMSA (ácido dimercaptosuccinico) que é feita reagir in vitro com Tecnécio-99m radioactivo. O DMSA-Tc99m é injectado no sangue do paciente, de onde é simultaneamente filtrado, reabsorvido e secretado a nível glomerular, e do Tubo Contornado Proximal. O fármaco fica na sua maioria localizado no Córtex renal desde que este esteja funcional e capaz de filtrar, reabsorver e secretar. As zonas frias (pálidas) de pouca actividade radioactiva obtidas no filme corresponderão assim a zonas do córtex do Rim que estejam em insuficiência ou não estejam a funcionar a 100%. Este método tem sensibilidade maior que a Ecografia para detecção de pielonefrites, malformações ou cicatrizes, nomeadamente em Pediatria.
PNEUMOLOGIA: Cintilografia pulmonar - avaliar a ventilação e a perfusão sangüínea pulmonar, assim como determinar a presença de trombos.
Cintigrafia de Perfusão e Ventilação: são duas técnicas que devem ser executadas sempre que possível (frequentemente de emergência). É o principal método de avaliação da grave condição potencialmente mortal que é a tromboembolia pulmonar. A parte de perfusão é uma avaliação do fluxo sanguíneo por todo o pulmão, ou seja, se há obstruções nos vasos, como em casos de tromboembolia pulmonar. Ela é efectuada pela injecção de aglomerados de albumina marcados com tecnécio-99m no sangue. Qualquer área que não seja irrigada ficará pálida (zona fria) na imagem obtida. A cintigrafia de ventilação indica as áreas do pulmão que ventilam convenientemente. Ela é feita pela inalação de marcadores radioactivos gasosos ou sob a forma de aérossois, como isótopos de gases nobres radioactivos ou microparticulas marcadas com tecnécio (technegas). O resultado do exame vem da comparação entre as zonas frias (pouco radioactivas) da perfusão e as da ventilação. Se houver grandes e múltiplas defeitos de perfusão não consonantes com áreas de defeitos de ventilação, é provável o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. De outro modo poderá haver obstrução de um brônquio ou bronquiolo (apenas zona fria na ventilação), ou outras condições.
Cintilografia pulmonar com gálio - avaliar infecção/tumor, pesquisa de sangramento digestivo.
Cintilografia hepatobiliar - determinar as funções do fígado e vesícula biliar e a obstrução por cálculos.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL: Cintilografia cerebral. Cintigrafia de Perfusão Cerebral: avalia a perfusão sanguínea das várias regiões do cérebro. É injectado um radionúclido lipofílico no sangue do paciente, que seja capaz de atravessar a Barreira Hemato-Encefálica. Ele é depois integrado nas mebranas celulares dos neurónios. É usado para indicar lesões causadas por enfartes - AVCs, ou para descobrir artérias parcialmente obstruidas que tenham um risco de enfartes futuros.
CANCRO: CINTILOGRAFIAS ONCOLÓGICAS - Linfocintigrafia: técnica de determinação do gânglio sentinela. O gânglio sentinela é o primeiro gânglio linfático que drena uma neoplasia, e é o primeiro a receber células metastáticas. É essencial após descoberta de tumor maligno verificar se o gânglio sentinela está invadido, pois o inicio de matastização determina estratégias terapêuticas mais agressivas. São usados derivados da albumina com Tecnécio radioativo em solução, que são injetados no tumor. Este radiofármaco é então drenado pelos vasos linfáticos até ao gânglio mais próximo. Indicações freqüentes são o carcinoma da mama e o melanoma.
Cintilografia Mamária: a primeira técnica de detecção de tumores mamários é a mamografia, uma forma de radiografia. A cintigrafia só é usada se houver dúvidas após mamografia. São usados o 99mTc-MIBI ou o 99mTc-Tetrofosmina.
