A PÁSCOAVamos passear dentro dos símbolos da Páscoa, quando falo sobre um símbolo cristão com diversas utilizações, quero que você veja e raciocine como o sistema funciona no reino espiritual e material. Satanás= Lúcifer traveste-se da verdade e engana a muitos.
Sem contar que muitos símbolos são usados por eles satanistas, luciferinos, novaerinos, a milênios e a igreja cai na armadilha consciente ou inconsciente para não perder os membros, os dízimos ou melhor para atingir os seus interesses e etc.
Mas o Dono da Obra está observando tudo, pois Ele é Onisciente, Onipresente, quando chegar à hora o Julgamento virá e Ele não fará acepção de pessoa.
Vamos à pesquisa essa é a mitologia logo em seguida colocarei outro artigo da Páscoa Evangélica ou o Verdadeiro significado da Páscoa. Ou a Páscoa Cristocentrica.
Não colocarei o significado de todos, pois ainda falarei sobre os símbolos da Nova Era em outra oportunidade.
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A palavra “Easter” (Em Inglês NT) aparece somente na Bíblia King James: “...querendo
apresentá-lo ao povo depois da páscoa”. (Atos 12.4) aqui é pascha que é como TODOS os eruditos o sabem – a palavra grega para páscoa e não tem qualquer conexão com a palavra inglesa “Easter”. É bem conhecido que “Easter” não é uma expressão cristã – não em seu significado original. A palavra vem do nome de deusa pagã – a deusa da luz do dia e da Primavera. “Easter” não é senão uma forma mais moderna de Eostre, Ostera, Astarte, ou Ishtar a última, de acordo com Hislop, sendo pronunciada como pronunciamos “Easter” hoje.
Eostre era a Grande Deusa Mãe saxônica da Alvorada, da Luz Crescente da Primavera e o Renascimento da Vegetação. Era conhecida pelos nomes: Ostare, Ostara, Ostern, Eostra, Eostur, Austron e Aysos.
Esta Deusa estava também associada a lebres, coelhos e ovos.
A Deusa Eostre pode relacionar-se com a Deusa Eros grega e a Deusa Aurora romana, ambas Deusas do Amanhecer, e com Ishtar e Astarte da Babilônia, ambas deusas do amor. (Ver abaixo artigos que falo sobre Astarte, Ishtar: Natal, Ano Novo, Yemanjá e Carnaval)Como a palavra “Easter”, muitos de nossos costumes nessa estação tem seus princípios entre religiões não cristãs. Ovos de páscoa, por exemplo, são coloridos, escondidos, caçados e comidos – um costume feito inocentemente hoje e sempre ligado com um tempo de graça e alegria para crianças. Mas, este costume não se originou no cristianismo.
Sem contar que muitos símbolos são usados por eles satanistas, luciferinos, novaerinos, a milênios e a igreja cai na armadilha consciente ou inconsciente para não perder os membros, os dízimos ou melhor para atingir os seus interesses e etc.
Mas o Dono da Obra está observando tudo, pois Ele é Onisciente, Onipresente, quando chegar à hora o Julgamento virá e Ele não fará acepção de pessoa.
Vamos à pesquisa essa é a mitologia logo em seguida colocarei outro artigo da Páscoa Evangélica ou o Verdadeiro significado da Páscoa. Ou a Páscoa Cristocentrica.
Não colocarei o significado de todos, pois ainda falarei sobre os símbolos da Nova Era em outra oportunidade.
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A palavra “Easter” (Em Inglês NT) aparece somente na Bíblia King James: “...querendo
apresentá-lo ao povo depois da páscoa”. (Atos 12.4) aqui é pascha que é como TODOS os eruditos o sabem – a palavra grega para páscoa e não tem qualquer conexão com a palavra inglesa “Easter”. É bem conhecido que “Easter” não é uma expressão cristã – não em seu significado original. A palavra vem do nome de deusa pagã – a deusa da luz do dia e da Primavera. “Easter” não é senão uma forma mais moderna de Eostre, Ostera, Astarte, ou Ishtar a última, de acordo com Hislop, sendo pronunciada como pronunciamos “Easter” hoje.Eostre era a Grande Deusa Mãe saxônica da Alvorada, da Luz Crescente da Primavera e o Renascimento da Vegetação. Era conhecida pelos nomes: Ostare, Ostara, Ostern, Eostra, Eostur, Austron e Aysos.
Esta Deusa estava também associada a lebres, coelhos e ovos.
A Deusa Eostre pode relacionar-se com a Deusa Eros grega e a Deusa Aurora romana, ambas Deusas do Amanhecer, e com Ishtar e Astarte da Babilônia, ambas deusas do amor. (Ver abaixo artigos que falo sobre Astarte, Ishtar: Natal, Ano Novo, Yemanjá e Carnaval)Como a palavra “Easter”, muitos de nossos costumes nessa estação tem seus princípios entre religiões não cristãs. Ovos de páscoa, por exemplo, são coloridos, escondidos, caçados e comidos – um costume feito inocentemente hoje e sempre ligado com um tempo de graça e alegria para crianças. Mas, este costume não se originou no cristianismo.
O ovo era, contudo, um símbolo sagrado entre os babilônios que acreditavam em uma antiga
fábula a respeito de um ovo de tamanho enorme que caiu do céu no rio Eufrates. Deste ovo maravilhoso – de acordo com o mito antigo – a deusa Astarte (Easter) foi chocada. O ovo veio a simbolizar a deusa Easter.
Os antigos druidas levavam um ovo como o emblema sagrado de sua origem idólatra. A procissão de Ceres em Roma era precedida por um ovo. Nos mistérios de Baco foi consagrado um ovo. A China usava ovos tintos ou coloridos nos festivais sagrados. No Japão, um antigo costume era fazer o ovo sagrado em uma cor flamenjante. Na Europa do Norte, nos tempos pagãos os ovos eram coloridos e usados como símbolos da deusa da Primavera. A ilustração mostra abaixo mostra duas maneiras como os pagãos representavam seus ovos sagrados. À esquerda está o Ovo de Heliópolis; à direita, o Ovo de Tifão.
Entre os egípcios o ovo estava associado com o sol – o ovo dourado. Seus ovos eram tingidos e usados como ofertas sagradas na estação da Páscoa (Easter).
Diz a Enciclopédia Britânica, “O ovo como um símbolo da fertilidade e da vida renovada vai até o antigo Egito e os persas, que tinham o costume de colorir e comer ovos durante seu festival da Primavera”. Como, então, este costume veio a ser associado com o cristianismo? Aparentemente alguém procurou cristianizar o ovo, sugerindo que como o pinto sai do ovo, assim também Cristo saiu do túmulo. O papa V (1605-1621) até mesmo indicou uma reza nesta conexão: “Abençoa, Ó Senhor, nós te imploramos, esta tua criatura de ovos, para que se torne um sustento completo para teus servos, comendo-os em rememoração de nosso Senhor Jesus Cristo”.
As seguintes citações da The Catholic Encyclopedia são significativas. “Desde que o uso de ovos foi proibido durante a Páscoa, eles foram trazidos para a mesa do Dia da Páscoa, (Easter), colorido em vermelho para simbolizar a alegria da Páscoa... O costume pode ter sua origem no paganismo, pois muitos costumes pagãos celebrando o retorno da Primavera, gravitavam na Páscoa (Easter)”! Tal foi o caso com um costume que foi popular na Europa.
“O Fogo da Páscoa é aceso no topo de montanha de fogo novo, aceso na madeira através de fricção; este é um costume de origem pagã em voga em toda Europa, significando a vitória da Primavera sobre o Inverno. Os bispos emitiram severos editos contra sacrilégios fogos da Páscoa (Easter), mas não tiveram sucesso em abolí-los em toda parte.” Assim, o que aconteceu? Observe isto cuidadosamente! “A Igreja adotou a observância nas cerimônias de Páscoa, referindo-se à coluna de fogo no deserto e à ressurreição de Cristo”! Os costumes pagãos eram misturados com a igreja romanista, recebendo a aparência de cristianismo? Não é necessário tomar minha palavra para isto.
A Enciclopédia Católica fala diretamente sobre isto. Finalmente, uma citação mais refere-se ao Coelho de Páscoa: “O coelho é um símbolo pagão e tem sempre sido um símbolo de fertilidade”.
“Como o ovo de Páscoa, o coelho de Páscoa”, diz a Enciclopédia Britânica “veio para o cristianismo desde a antiguidade. O coelho é associado com a lua nas lendas do antigo Egito e outros povos... Através do fato que a palavra egípcia para coelho, um significa “aberto” e “período”, o coelho veio a ser associado com a idéia de periodicidade, tanto lunar como humana, e com o princípio da nova vida tanto no jovem como na jovem, e assim sendo é um símbolo de fertilidade e de renovação da vida. Como tal o coelho ficou ligado aos ovos de Páscoa!” Assim, tanto o Coelho da Páscoa como os ovos de Páscoa eram símbolos sexual, e da fertilidade.
Na estação de Páscoa não é incomum para os cristãos irem a cultos ao nascer do sol. Acredita-se que isto honra a Cristo, por que ele ressuscitou dos mortos no domingo de páscoa pela manhã, bem na hora em que o sol estava surgindo. Mas a ressurreição não ocorreu verdadeiramente ao nascer do sol, pois era ainda ESCURO quando Maria Madalena veio ao sepulcro e ele já estava vazio! Por outro lado, houve um tipo de culto do nascer do sol que era uma parte do antigo culto ao sol. Não queremos implicar, é claro, que os cristãos hoje adoram o sol em seus cultos de Páscoa ao nascer do sol. Nem dizemos que aqueles que se inclinam diante do ostensório com a imagem do sol, com sua hóstia redonda, na forma de sol, estão realmente adorando o sol. Mais tais práticas, sem exemplo escriturístico, indicam verdadeiramente que tem havido misturas.
No tempo de Ezequiel, até mesmo pessoas que haviam conhecido o verdadeiro Deus, caíram na adoração do sol e fizeram dela uma parte de seu culto. “E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o ORIENTE; e eles adoravam o sol virados para o ORIENTE”. (Ezequiel 8.16) O fato que adoravam o sol voltados para o oriente mostra que era um culto de nascer do sol. O versículo seguinte diz: “...e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz”. Fausset diz que isto “refere-se ao uso idólatra de segurar um galho de tamarisco diante do nariz no nascer do sol, enquanto cantavam hinos para o sol que nascia”. (WOODROW, Ralph, Babilônia a Religião dos Mistérios – Antiga e Moderna, 1966, p. 87-90, 149-155)
Era também na direção do Oriente que os profetas de Baal olhavam nos dias de Elias. Baal era o deus-sol, e assim deus do fogo. Quando Elias desafiou os profetas de Baal com as palavras, “O Deus que responder com FOGO, este é Deus”, estava indo ao encontro do culto de Baal em seu próprio terreno. Que hora do dia foi quando esses profetas de Baal começaram a chamar por ele? Foi quando Baal o sol fez seu primeiro aparecimento sobre o horizonte no Oriente. Foi “de manhã” (1 Rs 18.26), ou seja na aurora.
Rituais conectados com o sol nascente – de uma forma ou de outra – tem sido conhecidos entre muitas nações antigas. A Esfinge no Egito estava localizada de modo a olhar para o Oriente.
Do monte Fujiama, no Japão, as rezas são feitas para o sol nascente. “Os peregrinos rezam para o sol nascente enquanto sobem os lados da montanha ... algumas vezes podem ser vistas várias centenas de peregrinos shintoistas em suas roupas brancas saindo de seus claustros e unindo seus cantos para o sol nascentes”. Os mitraístas pagãos de Roma se reuniam ao nascer do sol em honra ao deus-sol.
A deusa da Primavera, de cujo nome vem nossa palavra “Easter” (em Inglês-NT) era associada com o nascer do sol no Oriente – até mesmo a própria palavra “Easter” parece implicar “do Oriente”. Assim sendo o nascer do sol no Oriente, o nome Easter, e a estação primaveril estão todos ligados.
De acordo com as antigas lendas, após Tamuz ser morto, desceu para o mundo interior. Mas pelo choro de sua “mãe”, Ishtar= (Easter), ele foi misticamente revivido na Primavera na Primavera. “A ressurreição de Tamuz através da lamentação de Ishtar era dramaticamente representada anualmente a fim de assegurar o sucesso das colheitas e a fertilidade do povo. Cada ano homens e mulheres tinham que lamentar com Ishtar pela morte de Tamuz e celebrar o retorno do deus a fim de ganhar novamente seu favor e seus benefícios!”
Quando a nova vegetação começa a sair, aqueles povos antigos acreditavam que seu “salvador” tinha vindo do mundo inferior, tinha terminado o Inverno, e tinha feito a Primavera começar.
Até mesmo os israelitas adotaram as doutrinas e rituais do festival anual pagão da Primavera, pois Ezequiel fala de “mulheres chorando por Tamuz”. (Ezequiel 8.14) Como cristãos acreditamos que Jesus Cristo ressurgiu dos mortos em realidade – não meramente na natureza ou na nova vegetação da Primavera. Porque sua ressurreição foi na Primavera do ano, não foi muito difícil para igreja do quarto século (tendo já se desviado da fé original de muitas maneiras) fundir o festival pagão da Primavera com o cristianismo. Falando dessa fusão, a Enciclopédia Britânica diz, “O Cristianismo... incorporou em sua celebração do grande dia de festa cristão muitos dos rituais pagãos e costumes do festival da Primavera””!
A lenda diz que Tamuz foi morto por um urso bravo quando estava com quarenta anos de idade. Hislop aponta que quarenta dias – um dia para cada ano que Tamuz viveu na terra – eram separados para chorar por Tamuz”. Nos tempos antigos estes quarenta e dias eram observados com lamentação e jejum e auto-flagelação – para ganhar novamente seu favor – de modo que ele viesse do mundo inferior e fizesse a Primavera começar. Esta observância não somente foi conhecida na Babilônia, mas também o foi entre os fenícios, egípcios mexicanos e, durante algum tempo, até mesmo entre os israelitas. “Entre os pagãos”, diz Hislop, “esta Quaresma parece ter sido uma preliminar indispensável para o grande festival anual em comemoração à morte e ressurreição de Tamuz”.
Tendo adotado outras crenças a respeito do festival da Primavera na igreja, foi apenas outro passo no desenvolvimento para também adotar o velho “jejum” que precedia o festival. A The Catholic Encyclopedia muito honestamente indica que “escritores no quarto século tiveram a tendência de descrever muitas práticas (ou seja, o jejum da Quaresma de quarenta dias) como da instituição Apostólica que certamente não tinha qualquer razão de ser vista assim”. Não foi até o sexto século que o papa oficialmente ordenou a observância da Quaresma, chamando-a de “sagrado jejum” durante a qual as pessoas tinham que abster-se de carne e de algumas outras comidas.
Eruditos católicos sabem e reconhecem que existem costumes dentro de sua igreja que foram tomados emprestados do paganismo. Mas eles racionalizam, dizendo que muitas coisas, embora originalmente pagãs, podem ser cristianizadas. Se alguma tribo pagã observa quarenta dias de um deus pagão, por que não deveríamos fazer o mesmo em honra a Cristo? Embora os pagãos adorassem o sol, voltados para o Oriente, não podemos fazer cultos ao nascer do sol para honra a ressurreição de Cristo, muito embora esta não fosse a hora do dia em que ele ressuscitou? Muito embora o ovo fosse usado pelos pagãos, não podemos continuar seu uso e fingir que ele simboliza a grande pedra que estava diante do sepulcro? Em outras palavras, por que não adotar todos os tipos de costumes populares, somente em lugar de usá-los para honrar deuses pagãos, como os pagãos o faziam, usá-los para honrar a Cristo? Tudo isto soa muito lógico, embora uma linha-mestra, seja encontrada na própria Bíblia: “Cuidado... não sigais após seus deuses (deuses pagãos), dizendo: Como serviam estas nações a seus deuses? Assim também faremos. Não farás assim para com o Senhor vosso Deus... Tudo o que vos ordenar, observai-o: nada acrescenteis a isto”.
