Já está se aproximando o dia 02 de fevereiro, o dia em que muitos soteropolitanos homenageiam a deusa do mar Yemanjá. Pra eles a rainha do mar. Como sempre não poderia deixar de mostra-lhes como verdadeiramente ela trabalha a nível espiritual. Prepare-se ela é muito mais do que aparenta ou se apresenta, Ela é um principado.Como vimos no artigo anterior de Ano e Natal falamos da linhagem das deusas mulher e dos deuses homem juntamente com Lúcifer/ Satanás (os gêmeos negros) é uma formula básica para destruição do ser humano principalmente com os elementos da natureza cada vez mais enfurecida. Os elementos também básicos a Água, o Ar, o Fogo e a Terra. Preste bem a atenção para que possa entender o assunto é vasto e complexo, mas como sempre procuro simplificar o máximo principalmente com muita informação, para que todos possam entender e tirar as suas conclusões. Esse assunto já estava uma parte pronto desde 2005, só fiz uns ajustes como sempre.
Agora vamos ver a atuação de YEMANJÁ na humanidade e na Igreja: Ela é conhecida como: IEMANJA no nagô, CAIALA cong, LISSA e ABOTO no Gêge, KAITUMBA na Angola. Conforme várias regiões do Brasil, Yemanjá pode ser chamada por vários nomes, os quais citamos a seguir: Dandeluanda; Inaê, Rainha do Mar; Abê; Sereia do Mar; Princesa do Aiocá; Axoquê (no culto dos Malês); Janaína; Dona Maria; Mãe Dandá; Marabô; Mukuna; Olokun; Omaloku; Calunga; Caja; Rainha das Águas, Janaína.
YEMANJÁ nome do ioruba “Yeye = mãe + eja = peixe”, que significa a mãe dos filhos peixes ou a mãe peixe. Aparecendo o nome Yeyeja, cuja pronuncia foi se transformando gradualmente em Yemanjá. Orixá feminino das religiões afro-brasileira, que rege o mar e o amor, a mãe d´água dos iorubanos ou o próprio mar divinizado. Ela é a entidade dos cultos afro-brasileiros mais cultuada no País. De acordo com a tradição africana é a padroeira do rio Ogun.
Nome conhecido no grego: Menade = (desvairadas).
Nome no hebraico: Ramanés = (categoria).
Classificação: Príncipe (comandado por Diana e Dionísio, falaremos desse deus no próximo artigo Carnaval).
A sua aparência: de mulher branca, cabelo longo usa vestidos decotados, comprido azul ou branco aculturada com as sereias do mar de origem européia e as iaras ameríndias. Aparece como sereia do mar e fica muda ou canta. Hipnotizando ou paralisando suas vítimas, principalmente os pescadores ao contrário do que dizem nas suas lendas, “ela não gosta dos homens, os odeia”. Por isso os mata.
Conforme o atual movimento negro, ela deveria ser negra, já que se trata de um orixá africano. Apresenta-se, também em forma de pantera, tigre e felino quando então está mais fraca.
Características de personalidade: perfeccionista, vaidosa, maternal e dominadora, volúpia, desvario, angústia, depressão, exageros sexuais, serve ao deus preto. Gera vícios, comanda o destino, a destruição do sexo. É livre porque é um príncipe, violento e sensual.
Yemanjá (ou Iemanjá) é considerada a mãe de quase todos os orixás, exceto dos filhos da Nanã, e representa o poder gerador feminino. Por isso, considera-se geradora de orixás, com Oxalá entre os quais Xangô, Exu, Iansã, Ogum e Oxóssi.
Certos estudiosos definem Yemanjá como filha da manifestação feminina de Odudua e Oxalá, outros afirmam que ela é filha de Olokum.
No sincretismo religioso brasileiro está associada com a virgem Maria através de várias “senhoras” é festejada em várias datas: em 02 de fevereiro dia de senhora do Rosário, no Rio de Janeiro, Yemanjá na Bahia e dos Navegantes em Porto Alegre e Candéias, em 31 de dezembro, em Santos em São Paulo, a 15 de agosto e 31 de dezembro e ainda senhora da Glória, senhora da Piedade, das Dores, do Carmo, da Luz, do Rosário e principalmente com a senhora Aparecida a Padroeira e também Principado do Brasil, que está diretamente ligada e subordinada à sua chefe na América do Sul, que é Yemay. Oloxum ou Olokun sua mãe na África ela que é a verdadeira rainha dos mares. Kyanda e Kyximby na África também Loraley como sereia européia, a Yemanjá de pele branca e cabelos compridos e lisos é derivada dela.
AS LENDAS DE YEMANJÁ -Vamos conhecer mais sobre esses Orixás através de Pierre Verger
que estudando as influências econômicas e culturais decorrentes de tráfico de escravos, entre Daomé e Nigéria. Envolveu-se profundamente com o Candomblé, onde foi aceito e iniciado, e passou a exercer funções.Na Bahia, foi Ogã no Opo Afonjá da finada Mãe Senhora e no Opo Aganju de Balbino, em Lauro de Freitas, no Daomé, foi iniciado como Balabawo, quando estudava a arte adivinhatória de Ifá, recebendo o nome de FATUMBI (renascido pelo Ifá).
Estima-se que mais de cinqüenta por cento das lendas conhecidas dos participantes das religiões afro-descendentes foram reveladas por Pierre Verger que faleceu em 11 de fevereiro de 1996:
Conta à lenda que Iemanjá era filha de Oloxum, a deusa mar. Ela tornou-se, em Ifé, a esposa de Olofin-Odudua, com a qual teve dez filhos. Estas crianças receberam nomes simbólicos e tornaram-se todos orixás.