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A Medicina Nuclear é um assunto bastante complexo, por isso coloquei o basico dela só para termos uma noção do que seja. Espero que tenham entendido.
Vejamos agora a Visão espiritual, pois trabalho com as duas. A visão Medicinal e a Espiritual. Você não é obriogado a crer mas leia vai achar interessante. O que é viver pela fé e tirar proveito de tudo. A Bíblia diz em (Romanos 8.28): “Tudo ou todas as coisas, contribui para o bem daqueles que amam ao Senhor”.
O QUE DEVEMOS FAZER QUANDO BUSCAMOS A CURA DIVINA.
O que deve fazer o cristão quando ora pela cura divina para si?
(1) Ter a certeza de que está em plena comunhão com o Altíssimo e com o próximo. Devemos está em paz com o Senhor e com todos em nossa volta. “Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. (v. 27) Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice. (v. 28) Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. (v. 29) Por causa disso, há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem. (v. 30) (1Co 11.27-30).
(2) Buscar a presença de Cristo na sua vida, pois é Ele quem comunica ao coração do cristão a necessária fé para a cura. “Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um”. (Rm 12.3)
(3) Encher sua mente e coração da Palavra do Senhor. Leia e medite na Palavra, pois, Ela capacite, conforta e fortalece nesses momentos difíceis. “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”. (Rm 10.17).
(4) Se a cura não ocorre, continuar e permanecer nEle, examinando ao mesmo tempo sua vida, para ver que mudanças o Altíssimo quer efetuar na sua pessoa e pensar sempre em coisas grandiosas. No meu caso tinha acabado de fazer os dois livros, tinha mexido com principado e potestades o inimigo estava e está iradíssimo, mas sabia o que estava fazendo. E demorou muito para ser atingida diretamente. Sei em quem tenho crido, e onde estou ligada nada me abalou nem me abalará. Veja o que o Senhor nos diz: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. (v. 1) Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. (v. 2) Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. (v. 3) Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. (v. 4) Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer. (v. 5) Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. (v. 6) Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. (v. 7) Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. (v. 8) (Jo 15.1-7)
(5) Pedir as orações dos presbíteros da igreja, bem como dos familiares e amigos.
“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; (v. 14) e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. (v.15) Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. (v. 16) (Tg 5.14-16).
(6) Assistir a cultos em que há alguém com um autêntico e aprovado ministério de cura
Divina. O que hoje é muito difícil, mas não impossível, por isso meu negócio é com o Senhor, e digo eu não te largo enquanto não me abençoar. “de sorte que transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas, para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. (v. 15) E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais todos eram curados”. (v. 16) (At 5.15,16)
(7) Ficar na expectativa de um milagre, e confiar no poder de Cristo.
(8) Regozijar-se caso a cura ocorra na hora, e ao mesmo tempo manter-se alegre, se ela não ocorrer de imediato. “Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos. (v. 4) Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. (v. 11) Sei estar abatido me sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. (v. 12) Posso todas nas coisas naquele que me fortalece. (v.13) (Fp 4.4,11-13)
(9) Saber que a demora do Altíssimo em atender as orações não é uma recusa dEle às nossas petições. Às vezes, o Senhor tem em mente um propósito maior, que ao cumprir-se, resulta em sua maior glória e em bem para nós. “E Jesus, ouvindo isso, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. (Jo. 11.4) “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto”. (Rm 8.28)
(10) Reconhecer que, tratando-se de um crente dedicado, o Altíssimo nunca o abandonará, nem o esquecerá. Ele nos ama tanto que nos tem gravado na palma das suas mãos. “Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que se não compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei de ti. (v. 15) Eis que, na palma das minhas mãos, te tenho gravado; os teus muros estão continuamente perante mim. (v.16)” (Is 49.15,16).