Segundo a Lenda, Eostre encontrou um pássaro ferido na neve. Para ajudar o animalzinho transformou-o em uma lebre, mas a transformação não processou-se completamente e o coelho permaneceu com a habilidade de colocar ovos. Como agradecimento por ter salvo sua vida, a lebre decorou os ovos e levou-os como presente para a deusa Eostre. A deusa maravilhou-se com a criatividade do presente e, quis então, compartilhar sua alegria com todas as crianças do mundo. Criou-se assim, a tradição de se ofertar ovos decorados na Páscoa, costume vigente em nossos dias atuais.
Os ovos são símbolos de fertilidade e vida. Uma tradição antiga dizia que se deveria pintar os ovos com símbolos equivalentes aos nossos desejos. Mas, sempre um dos ovos deveria ser enterrado, como presente para a Mãe Terra.
A Lebre da Páscoa era o animal sagrado da deusa teutónica da Primavera, Eostre, a Deusa Lunar que dava fertilidade à terra e tinha cabeça de Lebre. A palavra inglesa para Páscoa,* Easter, provém do nome da deusa Eostre, também designada Ostara ou Eostar. O dia do culto de Eostre, a Páscoa (Easter), que ainda é praticado pelos seguidores da tradição celta, é no primeiro Domingo depois da primeira Lua Cheia, após o equinócio da Primavera, ocorrendo entre os dias 19 e 22 de Março.
A Lebre, que é o animal sagrado da deusa da Primavera, é assim, por isso, um símbolo de fertilidade, de renovação e do regresso da Primavera.
Dizia-se, no século XVIII (e ainda hoje em algumas regiões), que quem comesse carne de lebre seria belo durante sete dias. Nos Vosges, era necessário comê-la durante sete dias seguidos.
Segundo os "Evangelhos das Rocas": "Quando alguém se põe em caminho para um lugar, e uma lebre vem ao seu encontro, é muito mau sinal. Para evitar todos os perigos, deve voltar-se três vezes ao lugar de onde veio, para depois continuar o caminho; então estará fora de perigo". Esse preconceito do encontro com a lebre, assinalado pela cura Thiers do séc. XVII, pode ser geral, sendo encontrado em todas as regiões da França.
Na região de Lannion, várias lebres são as almas de senhores condenados a se tornar animais tímidos, porque, quando vivos, puseram o mundo todo a tremer.
Eoster também é uma Deusa da Pureza, da Juventude e da Beleza. Era comum na época da Primavera recolher orvalho para banhar-se em rituais. Acreditava-se que o orvalho colhido nesta época do ano, estava impregnado com as energias da purificação e juventude de Eostre, e por isso tinha a virtude de purificar e rejuvenescer.
FESTIVAL DE OSTARA (21-23/03) - EQUINÓCIO DA PRIMAVERA - Este festival também é conhecido como Eostre, em honra à deusa. Este cerimonial deriva da palavra inglesa "East" (Leste), que é a posição do sol nascente. Muitas bruxas colocam seus altares nesta posição para honrar a deusa Eostre. No Hemisfério Norte, (21-23) de março, é quando o Inverno se despede dando lugar para o florescer de toda a vegetação. Por isso, Ostara é um festival do fogo e da fertlidade, que celebra o retorno triunfal do Sol e da fertilidade da Terra.
É com a primavera que também renascem nos corações e nos espíritos, vibram em harmonia com as forças da vida.
É quando as mentes se tornam um terreno fértil para a sabedoria e nos ouvidos sensíveis às palavras que alento que se encontram no vento. É quando podem sentir completos e eternos.
Este é um dia especial para se honrar a juventude, a alegria de viver e a música. Na terra a renovação se faz, envolvendo-nos de vida e esperança.
É tempo de plantar e celebrar os primeiros vestígios da fertilidade da Terra e do renascimento do Sol. É época de cantar e dançar em torno das fogueiras, ornadas com grinaldas de flores na cabeça, comunhando com a terra e a primavera. É tempo de honrar a Deusa Eostre!
O OVO MÁGICO - Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à deusa.
O ovo também está associado ao crescimento e a novos começos, então tomam um ovo mágico e que contenha dentro dele todas as esperanças e desejos para a vinda da nova estação? Pegue um ovo cru e tinja com a cor apropriada para seus desejos:
Verde - Para o crescimento e a prosperidade;
Vermelho ou Cor-de-rosa - Para o amor e a união;
Roxo - Para o desenvolvimento psíquico e crescimento espiritual;
Amarelo - Para novos começos e sucesso nos estudos;
Azul - Para a paz e serenidade;
Laranja - Para o poder e energia;
Outra lenda: Conta-se que em um belo dia uma pequena coelha encontrou-se com Eostre, e quis tanto agradá-la que acabou pondo ovos sagrados em sua honra, decorou-os com cores alegres e com muita humildade os ofereceu à Eostre. A Deusa ficou tão feliz com o presente que desejou que toda a Humanidade compartilhasse sua alegria. Em respeito ao seu desejo, a coelhinha passou a viajar pelo mundo distribuindo os ovos, como pequenas dádivas lembrando a vida.
Nunca é demais lembrar como a humildade deve estar presente em seus corações, como podem multiplicar a boa energia se mantiver puros e serenos os corações (na medida do possível).
Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.
A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Nicéia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.
No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.
Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a idéia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.
O OVO simboliza o nascimento, a vida, o ressurgimento de Cristo e é um símbolo desde a
Antigüidade, época em que já era costume presentear as pessoas, por ocasião da Páscoa, com ovos enfeitados e coloridos. Os ovos de Páscoa representam também o final da quaresma.
Até o século XV não existiam registros nem costumes ligados à Páscoa, mas popularmente se diz que os primeiros povos a presentear com ovos foram os missionários e os cruzados, na Europa ocidental.
Povos medievais pintavam os ovos de vermelho para representar o sangue de Jesus Cristo. Com isso, os cristãos passaram a adotar a idéia, que se tornou uma tradição de sua cultura.
Porém, a China também tinha o hábito de presentear com ovos de pata, pintados, como celebração à vida. Mas estes não eram cozidos, não eram para o consumo.
O ovo se tornou símbolo da vida em razão da sua capacidade vitalícia. De dentro de uma casquinha tão frágil, recheada de clara e gema, sai um ser vivo. Através da ciência, foi comprovado que é uma célula e, portanto, origina vida.
No antigo Egito, na Grécia, em Roma e na Pérsia, era comum o consumo de ovos cozidos durante as festividades. Um marco desse costume era a chegada da primavera, onde as pessoas os pintavam com flores e elementos da natureza, para dar de presente.
Ovos pintados à mão e ovos enfeitados com ouro e pedrarias
Ao longo dos anos, o ovo passou a ser reconhecido como o princípio da vida, um elemento cristão que representa a ressurreição de Jesus Cristo.
O rei da Inglaterra, Eduardo I, passou então a presentear a realeza com ovos banhados a ouro e decorados com pedras preciosas.
Curiosamente, as pessoas foram mudando os ovos, dando a eles características mais bonitas e ricas, além de recheios saborosos, para presentear os entes queridos.
Somente no século XVII surgiram ovos mais interessantes, como os recheados de chocolate e bombons.
A primeira fábrica de chocolates surgiu em 1819, criada por François Louis Cailler. Mas somente no século XX, em 1960, que surgiram os primeiros ovos industrializados, feitos de plástico, também recheados de bombons e chocolates.
Com o passar dos anos, com a criação do comércio e a obtenção de lucro, foi que o produto ganhou aperfeiçoamento e qualidade, tornando-se mais saboroso e com recheios mais variados.
Hoje em dia podemos encontrar uma grande diversidade de ovos, a fim de agradar os mais diversos gostos. Existem ovos para crianças, recheados com brinquedinhos; ovos para casais, recheados com bombons de morango e em formato de coração; ovos personalizados, recheados com presentes especiais; dentre outros.
O importante é não esquecer que o ovo é símbolo da ressurreição de Cristo, que representa a vida e por isso faz parte da festa da páscoa.
É certo que entre todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais querido e desejado entre as crianças e também por alguns adultos.
São muitas as lendas sobre o ovo, em culturas pagãs ele significa começo de vida, já os chineses entregavam ovos coloridos entre os amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.
Talvez a lenda mais conhecida seja a dos persas: Para eles, havia caído um ovo gigante na terra, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.
Antigamente os ovos eram pintados e cozidos, eles foram substituídos por ovos de chocolates
pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.
O que vemos com mais lógica é que após o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.
O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.
Páscoa: época de chocolate. O ovo de chocolate pode ser saboreado, porém com moderação. A Páscoa é o período do ano em que o as prateleiras dos supermercados ficam recheadas de chocolate, são muitos os ovos dispostos em diversas marcas e tamanhos. As pessoas o apreciam e querem degustá-lo, porém a dúvida que permeia suas cabeças é se essa iguaria não irá implicar na boa forma ou na saúde.
Sem exageros, o ovo de páscoa escolhido pode ser saboreado com prazer, pois o chocolate é considerado saudável e nutritivo. O cacau, um de seus componentes, possui flavonoides que atuam como antioxidantes e mantêm o coração saudável. Outra substância é a cafeína, que aumenta a euforia e o raciocínio.
O chocolate passa a ser um perigo à saúde quando consumido em excesso, pois é rico em calorias, carboidratos, gorduras e uma pequena quantidade de proteínas, o que faz dele um dos alimentos que mais engorda. Portanto, observe além da quantidade, que pode ser uma porção de 30 gr, o tipo de chocolate e o horário que for consumi-lo, de preferência no lanche da tarde ou da manhã.
Os chocolates brancos possuem mais gorduras por serem feitos de manteiga de cacau. O chocolate amargo ou meio amargo é mais benéfico em razão da grande quantidade de cacau. O chocolate ao leite por receber leite em pó na massa, apresenta mais proteína e cálcio. Ao saborear essa delícia, o que é muito comum em época de páscoa, pois até quem não é muito fã de doces muitas vezes acaba cedendo à tentação, divida-o com amigos e familiares e guarde o que sobrou para ser consumido aos poucos, no decorrer da semana. Outra dica é acompanhar o chocolate com uma boa fonte de fibra, como por exemplo, uma fruta. Mesmo assim é preciso moderar, para não exceder no carboidrato da mesma. Caso haja excessos, compense-o ingerindo líquidos não calóricos e isentos de glicose, como o chá verde que tem antioxidante.
Os ovos guardam em si a imagem de uma nova vida, por isso foram adotados como símbolo de
renovação. Costumavam ser oferecidos em muitas civilizações como presentes. No Antigo Egito e na Pérsia, por exemplo, eram pintados em tons primaveris. Na China, antes mesmo do nascimento de Cristo já se presenteava com ovos de pata pintados em cores vivas. Na Europa católica do século XVIII, ovos coloridos passaram a ser benzidos pelos cristãos e oferecidos aos fiéis.
Na Polônia e na Ucrânia, essa tradição foi levada muito a sério. Edward I registra em 1290 a despesa de compra de milhares de ovos para serem distribuídos às pessoas de sua corte. No século XVII, o Papa Paulo V abençoou um simples ovo a ser usado na Inglaterra, Escócia e Irlanda. Na Alemanha, é antigo o costume de dar ovos de Páscoa às crianças, junto com outros presentes.
Em partes da Europa, as tribos tinham uma forma abreviada de chamar Eostre, a deusa da Primavera, e que começou a ser usada para descrever a direção do nascente - Leste. Daí a palavra Easter. As primeiras cestas de Páscoa se assemelhavam aos ninhos de pássaros. Antes, as pessoas colocavam os ovos nos ninhos em honra da deusa Eostre.
Com o passar do tempo, passaram a ser confeitados e é aí que entra o chocolate.
O chocolate, que por muito tempo foi servido como bebida, viu sua indústria se desenvolver bastante na Inglaterra do século XIX. Foi nessa época que apareceu o ovo de chocolate. A partir daí, rapidamente se espalhou pelos mercados europeus e depois pelo mundo.
CACAU - O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.
fábula a respeito de um ovo de tamanho enorme que caiu do céu no rio Eufrates. Deste ovo maravilhoso – de acordo com o mito antigo – a deusa Astarte (Easter) foi chocada. O ovo veio a simbolizar a deusa Easter.Os antigos druidas levavam um ovo como o emblema sagrado de sua origem idólatra. A procissão de Ceres em Roma era precedida por um ovo. Nos mistérios de Baco foi consagrado um ovo. A China usava ovos tintos ou coloridos nos festivais sagrados. No Japão, um antigo costume era fazer o ovo sagrado em uma cor flamenjante. Na Europa do Norte, nos tempos pagãos os ovos eram coloridos e usados como símbolos da deusa da Primavera. A ilustração mostra abaixo mostra duas maneiras como os pagãos representavam seus ovos sagrados. À esquerda está o Ovo de Heliópolis; à direita, o Ovo de Tifão.
Entre os egípcios o ovo estava associado com o sol – o ovo dourado. Seus ovos eram tingidos e usados como ofertas sagradas na estação da Páscoa (Easter).Diz a Enciclopédia Britânica, “O ovo como um símbolo da fertilidade e da vida renovada vai até o antigo Egito e os persas, que tinham o costume de colorir e comer ovos durante seu festival da Primavera”. Como, então, este costume veio a ser associado com o cristianismo? Aparentemente alguém procurou cristianizar o ovo, sugerindo que como o pinto sai do ovo, assim também Cristo saiu do túmulo. O papa V (1605-1621) até mesmo indicou uma reza nesta conexão: “Abençoa, Ó Senhor, nós te imploramos, esta tua criatura de ovos, para que se torne um sustento completo para teus servos, comendo-os em rememoração de nosso Senhor Jesus Cristo”.
As seguintes citações da The Catholic Encyclopedia são significativas. “Desde que o uso de ovos foi proibido durante a Páscoa, eles foram trazidos para a mesa do Dia da Páscoa, (Easter), colorido em vermelho para simbolizar a alegria da Páscoa... O costume pode ter sua origem no paganismo, pois muitos costumes pagãos celebrando o retorno da Primavera, gravitavam na Páscoa (Easter)”! Tal foi o caso com um costume que foi popular na Europa.
“O Fogo da Páscoa é aceso no topo de montanha de fogo novo, aceso na madeira através de fricção; este é um costume de origem pagã em voga em toda Europa, significando a vitória da Primavera sobre o Inverno. Os bispos emitiram severos editos contra sacrilégios fogos da Páscoa (Easter), mas não tiveram sucesso em abolí-los em toda parte.” Assim, o que aconteceu? Observe isto cuidadosamente! “A Igreja adotou a observância nas cerimônias de Páscoa, referindo-se à coluna de fogo no deserto e à ressurreição de Cristo”! Os costumes pagãos eram misturados com a igreja romanista, recebendo a aparência de cristianismo? Não é necessário tomar minha palavra para isto.
A Enciclopédia Católica fala diretamente sobre isto. Finalmente, uma citação mais refere-se ao Coelho de Páscoa: “O coelho é um símbolo pagão e tem sempre sido um símbolo de fertilidade”.
“Como o ovo de Páscoa, o coelho de Páscoa”, diz a Enciclopédia Britânica “veio para o cristianismo desde a antiguidade. O coelho é associado com a lua nas lendas do antigo Egito e outros povos... Através do fato que a palavra egípcia para coelho, um significa “aberto” e “período”, o coelho veio a ser associado com a idéia de periodicidade, tanto lunar como humana, e com o princípio da nova vida tanto no jovem como na jovem, e assim sendo é um símbolo de fertilidade e de renovação da vida. Como tal o coelho ficou ligado aos ovos de Páscoa!” Assim, tanto o Coelho da Páscoa como os ovos de Páscoa eram símbolos sexual, e da fertilidade.