Um deles foi chamado de Oxumaré o arco-íris, “aquele que se desloca com a chuva e retém o fogo nos seus punhos. Outro tinha o nome de Xangô, o trovão, aquele que se destaca com a chuva e revela seus segredos”.
De tanto amamentar seus filhos, os seus seios tornaram-se imensos.
Cansada de sua estadia em Ifé, Iemanjá fugiu em direção ao entardecer da terra, como os iorubás designam, o oeste, chegando a Abeukutá. Ao norte de Abeukutá, vivia Okerê, rei de Xaki, Iemanjá continuava, muito bonita. Okerê desejou-a e propôs-lhe casamento. Iemanjá aceitou mais, impondo uma condição, disse-lhe: Jamais você ridicularizará da imensidão dos meus seios.
Okerê gentil e polido tratava Iemanjá com consideração e respeito, mas um dia, ele bebeu muito vinho de palma e voltou para casa bêbado e titubiante. Ele não sabia mais o que fazia. Ele não sabia mais o que dizia. Tropeçando em Iemanjá, esta o chamou de bêbado e imprestável. Orekê vexado gritou: “Você com seus seios compridos e balouçantes!” “Você com seus seios grandes e tremulos!”
Iemanjá ofendida fugiu em disparada.
Certa vez antes do seu primeiro casamento, Iemanjá recebera de sua mãe, Olokum, uma garrafa contendo uma porção mágica, pois, dissera-lhe esta: “Nunca se sabe o que pode acontecer amanhã. Em caso de necessidade quebre a garrafa jogando-a no chão”.
Em sua fuga, Iemanjá tropeçou e caiu. A garrafa quebrou-se e dela nasceu um rio. As águas tumultuosas deste rio levaram Iemanjá em direção ao oceano, residência de sua mãe Olokum. Okorê contrariado queria impedir a fuga de sua mulher. Querendo barrar-lhe o caminho. Ele transformou-se em uma colina, chamada, ainda hoje Okerê, e colocou-se no seu caminho. Iemanjá quis passar pela direita, Okerê deslocou-se para a direita, Iemanjá quis passar pela esquerda, Okerê deslocou-se para a esquerda.
Iemanjá vendo assim bloqueado seu caminho para casa materna, e chamou Xangô, o mais poderoso de seus filhos. Kowô Kabiyesi Xangô, Kawô Kabiyesi Oba Kossô!
“Saudemos o rei Xangô, saudemos o rei Kossô!”
Xangô veio com dignidade e seguro do seu poder. Ele pediu uma oferenda de um carneiro e quatro galos, de “Amalá”, preparado com farinha de inhame, e um prato de “gbeguiri”, feito com feijão e cebola. E declarou que no dia seguinte, Iemanjá encontraria por onde passar: Neste dia, Xangô desfez todos nós que prendiam as amarras da chuva. Começaram a aparecer nuvens dos lados da manhã e da tarde do dia.
Começaram a apareciam nuvens da direita e da esquerda do dia.
Quando todas elas se reuniram, chegou Xangô com seu raio. Ouvindo-se então: Kakará Rá Rá Rá... Ele havia jogado o seu raio sobre a colina Okerê ela abriu-se em duas e, Suichchchch... Iemanjá foi-se para o mar de sua mãe Olokum, aí ficou e recusa-se, desde o fato ocorrido a voltar a terra. Seus filhos chamam-na e saúdam-na: “Odô iyá, a mãe do rio ela não volta mais. Iemanjá a rainha das águas que usa roupas cobertas de pérolas”.
Ela tem filhos no mundo inteiro. Iemanjá está em todo lugar, onde o mar vem bater-se com suas ondas espumantes. Seus filhos fazem-lhes oferendas para acalmá-la e agradá-la.
Outra lenda: Yemanjá – “Yemasá” Juntamente com Odudua, a terra, Yemanjá é considerada o princípio de tudo. São todas as areias do mar, todas as águas salgadas. É o mar que alimenta que energiza o planeta, que umidifica a terra, e também o maior cemitério do mundo.
Representa o movimento rítmico, as coisas cíclicas, o que se repete infinitamente, as profundezas do inconsciente, a força contida, o equilíbrio.
Yemanjá teve quatro filhos de sua união com Oxalá, a criação, sendo eles Xangô, Exu, Oxóssi e Ogum.
Sentindo-se sozinha e abandonada pelos filhos, que dela se afastaram, Yemanjá decide “correr mundo”, e chega a Okorê, sendo lá admirada e adorada por sua meiguice, beleza e inteligência, e mesmo o rei por ela se apaixonou, e desejou que ela tornasse sua mulher.
Como tal coisa não constava dos seus planos, Yemanjá fugiu, mas foi perseguida pelos exércitos do Alafim e, durante a fuga, foi encurralada por Okê (as montanhas). Então, Yemanjá caiu, e na queda cortou seus enormes seios, de onde nasceram os rios.
Desse modo, segundo alguns mitos, Yemanjá também seria mãe de Iansã, Oxum e Obá.
Por representar o inconsciente, ela é a “dona das cabeças”, entendendo-se ser ela a dar o equilíbrio de que necessitamos para lidar com as emoções e desejos inconscientes.
Outra lenda: Yemanjá – Iemanjá. Rainha de todos os mares. Como é cultuada na Umbanda.