A Bíblia reconhece o uso apropriado dos recursos médicos. “E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, aplicando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele;” (Lc 10.34). “Saúda-vos Lucas, o médico amado, e Demas. (Cl 4.14)
Devemos confiar de corpo, alma e espírito no Senhor Yeshúa e deixar Ele trabalhar e conduzir conforme a Sua vontade nas nossas vidas. “Aqueitai-vos e sabeis que eu sou o SENHOR. (Salmos 46.10)
"A Medicina Nuclear está para a Fisiologia como a Radiologia para a Anatomia". A Medicina Nuclear permite observar o estado fisiológico dos tecidos de forma não invasiva, através da marcação de moléculas participantes nesses processos fisiológicos com isótopos radioativo. Estes denunciam sua localização com a emissão de partículas detectáveis, sob a forma de raios gama (fóton). A detecção localizada de muitos fótons gama com uma câmara gama que permite formar imagens ou filmes que informem acerca do estado funcional dos órgãos. A maioria das técnicas usa ligações covalentes ou iónicas entre os elementos radioativos e as substâncias alvo, mas hoje já existem marcadores mais sofisticados, como o uso de anticorpos específicos para determinada proteína, marcados radioativamente. A emissão de partículas beta ou alfa, que possuem alta energia, pode ser útil do ponto de vista terapêutico, para destruir células ou estruturas indesejáveis. Centros de Medicina Nuclear existem em regra apenas nos hospitais centrais, ou em clínicas privadas.
O QUE É MEDICINA NUCLEAR? Medicina nuclear envolve o uso de materiais radioativos (isótopo ou radioisótopo ou radiofármaco) para diagnosticar e tratar doenças. São usadas quantidades muito pequenas de materiais radioativos (inofensivos para a saúde nestas quantidades) que permitem serem feitas "fotos" da área do corpo que seu médico deseja examinar. Estas imagens fornecem informações sobre a função dos órgãos e sistemas do organismo. Enquanto a radiologia faz imagem da estrutura (da forma), a medicina nuclear faz imagem da função, e da maneira como esta pode estar alterada em determinada doença. Muitas vezes, estas técnicas se complementam, tornando mais exato o diagnóstico.
PARA QUE SERVE? Apesar do principal uso da medicina nuclear ser para fins diagnósticos, ela também apresenta aplicações terapêuticas para certas doenças, como por exemplo, hipertireoidismo, câncer de tireóide, doença de Plummer e dor óssea.
A medicina nuclear é um método seguro, indolor e de baixo custo, que fornece informações que outros métodos não apresentam. Um aspecto único da medicina nuclear é a sua sensibilidade elevada de detectar alterações na função de um determinado órgão. Os exames de medicina nuclear são mais sensíveis para detecção de doenças do que a maioria dos outros exames de diagnóstico, pois identifica as alterações muito antes do problema se tornar aparente por outros exames.
COMO SE REALIZA UM EXAME DE MEDICINA NUCLEAR? Os exames de medicina nuclear são seguros e indolores. Uma pequena quantidade de material radioativo é absorvida pelo corpo via injeção, oral ou inalação. Estas substâncias radioativas são misturadas a um produto farmacêutico especializado que tem como alvo os órgãos, ossos ou tecidos específicos de seu corpo. A quantidade de material radioativo usado é medida especificamente para garantir os resultados mais precisos dos exames, limitando, ao mesmo tempo, a quantidade de exposição à radiação.
Após dado o material radioativo, uma câmera especial é utilizada para tirar fotografias de seu corpo. A câmera (normalmente chamada de gama-câmara, ou um equipamento ainda mais sofisticado chamado de PET Scanner) possui detectores especiais que podem captarem a imagem dos materiais radioativos localizados dentro de seu corpo. A imagem, gravada em filme ou em um computador, é, então, avaliada por seu médico.