Na estação de Páscoa não é incomum para os cristãos irem a cultos ao nascer do sol. Acredita-se que isto honra a Cristo, por que ele ressuscitou dos mortos no domingo de páscoa pela manhã, bem na hora em que o sol estava surgindo. Mas a ressurreição não ocorreu verdadeiramente ao nascer do sol, pois era ainda ESCURO quando Maria Madalena veio ao sepulcro e ele já estava vazio! Por outro lado, houve um tipo de culto do nascer do sol que era uma parte do antigo culto ao sol. Não queremos implicar, é claro, que os cristãos hoje adoram o sol em seus cultos de Páscoa ao nascer do sol. Nem dizemos que aqueles que se inclinam diante do ostensório com a imagem do sol, com sua hóstia redonda, na forma de sol, estão realmente adorando o sol. Mais tais práticas, sem exemplo escriturístico, indicam verdadeiramente que tem havido misturas.
No tempo de Ezequiel, até mesmo pessoas que haviam conhecido o verdadeiro Deus, caíram na adoração do sol e fizeram dela uma parte de seu culto. “E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o ORIENTE; e eles adoravam o sol virados para o ORIENTE”. (Ezequiel 8.16) O fato que adoravam o sol voltados para o oriente mostra que era um culto de nascer do sol. O versículo seguinte diz: “...e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz”. Fausset diz que isto “refere-se ao uso idólatra de segurar um galho de tamarisco diante do nariz no nascer do sol, enquanto cantavam hinos para o sol que nascia”. (WOODROW, Ralph, Babilônia a Religião dos Mistérios – Antiga e Moderna, 1966, p. 87-90, 149-155)
Era também na direção do Oriente que os profetas de Baal olhavam nos dias de Elias. Baal era o deus-sol, e assim deus do fogo. Quando Elias desafiou os profetas de Baal com as palavras, “O Deus que responder com FOGO, este é Deus”, estava indo ao encontro do culto de Baal em seu próprio terreno. Que hora do dia foi quando esses profetas de Baal começaram a chamar por ele? Foi quando Baal o sol fez seu primeiro aparecimento sobre o horizonte no Oriente. Foi “de manhã” (1 Rs 18.26), ou seja na aurora.
Rituais conectados com o sol nascente – de uma forma ou de outra – tem sido conhecidos entre muitas nações antigas. A Esfinge no Egito estava localizada de modo a olhar para o Oriente.
Do monte Fujiama, no Japão, as rezas são feitas para o sol nascente. “Os peregrinos rezam para o sol nascente enquanto sobem os lados da montanha ... algumas vezes podem ser vistas várias centenas de peregrinos shintoistas em suas roupas brancas saindo de seus claustros e unindo seus cantos para o sol nascentes”. Os mitraístas pagãos de Roma se reuniam ao nascer do sol em honra ao deus-sol.
A deusa da Primavera, de cujo nome vem nossa palavra “Easter” (em Inglês-NT) era associada com o nascer do sol no Oriente – até mesmo a própria palavra “Easter” parece implicar “do Oriente”. Assim sendo o nascer do sol no Oriente, o nome Easter, e a estação primaveril estão todos ligados.
De acordo com as antigas lendas, após Tamuz ser morto, desceu para o mundo interior. Mas pelo choro de sua “mãe”, Ishtar= (Easter), ele foi misticamente revivido na Primavera na Primavera. “A ressurreição de Tamuz através da lamentação de Ishtar era dramaticamente representada anualmente a fim de assegurar o sucesso das colheitas e a fertilidade do povo. Cada ano homens e mulheres tinham que lamentar com Ishtar pela morte de Tamuz e celebrar o retorno do deus a fim de ganhar novamente seu favor e seus benefícios!”
Quando a nova vegetação começa a sair, aqueles povos antigos acreditavam que seu “salvador” tinha vindo do mundo inferior, tinha terminado o Inverno, e tinha feito a Primavera começar.
Até mesmo os israelitas adotaram as doutrinas e rituais do festival anual pagão da Primavera, pois Ezequiel fala de “mulheres chorando por Tamuz”. (Ezequiel 8.14) Como cristãos acreditamos que Jesus Cristo ressurgiu dos mortos em realidade – não meramente na natureza ou na nova vegetação da Primavera. Porque sua ressurreição foi na Primavera do ano, não foi muito difícil para igreja do quarto século (tendo já se desviado da fé original de muitas maneiras) fundir o festival pagão da Primavera com o cristianismo. Falando dessa fusão, a Enciclopédia Britânica diz, “O Cristianismo... incorporou em sua celebração do grande dia de festa cristão muitos dos rituais pagãos e costumes do festival da Primavera””!
A lenda diz que Tamuz foi morto por um urso bravo quando estava com quarenta anos de idade. Hislop aponta que quarenta dias – um dia para cada ano que Tamuz viveu na terra – eram separados para chorar por Tamuz”. Nos tempos antigos estes quarenta e dias eram observados com lamentação e jejum e auto-flagelação – para ganhar novamente seu favor – de modo que ele viesse do mundo inferior e fizesse a Primavera começar. Esta observância não somente foi conhecida na Babilônia, mas também o foi entre os fenícios, egípcios mexicanos e, durante algum tempo, até mesmo entre os israelitas. “Entre os pagãos”, diz Hislop, “esta Quaresma parece ter sido uma preliminar indispensável para o grande festival anual em comemoração à morte e ressurreição de Tamuz”.
Tendo adotado outras crenças a respeito do festival da Primavera na igreja, foi apenas outro passo no desenvolvimento para também adotar o velho “jejum” que precedia o festival. A The Catholic Encyclopedia muito honestamente indica que “escritores no quarto século tiveram a tendência de descrever muitas práticas (ou seja, o jejum da Quaresma de quarenta dias) como da instituição Apostólica que certamente não tinha qualquer razão de ser vista assim”. Não foi até o sexto século que o papa oficialmente ordenou a observância da Quaresma, chamando-a de “sagrado jejum” durante a qual as pessoas tinham que abster-se de carne e de algumas outras comidas.
Eruditos católicos sabem e reconhecem que existem costumes dentro de sua igreja que foram tomados emprestados do paganismo. Mas eles racionalizam, dizendo que muitas coisas, embora originalmente pagãs, podem ser cristianizadas. Se alguma tribo pagã observa quarenta dias de um deus pagão, por que não deveríamos fazer o mesmo em honra a Cristo? Embora os pagãos adorassem o sol, voltados para o Oriente, não podemos fazer cultos ao nascer do sol para honra a ressurreição de Cristo, muito embora esta não fosse a hora do dia em que ele ressuscitou? Muito embora o ovo fosse usado pelos pagãos, não podemos continuar seu uso e fingir que ele simboliza a grande pedra que estava diante do sepulcro? Em outras palavras, por que não adotar todos os tipos de costumes populares, somente em lugar de usá-los para honrar deuses pagãos, como os pagãos o faziam, usá-los para honrar a Cristo? Tudo isto soa muito lógico, embora uma linha-mestra, seja encontrada na própria Bíblia: “Cuidado... não sigais após seus deuses (deuses pagãos), dizendo: Como serviam estas nações a seus deuses? Assim também faremos. Não farás assim para com o Senhor vosso Deus... Tudo o que vos ordenar, observai-o: nada acrescenteis a isto”.
Segundo a Lenda, Eostre encontrou um pássaro ferido na neve. Para ajudar o animalzinho transformou-o em uma lebre, mas a transformação não processou-se completamente e o coelho permaneceu com a habilidade de colocar ovos. Como agradecimento por ter salvo sua vida, a lebre decorou os ovos e levou-os como presente para a deusa Eostre. A deusa maravilhou-se com a criatividade do presente e, quis então, compartilhar sua alegria com todas as crianças do mundo. Criou-se assim, a tradição de se ofertar ovos decorados na Páscoa, costume vigente em nossos dias atuais.
Os ovos são símbolos de fertilidade e vida. Uma tradição antiga dizia que se deveria pintar os ovos com símbolos equivalentes aos nossos desejos. Mas, sempre um dos ovos deveria ser enterrado, como presente para a Mãe Terra.
A Lebre da Páscoa era o animal sagrado da deusa teutónica da Primavera, Eostre, a Deusa Lunar que dava fertilidade à terra e tinha cabeça de Lebre. A palavra inglesa para Páscoa,* Easter, provém do nome da deusa Eostre, também designada Ostara ou Eostar. O dia do culto de Eostre, a Páscoa (Easter), que ainda é praticado pelos seguidores da tradição celta, é no primeiro Domingo depois da primeira Lua Cheia, após o equinócio da Primavera, ocorrendo entre os dias 19 e 22 de Março.
A Lebre, que é o animal sagrado da deusa da Primavera, é assim, por isso, um símbolo de fertilidade, de renovação e do regresso da Primavera.
Dizia-se, no século XVIII (e ainda hoje em algumas regiões), que quem comesse carne de lebre seria belo durante sete dias. Nos Vosges, era necessário comê-la durante sete dias seguidos.
Segundo os "Evangelhos das Rocas": "Quando alguém se põe em caminho para um lugar, e uma lebre vem ao seu encontro, é muito mau sinal. Para evitar todos os perigos, deve voltar-se três vezes ao lugar de onde veio, para depois continuar o caminho; então estará fora de perigo". Esse preconceito do encontro com a lebre, assinalado pela cura Thiers do séc. XVII, pode ser geral, sendo encontrado em todas as regiões da França.
Na região de Lannion, várias lebres são as almas de senhores condenados a se tornar animais tímidos, porque, quando vivos, puseram o mundo todo a tremer.
Eoster também é uma Deusa da Pureza, da Juventude e da Beleza. Era comum na época da Primavera recolher orvalho para banhar-se em rituais. Acreditava-se que o orvalho colhido nesta época do ano, estava impregnado com as energias da purificação e juventude de Eostre, e por isso tinha a virtude de purificar e rejuvenescer.
FESTIVAL DE OSTARA (21-23/03) - EQUINÓCIO DA PRIMAVERA - Este festival também é conhecido como Eostre, em honra à deusa. Este cerimonial deriva da palavra inglesa "East" (Leste), que é a posição do sol nascente. Muitas bruxas colocam seus altares nesta posição para honrar a deusa Eostre. No Hemisfério Norte, (21-23) de março, é quando o Inverno se despede dando lugar para o florescer de toda a vegetação. Por isso, Ostara é um festival do fogo e da fertlidade, que celebra o retorno triunfal do Sol e da fertilidade da Terra.
É com a primavera que também renascem nos corações e nos espíritos, vibram em harmonia com as forças da vida.
É quando as mentes se tornam um terreno fértil para a sabedoria e nos ouvidos sensíveis às palavras que alento que se encontram no vento. É quando podem sentir completos e eternos.
Este é um dia especial para se honrar a juventude, a alegria de viver e a música. Na terra a renovação se faz, envolvendo-nos de vida e esperança.
É tempo de plantar e celebrar os primeiros vestígios da fertilidade da Terra e do renascimento do Sol. É época de cantar e dançar em torno das fogueiras, ornadas com grinaldas de flores na cabeça, comunhando com a terra e a primavera. É tempo de honrar a Deusa Eostre!
O OVO MÁGICO - Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à deusa.
O ovo também está associado ao crescimento e a novos começos, então tomam um ovo mágico e que contenha dentro dele todas as esperanças e desejos para a vinda da nova estação? Pegue um ovo cru e tinja com a cor apropriada para seus desejos:
Verde - Para o crescimento e a prosperidade;
Vermelho ou Cor-de-rosa - Para o amor e a união;
Roxo - Para o desenvolvimento psíquico e crescimento espiritual;
Amarelo - Para novos começos e sucesso nos estudos;
Azul - Para a paz e serenidade;
Laranja - Para o poder e energia;
Outra lenda: Conta-se que em um belo dia uma pequena coelha encontrou-se com Eostre, e quis tanto agradá-la que acabou pondo ovos sagrados em sua honra, decorou-os com cores alegres e com muita humildade os ofereceu à Eostre. A Deusa ficou tão feliz com o presente que desejou que toda a Humanidade compartilhasse sua alegria. Em respeito ao seu desejo, a coelhinha passou a viajar pelo mundo distribuindo os ovos, como pequenas dádivas lembrando a vida.
Nunca é demais lembrar como a humildade deve estar presente em seus corações, como podem multiplicar a boa energia se mantiver puros e serenos os corações (na medida do possível).
Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.
A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Nicéia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.
No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.
Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a idéia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.
O OVO simboliza o nascimento, a vida, o ressurgimento de Cristo e é um símbolo desde a
Antigüidade, época em que já era costume presentear as pessoas, por ocasião da Páscoa, com ovos enfeitados e coloridos. Os ovos de Páscoa representam também o final da quaresma.Até o século XV não existiam registros nem costumes ligados à Páscoa, mas popularmente se diz que os primeiros povos a presentear com ovos foram os missionários e os cruzados, na Europa ocidental.
Povos medievais pintavam os ovos de vermelho para representar o sangue de Jesus Cristo. Com isso, os cristãos passaram a adotar a idéia, que se tornou uma tradição de sua cultura.
Porém, a China também tinha o hábito de presentear com ovos de pata, pintados, como celebração à vida. Mas estes não eram cozidos, não eram para o consumo.
O ovo se tornou símbolo da vida em razão da sua capacidade vitalícia. De dentro de uma casquinha tão frágil, recheada de clara e gema, sai um ser vivo. Através da ciência, foi comprovado que é uma célula e, portanto, origina vida.
No antigo Egito, na Grécia, em Roma e na Pérsia, era comum o consumo de ovos cozidos durante as festividades. Um marco desse costume era a chegada da primavera, onde as pessoas os pintavam com flores e elementos da natureza, para dar de presente.
Ovos pintados à mão e ovos enfeitados com ouro e pedrarias
Ao longo dos anos, o ovo passou a ser reconhecido como o princípio da vida, um elemento cristão que representa a ressurreição de Jesus Cristo.
O rei da Inglaterra, Eduardo I, passou então a presentear a realeza com ovos banhados a ouro e decorados com pedras preciosas.
Curiosamente, as pessoas foram mudando os ovos, dando a eles características mais bonitas e ricas, além de recheios saborosos, para presentear os entes queridos.
Somente no século XVII surgiram ovos mais interessantes, como os recheados de chocolate e bombons.
A primeira fábrica de chocolates surgiu em 1819, criada por François Louis Cailler. Mas somente no século XX, em 1960, que surgiram os primeiros ovos industrializados, feitos de plástico, também recheados de bombons e chocolates.
Com o passar dos anos, com a criação do comércio e a obtenção de lucro, foi que o produto ganhou aperfeiçoamento e qualidade, tornando-se mais saboroso e com recheios mais variados.
Hoje em dia podemos encontrar uma grande diversidade de ovos, a fim de agradar os mais diversos gostos. Existem ovos para crianças, recheados com brinquedinhos; ovos para casais, recheados com bombons de morango e em formato de coração; ovos personalizados, recheados com presentes especiais; dentre outros.
O importante é não esquecer que o ovo é símbolo da ressurreição de Cristo, que representa a vida e por isso faz parte da festa da páscoa.
É certo que entre todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais querido e desejado entre as crianças e também por alguns adultos.
São muitas as lendas sobre o ovo, em culturas pagãs ele significa começo de vida, já os chineses entregavam ovos coloridos entre os amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.
Talvez a lenda mais conhecida seja a dos persas: Para eles, havia caído um ovo gigante na terra, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.
Antigamente os ovos eram pintados e cozidos, eles foram substituídos por ovos de chocolates
pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.O que vemos com mais lógica é que após o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.
O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.