[...] Yemanjá a deusa que chega até seus filhos das águas salgadas; um mito do povo Nagô. É Inaê-Mukuna, a deusa Saialá dos Bandos. É Micaia, dos povos da nação de Angola. Na Umbanda é Yemanjá, rainha do mar, que representa a esposa de Oxalá, mãe de todos os demais orixás. Na forma de uma linda mulher, este orixá, que por vezes aparece com os seios descobertos simbolizando a maternidade espiritual, é uma das mais lendárias entidades do culto afro-brasileiro.
De acordo com as lendas Yorubá-Nagô, conta que Yemanjá tinha um filho nascido do ar, de nome Orugam, o qual tentou seduzir a própria mãe. A deusa não quis aceitar de modo algum aquele ato incestuoso e fugiu da frente do filho, o qual a perseguiu por todos os cantos. No desespero da fuga, Yemanjá tropeça e cai, ferindo-se nos seios. Então, ocorre o fato místico: os seios de Yemanjá se transformam em um grande volume de águas, que deram origem ao mar e aos rios, nos quais nasceram os demais orixás: Oxóssi, Ogum, Oxum, Ossaim e Xangô.
Outra lenda: Yemanjá – Deusa das Águas Salgadas. Como é cultuada no Candomblé.
[...] Conforme contam as lendas, Yemanjá (as águas) se casou com Aganju (a terra firme). Desse casamento nasceu Orugan (o ar e as alturas). Na ausência do pai, Orugan possui a mãe Yemanjá. Completado o ato incestuoso, Yemanjá cai morta e do seu ventre nasceram os orixás.
Há uma analogia entre as lendas africanas e todos os conceitos religiosos do resto do mundo, inclusive o cristianismo, baseado na Bíblia. Entendemos por essa lenda que somente a existência das águas e das terras firmes, onde nasceu à vegetação, teria como conseqüência a produção de oxigênio (ar), indispensável para criação da vida (nascimento dos orixás).
Uma das mais tradicionais denominações é Olokun, que representa os mares, sendo que Yemanjá é a divindade do Rio Ogum, da África. Os domínios da deusa estenderam-se pelos mares da Bahia, espalhando-se por todo o Brasil. Admite-se que a deusa Olokum foi assimilada por Yemanjá, que se transformou na Senhora das Águas Salgadas (os mares).
Ocorreu, também, a assimilação de Lorelai, a sereia européia, uma loura de olhos azuis, metade peixe e metade mulher, dona de um canto fatal, e capaz de atrair os marinheiros para o fundo do mar.
Contudo, os negros também tinham as suas sereias, conhecidas por Kyanda e Kyximbi. Introduziram inúmereas divindades das águas, como: Ewá; Obá; Oyá ou Iansã; Nanamburuku; Oxum ou Auxum.
Mas o mito da água de maior aceitação é Yemanjá, cultuada com grandes festas públicas, em especial nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Aracaju e Porto Alegre.
Na mitologia afro-brasileira, Yemanjá é bela e licenciosa, sendo por isso mesmo disputada por três maridos, que a cobrem de carícias e afagos. São eles Xangô, Saponam e Ogum.
Para os entendidos, o oceano é dividido em três camadas. A superfície pertence à Yemanjá, o meio é de Oxum, e as profundezas são o domínio de Nanamburuku. Há uma mistura muito grande das personalidades de Yemanjá e da de Oxum, dando como uma única divindade.
Ressalte-se que o culto das sereias negras (Kyanda e Kyximbi) precisa de sacerdotisas denominadas Quilamba, Quituta ou Mituta, ocupando-se tanto das profundezas dos mares como dos picos dos montes. Esse culto não é praticado no Brasil.
Apesar de ser cultuada no Brasil nas águas salgadas, a sua origem é de um rio que corre para o mar, como lemos na lenda. Mas ela é tida como senhora absoluta dos sete mares. Na Bahia, no dia 2 de fevereiro, a multidão de fieis invadem as praias a fim de pedir proteção para a rainha das águas grande, entregando-lhe flores, jóias, água de cheiro e muitos outros presentes, rogando paz prosperidade. A imagem de mulher branca, com longos cabelos pretos e vestida de azul, está bem distante da real imagem da deusa africana de seios chorosos. Yemanjá traz consigo o instinto de mãe, não aquela que pari, mas diretamente ligada a família, casa e aos filhos. A mãe quer os filhos sempre perto de si, aquela que tem uma palavra de carinho, um conselho, um alívio psicológico. Quando perde seus filhos é capaz de desequilibrar-se completamente.
AS FILHAS DE YEMANJÁ - São mulheres bonitas, robustas, com seios volumosos, fortes e
cheias de sensualidade. São o arquétipo de mãe que dirige o lar com eficiência. São pessoas generosas e dadas a amizades, sem realizar planos futuros com muita meticulosidade, porém se prendem às necessidades do dia-a-dia. Outra característica é a da possessividade, manifestada apenas por querer influenciar a vida dos que estão por perto entes queridos.Tendem a ter uma vida suntuosa mesmo se esta estiver acima de suas possibilidades cotidianas. Gostam do luxo, de jóias caras e roupas vistosas, como fazendas azuis e florais, mas não com a vaidade típica demonstrada pelos filhos de Oxum.
As manifestações de Yemanjá são Assabá ou Sabá, a mais velha, com características autoritária; Ogunte, guerreira, mãe de Ogum; Awoyó, voluptuosa; Assessu; Atara Magba, vaidosa e mais jovem.
Arquetipo, a personalidade dos filhos de Yemanjá geralmente são voluntariosos, costumam tomar os problemas dos outros para si. São fortes, rigorosos e decididos, gostam de luxo, conforto e requinte. Sempre põem a prova as suas amizades que são devotadas e as tratam com carinho materno, embora não consigam guardar segredos. Quando perdoam uma ofensa, o que custa muito a fazer, não esquece jamais. Dão grande importância aos filhos e sempre existe em uma grande família em Yemanjá, estão sempre pronto a se envolver com os problemas de todos.