A CÂMARA GAMA é um equipamento usado na Medicina
Nuclear e no PET (exame médico), que é usado para detectar e localizar a origem espacial de raios gama emitidos pelos radiofármacos ingeridos pelo paciente. Ela produz uma imagem dos órgãos do paciente com zonas frias que emitem poucos raios gama e zonas quentes que emitem muitos comparativamente.FUNCIONAMENTO - Ela é constituída por um detector de raios gama, como um cristal de cintilação (de Oxiortosilicato de Lutécio, germanato de bismuto ou mais frequentemente de iodeto de sódio) ativado com Tálio contido numa caixa escura, que transforma a energia de cada raio gama em muitos fotões de luz e infravermelhos (fenómeno de fluorescência). Estes são detectados com vários tubos fotomultiplicadores em redor do cristal e electrónica associada que computa as diferentes intensidades medidas. Um colimador (grelha) de chumbo é usado entre o paciente e o detector para eliminar raios gama que não tenham direção perpendicular a ele (o que torna a imagem mais nítida). As imagens são produzidas com a ajuda de um computador integrado no equipamento.
IMAGEM - Uma câmera gama típica tem uma resolução de cerca de 4 milímetros, captando várias centenas de milhares de fotons por segundo. Para cada um destes ela mede a posição do emissor. Estes dados são então organizados pelo computador numa imagem ou filme.
Na tomografia computadorizada de imagens gama ou SPECT, várias (duas ou três) câmeras gama rodam em torno do alvo, o que proporciona a terceira dimensão a dar às suas imagens bidimensionais, que com a ajuda de um computador são transformadas em três dimensões.
HISTÓRIA - A câmera gama foi desenvolvida por Hal Anger na década de 1960. No seu design original, a Anger câmera ainda é utilizada hoje. Ela é composta de arranjos hexagonais de tubos fotodetectores de vácuo, cada um com ~8 cm de diâmetro em volta do cristal cintiliante. O circuito elétrico detecta coincidência de detecção entre os tubos e calcula a sua direção e posição de acordo com a posição dos tubos ativados, correlacionando a voltagem produzida em cada um deles.
No fim da década de 1990, a introdução do cintilador rápido de Cério ativado com Oxiortosilicato de Lutécio (LSO:Ce), o qual tinha apenas 40 nanosegundos de fluorescência em espectro visível após recepção de raio gama (contra 230 ns para Iodeto de Sódio ativados com Tálio ou 300 ns para cristais de Germanato de Bismuto usados nos anos 1980), reduziu grandemente o tempo de renovação da capacidade de detecção de raios gama após cada evento, o que aumentou o número de eventos detectáveis em cada segundo. Esta inovação permitiu diminuir o tempo de exame do doente até cerca de metade.
UTILIDADE E RISCO - A importância deste tipo de exames tem merecido cada vez mais
reconhecimento. A principal limitação à maior utilização da medicina nuclear é o custo. No entanto é impossível observar muitos processos fisiológicos de forma não invasiva sem a Medicina Nuclear. A quantidade de radiação que o paciente recebe num exame de medicina nuclear é menor que a radiação recebida numa radiografia ou uma Tomografia Axial Computadorizada que visualize as mesmas estruturas. A quantidade de substância estranha é normalmente tão baixa que não há perigo de interferir significativamente com os processos fisiológicos normais. Os casos mais graves são muitas vezes os casos de hipersensibilidade (alergia) com choque anafilático do doente em reação ao agente químico estranho.TIPOS DE RADIAÇÃO UTILIZADOS – (1.) Partícula Beta: consiste num Elétron, podendo portanto ser utilizado em terapia como por exemplo no tratamento de hipertiroidismo e do cancro da tiroideia, doença de Plummer, através do uso do Iodo-131 (terapêutica com Iodo radioactivo). (2.) Posítron: é a antipartícula do elétron. Consiste num "elétron" de carga positiva. É o tipo de radiação utilizada nos exames de PET (Positron Emission Tomography - Tomografia por Emissão de Posítrons). O principal radiofármaco utilizado nesse tipo de exame é o FDG (Glicose marcada com Fluor-18). (3.) Radiação Gama: é um fóton, ou seja, energia (onda eletromagnética). Os raios gama têm origem nos núcleos atómicos, e são utilizados na grande maioria dos exames em Medicina Nuclear. Os raios gama são detectados por um equipamento apropriado, a Câmara Gama. O principal radionúclido emissor de radiação gama utilizado em Medicina Nuclear é o Tecnécio-99mTc.