Páscoa: época de chocolate. O ovo de chocolate pode ser saboreado, porém com moderação. A Páscoa é o período do ano em que o as prateleiras dos supermercados ficam recheadas de chocolate, são muitos os ovos dispostos em diversas marcas e tamanhos. As pessoas o apreciam e querem degustá-lo, porém a dúvida que permeia suas cabeças é se essa iguaria não irá implicar na boa forma ou na saúde.
Sem exageros, o ovo de páscoa escolhido pode ser saboreado com prazer, pois o chocolate é considerado saudável e nutritivo. O cacau, um de seus componentes, possui flavonoides que atuam como antioxidantes e mantêm o coração saudável. Outra substância é a cafeína, que aumenta a euforia e o raciocínio.
O chocolate passa a ser um perigo à saúde quando consumido em excesso, pois é rico em calorias, carboidratos, gorduras e uma pequena quantidade de proteínas, o que faz dele um dos alimentos que mais engorda. Portanto, observe além da quantidade, que pode ser uma porção de 30 gr, o tipo de chocolate e o horário que for consumi-lo, de preferência no lanche da tarde ou da manhã.
Os chocolates brancos possuem mais gorduras por serem feitos de manteiga de cacau. O chocolate amargo ou meio amargo é mais benéfico em razão da grande quantidade de cacau. O chocolate ao leite por receber leite em pó na massa, apresenta mais proteína e cálcio. Ao saborear essa delícia, o que é muito comum em época de páscoa, pois até quem não é muito fã de doces muitas vezes acaba cedendo à tentação, divida-o com amigos e familiares e guarde o que sobrou para ser consumido aos poucos, no decorrer da semana. Outra dica é acompanhar o chocolate com uma boa fonte de fibra, como por exemplo, uma fruta. Mesmo assim é preciso moderar, para não exceder no carboidrato da mesma. Caso haja excessos, compense-o ingerindo líquidos não calóricos e isentos de glicose, como o chá verde que tem antioxidante.
Os ovos guardam em si a imagem de uma nova vida, por isso foram adotados como símbolo de
renovação. Costumavam ser oferecidos em muitas civilizações como presentes. No Antigo Egito e na Pérsia, por exemplo, eram pintados em tons primaveris. Na China, antes mesmo do nascimento de Cristo já se presenteava com ovos de pata pintados em cores vivas. Na Europa católica do século XVIII, ovos coloridos passaram a ser benzidos pelos cristãos e oferecidos aos fiéis.Na Polônia e na Ucrânia, essa tradição foi levada muito a sério. Edward I registra em 1290 a despesa de compra de milhares de ovos para serem distribuídos às pessoas de sua corte. No século XVII, o Papa Paulo V abençoou um simples ovo a ser usado na Inglaterra, Escócia e Irlanda. Na Alemanha, é antigo o costume de dar ovos de Páscoa às crianças, junto com outros presentes.
Em partes da Europa, as tribos tinham uma forma abreviada de chamar Eostre, a deusa da Primavera, e que começou a ser usada para descrever a direção do nascente - Leste. Daí a palavra Easter. As primeiras cestas de Páscoa se assemelhavam aos ninhos de pássaros. Antes, as pessoas colocavam os ovos nos ninhos em honra da deusa Eostre.
Com o passar do tempo, passaram a ser confeitados e é aí que entra o chocolate.
O chocolate, que por muito tempo foi servido como bebida, viu sua indústria se desenvolver bastante na Inglaterra do século XIX. Foi nessa época que apareceu o ovo de chocolate. A partir daí, rapidamente se espalhou pelos mercados europeus e depois pelo mundo.CACAU - O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.
Não podemos esquecermos de contar mais sobre os Ovos de ouro e pedras preciosas de Fabergé: Vejamos.
OVOS DE FABERGÉ - A Páscoa era uma data muito especial na Rússia Czarista: todos se
beijavam e diziam: “Cristo ressuscitou”, recebendo a resposta: “Verdadeiramente, Cristo ressuscitou”. E se presenteavam com ovos, que representavam a nova vida que surgia, o renascer das esperanças. Os ovos que o povo trocava entre si eram pintados. Já os ovos que os membros da família real e os nobres da Corte davam uns aos outros eram feitos de ouro, prata, decorados com esmalte e pedras preciosas.
Os Ovos Fabergé são obras-primas da joalharia produzidas por Peter Carl Fabergé e seus assistentes no período de 1885 a 1917 para os czares da Rússia. Os ovos, cuidadosamente elaborados com uma combinação de esmalte, metais e pedras preciosas, escondiam surpresas e miniaturas encomendados e oferecidos na Páscoa entre os membros da família imperial. Disputados por colecionadores em todo o mundo, os famosos ovos de Páscoa criados pelo joalheiro russo são admirados pela perfeição e considerados expoentes da arte joalheira.
Em 1885, o Czar Alexandre III encomendou ao joalheiro oficial da corte imperial russa, Peter Carl Fabergé, um ovo como presente para sua esposa, a Imperatriz Maria Feodorovna, contendo uma surpresa, a critério do joalheiro. No caso desse primeiro ovo, a surpresa era uma galinha colocando uma safira. O sucesso na Corte foi enorme.
Assim iniciou-se a tradição dos Ovos de Fabergé. A cada ano o Czar encomendava um novo ovo para dar à Czarina na Páscoa, cabendo a Fabergé confeccioná-lo como bem quisesse. Com a morte do Imperador, seu filho, o Czar Nicolau II, prosseguiu com a tradição, encomendando a Fabergé dois ovos por ano, um para sua mãe e outro para sua esposa, Alexandra.
Ovo da Coroação – 1897 Com diamantes, rubis, platina, ouro e cristal de rocha. Dentro uma réplica da carruagem que transportou a Czarina Alexandra pelas ruas de Moscou durante as festividades da coroação de Nicolau II. Os ovos de Fabergé eram únicos. Alguns celebravam temas íntimos da família; outros honravam eventos notáveis do Estado Russo. Eram dotados de pequenos e delicados mecanismos que mostravam o segredo do seu interior. O ovo anual era sempre a grande surpresa para a família imperial e admirado por toda a Corte, sendo objeto de desejo generalizado.
Por serem exclusivos e caprichosamente elaborados, os ovos de Fabergé tornaram-se peças valiosíssimas. Com cerca de 13 cm, cada ovo levava o ano inteiro para ser confeccionado, desde o desenho original, o corte, a lapidação das pedras e todos os detalhes, envolvendo diversos mestres da empresa Fabergé. Tudo era feito em absoluto sigilo.
Ovo da família Romanov - 1913 Em comemoração ao tricentenário do Governo Romanov. Tem 18 retratos em miniatura de todos os membros reinantes e, dentro dele, gira um globo terrestre de ouro, com um mapa mostrando as fronteiras russas quando da ascensão do primeiro Romanov e as fronteiras durante o reinado de Nicolau II.
Os ovos eram cuidadosamente guardados junto ao tesouro da família Romanov. Foram 56 obras-primas produzidas de 1885 a 1917.
Com a Revolução Russa, o tesouro dos Romanov foi confiscado pelos bolcheviques e dispersado. Não se conhece o paradeiro de todos os ovos de Fabergé feitos para a família imperial. Até 1.998, haviam sido localizados 44 destes exemplares. Em 2.002, o noticiário internacional dava conta que um ovo imperial foi arrematado num leilão da Christie’s por 9,6 milhões de dólares. Texto e fotos obtidos através de pesquisa na Internet By Miroca
OS COELHOS surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios, pois representam a
fecundidade e a reprodução constante da vida. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.
O coelho tem uma grande facilidade de fecundar, diante disso ele se tornou o símbolo mais popular na Páscoa. O coelho simboliza a Igreja, pelo poder de Cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.
Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente.
O coelho de Páscoa é uma atualização do antigo símbolo pascoalino, a lebre (parente do coelho), considerada sagrada para a deusa Eostre. No século XVIII, colonizadores alemães levaram para os Estados Unidos a idéia dos coelhos de Páscoa.
Uma duquesa alemã, ao dizer que os brilhantes ovos de Páscoa tinham sido deixados pelos coelhos para as crianças, deu origem ao costume de fazer com que as crianças os encontrasse no dia de Páscoa.
Ressurreição de Cristo – coelho simboliza vida em abundância
Na Antiguidade, os povos escolheram a lua para determinar a data da páscoa. Como o coelho era tido como um símbolo da lua, passou também a ser considerado um símbolo da páscoa.
Os coelhos são mamíferos, roedores, que se reproduzem de forma rápida, tendo grande fertilidade. O seu período de gestação não passa de quarenta dias, tornando-se símbolo da preservação da espécie.
Para os cristãos, a páscoa é marcada pela ressurreição de Cristo, pelo Seu renascimento, pelo surgimento de uma vida nova. Além disso, a sexta-feira santa é a data assinalada pelo seu sofrimento, pela sua crucificação.
Existem algumas curiosidades sobre a história do coelho da páscoa. Na Alemanha, as crianças esperam ovos dos coelhos. As crianças tchecas confiam que os presentes são ofertados por uma cotovia (ave campestre). Na Suíça, são os cucos que levam os ovos de presente e, no Brasil, a tradição do coelho, que veio no final do século XIX.
Outra história põe sentido à tradição do coelho representar um símbolo da páscoa, uma vez que este simboliza a igreja. A igreja tem a missão fecunda de propagar os ensinamentos cristãos, a palavra de Deus, para todos os povos; sem distinção, ou seja, aumentar a quantidade de discípulos da mesma. Assim, uma grande quantidade de pessoas é representada pela fertilidade do coelho.
Há uma lenda que marca a história do coelho da páscoa. Conta a mesma que uma mulher pobre, que não tinha como presentear seus filhos no domingo de páscoa, cozinhou alguns ovos de galinha e os pintou. Ela teve a idéia de colocá-los dentro de um ninho e escondê-los no quintal da casa, entre as plantas. Quando as crianças encontraram os ovos, um coelho apareceu por perto e fugiu; as crianças acreditaram que o mesmo havia colocado os ovos para elas, assim a história se propagou.
A CRUZ mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no calvário de Jesus
Cristo. Desde o ano 325 d.C. é considerada como símbolo oficial do cristianismo.
A cruz, instrumento de suplício no qual Jesus morreu, passou a ser um símbolo do cristianismo e também símbolo da Páscoa. Antes símbolo de condenação, depois tornou-se símbolo de salvação.
A cruz, na Páscoa, relembra que Jesus venceu a morte e, glorioso, passou a viver seu Reino de justiça e de paz.
A cruz não foi um tipo de condenação especial para Jesus. Naquele tempo, a morte na cruz era um castigo comum entre os romanos, que dominavam também a Palestina. Jesus foi crucificado entre os dois ladrões, com a diferença que estes foram amarrados às suas cruzes e Jesus foi pregado.
Morrer na cruz era algo humilhante para os condenados pois, além de ficarem com os corpos expostos publicamente, apenas os mais hediondos crimes eram punidos com tal pena.
Jesus, ao morrer na cruz, deu à humanidade mais uma lição de humildade: sendo Filho de Deus, que tudo pode, ele morreu da forma mais vergonhosa que havia em seu tempo.
Costumamos fazer o sinal da cruz, porque acreditamos que é o sinal que nos salva.
Mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicéia em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então não somente um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.
Sabemos que existem vários tipos de cruzes mas só colocarei uma a mais comum:
CRUZ – Formada pela intersecção de dois segmentos retos, um vertical e o outro horizontal, a
cruz representa o quaternário espiritual e neutro. Aqui, o Princípio Divino e a Terra estão combinados em harmonia. A cruz representa os quatro elementos, terra, ar, fogo e água.
O significado esotérico que é sempre o da conjunção dos opostos. O traço vertical é o elemento masculino e o horizontal é o feminino. É o positivo com o negativo; o homem com a mulher; o superior com o inferior; o tempo com o espaço; o ativo com o passivo; o sol com a lua; a vida com a morte e outros significados. Esotéricamente, a união dos opostos é uma idéia central contida na simbologia da crucificação de Cristo e a razão pela qual a cruz foi escolhida como emblema magno da cristandade.
A cruz no ponto de vista esotérico – A teosofia (sempre ela) explica o sentido místico da cruz como originária do dualismo andrógino presente em todas as manifestações na natureza. Segundo informações da revista Planeta – edição especial sobre símbolos esotéricos – a teosofia considera, dessa maneira, a idéia do homem regenerado, aquele que conseguiu integrar harmôniozamente as duas partes e que, o crucificado como mortal, como homem de carne com suas paixões, renasce como imortal.
Enquanto isso, os rosacruzes têm-na numa posição de proeminência, ela simboliza os quatro reinos da natureza. O mineral, que anima todas as substâncias, de maneira que a cruz feita de qualquer material é símbolo desse reino. O madeiro inferior da cruz – conforme a mesma edição de Planeta – representa o reino vegetal porque, esotericamente, as correntes dos espíritos-grupos que dão vida às plantas provêm do centro da Terra.
O madeiro superior simboliza o homem, porque as correntes vitais que animam o ser humano, com sua coluna vertebral na posição horizontal.
A Cruz como símbolo da “Árvore da Vida”, funciona como emblema do “eixo do mundo”. Situada no centro do coração místico do cosmo, a cruz transforma-se, simbolicamente, na ponte ou escada através da qual a alma pode chegar a Deus. A cruz afirma assim a relação básica entre o mundo celestial e o terreno. Em outras palavras, é através da experiência da crucificação (o conhecimento vivenciado dos opostos) que se chega ao centro de si mesmo, (a iluminação).
SÁBADO DE ALELUIA - Na celebração do sábado de Aleluia, véspera do domingo de Páscoa, é feita a bênção da água que será utilizada nos batismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida.
Cântico da Aleluia é um dos símbolos mais expressivos das aclamações de louvor e de alegria. É uma expressão hebraica: HALLELUI-YAH que significa: Louvai o Senhor (Ap 19.1).
No Sábado Santo, é celebrada a Vigília pascal depois do anoitecer, dando início à Páscoa.
O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. Nas Filipinas, nação notoriamente católica, chama-se a este dia Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
É no Sábado de Aleluia que se faz a tradicional Malhação de Judas, representando a morte de
Judas Iscariotes.
Malhação de Judas ou Queima de Judas é uma tradição vigente em diversas comunidades católicos e ortodoxas que foi introduzida na América Latina pelos espanhóis e portugueses. É também realizada em diversos outros países, sempre no Sábado de Aleluia, simbolizando a morte de Judas Iscariotes.
Consiste em surrar um boneco do tamanho de um homem, forrado de serragem, trapos e jornal, pelas ruas de um bairro e atear fogo, normalmente ao meio dia.
Cada país realiza a tradição de um modo, alguns queimam o boneco em frente a cemitérios ou perto de igrejas. No Brasil é comum enfeitar o boneco com máscaras ou placas com o nome de políticos, técnicos de futebol ou mesmo personalidades não tão bem aceitas pelo povo.
Algumas cidades fazem da Malhação de Judas uma atração turística, como a cidade paulista de Itu. Famosa por seus objetos de tamanhos avantajados, os moradores da cidade aumentam o tamanho do boneco a cada ano, mas com um diferencial, no lugar de atearem fogo, é usando até mesmo dinamite, costuma-se chamar o Estouro de Judas.
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Mas o que mais chama atenção é a festa da Páscoa também é celebrada e com bastante ênfase no calendário satânico. Eles a chamam de “Black Sabbath”.
Testemunhos tirados dos Livros: Eduardo Daniel e Isabela Mastral, Filho do Fogo, (São Paulo, Naós, 2001), v. 2, p. 261-262, 264-265; Rebecca Brown, Ele Veio para Libertar os Cativos, (Minas Gerais, Dynamus, 2000), p. 55-57.