No físico são pessoas que tendem à obesidade e uma certa desarmonia no corpo. As mulheres geralmente têm seios avantajados, nádegas contidas e preferem cabelos longos, são extrovertidas e sempre sabem tudo.
OS PODERES E OS TIPOS DE YEMANJÁ -Ela era a divindade do rio Ogum, na região de Abeocutá, na Nigéria, e está associada aos rios em geral, como Oxum e Obá. No Brasil, Yemanjá está associada ao mar. Nas lendas africanas ela é tida como sendo filha de Olokum = Netuno o deus absoluto de todos os mares.
Yemanjá morava em Ifé, mas fugiu. Então, o rei saiu com o exército à sua procura e quando a encontrou, cercou-a. Yemanjá usou um presente que havia recebido de seu pai uma garrafa que deveria ser quebrada caso estivesse em perigo. Para defender-se quebrou a garrafa e criou um rio que a levou em segurança até o oceano morada do seu pai. Por isso, Yemanjá passou a ser relacionada com a água salgada Oxum é com a água doce. Na Bahia, as festas para os dois orixás: Oxum e Yemanjá estão intimamente ligadas, e quando se presenteia uma, se presenteia a outra.
Yemanjá também é chamada de Iya Ori = mãe da cabeça porque ela é responsável pela formação da individualidade concentrada na cabeça. Sua imagem é de uma mulher com formas cheias, opulentas, volumosas símbolo da fertilidade feminina. Ela também favorece a pesca e a colheita.
O DIA DE YEMANJÁ - O ossé = obrigação de Yemanjá é feito no Sábado, especialmente à noite,
período em que as ondas do mar são em formato de peixe. O seu elemento é a Água e seus objetos são: uma sopeira branca de louça, contendo o otá, abebé e uma sereia, e o mel. Diz-se que seu otá é uma pedra branca oriunda do mar, guardada em porcelana azul, com conchas e outras coisas retiradas do oceano.Ela aceita sacrifícios de cabra branca, porca, pata, galinhas e galo brancos e bode castrado. Sua comida é o milho branco e arroz, angu, manjar, acaça, bolo de arroz, mamão peixe de água salgada, camarão com coco e outras comidas brancas e bebidas aloá, champanhe. Suas cores são o azul, o azul-claro, o branco translúcido e o rosa-claro. Sua fita é cor azul claro. Pode usar também contas de cristal transparente. Seus fetiches são as conchas e sua pedra é o cristal e água marinha e o metal a prata. E como insígnias quando se manifesta nas cerimônias, Yemanjá dança segurando o abebé = o leque de metal que tem a figura de uma sereia ou um peixe, um alfanje e uma espada. A espada, a coroa de rainha, lua e estrela, são desenhadas em seus pontos no solo. No sincretismo, Yemanjá está associada à várias versões de senhora, conforme a região de cada país.
Os cultos também variam, conforme as áreas diferentes, conforme o critério de seus organizadores, acompanhando marcações devidas às influências das entidades que incorporam nos presentes. Contudo, o necessário é que se cumpra toda uma liturgia, embora um tanto primitiva por causa da própria tradição e preceito.
Presentes devem ser colocados dentro de um barco ou cestos e serem ofertados a Yemanjá. Na sétima onda e ao som dos atabaques e as curimbas louvando e invocam a rainha. Tipos de presente são: pó de arroz, pente, escova de cabelo, batom, esmalte de unhas, perfumes, colar, flores: palmas de santa Rita, copos de leite, lírios, velas e fitas brancas, azuis, toalhas bordadas com o seu ponto riscado. Sem esquecer o champanhe, bebida fina que ela gosta muito. A roupa do devoto para entregar as oferendas deve ser totalmente branca. O horário mais adequado será antes do nascer do sol, ou depois do pôr do sol.
A atuação de Yemanjá na Nova Era através dos Chakara. Veja: O chakra frontal ou Cavernoso
está ligado ao orixá Yemanjá. O seu atributo é o respeito, o seu estado positivo gera a firmeza, o seu estado negativo gera a leviandade e a sua energia é o poder da palavra. Estas entidades raramente incorporam, apenas assistindo e trabalhando no astral pelos seres humanos.O Sexto Chakra Frontal ou Cavernoso – Este chakra situa-se no meio da testa, um pouco acima dos olhos, no espaço interciliar. Possui 96 raios, dos quais 48 são rosados e 48 azul púrpura. Tem a importância de deixar fluir a energia para aglândula pineal ou Hipófise, localizada no interior da cabeça. Quanto mais desperto o chakra frontal, maior será a clarividência da pessoa. Esta verá mundos paralelos ao nosso, podendo inclusive ver mundos que não deve, principalmente se tiver alguns desvio moral ou psíquico. Geralmente os alcoólatras e viciados em drogas tem alucinações, vendo certos monstros ou pessoas mortas. Isso se dá por uma disfunção grave no chakra, que passa a funcionar de forma desordenada, girando ora rápido, ora devagar, e fazendo, é claro, o indivíduo ver as próprias entidades que atraiu para si. Sobre o chakra frontal, nos diz Molinero, em “Ioga Secreto”: De todos os chakras de força este é o mais conhecido somaticamente. No Oriente, todas as estátua de divindade o têm marcado sobre a fronte, seja na forma de um olho, seja uma fenda ou de uma pedra preciosa que se realça em uma jóia, pedra essa que geralmente é um rubi, por ser tratar de um centro ígneo. Os japoneses, por sua vez, o representam com uma forma característica de proeminência, similar a um quisto sebáceo ou hematoma. Nenhum outro centro foi tão detectado pelos escultores e pintores de todas as épocas e, inclusive se a observarmos atentamente, notaremos como que por efeito da luz, uma sombra esbranquiçada na fronte da pessoa, exatamente onde está posicionado o mencionado chakra. Quanto à vista normal, basta dirigi-la com pouco de atenção, para podermos observar em todas as pessoas, sem qualquer preparação de luz, ambiente ou concentração, o sinal acentuado, característico do terceiro olho, isto é, uma mancha diferente do resto da pele no centro da testa com o tamanho
aproximado a uma moeda (...) embora um pouco oval.” Como se pode observar, o conceito de “terceiro olho” é muito difundido pelo mundo, tanto no folclore de vários países, como na literatura mais oculista e mesmo em determinados mitos, como o de criaturas fantásticas, tais quais o ciclope. Talvez seja apenas o reflexo coletivo de uma verdade única, esquecida, uma pequena arejada na memória, que vem de tempos em tempos em forma de tendas e histórias tentar fazer parte dos conceitos estabelecidos como reais na nossa sociedade atual.É uma trama diabólica, como uma entidade pode influenciar tanto uma vida e sabemos que não se trata de uma só, são milhões de vidas.