TIPOS DE RADIOFÁRMACOS UTILIZADOS: Um radiofármaco incorpora dois componentes. Um radionúclido, ou seja, uma substância com propriedades físicas adequadas ao procedimento desejado (partícula emissora de radiação beta, para terapêutica; ou partícula emissora de radiação gama, para diagnóstico) e uma vetor fisiológico, isto é, uma molécula orgânica com fixação preferencial em determinado tecido ou órgão. Essencialmente, os radionúclidos são a parte radioativa dos radiofármacos. Mas estes também possuem uma molécula (não radioactiva) que se liga ao radionúclido (marcação radioativa) e o conduz para esse órgão ou estrutura que se pretende estudar.
(1.) Tecnécio-99-metaestável: é um radionúclido artificial, criado pelo homem. Tem vida-média de aproximadamente 6 horas, isto é, a sua Atividade, ou "quantidade de radioatividade" reduz-se para metade a cada 6 horas. Emite um fóton gama com 140.511keV de energia, ideal para a Câmara Gama. É muito reativo quimicamente, reagindo com muitos tipos de moléculas orgânicas. Esta grande versatilidade química permite que hoje em dia a grande maioria dos estudos em Medicina Nuclear sejam efetuados com base no uso de radiofármacos Tecneciados. (2.) Iodo-123 ou Iodo-131: importantes no estudo da Tiroideia. Têm emissão de radiação gama e beta, respectivamente. Semi-vida de 8 dias para o I131, 13 horas para o I123. (3.) Tálio-201: tem propriedades químicas semelhantes ao Potássio, tendo sido utilizado durante muitos anos para imagiologia cardíaca (integrava a bomba de sódio-potássio). Os seus fótons gama têm energias baixas, mas as imagens eram menos nítidas e a sua interpretação mais complexa. Semi-vida de 3 dias. Atualmente os estudos com Tálio-201 têm caído em desuso, face ao apareciamento de novos radiofármacos marcados com Tc-99m. (4.) Gálio-67: tem propriedades semelhantes ao ião Ferro. É um emissor gama de média energia e apresenta semi-vida de 3 dias. É utilizado em estudos de Infecção e em Oncologia. (5.) Índio-111: semi-vida 3 dias. É um emissor de radiação gama de média energia. (6.) Xenon-133 e Cripton-81m: gases nobres radioativos que podem ser usados na cintigrafia de ventilação pulmonar. No entanto, a maior parte dos estudos de ventilação pulmonar são feitos com um aerossol marcado com Tc-99m.
(7.) Flúor-18: emite positrões. É usado no exame PET.