LÚCIFER NO SABBATH - “O Sabbath acontece anualmente. A questão do Sabbath, vulgarmente divulgado como “Festa das Bruxas”, já é um pouco diferente. Acontece na data escolhida pelo próprio Lúcifer, no dia trinta e um de outubro, e é uma Celebração a ele mesmo.
A Quarta festa que coincide tanto no Hesmifério Sul quanto no Hesmifério Norte é o “Sabbath”, conhecido como “Ópera Negra” ou “Black Sabbath”.
O Sabbath é um pouco diferente porque é uma Homenagem Mundial a Lúcifer, uma homenagem única que nenhuma outra Entidade recebe da mesma maneira. A data naturalmente foi escolhida levando-se em consideração os mais primorosos cálculos cabalísticos, e já existe desde antes da Era Cristã. É a ocasião em que Lúcifer aparece pessoalmente. Em todas as Festas do Sabbath. São cinco, uma em cada continente, como acontece com todas as demais Celebrações.
São reunidas verdadeiras multidões que viajam de todos os lugares do continente. O horário da Celebração varia um pouco de região para região de forma que nosso pai pode apresentar-se subseqüentemente em cada uma delas. Ele se manifesta de dentro do fogo, materializa-se e escolhe normalmente uma das suas filhas para unir-se sexualmente a ele. É uma grande honra ser escolhida para esse fim!
O Sabbath em si destina-se à Celebração do prazer e liberdades totais. Há muito vinho, muito carne, muita drogas, muita orgia sexual. E a aparição de Lúcifer é a grande coroação da noite! São feitos muitos sacrifícios nesta noite, e até atos de canibalismo são praticados; bebe-se muito sangue das vítimas misturado na poção.
A presença e concentração dos demônios são impressionantes, todos os que podem retiram-se para o local do Sabbath para a grande confraternização.
Aqueles que estão participando do Sabbath pela primeira vez têm a honra de “Dançar na Fogueira com Lúcifer” !!! Existe um momento onde todos os participantes, nús, ficam de costas para a fogueira e, de mãos dadas, dançam loucamente. Os novatos entram dentro do fogo e ali eles fazem uma outra ciranda, em sentido contrário, junto com Lúcifer. Eu já não achava que entrar dentro do fogo era algo tão impossível assim. Desde que eu próprio tinha sido conduzido através da Pira, no meu Rito de abertura de Portais, sabia que era algo plausível. E isso representava a nossa harmonia com o mundo das Trevas”. (10)
Outro testemunho da apresentação de Satanás.
O “BLACK SABBATH” E OS SACRIFÍCIOS HUMANOS - Elaine ex-satanista e a ex-primeira noiva de Satanás no mundo: “Na época ela descreve em um dos “Black Sabbath” (Sábado Negro) também chamado de “Black Mass” em que foi obrigada a comparecer. Eles acontecem uma vez por ano e sempre no fim de semana da páscoa, na época da lua cheia [...].
A reunião aconteceu em um celeiro enorme e isolado que foi reformado de forma rudimentar para o momento. Acredito que o número dos que estavam presentes chegasse a duas mil pessoas sendo que a maioria já havia usado drogas antes da chegada, e a todos fora dado doses de bebidas alcoólicas contendo narcóticos. Eu sempre me recusara a tomá-las porque sabia dos danos que causariam à minha mente [...]. Era Sexta-feira da paixão e a reunião se estenderia por todo o Domingo. Observei, que no fim do celeiro, havia uma plataforma atravessada e por cima dela, um trono feito de ouro puro para Satanás, era óbvio de que seria uma cerimônia especial e ele estaria presente de modo pessoal. Aprenderia, mais tarde, que ele exige a hora exata do sacrifício, e a absoluta coordenação entre todas as assembléias pelo país, porque só pode comparecer a um lugar de cada vez. A cronometragem deve ser precisa para que ele possa estar em todos os rituais. Ele não é onipresente como Deus [...].
Ouviu-se um sussurro de alívio entre todos quando, na porta lateral, surgiu a vítima gritando e esperneando ao ser arrastada para a plataforma. Na páscoa, o sacrifício principal é sempre um homem e, ocasionalmente, e de forma adicional, mulheres, crianças e animais também são sacrificados. No entanto, o momento máximo da cerimônia é o sacrifício masculino, em geral, poucos dias antes do ritual, um transeunte qualquer é capturado e cuidadosamente guardado até o dia da celebração. Aos olhos de Satanás e da multidão, ele se torna Jesus. Desse modo, a suposta vitória de Satanás sobre Jesus na cruz é celebrada.
Assisti, horrorizada, quando uma coroa de espinhos enormes e longos foi enterrada sobre a cabeça do jovem. Os espinhos, chegaram ao ponto de perfurar-lhe o crânio. A seguir, despiram-no e o açoitaram com ferros e atiçadores em brasa, e finalmente, pregaram-no em uma cruz de madeira que foi levantada e colocada no buraco ao chão em frente ao meio da plataforma. Nunca esquecerei o mau cheiro da carne queimada e castigada, os berros da vítima, a visível agonia e as súplicas por misericórdia. A multidão rugia igual a um bando de animais selvagens. No meio dela, podia-se ouvir também as vozes de muitos demônios, eles aplaudiam e escarneciam à medida em que a cruz era colocada no lugar. Satanás já apare-cera e assentado no trono, inclinava a cabeça em sinal de aprovação. O sacerdote superior urinou sobre a vítima e os membros da congregação atiravam fezes nele enquanto todos davam vivas à falsa vitória de Satã, e inclinavam-se para adora-lo.
Ele estava na forma de sempre, vestido de branco, contudo, os olhos cintilavam vermelhos como uma chama e mexia com a cabeça para frente e para trás soltando uivos e uma horrenda e estridente gargalhada enquanto o sacerdote superior enterrava o ferro na cabeça do homem, matando-o ao cravá-lo na cruz. A multidão enlouqueceu, berrando, gritando e dançando num êxtase louco de “vitória”. Declaravam toda vitória, poder e honra ao pai deles, Satanás, que logo desapareceu para participar de outro sacrifício do “Black Sabbath” em outro lugar.
Depois da sua partida a reunião tornou-se uma orgia sexual, humano com humano, demônio com humano, e toda a espécie de perversão sexual inimaginável foi praticada. O sangue da vítima foi retirado e bebido pelo sacerdote superior e pela sacerdotisa superior. Depois, foi passado para a multidão e muitos chegaram a abusar do cadáver. O corpo foi separado da cabeça e triturado, depois misturado com drogas e outras substâncias, todos queriam mais poder e por isso comeram da mistura. No terceiro dia, já não estando mais dopados voltam para suas casas de dois em dois e de três em três. Eles ainda proclamavam que tinham vencido, mais uma vez, juntamente com Satã, o inimigo Jesus Cristo [...]”. (COUTO, Valmira Magna Souto, Animais Fabulosos, Cap. 01-Fênix, v. I, p. 123-125).
Infelizmente essa é a pura realidade, por isso não sou chegada a essas festas dentro das igrejas, uma mistura, uma grande balburdia ou ainda melhor como tenho falado em outros artigos, A Grande Babilônia, espiritual, eclesiástica, política e a econômica todas tocando a mesma música com o mesmo maestro.
Já ouviram falar sobre “nanismo cerebral” o ser humano deveria desenvolver-se, crescer, mais o que vemos acontecer é o naniquismo geral, não só cerebral mais principalmente espiritual o homem está se perdendo do seu objetivo ou melhor o projeto do Altíssimo para cada um de nós.
O CORDEIRO - O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo
da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.
Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro. Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos. Eis o cordeiro do Altíssimo.
O PÃO E O VINHO, principalmente na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para
muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre as pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de seu povo.
Simbolizando a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos.
Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da Páscoa num lugar seguro.
Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da Páscoa. Esta foi à Última Ceia de Jesus.
A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...". O Senhor "instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se participa com Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura".
A Páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade.
Hoje, comemoramos a Páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.
Diga-se de passagem cada um de sua maneira.
VESTES BRANCAS usadas na celebração pascal retomam a passagem referente à transfiguração
de Cristo (na qual as vestimentas de Jesus se tornaram resplandecentes de brancura.) O branco simboliza a pureza, a paz e a plenitude.
As vestes brancas e paramentos, que se usam na noite grande vigília Pascal, recordam a alegria dos primeiros batizados, que se revestiam de vestes brancas, simbolizando a vitória sobre a morte.
As Igrejas se adornam com toalhas de linho e flores brancas. Essa cor foi adotada pelos primeiros cristãos como símbolo da alegria, da vitória e da pureza de Deus (Mt 17,2) e (Mc 16,5).
Hoje como já vimos em dois artigos abaixo precisamente (O Preto e Branco = Yin e o Yang e Esse Altar é Evangélico ou Satânico?) A maioria do povo das igrejas evangélicas só andam todos de preto, pois é moda, leia os artigos).
Na Bíblia Sagrada só menciona a cor branca como símbolo de santidade e pureza, não só a espiritual mas também a material.
AS VELAS - As velas são uma marca das celebrações religiosas pascais. Em certos países, os
católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão. Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então, acendem suas próprias velas e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais.
No Sábado Santo a celebração católica é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo".
Outro costume cultivado em algumas partes do país é a fogueira da Páscoa, o Osterfeuer. O fogo tanto é o símbolo do sol, como da chama da fé, estando ainda ligado à purificação. Antigamente, a "limpeza de Páscoa" na Alemanha começava no pátio da igreja, onde os fiéis juntavam restos de madeira, galhos e as ramagens secas que sobravam do Domingo de Ramos. Isso para a grande fogueira, a ser acesa na noite de sábado para domingo.
Nesse Osterfeuer, acende-se a Osterkerze, a vela da Páscoa, que é levada para a igreja, que está às escuras, em procissão. Na ocasião, os fiéis cantam três vezes a canção Lumen Christi, a luz de Cristo.
Na Vestfália e no norte de Hessen desenvolveu-se um costume local, de origem germânica e,
portanto pagã: enormes rodas de carvalho, com 1,70 m de diâmetro e mais de 20 cm de espessura, desfilam pela cidade, transportadas em carros de feno. A seguir, são levadas para o alto de um monte. Às 21 horas do sábado, são incendiadas e rolam montanha abaixo.
CÍRIO PASCAL - Círio é uma vela grande e grossa, que se acende todos os anos pela primeira vez, no Sábado da Vigília pascal (sábado de aleluia). Significa que "Cristo é a luz dos povos". O círio pascal representa a luz de Cristo, pois que o próprio Jesus disse: "Eu sou a luz do mundo!" No círio há duas letras gregas – o alfa e o ômega - , respectivamente a primeira e a última letra do alfabeto grego. O alfa representa o princípio e o ômega, o fim, uma vez que Jesus falou: "Eu sou o princípio e o fim". Na grande vela há ainda a indicação dos quatro algarismos do ano que está em curso, simbolizando a presença viva de Jesus junto a todos os povos do mundo, com união de fé e de esperança.
COLOMBA OU POMBA PASCAL - De origem italiana, a colomba é bem semelhante ao panetone
de Natal, mas com o formato de uma pomba, que representa a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos quando Cristo ressuscita. Além do que a pomba é também um símbolo da almejada paz.
Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei Lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.
A Pomba ou "Colomba" pascal, pão doce e enfeitado com a forma de ave, também é um símbolo cristão. A forma de pomba era usada nos antigos sacrários, onde se guardava a Eucaristia. Atualmente, passou também a ser usada no pão doce que costuma ser compartilhado, na Europa, especialmente na Itália, no café da manhã de Páscoa e da "Pasquetta" ou Pascoela, como é chamada no Brasil a segunda-feira após a Páscoa.
Você sabia que a pomba também é um símbolo da Nova Era? Veja.
POMBA COM RAMO – Simboliza a luta dos Aquarianos pela paz e a esperança de que as águas
de Peixes, era de Jesus, para dar lugar à era aquários do Anticristo, seguem dando lugar à Nova Era.
Usam figuras Bíblicas para confundir as mentes. Pomba na Bíblia tem o símbolo de pureza, inocência e também simboliza o ESPÍRITO SANTO.
A pomba com um ramo no bico, muitas vezes usados por cristãos em convites de batizados de seus filhos, nada têm a ver com o Espírito Santo, simbólicamente representado por uma pomba sem nenhum ramo no bico.
Ezequiel nos diz: “Viste, filho do homem? Há coisas, mais levianas para a casa de Judá do que essas abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao nariz” (Ez 8.17). Este ato possivelmente era parte do ritual da adoração idolatra ao sol ou à natureza.
A pomba com o ramo no bico simboliza a falsa paz, a falsa paz do Anticristo e Satanás, na época da Grande Tribulação. Mais já em operação em nossos dias sinto em dizer-te em grande escala e fúria.
Mas Paulo nos diz em Romanos 16.20: “E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!”
O GIRASSOL é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.
Assim para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, também os cristãos precisão estar voltados para o Sol-Cristo. Cristo é a luz, a força, a energia. O cristão sem uma ligação com Jesus não encontra significado para sua vida.
O girassol, como símbolo da Páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida. Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É porém muito rico em conteúdo.
O SINO é um símbolo da Páscoa. No domingo de Páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com
alegria a celebração da ressurreição de Cristo.
Os sinos festivos, que repicam na noite da Ressurreição, recordam o momento da subida de Jesus Cristo aos Céus.
Nas cidades pequenas, todos os sinos da Igreja repicam de maneira solene e alegre no canto do Aleluia. Soltam-se rojões e o ar se enche de festa e alegria.
Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.
OS RAMOS - Podemos dizer que a semana da Páscoa começa com o Domingo de Ramos. A festa
dos ramos relembra o dia em que Jesus entrou festivamente em Jerusalém, pouco antes de sua morte.
Jesus nascera em Belém, na Judéia, mas passara a maior parte de sua vida na Galiléia, em Nazaré, Cafarnaum e outras cidades, fazendo sua pregação sobre o Reino de Deus e divulgando sua doutrina de amor. Poucos dias antes de ser preso, julgado e condenado à morte, Jesus dirigiu-se a Jerusalém com seus discípulos, justamente para comemorar a Páscoa (a Páscoa judaica). Pois foi nesse dia que o povo o aclamou nas ruas, agitando no ar ramos de palmeira e oliveira, e gritando "Hosana (que quer dizer " Salve!") ao Filho de Davi".
Chamamos de entrada triunfal de Jesus em Jerusalém para cumprir seu mistério pascal, a realidade era de maioria camponês, eis a razão dos ramos. Levantar os ramos e aclamar com alegria é a maneira do povo expressar o reconhecimento régio e messiânico de Jesus.
LAVA-PÉS – Durante a Semana Santa, a Quinta-feira é um dia muito importante, no qual se
realiza uma celebração bastante significativa. Nesse dia, relembra-se a última ceia de Cristo com seus discípulos, ocasião em que Jesus instituiu a Eucaristia, isto é, o pão e o vinho passaram a simbolizar seu corpo e seu sangue.
Mas foi também durante a última ceia que Cristo lavou os pés de seus discípulos. Pondo uma toalha na cintura, Jesus despejou água numa bacia, começou a lavar os pés de cada um dos apóstolos e enxugou-os com a toalha.
Jesus fez isso para dar uma lição de humildade, simplicidade, igualdade, solidariedade, amor e serviço aos irmãos, que nada mais é do que a grande lição pascal. O lava-pés é, pois, um símbolo, um exemplo. “Dei-lhes o exemplo para que, como eu fiz, assim façam também vocês”.
O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com Deus, com o nosso próximo e conosco mesmo - união - não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve...
PEIXE - Os católicos romanos nos Estados Unidos não são mais exigidos por sua igreja de abster-se de carne às sextas-feiras (como antigamente) exceto durante a Páscoa não obstante
muitos ainda seguem o costume de peixe na sexta-feira.