A NOVELA “SENHORA DO DESTINO” - Interessante! Muito interessante!
O nome Maria do Carmo é um dos nomes de Yemanjá no sincretismo do catolicismo, na televisão atualmente está passando uma novela no horário nobre que tem o título de “Senhora do Destino” só que por trás disso tudo há uma mensagem oculta que transmitem para os telespectadores.
Como também tem uma música como tema de uma personagem o orixá Nanã, que a filha de do Carmo, por conseguinte vemos as duas sendo cultuadas, adoradas diretamente e indiretamente todos os dias principalmente que elas na visão escatológica é a “rainha dos céus e dos mares” ou “senhora dos céus e dos mares”.
Também como Maria do Carmo sendo mãe, avó, amiga e companheira mostram várias características da personalidade de Yemanjá em sua atuação algumas bem acentuadas como possui uma família grande e todos junto a ela, portanto maternal, decidida, forte, dominadora, possessiva, protetora, altiva, rigorosa, justa, gosta de luxo e do que é bom, seios fartos, ajuda os necessitados tomando os seus problemas para ela e os resolve e muitas outras.
Todo o enredo na novela gira em torno dela, até o enredo de escola de samba que foi apresentado foi dela.
Satanás ele é inteligente e enganador, seduz e induz as pessoas ficarem presas, e adorando a rainha das águas e dos céus.
No fim da novela Yemanjá, Oxum e Nanã receberam no alto mar um presente, uma jóia caríssima em esmeralda, já que em algumas lendas o mar são das três.E nas águas doces não poderia ser esquecidas, foi ofertado um sacrifício humano, Nazaré uma das personagens, morre nas águas de um rio.
Quem estiver em harmonia com o Espírito Santo entenderá a mensagem oculta, mas a nível estratégico está claríssimo.
Para entendermos melhor tudo isso, precisamos saber como deu-se a origem dessas divindades aquáticas, a mitologia fala sobre as “Sereias” que vimos que podem ser as de cor brancas as européias e as negras as africanas das quais até citamos seus nomes.
Nessa mitologia é que suas características são mais fortes, vejamos:
AS SEREIAS - Elas são filhas do rio Aquelôo e de Melpômene ou de Estérope ou ainda, numa
variante mais recente, nascidas do sangue de Aquelô ferido por Héracles na célebre disputa por Dejanira. As sereias eram, a princípio, duas: Partênope e Lígia; depois três: Pisínoe, Agláope e Telxiépia, também denominadas Partênope Leucósia e Lígia. Jovens muito belas participavam do cortejo de Core ou Perséfone. Quando Plutão arrebatou, suplicaram insistentemente aos deuses que lhes concedessem asas para que pudessem procurá-las na terra e no céu. Deméter, irritada por não terem impedido o rapto de Perséfone, transformou-as em monstros. Meio mulher meio pássaro ou com a cabeça e tronco de mulher e peixe da cintura para baixo, as Sereias tornaram-se demônios marinhos. Frias da cintura para baixo por serem peixe, desejando o prazer, mas não podendo usufruí-lo, atraíam e prendiam os homens para devorá-los, o que aliás, está de acordo com sua etimologia. Com efeito, “seirén” seirhn, sereia, provém certamente de “seirá”, ‘liame’, nó, laço, cadeia’. Hábeis músicais e cantoras, cantavam para encantar, tornando-se, como a Esfinge, um pesadelo opressor, um “cauchemar”. (10)(Ver, CAUCHEMAR próximo artigo, Carnaval, aguarde).
Yemanjá ela tem ódio do homem por não poder ter uma relação com ele, e o atormenta, primeiro ela o engana com a sua beleza e o seu canto depois o seduz e o aprisiona no fundo do mar, morto logicamente. Como demônio leva a alma do homem para o inferno.
A mitologia tem um pouco de verdade se analisada pausadamente. Satanás usa a sua mentira para parecer verdade. Na festa em homenagem a Yemanjá todos levam presentes para ela, tentando aplacar a sua fúria mais não adianta, ela sempre que pode destroe a todos que se aproxima dela de maneira simples através de afogamentos, naufrágios, tsunamis, maremotos tudo que se refere à morte nas águas tanto salgadas como doce.