Tipos de exames:
OSTEOARTICULAR: Cintilografia óssea - avaliar lesões ósseas, fraturas, tumores ou dor óssea
sem causa conhecida. Cintifragia Óssea de Corpo Inteiro: São usados derivados de disfosfatos resistentes às enzimas fosfatases, quelados com Tecnécio-99m como o 99mTc-metilenodifosfonato (99mTc-MDP) e o 99mTc-hidroximetilenodifosfonato (99mTc-HMDP), os quais são injetados no sangue. Rapidamente fixam-se com cálcio ao mineral apatite do osso. Uma vez que os processos de cristalização normais dos sais de cálcio e fosfato no osso são os mesmos da fixação do radiofármaco, esta técnica permite detectar áreas de grande ou insuficiente formação de mineral dentro dos ossos. Assim detectam-se áreas frias ou hipofixantes, com pouca radioatividade, que correspondem a grande atividade destruidora de osso como a osteoclastica ou baixa atividade geradora de osso como a osteoblástica. Causas possíveis de hipofixação são a necrose óssea (por isquémia, enfarte ou infecção-osteomielite), isquémia por anemia falciforme, ou metástases agressivas. É esta última a indicação mais importante, uma vez que permite detectar lesões causadas por metastases de cancros de outros órgãos ou do próprio osso muito mais precocemente que o raio-x, e permite fazer o estadiamento da neoplasia. Os cancros que mais frequentemente metastizam para o osso são os da próstata, mama e pulmão.Cintilografia Óssea com estudo de três fases: Estudo Ósseo Tomográfico (complementar), Cintilografia da Medula Óssea com 99mTc-Colóides
CARDIOLOGIA NUCLEAR: Cintilografia do miocárdio - estudar o músculo cardíaco, medir a função cardíaca ou determinar a extensão de dano no músculo cardíaco após o infarto do miocárdio. Cintigrafia de Perfusão do Miocárdio em Esforço e em Repouso: é indicada para avaliar doentes com enfartes do miocárdio prévios, dispneia de esforço, ou angina pectoris. É feito um estudo por SPECT ou Tomografia Computorizada de Emissão de Fótons Simples. Basicamente a camara gama roda e tira imagens de várias posições, que o computador então reconstroi em imagens 3D. São usados os compostos Tálio-201 (um análogo do ião Potássio, K+, em cujo transportador os miócitos são ricos), 99mTc-Tetrofosmina (absorvida pelas células ricas em mitocôndrias, como os miócitos) ou 99mTc-SestaMIBI, todos absorvidos pelas células do miocárdio (se houver fluxo sanguineo próximo). São efectuadas duas medições da radioactividade: em repouso e em esforço máximo. Se houver zona fria ou de radioactividade muito reduzida em ambas as situações, haverá apenas tecido fibroso derivado de um enfarte prévio nesse ponto do coração (já não existem miócitos); se houver zona fria em esforço, mas não em repouso, então deverá haver limitações ao fluxo sanguineo para essa região, ou seja ele é suficiente para o repouso mas a artéria está obstruida parcialmente e quando há vasodilatação devido ao esforço, o volume nas outras artérias desobstruidas aumenta muito mais (porque num tubo o aumento do raio de 2 para 3 mm corresponde a muito mais volume extra que de 1 para 2mm)- logo essa area está com menos radioactividade comparativamente.
ENDOCRINOLOGIA: Cintilografia da tireóide - avaliar função e captação e mostrar a estrutura da glândula.
Cintigrafia da Tireoide: A principal aplicação da Medicina Nuclear nesta área é o diagnóstico e terapia do Carcinoma bem diferenciado da Tireoide. As células normais da Tireoide assim como as do carcinoma bem diferenciado desse órgão, concentram o Iodo até concentrações muito superiores a outros órgãos, uma vez que o Iodo é uma parte importante das hormonas produzidas nessa glândula, a T3 e a T4. Este fato permite usar os isótopos radioactivos do Iodo, o I-123 (preferido porque tem semi-vida curta, energia mais adequada às Câmaras Gama e ausência de emissão beta, mas muito mais caro) e o I-131 para formar imagens funcionais da Tiroideia.
NEFROLOGIA NUCLEAR: Cintilografia renal - avaliar a função dos rins e vias urinárias. Cintigrafia Renal com 99mTc-DMSA: o Parênquima do Rim é estudado com a molécula DMSA (ácido dimercaptosuccinico) que é feita reagir in vitro com Tecnécio-99m radioactivo. O DMSA-Tc99m é injectado no sangue do paciente, de onde é simultaneamente filtrado, reabsorvido e secretado a nível glomerular, e do Tubo Contornado Proximal. O fármaco fica na sua maioria localizado no Córtex renal desde que este esteja funcional e capaz de filtrar, reabsorver e secretar. As zonas frias (pálidas) de pouca actividade radioactiva obtidas no filme corresponderão assim a zonas do córtex do Rim que estejam em insuficiência ou não estejam a funcionar a 100%. Este método tem sensibilidade maior que a Ecografia para detecção de pielonefrites, malformações ou cicatrizes, nomeadamente em Pediatria.