Certamente as Escrituras jamais associam peixe com Sexta-Feira. Por outro lado, a Palavra “Sexta-Feira” vem do nome de “Freya”, que era vista como a deusa da paz, da alegria, e da FERTILIDADE, símbolo de sua fertilidade sendo o PEIXE. Desde tempos imemoriais o peixe foi um símbolo de fertilidade entre os chineses, os assírios, os fenícios, os babilônios, e outros. A palavra “peixe” vem de dag que implica aumento ou fertilidade, e com boa razão. Um simples bacalhau anualmente põe acima de 9.000.000 de ovos; um linguado, 1.000.000; esturjão 700.000; a perca 400.000; a cavala, 500.000; o arenque,10.000, etc.
Dag é uma palavra traduzida como peixe na Bíblia e significa deus peixe = Dagon. A maneira como Dagon era representado nas esculturas da Mesopotâmia.
Layard, no livro Babylon and Nineveh, explica que “a cabeça do peixe formava uma mitra acima da cabeça do homem, enquanto sua cauda escamosa, em forma de abano, caía para trás como um manto, deixando os braços e pés do homem expostos”. Mais tarde, no desenvolvimento das coisas, somente a porção de cima permaneceu como uma mitra, com as mandíbulas do peixe levemente abertas. Em várias moedas de Malta, um deus (cujas características são as mesmas de Osíris, o Nimrode egípcios), é mostrado com o corpo de peixe removido e somente a mitra com cabeça de peixe permanece.
Uma famosa pintura por Moretto mostra Santo Ambrósio usando uma mitra na forma da cabeça de um peixe. Este
mesmo tipo de mitra é usada pelo papa conforme é visto no esboço do papa Paulo VI, enquanto ele apresentava um sermão sobre a “Paz” durante sua histórica visita aos Estados Unidos em 1965.
H.A. Ironside afirma que o papa é “o sucessor direto do sumo sacerdote dos mistérios babilônicos e servo do deus-peixe, Dagon, para quem ele usa, como seus idólatras predecessores, o anel do pescador”. Novamente, misturando o paganismo e o cristianismo, as semelhanças fizeram a mistura menos óbvia. Neste caso, desde que Pedro tinha sido um pescador, o anel do deus-peixe com o título Pontífex Maximus inscrito estava a ele associado. Mas um anel como este jamais foi usado por Pedro o apóstolo. Ninguém jamais curvou-se e beijou seu anel. Ele provavelmente jamais teve um pois não tinha nem ouro nem prata. (Atos 3.)
A deusa da fertilidade sexual entre os romanos era chamada de Vênus. É de seu nome que nossa p
alavra “venérea” (como em doenças venérea), veio. A sexta-feira era vista como seu dia sagrado porque cria-se que o planeta Vênus regia a primeira hora sexta-feira e assim era chamado “dies Veneris”. E para fazer com que o significado fique completo o peixe era também visto como sagrado para ela. A ilustração que acompanha, conforme é vista no livro antigo Simbolismo Pagão e Moderno Simbolismo Cristão mostra a deusa Vênus com seu símbolo, o peixe.
O peixe era visto como sagrado para Asterote, sob cujo nome os israelitas adoravam a deusa pagã. No Antigo Egito, Isis era algumas vezes representada com um peixe na cabeça, conforme é visto na ilustração que acompanha. Considerando que a sexta-feira seu símbolo sagrado, e o peixe seu símbolo, parece mais do que uma coincidência que os católicos tenham aprendido que a sexta-feira é um dia de abstinência de carne, um dia para comer peixe!
Peixe é um dos símbolos mais antigos dos primeiros cristãos, ao se referirem a Jesus RESSUSCITADO. Na época das primeiras perseguições, a palavra peixe, escrita em grego,
passou a ser lida como: Jesus Cristo Filho de Deus Salvador: ICTYS: Jesus Christus Teós Yiós Soter. Assim, nas casas, nas roupas, nas conversas e nos túmulos, a figura e a palavra peixe passaram a ocupar um lugar de destaque. Na multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus se torna presente (Mt 14.17).
A relação com a Páscoa se acha no fato de as aparições de Jesus, após a Ressurreição, estarem sempre ligadas à presença do peixe (Jo 21.9) e (Lc 24.42-43).
O Peixe foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador." O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor.
A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26.29)
A maior parte das igrejas evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos. Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11.24-26 relata o seguinte: Jesus tomou o pão, "e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha." Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam, que a expressão "isso é o meu corpo" signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo "Eu Sou a porta" (João 10.7), "Eu sou o caminho" (João 14.6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta. Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai." ( Mateus 26.29) Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados.
QUARESMA - Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.
ÓLEO SANTO - Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois
acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.
Nas Escrituras o Azeite é símbolo de prosperidade. Indicava-se grande prosperidade com a referência e tanques de lagar transbordantes de azeite (Jl 2.24).
O Altíssimo ordenou a Moisés que preparasse um “óleo de santa unção”, que continha azeite de oliva e outros ingredientes. Com ele Moisés ungiu o tabernáculo, a arca do testemunho, os vários utensílios do santuário, e o mobiliário deste. Moisés também o usou para ungir Arão e seus filhos, a fim de santifica-los como sacerdotes para o Altíssimo (Ex 30.22-33; Lv 8.10-12). Ungiam-se os reis com óleo, como quando Samuel.
Predizendo-se os efeitos alegres do ministério terrestre de Cristo, disse-se que ele daria “aos que pranteiam por Sião... o óleo da exultação em vez de luto” (Is 51.1-3; Lc 4.16-21). Também foi profetizado que o Senhor seria pessoalmente ungido pelo Pai com o “óleo de exultação”, mais do que seus associados, indicando que sentiria maior alegria do que seus predecessores da dinastia davídica (Sl 45.7; Hb 1.8-9). Assim como a aplicação de óleo literal à cabeça da pessoa é tranqüilizante e refrescante, assim como também é a aplicação da Palavra do Senhor a uma pessoa espiritualmente enferma para tranqüilizá-la, consola-la e cura-la. Neste respeito, os presbíteros da congregação cristã são admoestados a orar e a ungir com o óleo para a cura e fortalecimento espiritual (Tg 5.13-15; Sl 141.5).
Na Maçonaria o Azeite de Oliva é símbolo da paz, da caridade, da abundância e da fecundidade. Pode ser usado como combustível na iluminação das lojas, em vez das velas e dos círios. (87)
OVOS DE FABERGÉ - A Páscoa era uma data muito especial na Rússia Czarista: todos se
beijavam e diziam: “Cristo ressuscitou”, recebendo a resposta: “Verdadeiramente, Cristo ressuscitou”. E se presenteavam com ovos, que representavam a nova vida que surgia, o renascer das esperanças. Os ovos que o povo trocava entre si eram pintados. Já os ovos que os membros da família real e os nobres da Corte davam uns aos outros eram feitos de ouro, prata, decorados com esmalte e pedras preciosas.Os Ovos Fabergé são obras-primas da joalharia produzidas por Peter Carl Fabergé e seus assistentes no período de 1885 a 1917 para os czares da Rússia. Os ovos, cuidadosamente elaborados com uma combinação de esmalte, metais e pedras preciosas, escondiam surpresas e miniaturas encomendados e oferecidos na Páscoa entre os membros da família imperial. Disputados por colecionadores em todo o mundo, os famosos ovos de Páscoa criados pelo joalheiro russo são admirados pela perfeição e considerados expoentes da arte joalheira.
Em 1885, o Czar Alexandre III encomendou ao joalheiro oficial da corte imperial russa, Peter Carl Fabergé, um ovo como presente para sua esposa, a Imperatriz Maria Feodorovna, contendo uma surpresa, a critério do joalheiro. No caso desse primeiro ovo, a surpresa era uma galinha colocando uma safira. O sucesso na Corte foi enorme.
Assim iniciou-se a tradição dos Ovos de Fabergé. A cada ano o Czar encomendava um novo ovo para dar à Czarina na Páscoa, cabendo a Fabergé confeccioná-lo como bem quisesse. Com a morte do Imperador, seu filho, o Czar Nicolau II, prosseguiu com a tradição, encomendando a Fabergé dois ovos por ano, um para sua mãe e outro para sua esposa, Alexandra.
Ovo da Coroação – 1897 Com diamantes, rubis, platina, ouro e cristal de rocha. Dentro uma réplica da carruagem que transportou a Czarina Alexandra pelas ruas de Moscou durante as festividades da coroação de Nicolau II. Os ovos de Fabergé eram únicos. Alguns celebravam temas íntimos da família; outros honravam eventos notáveis do Estado Russo. Eram dotados de pequenos e delicados mecanismos que mostravam o segredo do seu interior. O ovo anual era sempre a grande surpresa para a família imperial e admirado por toda a Corte, sendo objeto de desejo generalizado.
Por serem exclusivos e caprichosamente elaborados, os ovos de Fabergé tornaram-se peças valiosíssimas. Com cerca de 13 cm, cada ovo levava o ano inteiro para ser confeccionado, desde o desenho original, o corte, a lapidação das pedras e todos os detalhes, envolvendo diversos mestres da empresa Fabergé. Tudo era feito em absoluto sigilo.
Ovo da família Romanov - 1913 Em comemoração ao tricentenário do Governo Romanov. Tem 18 retratos em miniatura de todos os membros reinantes e, dentro dele, gira um globo terrestre de ouro, com um mapa mostrando as fronteiras russas quando da ascensão do primeiro Romanov e as fronteiras durante o reinado de Nicolau II.
Os ovos eram cuidadosamente guardados junto ao tesouro da família Romanov. Foram 56 obras-primas produzidas de 1885 a 1917.
Com a Revolução Russa, o tesouro dos Romanov foi confiscado pelos bolcheviques e dispersado. Não se conhece o paradeiro de todos os ovos de Fabergé feitos para a família imperial. Até 1.998, haviam sido localizados 44 destes exemplares. Em 2.002, o noticiário internacional dava conta que um ovo imperial foi arrematado num leilão da Christie’s por 9,6 milhões de dólares. Texto e fotos obtidos através de pesquisa na Internet By Miroca
OS COELHOS surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios, pois representam a
fecundidade e a reprodução constante da vida. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.O coelho tem uma grande facilidade de fecundar, diante disso ele se tornou o símbolo mais popular na Páscoa. O coelho simboliza a Igreja, pelo poder de Cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.
Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente.
O coelho de Páscoa é uma atualização do antigo símbolo pascoalino, a lebre (parente do coelho), considerada sagrada para a deusa Eostre. No século XVIII, colonizadores alemães levaram para os Estados Unidos a idéia dos coelhos de Páscoa.
Uma duquesa alemã, ao dizer que os brilhantes ovos de Páscoa tinham sido deixados pelos coelhos para as crianças, deu origem ao costume de fazer com que as crianças os encontrasse no dia de Páscoa.
Ressurreição de Cristo – coelho simboliza vida em abundância
Na Antiguidade, os povos escolheram a lua para determinar a data da páscoa. Como o coelho era tido como um símbolo da lua, passou também a ser considerado um símbolo da páscoa.
Os coelhos são mamíferos, roedores, que se reproduzem de forma rápida, tendo grande fertilidade. O seu período de gestação não passa de quarenta dias, tornando-se símbolo da preservação da espécie.
Para os cristãos, a páscoa é marcada pela ressurreição de Cristo, pelo Seu renascimento, pelo surgimento de uma vida nova. Além disso, a sexta-feira santa é a data assinalada pelo seu sofrimento, pela sua crucificação.
Existem algumas curiosidades sobre a história do coelho da páscoa. Na Alemanha, as crianças esperam ovos dos coelhos. As crianças tchecas confiam que os presentes são ofertados por uma cotovia (ave campestre). Na Suíça, são os cucos que levam os ovos de presente e, no Brasil, a tradição do coelho, que veio no final do século XIX.
Outra história põe sentido à tradição do coelho representar um símbolo da páscoa, uma vez que este simboliza a igreja. A igreja tem a missão fecunda de propagar os ensinamentos cristãos, a palavra de Deus, para todos os povos; sem distinção, ou seja, aumentar a quantidade de discípulos da mesma. Assim, uma grande quantidade de pessoas é representada pela fertilidade do coelho.
Há uma lenda que marca a história do coelho da páscoa. Conta a mesma que uma mulher pobre, que não tinha como presentear seus filhos no domingo de páscoa, cozinhou alguns ovos de galinha e os pintou. Ela teve a idéia de colocá-los dentro de um ninho e escondê-los no quintal da casa, entre as plantas. Quando as crianças encontraram os ovos, um coelho apareceu por perto e fugiu; as crianças acreditaram que o mesmo havia colocado os ovos para elas, assim a história se propagou.
A CRUZ mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no calvário de Jesus
Cristo. Desde o ano 325 d.C. é considerada como símbolo oficial do cristianismo.A cruz, instrumento de suplício no qual Jesus morreu, passou a ser um símbolo do cristianismo e também símbolo da Páscoa. Antes símbolo de condenação, depois tornou-se símbolo de salvação.
A cruz, na Páscoa, relembra que Jesus venceu a morte e, glorioso, passou a viver seu Reino de justiça e de paz.
A cruz não foi um tipo de condenação especial para Jesus. Naquele tempo, a morte na cruz era um castigo comum entre os romanos, que dominavam também a Palestina. Jesus foi crucificado entre os dois ladrões, com a diferença que estes foram amarrados às suas cruzes e Jesus foi pregado.
Morrer na cruz era algo humilhante para os condenados pois, além de ficarem com os corpos expostos publicamente, apenas os mais hediondos crimes eram punidos com tal pena.
Jesus, ao morrer na cruz, deu à humanidade mais uma lição de humildade: sendo Filho de Deus, que tudo pode, ele morreu da forma mais vergonhosa que havia em seu tempo.
Costumamos fazer o sinal da cruz, porque acreditamos que é o sinal que nos salva.
Mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicéia em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então não somente um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.
Sabemos que existem vários tipos de cruzes mas só colocarei uma a mais comum:
CRUZ – Formada pela intersecção de dois segmentos retos, um vertical e o outro horizontal, a
cruz representa o quaternário espiritual e neutro. Aqui, o Princípio Divino e a Terra estão combinados em harmonia. A cruz representa os quatro elementos, terra, ar, fogo e água.O significado esotérico que é sempre o da conjunção dos opostos. O traço vertical é o elemento masculino e o horizontal é o feminino. É o positivo com o negativo; o homem com a mulher; o superior com o inferior; o tempo com o espaço; o ativo com o passivo; o sol com a lua; a vida com a morte e outros significados. Esotéricamente, a união dos opostos é uma idéia central contida na simbologia da crucificação de Cristo e a razão pela qual a cruz foi escolhida como emblema magno da cristandade.
A cruz no ponto de vista esotérico – A teosofia (sempre ela) explica o sentido místico da cruz como originária do dualismo andrógino presente em todas as manifestações na natureza. Segundo informações da revista Planeta – edição especial sobre símbolos esotéricos – a teosofia considera, dessa maneira, a idéia do homem regenerado, aquele que conseguiu integrar harmôniozamente as duas partes e que, o crucificado como mortal, como homem de carne com suas paixões, renasce como imortal.
Enquanto isso, os rosacruzes têm-na numa posição de proeminência, ela simboliza os quatro reinos da natureza. O mineral, que anima todas as substâncias, de maneira que a cruz feita de qualquer material é símbolo desse reino. O madeiro inferior da cruz – conforme a mesma edição de Planeta – representa o reino vegetal porque, esotericamente, as correntes dos espíritos-grupos que dão vida às plantas provêm do centro da Terra.
O madeiro superior simboliza o homem, porque as correntes vitais que animam o ser humano, com sua coluna vertebral na posição horizontal.