NEREIDAS DO MAR no grego “Nereis” filha de Nereu o deus. Cada uma das ninfas do mar. Nereidas e Ninfas são a mesma coisa como são Poseidôn e Netuno só mudam a região.
NINFAS DO MAR no grego “Nýmphe,” etimologicamente “a que está coberto por um véu, “noiva,” donde paraninfo, “o que está ao lado de, o que conduz os nubentes.” Em latim, com a mesma raiz, temos o verbo nubre, “casar,” em se tratando da mulher, e sua vasta família: núbil, nubente, núpcias... A origem primeira é o indu-europeu “sneubb,” “cobrir-se.” Essencialmente ligadas à terra à água, simbolizavam a própria extensão da energia telúrica decorrentes da grande mãe terra – Géia que unindo-se à água ao úmido, presidindo por tanto a reprodução e a fecundidade. Desse modo as Ninfas são a própria Géia em suas multiplas facetas, enquanto origem de todos os seres e coisas, enquanto grande deusa, cujas energias nunca se esgotam. São divindades sempre femininas de eterna juventude. As Ninfas não são imortais vivem cerca de dez mil anos e jamais envelhecem! Decifrando, teremos a própria natureza, que não é imortal, uma vez que morre e renascem, num eterno ressurgir, portanto uma força canalizada por uma eterna juventude. A eterna juventude das Ninfas traduz, assim, a imperenidade de Géia, a Terra – Mãe. As Ninfas eram divindades benfazejas e tudo propiciavam aos homens e a natureza em si. Tinham o dom de profetizar, de curar e de nutrir. Como representantes da Terra – Mãe, não se limitavam, abrangiam toda a terra, rios, montanhas, grutas e fontes: Mas no momento só nos interessa neste momento as Ninfas Crenéias = Ninfas das Fontes.
Todas essas mulheres dentro da mitologia do seu país sempre culminam com a idolatria e no culto da falsa adoração direcionada a mistura dos credos onde chegamos a grande babilônia o culto a Maria a Rainha dos Céus. Em todas as regiões ela é muito cultuada tanto na terra como no Mar. Dentro da sua cultura simples ou sofisticada chegamos a Mulher prostituta e com cálice na mão bebada, totalmente desequilibrada influenciando nos sistemas político, econômico e principalmente o religioso. O papado bem atuante ditando as normas através do Ecomenismo muito praticado.
YEMANJÁ E OS DEUSES - Yemanjá, Diana, Poseidôn, Netuno, Hera, as Sereias, as Nereidas, as Ninfas do mar, Leviatã, Oxum, Nanã, Janaina, Iara, Santa Teresa de Jesus e todas as outras estão trabalhando juntamente por trás do espírito religioso através da IDOLATRIA, FALSA PROFECIA, A BABILÔNIA: O espírito religioso esse grupo também é chamado o espírito da parapsicologia no sistema atual.
Falamos sobre esse assunto nos festas do Natal e Ano Novo. (Ver o outro artigo abaixo)
O Rev. Howard Pittman, um pastor batista, conta sua experiência quando seu espírito saiu de seu corpo, que sofria uma hemorragia interna num hospital, e foi levado ao segundo céu, onde é a morada de Satanás e seus príncipes. Foi-lhe permitido ver no reino espiritual os espíritos dominadores como sendo metade humano e metade animal. O anjo do Senhor que o acompanhou e mostrou-lhe as cinco classes de maus espíritos que têm um papel muito importante nestes últimos dias, ele nos descreve de uma forma muito clara e bate com as nossas pesquisas e nós vamos vê-los conforme os animais na visão escatológica como eles atuam na Igreja e na humanidade:
Pittman viu essa classe Muito Interessante! esta foi a forma como o Senhor também me revelou e que deu origem a esse livro. (Animais Fabulosos). “São demônios religiosos de artes obscuras, magia e até mesmo algo tão moderno como o Humanismo Secular e tão antigo como na mitologia. Eles usam o desejo dado pelo Altíssimo ao homem de adorar, levando-o a adorar algo menor que o Todo-Poderoso. Eles são os instigadores de todas as religiões pagãs e pervertedores da verdadeira religião. Eles torcem verdades e doutrinas e provocam divisões, mesmo entre os que crêem na Bíblia. Eles podem mudar sua imagem de uma religião para outra. Como estarei mostrando ao amigo leitor. Eles podem controlar as pessoas com zelo fanático que elas pensam ter a única religião verdadeira na terra, e que os demais estão perdidos. Os espíritos religiosos se manifestam no nome de qualquer religião: Judaísmo, Hinduísmo, Budismo, Islamismo e Cristianismo. Em muitos seguimentos desde o Catolicismo ao Pentecostalismo e até mesmo no moderno humanismo intelectual. Este espírito religioso muito prevalece no mundo de hoje e engana a muitas almas, levando-as a aceitarem o Anticristo quando ele aparecer em nome de Jesus Cristo”. (11)
Como tenho mostrado nesse livro. Obrigado Senhor por ter me dado estas revelações. Não conheço o Reverendo não sei onde ele mora, nunca nos vimos, mas o Espírito Santo que é onisciente nos uniu através das impactantes revelações no reino espiritual e principalmente como Satanás executa o seu objetivo destruir a humanidade.
(COUTO, Valmira Magna Souto, Animais Fabulosos, Épona v. I, cap. 04, ps. 323-329,341-342)

Não poderia deixar de falar sobre Leviatã outra entidade que trabalha juntamente com Yemanjá que também é um principado e todos os outros deuses já citados, observe as suas atuações em conjunto em todo o mundo, darei inicio a uma revelação muito profunda e particular, os acontecimentos são reais aconteceram e vão continuar acontecendo e aumentando também a intensidade, não porque eu quero, mais é necessário que aconteça. Diga-se de passagem as entidades serão as mesmas só mudam os Continentes e os elementos para a maior destruição não importando o ano ou a entidade que o rege. É fato consumado a Natureza geme, clama, por salvação e o caus tem que se instalar para que se cumpra a Palavra do Senhor. “Passarão céus e terra mas as minhas palavra jamais passaram”.