PNEUMOLOGIA: Cintilografia pulmonar - avaliar a ventilação e a perfusão sangüínea pulmonar, assim como determinar a presença de trombos.
Cintigrafia de Perfusão e Ventilação: são duas técnicas que devem ser executadas sempre que possível (frequentemente de emergência). É o principal método de avaliação da grave condição potencialmente mortal que é a tromboembolia pulmonar. A parte de perfusão é uma avaliação do fluxo sanguíneo por todo o pulmão, ou seja, se há obstruções nos vasos, como em casos de tromboembolia pulmonar. Ela é efectuada pela injecção de aglomerados de albumina marcados com tecnécio-99m no sangue. Qualquer área que não seja irrigada ficará pálida (zona fria) na imagem obtida. A cintigrafia de ventilação indica as áreas do pulmão que ventilam convenientemente. Ela é feita pela inalação de marcadores radioactivos gasosos ou sob a forma de aérossois, como isótopos de gases nobres radioactivos ou microparticulas marcadas com tecnécio (technegas). O resultado do exame vem da comparação entre as zonas frias (pouco radioactivas) da perfusão e as da ventilação. Se houver grandes e múltiplas defeitos de perfusão não consonantes com áreas de defeitos de ventilação, é provável o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. De outro modo poderá haver obstrução de um brônquio ou bronquiolo (apenas zona fria na ventilação), ou outras condições.
Cintilografia pulmonar com gálio - avaliar infecção/tumor, pesquisa de sangramento digestivo.
Cintilografia hepatobiliar - determinar as funções do fígado e vesícula biliar e a obstrução por cálculos.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL: Cintilografia cerebral. Cintigrafia de Perfusão Cerebral: avalia a perfusão sanguínea das várias regiões do cérebro. É injectado um radionúclido lipofílico no sangue do paciente, que seja capaz de atravessar a Barreira Hemato-Encefálica. Ele é depois integrado nas mebranas celulares dos neurónios. É usado para indicar lesões causadas por enfartes - AVCs, ou para descobrir artérias parcialmente obstruidas que tenham um risco de enfartes futuros.
CANCRO: CINTILOGRAFIAS ONCOLÓGICAS - Linfocintigrafia: técnica de determinação do gânglio sentinela. O gânglio sentinela é o primeiro gânglio linfático que drena uma neoplasia, e é o primeiro a receber células metastáticas. É essencial após descoberta de tumor maligno verificar se o gânglio sentinela está invadido, pois o inicio de matastização determina estratégias terapêuticas mais agressivas. São usados derivados da albumina com Tecnécio radioativo em solução, que são injetados no tumor. Este radiofármaco é então drenado pelos vasos linfáticos até ao gânglio mais próximo. Indicações freqüentes são o carcinoma da mama e o melanoma.
Cintilografia Mamária: a primeira técnica de detecção de tumores mamários é a mamografia, uma forma de radiografia. A cintigrafia só é usada se houver dúvidas após mamografia. São usados o 99mTc-MIBI ou o 99mTc-Tetrofosmina.
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A Medicina Nuclear é um assunto bastante complexo, por isso coloquei o basico dela só para termos uma noção do que seja. Espero que tenham entendido.
Vejamos agora a Visão espiritual, pois trabalho com as duas. A visão Medicinal e a Espiritual. Você não é obriogado a crer mas leia vai achar interessante. O que é viver pela fé e tirar proveito de tudo. A Bíblia diz em (Romanos 8.28): “Tudo ou todas as coisas, contribui para o bem daqueles que amam ao Senhor”.