A Cruz como símbolo da “Árvore da Vida”, funciona como emblema do “eixo do mundo”. Situada no centro do coração místico do cosmo, a cruz transforma-se, simbolicamente, na ponte ou escada através da qual a alma pode chegar a Deus. A cruz afirma assim a relação básica entre o mundo celestial e o terreno. Em outras palavras, é através da experiência da crucificação (o conhecimento vivenciado dos opostos) que se chega ao centro de si mesmo, (a iluminação).
SÁBADO DE ALELUIA - Na celebração do sábado de Aleluia, véspera do domingo de Páscoa, é feita a bênção da água que será utilizada nos batismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida.
Cântico da Aleluia é um dos símbolos mais expressivos das aclamações de louvor e de alegria. É uma expressão hebraica: HALLELUI-YAH que significa: Louvai o Senhor (Ap 19.1).
No Sábado Santo, é celebrada a Vigília pascal depois do anoitecer, dando início à Páscoa.
O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. Nas Filipinas, nação notoriamente católica, chama-se a este dia Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
É no Sábado de Aleluia que se faz a tradicional Malhação de Judas, representando a morte de
Judas Iscariotes.Malhação de Judas ou Queima de Judas é uma tradição vigente em diversas comunidades católicos e ortodoxas que foi introduzida na América Latina pelos espanhóis e portugueses. É também realizada em diversos outros países, sempre no Sábado de Aleluia, simbolizando a morte de Judas Iscariotes.
Consiste em surrar um boneco do tamanho de um homem, forrado de serragem, trapos e jornal, pelas ruas de um bairro e atear fogo, normalmente ao meio dia.
Cada país realiza a tradição de um modo, alguns queimam o boneco em frente a cemitérios ou perto de igrejas. No Brasil é comum enfeitar o boneco com máscaras ou placas com o nome de políticos, técnicos de futebol ou mesmo personalidades não tão bem aceitas pelo povo.
Algumas cidades fazem da Malhação de Judas uma atração turística, como a cidade paulista de Itu. Famosa por seus objetos de tamanhos avantajados, os moradores da cidade aumentam o tamanho do boneco a cada ano, mas com um diferencial, no lugar de atearem fogo, é usando até mesmo dinamite, costuma-se chamar o Estouro de Judas.
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Mas o que mais chama atenção é a festa da Páscoa também é celebrada e com bastante ênfase no calendário satânico. Eles a chamam de “Black Sabbath”.
Testemunhos tirados dos Livros: Eduardo Daniel e Isabela Mastral, Filho do Fogo, (São Paulo, Naós, 2001), v. 2, p. 261-262, 264-265; Rebecca Brown, Ele Veio para Libertar os Cativos, (Minas Gerais, Dynamus, 2000), p. 55-57.
LÚCIFER NO SABBATH - “O Sabbath acontece anualmente. A questão do Sabbath, vulgarmente divulgado como “Festa das Bruxas”, já é um pouco diferente. Acontece na data escolhida pelo próprio Lúcifer, no dia trinta e um de outubro, e é uma Celebração a ele mesmo.
A Quarta festa que coincide tanto no Hesmifério Sul quanto no Hesmifério Norte é o “Sabbath”, conhecido como “Ópera Negra” ou “Black Sabbath”.
O Sabbath é um pouco diferente porque é uma Homenagem Mundial a Lúcifer, uma homenagem única que nenhuma outra Entidade recebe da mesma maneira. A data naturalmente foi escolhida levando-se em consideração os mais primorosos cálculos cabalísticos, e já existe desde antes da Era Cristã. É a ocasião em que Lúcifer aparece pessoalmente. Em todas as Festas do Sabbath. São cinco, uma em cada continente, como acontece com todas as demais Celebrações.
São reunidas verdadeiras multidões que viajam de todos os lugares do continente. O horário da Celebração varia um pouco de região para região de forma que nosso pai pode apresentar-se subseqüentemente em cada uma delas. Ele se manifesta de dentro do fogo, materializa-se e escolhe normalmente uma das suas filhas para unir-se sexualmente a ele. É uma grande honra ser escolhida para esse fim!
O Sabbath em si destina-se à Celebração do prazer e liberdades totais. Há muito vinho, muito carne, muita drogas, muita orgia sexual. E a aparição de Lúcifer é a grande coroação da noite! São feitos muitos sacrifícios nesta noite, e até atos de canibalismo são praticados; bebe-se muito sangue das vítimas misturado na poção.
A presença e concentração dos demônios são impressionantes, todos os que podem retiram-se para o local do Sabbath para a grande confraternização.
Aqueles que estão participando do Sabbath pela primeira vez têm a honra de “Dançar na Fogueira com Lúcifer” !!! Existe um momento onde todos os participantes, nús, ficam de costas para a fogueira e, de mãos dadas, dançam loucamente. Os novatos entram dentro do fogo e ali eles fazem uma outra ciranda, em sentido contrário, junto com Lúcifer. Eu já não achava que entrar dentro do fogo era algo tão impossível assim. Desde que eu próprio tinha sido conduzido através da Pira, no meu Rito de abertura de Portais, sabia que era algo plausível. E isso representava a nossa harmonia com o mundo das Trevas”. (10)
Outro testemunho da apresentação de Satanás.
O “BLACK SABBATH” E OS SACRIFÍCIOS HUMANOS - Elaine ex-satanista e a ex-primeira noiva de Satanás no mundo: “Na época ela descreve em um dos “Black Sabbath” (Sábado Negro) também chamado de “Black Mass” em que foi obrigada a comparecer. Eles acontecem uma vez por ano e sempre no fim de semana da páscoa, na época da lua cheia [...].
A reunião aconteceu em um celeiro enorme e isolado que foi reformado de forma rudimentar para o momento. Acredito que o número dos que estavam presentes chegasse a duas mil pessoas sendo que a maioria já havia usado drogas antes da chegada, e a todos fora dado doses de bebidas alcoólicas contendo narcóticos. Eu sempre me recusara a tomá-las porque sabia dos danos que causariam à minha mente [...]. Era Sexta-feira da paixão e a reunião se estenderia por todo o Domingo. Observei, que no fim do celeiro, havia uma plataforma atravessada e por cima dela, um trono feito de ouro puro para Satanás, era óbvio de que seria uma cerimônia especial e ele estaria presente de modo pessoal. Aprenderia, mais tarde, que ele exige a hora exata do sacrifício, e a absoluta coordenação entre todas as assembléias pelo país, porque só pode comparecer a um lugar de cada vez. A cronometragem deve ser precisa para que ele possa estar em todos os rituais. Ele não é onipresente como Deus [...].
Ouviu-se um sussurro de alívio entre todos quando, na porta lateral, surgiu a vítima gritando e esperneando ao ser arrastada para a plataforma. Na páscoa, o sacrifício principal é sempre um homem e, ocasionalmente, e de forma adicional, mulheres, crianças e animais também são sacrificados. No entanto, o momento máximo da cerimônia é o sacrifício masculino, em geral, poucos dias antes do ritual, um transeunte qualquer é capturado e cuidadosamente guardado até o dia da celebração. Aos olhos de Satanás e da multidão, ele se torna Jesus. Desse modo, a suposta vitória de Satanás sobre Jesus na cruz é celebrada.
Assisti, horrorizada, quando uma coroa de espinhos enormes e longos foi enterrada sobre a cabeça do jovem. Os espinhos, chegaram ao ponto de perfurar-lhe o crânio. A seguir, despiram-no e o açoitaram com ferros e atiçadores em brasa, e finalmente, pregaram-no em uma cruz de madeira que foi levantada e colocada no buraco ao chão em frente ao meio da plataforma. Nunca esquecerei o mau cheiro da carne queimada e castigada, os berros da vítima, a visível agonia e as súplicas por misericórdia. A multidão rugia igual a um bando de animais selvagens. No meio dela, podia-se ouvir também as vozes de muitos demônios, eles aplaudiam e escarneciam à medida em que a cruz era colocada no lugar. Satanás já apare-cera e assentado no trono, inclinava a cabeça em sinal de aprovação. O sacerdote superior urinou sobre a vítima e os membros da congregação atiravam fezes nele enquanto todos davam vivas à falsa vitória de Satã, e inclinavam-se para adora-lo.
Ele estava na forma de sempre, vestido de branco, contudo, os olhos cintilavam vermelhos como uma chama e mexia com a cabeça para frente e para trás soltando uivos e uma horrenda e estridente gargalhada enquanto o sacerdote superior enterrava o ferro na cabeça do homem, matando-o ao cravá-lo na cruz. A multidão enlouqueceu, berrando, gritando e dançando num êxtase louco de “vitória”. Declaravam toda vitória, poder e honra ao pai deles, Satanás, que logo desapareceu para participar de outro sacrifício do “Black Sabbath” em outro lugar.
Depois da sua partida a reunião tornou-se uma orgia sexual, humano com humano, demônio com humano, e toda a espécie de perversão sexual inimaginável foi praticada. O sangue da vítima foi retirado e bebido pelo sacerdote superior e pela sacerdotisa superior. Depois, foi passado para a multidão e muitos chegaram a abusar do cadáver. O corpo foi separado da cabeça e triturado, depois misturado com drogas e outras substâncias, todos queriam mais poder e por isso comeram da mistura. No terceiro dia, já não estando mais dopados voltam para suas casas de dois em dois e de três em três. Eles ainda proclamavam que tinham vencido, mais uma vez, juntamente com Satã, o inimigo Jesus Cristo [...]”. (COUTO, Valmira Magna Souto, Animais Fabulosos, Cap. 01-Fênix, v. I, p. 123-125).
Infelizmente essa é a pura realidade, por isso não sou chegada a essas festas dentro das igrejas, uma mistura, uma grande balburdia ou ainda melhor como tenho falado em outros artigos, A Grande Babilônia, espiritual, eclesiástica, política e a econômica todas tocando a mesma música com o mesmo maestro.
Já ouviram falar sobre “nanismo cerebral” o ser humano deveria desenvolver-se, crescer, mais o que vemos acontecer é o naniquismo geral, não só cerebral mais principalmente espiritual o homem está se perdendo do seu objetivo ou melhor o projeto do Altíssimo para cada um de nós.
O CORDEIRO - O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo
da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro. Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos. Eis o cordeiro do Altíssimo.
O PÃO E O VINHO, principalmente na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para
muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre as pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de seu povo.Simbolizando a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos.
Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da Páscoa num lugar seguro.
Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da Páscoa. Esta foi à Última Ceia de Jesus.
A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...". O Senhor "instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se participa com Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura".
A Páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade.
Hoje, comemoramos a Páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.
Diga-se de passagem cada um de sua maneira.
VESTES BRANCAS usadas na celebração pascal retomam a passagem referente à transfiguração
de Cristo (na qual as vestimentas de Jesus se tornaram resplandecentes de brancura.) O branco simboliza a pureza, a paz e a plenitude.As vestes brancas e paramentos, que se usam na noite grande vigília Pascal, recordam a alegria dos primeiros batizados, que se revestiam de vestes brancas, simbolizando a vitória sobre a morte.
As Igrejas se adornam com toalhas de linho e flores brancas. Essa cor foi adotada pelos primeiros cristãos como símbolo da alegria, da vitória e da pureza de Deus (Mt 17,2) e (Mc 16,5).
Hoje como já vimos em dois artigos abaixo precisamente (O Preto e Branco = Yin e o Yang e Esse Altar é Evangélico ou Satânico?) A maioria do povo das igrejas evangélicas só andam todos de preto, pois é moda, leia os artigos).
Na Bíblia Sagrada só menciona a cor branca como símbolo de santidade e pureza, não só a espiritual mas também a material.
AS VELAS - As velas são uma marca das celebrações religiosas pascais. Em certos países, os
católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão. Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então, acendem suas próprias velas e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais.No Sábado Santo a celebração católica é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo".
Outro costume cultivado em algumas partes do país é a fogueira da Páscoa, o Osterfeuer. O fogo tanto é o símbolo do sol, como da chama da fé, estando ainda ligado à purificação. Antigamente, a "limpeza de Páscoa" na Alemanha começava no pátio da igreja, onde os fiéis juntavam restos de madeira, galhos e as ramagens secas que sobravam do Domingo de Ramos. Isso para a grande fogueira, a ser acesa na noite de sábado para domingo.
Nesse Osterfeuer, acende-se a Osterkerze, a vela da Páscoa, que é levada para a igreja, que está às escuras, em procissão. Na ocasião, os fiéis cantam três vezes a canção Lumen Christi, a luz de Cristo.
Na Vestfália e no norte de Hessen desenvolveu-se um costume local, de origem germânica e,
portanto pagã: enormes rodas de carvalho, com 1,70 m de diâmetro e mais de 20 cm de espessura, desfilam pela cidade, transportadas em carros de feno. A seguir, são levadas para o alto de um monte. Às 21 horas do sábado, são incendiadas e rolam montanha abaixo.CÍRIO PASCAL - Círio é uma vela grande e grossa, que se acende todos os anos pela primeira vez, no Sábado da Vigília pascal (sábado de aleluia). Significa que "Cristo é a luz dos povos". O círio pascal representa a luz de Cristo, pois que o próprio Jesus disse: "Eu sou a luz do mundo!" No círio há duas letras gregas – o alfa e o ômega - , respectivamente a primeira e a última letra do alfabeto grego. O alfa representa o princípio e o ômega, o fim, uma vez que Jesus falou: "Eu sou o princípio e o fim". Na grande vela há ainda a indicação dos quatro algarismos do ano que está em curso, simbolizando a presença viva de Jesus junto a todos os povos do mundo, com união de fé e de esperança.
COLOMBA OU POMBA PASCAL - De origem italiana, a colomba é bem semelhante ao panetone
de Natal, mas com o formato de uma pomba, que representa a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos quando Cristo ressuscita. Além do que a pomba é também um símbolo da almejada paz.Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei Lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.
A Pomba ou "Colomba" pascal, pão doce e enfeitado com a forma de ave, também é um símbolo cristão. A forma de pomba era usada nos antigos sacrários, onde se guardava a Eucaristia. Atualmente, passou também a ser usada no pão doce que costuma ser compartilhado, na Europa, especialmente na Itália, no café da manhã de Páscoa e da "Pasquetta" ou Pascoela, como é chamada no Brasil a segunda-feira após a Páscoa.
Você sabia que a pomba também é um símbolo da Nova Era? Veja.
POMBA COM RAMO – Simboliza a luta dos Aquarianos pela paz e a esperança de que as águas
de Peixes, era de Jesus, para dar lugar à era aquários do Anticristo, seguem dando lugar à Nova Era.Usam figuras Bíblicas para confundir as mentes. Pomba na Bíblia tem o símbolo de pureza, inocência e também simboliza o ESPÍRITO SANTO.
A pomba com um ramo no bico, muitas vezes usados por cristãos em convites de batizados de seus filhos, nada têm a ver com o Espírito Santo, simbólicamente representado por uma pomba sem nenhum ramo no bico.
Ezequiel nos diz: “Viste, filho do homem? Há coisas, mais levianas para a casa de Judá do que essas abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao nariz” (Ez 8.17). Este ato possivelmente era parte do ritual da adoração idolatra ao sol ou à natureza.
A pomba com o ramo no bico simboliza a falsa paz, a falsa paz do Anticristo e Satanás, na época da Grande Tribulação. Mais já em operação em nossos dias sinto em dizer-te em grande escala e fúria.

Mas Paulo nos diz em Romanos 16.20: “E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!”
O GIRASSOL é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.
Assim para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, também os cristãos precisão estar voltados para o Sol-Cristo. Cristo é a luz, a força, a energia. O cristão sem uma ligação com Jesus não encontra significado para sua vida.
O girassol, como símbolo da Páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida. Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É porém muito rico em conteúdo.
O SINO é um símbolo da Páscoa. No domingo de Páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com
alegria a celebração da ressurreição de Cristo.Os sinos festivos, que repicam na noite da Ressurreição, recordam o momento da subida de Jesus Cristo aos Céus.