Lourenço Leite aborda sobre: “FOGO e NOÛS = inteligência que é clareada pela luz do
conhecimento. O occultus lapis, a pedra oculta, a pedra filosofal, que renascerá das cinzas, será o homo “nouus” o homem novo, a Fênix, a Rosa. Sendo o universo formado de quatro elementos, ar, fogo, água e a terra, sob o aspecto de quatro estados, gasoso, sutil, líquido e sólido, a “pedra”, que representa a unificação dos quatros, através do isolamento da energia represada nos quatros elementos, é, por conseguinte, a quintessência, simbolizada pelo número cinco ou pela Rosa que possui cinco pétalas”; (18)
Quintessência = 05 (cinco) é o número da Quintessência, ou do quinto elemento, simbolizada pelo número cinco ou pela Rosa que possui cinco pétalas. E sabe quem é o quinto elemento? Lúcifer é o quinto elemento – é a representação da Luz Pura. Da Energia Pura.
Eduardo Daniel ex-satanista ele fala sobre esses elementos de uma forma vista pela Irmandade Satânica sobre a Hierarquia Luciferina. Ele diz: “o Pentagrama faz alusão aos cinco elementos representando os cinco demônios, Lúcifer é o quinto elemento como a Energia Pura o nosso pai maioral ocupando a décima-segunda dimensão espiritual e seus quatro Grandes Príncipes situados na nona dimensão. Dessa forma eles são, mais fortes, mais poderosos do que a classe dos Principados. São eles Asmodeus representando Ar, Belzebu representando Fogo, Astaroth representando Terra e Leviathan representando Água.
Esses quatro Príncipes têm um domínio territorial em todo Globo Terrestre cada um com sua área demográfica. Dependendo de cada região eles recebem um nome mais continua com o mesmo objetivo destruição de tudo e de todos. A atuação também muda sendo mais intensa em algumas parte do Planeta”. (19)
Agora vamos ver a Estratégia a Nível Mundial que os satanistas têm para a atualidade.
ESTRATÉGIA NÍVEL MUNDIAL - Uns dias antes de Natal li uma reportagem em uma revista
dando a previsão dos orixás que irão reger o ano de 2005. Oxossi rei das matas entregará o reinado a rainha das águas salgadas Yemanjá, mas ela não regerá sozinha, todas as outras também ajudarão: Oxum, Nanã, Janaína e Iara para os índios na linha das águas doce. O ano será regido pelas mulheres e por isso Yansã terá também a sua participação. O ano será de muita chuva, frio, enchentes e muita desolação do povo atingido, mas menos violência. Mas mesmo antes de findar o ano aconteceu uma catástrofe a nível mundial um terremoto seguido de um maremoto que atingiu e destruiu 12 países da Ásia.
Na época natalina, precisamente 26 de dezembro de 2004 pela manhã um terremoto e logo em seguida um maremoto em Sumatra na Ásia, mais de 162.000 (Cento e sessenta e dois mil) pessoas morreram e milhares ainda estão desaparecidos, abalou e mobilizou o mundo inteiro, e com a violência do terremoto seguido do maremoto até o eixo de rotação da Terra foi mudado em 6 cm. O maior em intensidade, 9 graus na escala Richter o mais intenso dos últimos quarenta anos. Agora vamos entender mais o que é um terremoto: Os cincos continentes e o solo dos oceanos repousam sobre grandes fragmentos móveis chamados de “placas tectônicas,” que são semelhantes aos gomos de uma bola de futebol. Elas têm 100 quilômetros de espessura e flutuando sobre o manto, formado por rochas aquecidas, que se movimenta constantemente, empurrando as placas. É nos limites entre essas placas, conhecidos como “falhas geológicas” que acontecem os terremotos. Os abalos são causados pela energia liberada pelo choque, pela fricção ou pela separação das placas. Dessa forma deu-se o terremoto e como se formou os “Tsunami” = grande ondas ou ondas gigantes: O epicentro do terremoto deu-se sob o Oceano Índico, no noroeste de Sumatra, na Indonésia. A 9.000 metros de profundidade a Placa Indiana deslocou-se sob a Placa da Birmânia. A energia liberada foi equivalente à explosão de 1milhão de bombas atômicas. O movimento provocou uma súbita elevação de 15 metros no leito do oceano em uma extensão de milhares de quilômetros quadrados, do solo do oceano foi deslocado um gingantesco volume de água para cima e para todos os lados dando origem as ondas gigantes de 12 metros de altura, chamado de Tsunami e dessa maneira chegando as margens criando correntezas, redemoinhos e devastando tudo e todos que encontravam pela frente. Destruição total como vimos pela televisão, internet, fotos nos jornais e revistas. Muito Tenebroso o acontecimento deste fim de ano. “E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas;” (Lc 21.25)
Vamos fazer um paralelo com a Visão Bíblica e escatológica: Com o atrito das placa os fundamentos dos mares, o abismo se abriu e como vimos foi liberada uma grande quantidade de energia, anteriormente vimos que Lúcifer é a energia pura, diante dos acontecimentos devemos pensar que Lúcifer, a bomba atômica, a destruição total tudo isso é só o que ele quer para a humanidade logicamente que com a total permissão do Criador como juízo para os desobedientes que morreram, não condenando a todos pois alguns cristãos devem ter morrido também, mas estes estavam e estão salvos, como também um momento de reflexão e de arrependimento para os que ficaram e principalmente o povo idolatra, pois a área atingida pelo maremoto é de muita incredulidade e dureza de coração. Não é atoa que o principado desta região na Estratégia Mundial de Satanás é o Príncipe Poderoso Belzebu na Índia e Astaroth na África e Austrália que trazem essas características como forma de atuação na humanidade, a total cegueira para a Verdade. “Então, foram vistas as profundezas das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo; pela tua repreensão, Senhor, ao soprar das tuas narinas.” (Sl 18.15)
Olhando por outra linha de pensamento os fundamentos dos mares o abismo foi aberto por um tempo e por essa abertura muitos demônios foram soltos e juntaram-se com os já existentes e fizeram essa mega destruição em 12 países da Ásia. E lhe digo, a cada terremoto eles ganham mais força e aumenta o contingente e aumenta a intensidade ou a fúria da natureza.