O QUE DEVEMOS FAZER QUANDO BUSCAMOS A CURA DIVINA.
O que deve fazer o cristão quando ora pela cura divina para si?
(1) Ter a certeza de que está em plena comunhão com o Altíssimo e com o próximo. Devemos está em paz com o Senhor e com todos em nossa volta. “Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. (v. 27) Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice. (v. 28) Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. (v. 29) Por causa disso, há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem. (v. 30) (1Co 11.27-30).
(2) Buscar a presença de Cristo na sua vida, pois é Ele quem comunica ao coração do cristão a necessária fé para a cura. “Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um”. (Rm 12.3)
(3) Encher sua mente e coração da Palavra do Senhor. Leia e medite na Palavra, pois, Ela capacite, conforta e fortalece nesses momentos difíceis. “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”. (Rm 10.17).
(4) Se a cura não ocorre, continuar e permanecer nEle, examinando ao mesmo tempo sua vida, para ver que mudanças o Altíssimo quer efetuar na sua pessoa e pensar sempre em coisas grandiosas. No meu caso tinha acabado de fazer os dois livros, tinha mexido com principado e potestades o inimigo estava e está iradíssimo, mas sabia o que estava fazendo. E demorou muito para ser atingida diretamente. Sei em quem tenho crido, e onde estou ligada nada me abalou nem me abalará. Veja o que o Senhor nos diz: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. (v. 1) Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. (v. 2) Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. (v. 3) Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. (v. 4) Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer. (v. 5) Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. (v. 6) Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. (v. 7) Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. (v. 8) (Jo 15.1-7)
(5) Pedir as orações dos presbíteros da igreja, bem como dos familiares e amigos.
“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; (v. 14) e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. (v.15) Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. (v. 16) (Tg 5.14-16).
(6) Assistir a cultos em que há alguém com um autêntico e aprovado ministério de cura
Divina. O que hoje é muito difícil, mas não impossível, por isso meu negócio é com o Senhor, e digo eu não te largo enquanto não me abençoar. “de sorte que transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas, para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. (v. 15) E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais todos eram curados”. (v. 16) (At 5.15,16)
(7) Ficar na expectativa de um milagre, e confiar no poder de Cristo.
(8) Regozijar-se caso a cura ocorra na hora, e ao mesmo tempo manter-se alegre, se ela não ocorrer de imediato. “Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos. (v. 4) Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. (v. 11) Sei estar abatido me sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. (v. 12) Posso todas nas coisas naquele que me fortalece. (v.13) (Fp 4.4,11-13)
(9) Saber que a demora do Altíssimo em atender as orações não é uma recusa dEle às nossas petições. Às vezes, o Senhor tem em mente um propósito maior, que ao cumprir-se, resulta em sua maior glória e em bem para nós. “E Jesus, ouvindo isso, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. (Jo. 11.4) “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto”. (Rm 8.28)
(10) Reconhecer que, tratando-se de um crente dedicado, o Altíssimo nunca o abandonará, nem o esquecerá. Ele nos ama tanto que nos tem gravado na palma das suas mãos. “Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que se não compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei de ti. (v. 15) Eis que, na palma das minhas mãos, te tenho gravado; os teus muros estão continuamente perante mim. (v.16)” (Is 49.15,16).
A Bíblia reconhece o uso apropriado dos recursos médicos. “E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, aplicando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele;” (Lc 10.34). “Saúda-vos Lucas, o médico amado, e Demas. (Cl 4.14)
Devemos confiar de corpo, alma e espírito no Senhor Yeshúa e deixar Ele trabalhar e conduzir conforme a Sua vontade nas nossas vidas. “Aqueitai-vos e sabeis que eu sou o SENHOR. (Salmos 46.10)
Shalom Adonai para todos.
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