Nas cidades pequenas, todos os sinos da Igreja repicam de maneira solene e alegre no canto do Aleluia. Soltam-se rojões e o ar se enche de festa e alegria.
Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.
OS RAMOS - Podemos dizer que a semana da Páscoa começa com o Domingo de Ramos. A festa
dos ramos relembra o dia em que Jesus entrou festivamente em Jerusalém, pouco antes de sua morte.Jesus nascera em Belém, na Judéia, mas passara a maior parte de sua vida na Galiléia, em Nazaré, Cafarnaum e outras cidades, fazendo sua pregação sobre o Reino de Deus e divulgando sua doutrina de amor. Poucos dias antes de ser preso, julgado e condenado à morte, Jesus dirigiu-se a Jerusalém com seus discípulos, justamente para comemorar a Páscoa (a Páscoa judaica). Pois foi nesse dia que o povo o aclamou nas ruas, agitando no ar ramos de palmeira e oliveira, e gritando "Hosana (que quer dizer " Salve!") ao Filho de Davi".
Chamamos de entrada triunfal de Jesus em Jerusalém para cumprir seu mistério pascal, a realidade era de maioria camponês, eis a razão dos ramos. Levantar os ramos e aclamar com alegria é a maneira do povo expressar o reconhecimento régio e messiânico de Jesus.
LAVA-PÉS – Durante a Semana Santa, a Quinta-feira é um dia muito importante, no qual se
realiza uma celebração bastante significativa. Nesse dia, relembra-se a última ceia de Cristo com seus discípulos, ocasião em que Jesus instituiu a Eucaristia, isto é, o pão e o vinho passaram a simbolizar seu corpo e seu sangue.Mas foi também durante a última ceia que Cristo lavou os pés de seus discípulos. Pondo uma toalha na cintura, Jesus despejou água numa bacia, começou a lavar os pés de cada um dos apóstolos e enxugou-os com a toalha.
Jesus fez isso para dar uma lição de humildade, simplicidade, igualdade, solidariedade, amor e serviço aos irmãos, que nada mais é do que a grande lição pascal. O lava-pés é, pois, um símbolo, um exemplo. “Dei-lhes o exemplo para que, como eu fiz, assim façam também vocês”.
O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com Deus, com o nosso próximo e conosco mesmo - união - não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve...
PEIXE - Os católicos romanos nos Estados Unidos não são mais exigidos por sua igreja de abster-se de carne às sextas-feiras (como antigamente) exceto durante a Páscoa não obstante
muitos ainda seguem o costume de peixe na sexta-feira.Certamente as Escrituras jamais associam peixe com Sexta-Feira. Por outro lado, a Palavra “Sexta-Feira” vem do nome de “Freya”, que era vista como a deusa da paz, da alegria, e da FERTILIDADE, símbolo de sua fertilidade sendo o PEIXE. Desde tempos imemoriais o peixe foi um símbolo de fertilidade entre os chineses, os assírios, os fenícios, os babilônios, e outros. A palavra “peixe” vem de dag que implica aumento ou fertilidade, e com boa razão. Um simples bacalhau anualmente põe acima de 9.000.000 de ovos; um linguado, 1.000.000; esturjão 700.000; a perca 400.000; a cavala, 500.000; o arenque,10.000, etc.
Dag é uma palavra traduzida como peixe na Bíblia e significa deus peixe = Dagon. A maneira como Dagon era representado nas esculturas da Mesopotâmia.Layard, no livro Babylon and Nineveh, explica que “a cabeça do peixe formava uma mitra acima da cabeça do homem, enquanto sua cauda escamosa, em forma de abano, caía para trás como um manto, deixando os braços e pés do homem expostos”. Mais tarde, no desenvolvimento das coisas, somente a porção de cima permaneceu como uma mitra, com as mandíbulas do peixe levemente abertas. Em várias moedas de Malta, um deus (cujas características são as mesmas de Osíris, o Nimrode egípcios), é mostrado com o corpo de peixe removido e somente a mitra com cabeça de peixe permanece.
Uma famosa pintura por Moretto mostra Santo Ambrósio usando uma mitra na forma da cabeça de um peixe. Este
mesmo tipo de mitra é usada pelo papa conforme é visto no esboço do papa Paulo VI, enquanto ele apresentava um sermão sobre a “Paz” durante sua histórica visita aos Estados Unidos em 1965.H.A. Ironside afirma que o papa é “o sucessor direto do sumo sacerdote dos mistérios babilônicos e servo do deus-peixe, Dagon, para quem ele usa, como seus idólatras predecessores, o anel do pescador”. Novamente, misturando o paganismo e o cristianismo, as semelhanças fizeram a mistura menos óbvia. Neste caso, desde que Pedro tinha sido um pescador, o anel do deus-peixe com o título Pontífex Maximus inscrito estava a ele associado. Mas um anel como este jamais foi usado por Pedro o apóstolo. Ninguém jamais curvou-se e beijou seu anel. Ele provavelmente jamais teve um pois não tinha nem ouro nem prata. (Atos 3.)
A deusa da fertilidade sexual entre os romanos era chamada de Vênus. É de seu nome que nossa p
alavra “venérea” (como em doenças venérea), veio. A sexta-feira era vista como seu dia sagrado porque cria-se que o planeta Vênus regia a primeira hora sexta-feira e assim era chamado “dies Veneris”. E para fazer com que o significado fique completo o peixe era também visto como sagrado para ela. A ilustração que acompanha, conforme é vista no livro antigo Simbolismo Pagão e Moderno Simbolismo Cristão mostra a deusa Vênus com seu símbolo, o peixe.O peixe era visto como sagrado para Asterote, sob cujo nome os israelitas adoravam a deusa pagã. No Antigo Egito, Isis era algumas vezes representada com um peixe na cabeça, conforme é visto na ilustração que acompanha. Considerando que a sexta-feira seu símbolo sagrado, e o peixe seu símbolo, parece mais do que uma coincidência que os católicos tenham aprendido que a sexta-feira é um dia de abstinência de carne, um dia para comer peixe!
Peixe é um dos símbolos mais antigos dos primeiros cristãos, ao se referirem a Jesus RESSUSCITADO. Na época das primeiras perseguições, a palavra peixe, escrita em grego,
passou a ser lida como: Jesus Cristo Filho de Deus Salvador: ICTYS: Jesus Christus Teós Yiós Soter. Assim, nas casas, nas roupas, nas conversas e nos túmulos, a figura e a palavra peixe passaram a ocupar um lugar de destaque. Na multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus se torna presente (Mt 14.17).A relação com a Páscoa se acha no fato de as aparições de Jesus, após a Ressurreição, estarem sempre ligadas à presença do peixe (Jo 21.9) e (Lc 24.42-43).
O Peixe foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador." O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor.
A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26.29)
A maior parte das igrejas evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos. Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11.24-26 relata o seguinte: Jesus tomou o pão, "e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha." Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam, que a expressão "isso é o meu corpo" signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo "Eu Sou a porta" (João 10.7), "Eu sou o caminho" (João 14.6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta. Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai." ( Mateus 26.29) Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados.
QUARESMA - Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.
ÓLEO SANTO - Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois
acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.Nas Escrituras o Azeite é símbolo de prosperidade. Indicava-se grande prosperidade com a referência e tanques de lagar transbordantes de azeite (Jl 2.24).
O Altíssimo ordenou a Moisés que preparasse um “óleo de santa unção”, que continha azeite de oliva e outros ingredientes. Com ele Moisés ungiu o tabernáculo, a arca do testemunho, os vários utensílios do santuário, e o mobiliário deste. Moisés também o usou para ungir Arão e seus filhos, a fim de santifica-los como sacerdotes para o Altíssimo (Ex 30.22-33; Lv 8.10-12). Ungiam-se os reis com óleo, como quando Samuel.
Predizendo-se os efeitos alegres do ministério terrestre de Cristo, disse-se que ele daria “aos que pranteiam por Sião... o óleo da exultação em vez de luto” (Is 51.1-3; Lc 4.16-21). Também foi profetizado que o Senhor seria pessoalmente ungido pelo Pai com o “óleo de exultação”, mais do que seus associados, indicando que sentiria maior alegria do que seus predecessores da dinastia davídica (Sl 45.7; Hb 1.8-9). Assim como a aplicação de óleo literal à cabeça da pessoa é tranqüilizante e refrescante, assim como também é a aplicação da Palavra do Senhor a uma pessoa espiritualmente enferma para tranqüilizá-la, consola-la e cura-la. Neste respeito, os presbíteros da congregação cristã são admoestados a orar e a ungir com o óleo para a cura e fortalecimento espiritual (Tg 5.13-15; Sl 141.5).
Na Maçonaria o Azeite de Oliva é símbolo da paz, da caridade, da abundância e da fecundidade. Pode ser usado como combustível na iluminação das lojas, em vez das velas e dos círios. (87)
A PÁSCOA NO MUNDO
NA CHINA - O "Ching-Ming" é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos ancestrais e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para deixá-los satisfeitos com os seus descendentes.
NA EUROPA - As origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar.
NOS PAÍSES DA EUROPA ORIENTAL, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia, a tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos".
NOS ESTADOS UNIDOS - A brincadeira mais tradicional ainda é a "caça ao ovo", onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a "caça ao ovo" é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos. No Brasil e AMÉRICA LATINA - O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho" também é utilizada.
TRADIÇÕES - No Canadá as crianças acreditam que o coelho da Páscoa lhes trará ovos coloridos, normalmente confeitados. Todos compram roupas novas, preparam refeições especiais e participam de celebrações religiosas.
Na Alemanha e da Áustria os ovos verdes eram usados na Quinta-feira Santa. Os eslavos usavam decorações douradas e prateadas em seus ovos. Os armênios costumam decorar os ovos vazios com imagens de Cristo, da Virgem Maria e outras imagens religiosas.
AS BRUXAS - Na Suécia, os rituais são parecidos com os nossos, inclusive o Domingo de Ramos, marcando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, recebido com ramos de palmeiras. Porém, há também uma superstição sobre as bruxas. Dizem que elas ficam mais poderosas nessa semana e voam em suas vassouras para se juntar ao demônio num lugar chamado “Blakulla”, voltando no Sábado de Aleluia. Por isso, na manhã de Páscoa, as pessoas evitam acender suas lareiras, porque as bruxas de Páscoa podem ter deixado algum feitiço sobre as chaminés. Quando o fazem, para se assegurarem de que os feitiços serão desfeitos, queimam nove tipos diferentes de árvores antigas.
Também são comuns cruzes e outros símbolos sacros nas portas, tiros para o céu e outras práticas anti-bruxas.
NA ALEMANHA - A culinária alemã de Páscoa inclui a Osterzopf, uma decorativa rosca, na qual, depois de assada, podem ser colocados os ovos cozidos; o Osterlamm, literalmente o cordeiro da Páscoa, mas não se trata de cordeiro assado – tradição judaica – e sim de uma massa assada em fôrmas especiais, em forma de cordeiro; a Möhrencremesuppe, uma sopa com o legume preferido do coelhinho, a cenoura; e, por último, o Osterbraten, o assado de Páscoa, servido no domingo, que pode ser qualquer tipo de carne, não necessariamente cordeiro.
Outro costume cultivado em algumas partes do país é a fogueira da Páscoa, o Osterfeuer. O fogo tanto é o símbolo do sol, como da chama da fé, estando ainda ligado à purificação. Antigamente, a "limpeza de Páscoa" na Alemanha começava no pátio da igreja, onde os fiéis juntavam restos de madeira, galhos e as ramagens secas que sobravam do Domingo de Ramos. Isso para a grande fogueira, a ser acesa na noite de sábado para domingo.
Nesse Osterfeuer, acende-se a Osterkerze, a vela da Páscoa, que é levada para a igreja, que está às escuras, em procissão. Na ocasião, os fiéis cantam três vezes a canção Lumen Christi, a luz de Cristo.
Na Vestfália e no norte de Hessen desenvolveu-se um costume local, de origem germânica e, portanto pagã: enormes rodas de carvalho, com 1,70 m de diâmetro e mais de 20 cm de espessura, desfilam pela cidade, transportadas em carros de feno. A seguir, são levadas para o alto de um monte. Às 21 horas do sábado, são incendiadas e rolam montanha abaixo.
NA EUROPA - As origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar.
NOS PAÍSES DA EUROPA ORIENTAL, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia, a tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos".
NOS ESTADOS UNIDOS - A brincadeira mais tradicional ainda é a "caça ao ovo", onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a "caça ao ovo" é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos. No Brasil e AMÉRICA LATINA - O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho" também é utilizada.
TRADIÇÕES - No Canadá as crianças acreditam que o coelho da Páscoa lhes trará ovos coloridos, normalmente confeitados. Todos compram roupas novas, preparam refeições especiais e participam de celebrações religiosas.
Na Alemanha e da Áustria os ovos verdes eram usados na Quinta-feira Santa. Os eslavos usavam decorações douradas e prateadas em seus ovos. Os armênios costumam decorar os ovos vazios com imagens de Cristo, da Virgem Maria e outras imagens religiosas.
AS BRUXAS - Na Suécia, os rituais são parecidos com os nossos, inclusive o Domingo de Ramos, marcando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, recebido com ramos de palmeiras. Porém, há também uma superstição sobre as bruxas. Dizem que elas ficam mais poderosas nessa semana e voam em suas vassouras para se juntar ao demônio num lugar chamado “Blakulla”, voltando no Sábado de Aleluia. Por isso, na manhã de Páscoa, as pessoas evitam acender suas lareiras, porque as bruxas de Páscoa podem ter deixado algum feitiço sobre as chaminés. Quando o fazem, para se assegurarem de que os feitiços serão desfeitos, queimam nove tipos diferentes de árvores antigas.
Também são comuns cruzes e outros símbolos sacros nas portas, tiros para o céu e outras práticas anti-bruxas.
NA ALEMANHA - A culinária alemã de Páscoa inclui a Osterzopf, uma decorativa rosca, na qual, depois de assada, podem ser colocados os ovos cozidos; o Osterlamm, literalmente o cordeiro da Páscoa, mas não se trata de cordeiro assado – tradição judaica – e sim de uma massa assada em fôrmas especiais, em forma de cordeiro; a Möhrencremesuppe, uma sopa com o legume preferido do coelhinho, a cenoura; e, por último, o Osterbraten, o assado de Páscoa, servido no domingo, que pode ser qualquer tipo de carne, não necessariamente cordeiro.
Outro costume cultivado em algumas partes do país é a fogueira da Páscoa, o Osterfeuer. O fogo tanto é o símbolo do sol, como da chama da fé, estando ainda ligado à purificação. Antigamente, a "limpeza de Páscoa" na Alemanha começava no pátio da igreja, onde os fiéis juntavam restos de madeira, galhos e as ramagens secas que sobravam do Domingo de Ramos. Isso para a grande fogueira, a ser acesa na noite de sábado para domingo.
Nesse Osterfeuer, acende-se a Osterkerze, a vela da Páscoa, que é levada para a igreja, que está às escuras, em procissão. Na ocasião, os fiéis cantam três vezes a canção Lumen Christi, a luz de Cristo.
Na Vestfália e no norte de Hessen desenvolveu-se um costume local, de origem germânica e, portanto pagã: enormes rodas de carvalho, com 1,70 m de diâmetro e mais de 20 cm de espessura, desfilam pela cidade, transportadas em carros de feno. A seguir, são levadas para o alto de um monte. Às 21 horas do sábado, são incendiadas e rolam montanha abaixo.
A Palavra do SENHOR diz: "Sai dela, povo meu, para que não seja participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. (v. 4) Porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniquidade dela". (v. 5) (Apocalipse 18.4-5)
Shalom Adonai, para todos.
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