Sendo Leviathan o principado da América Latina e do Brasil, sendo Aparecida padroeira do Brasil saída das águas, o ano de 2005 para os idolatras será regido por Yemanjá rainha do mar, mitologia grega ela é o deus grego Poseidon = Netuno romano e Hera deusa romana simbolizando a fertilidade ela ainda é Oxum, Nanã, Janaína e Iara rainhas dos rios, lagoas e fontes no candomblé, e Iansã deusa da tempestade e chuva. Todos eles se juntarão para lançarem grande destruição usando suas forças através das águas em um só objetivo caos total do povo e litoral do Oceano Índico. Juntamente com Abadom e Apoliom e Exu em terra. Que estejamos em alerta de prontidão e como guerreiros na Batalha Espiritual através de jejuns e orações para o confronto neste dias difíceis.
Como sabemos Lúcifer possui quatro príncipes que atuam ligado diretamente a ele e um desses é o príncipe Leviathan principado do Brasil e tem sua morada nos mares pois ele é um demônio marinho. Perceba a revelação que o Senhor nos trouxe: Leviathan vai trabalhar no mundo com Poseidom e Hera deusa dos mares e principalmente com a padroeira do Brasil Aparecida e na cidade de Salvador na Bahia por causa do Candomblé com a Yemanjá, rainha das águas salgadas, Nanã, Oxum e Iara rainhas das águas doce. A sede da Irmandade Satânica no Brasil é na Bahia por causa disso o culto das divindades marítimas ser bem conhecido, divulgado e aceito por quase todos os baianos. Isso ajudou, ajuda e ajudará a fortalecer as bases satânicas no Brasil e na Bahia. A Bahia é a região por onde os colonizadores entraram em nosso país, a Bahia é o útero do Brasil foi onde tudo começou e possui diversas culturas juntas. Depois da Bahia o estado de São Paulo também possui uma base da Irmandade pois muitos migram para esta cidade. Voltando a Bahia, por ser uma região de litoral, muitas praias lindíssimas tudo isso ajuda o projeto de Lúcifer através da devassidão, da imoralidade, da sexualidade, da libidinosidade dos homens e mulheres dando assim um clima propício ao clímax na área sexual. Resultando no adultério, prostituição adulta e infantil, vícios principalmente as drogas, corrupção chegando dessa maneira a desmoralização total do ser humano, mas para eles que praticam estão certíssimos. Outro meio deles os demônios atuarem e muito na Bahia através do Carnaval. Assunto para o próximo artigo. Não é fácil mais esta é a nossa realidade, pois conheço e de perto pois moro em Salvador.
Por conseguinte todas essas entidades juntas, tendo o domínio das águas regendo o mundo, o caos será muito grande e quando estava a meditar e a falar para meus irmãos de sangue no Domingo de Natal já estava acontecendo o desastre. Um irmão dizia e eu já sabia pois havia lido no revista que Yemanjá não é violenta, mais também sabia que ela e suas amigas não gosta do homem os odeia e fazem de tudo para destruí-los. E está dando prova disso quantos todos eles levaram como sacrifício para entrada do seu reinado, milhões de pessoas. Por outro lado analisamos a Ásia é um dos país mais idolatra eles possuem mais de 350 mil deuses inclusive adoram a vaca, o rato e insetos dessa maneira fica muito difícil do Espírito Santo trabalhar. Eles não têm comida mais em um templo que passou na televisão uma fila grande para agradecer a Buda e levar-lhe comida como oferta. Olha, eles não tinham comida, mas a pouca que a ajuda mundial mandava eles dividiam com os deuses, como se os deuses a comesse. Essa é a cultura desse povo. Mesmo diante de uma calamidade eles estavam voltados para seus ídolos. Mas tudo bem não é por força nem por violência. Deixa o Senhor trabalhar.
Vamos analisar Lúcifer, Leviathan, Asmodeo, Belzebú e Astaroth, Poseidôn, Netuno, Hera, Aparecida, Yemanjá, Oxum, Nanã, Janaína, Iara e Iansã suas características e influência na natureza e no homem:
Mas quem é LÚCIFER? LÚCIFER: NO SEU PRIMEIRO ESTÁGIO – Esse nome não aparece l
iteralmente na Bíblia. Mas diz ISAIAS: “Como caíste do céu, ó “estrela da manhã, filha da alva!” Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! (v.12) E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte. (v.13) Subirei acima da mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo. (v.14) E, contudo, levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo. (v.15) Os que te virem te contemplarão, considerar-te-ão e dirão: É este o varão que fazia estremecer a terra e que fazia tremer os reinos? (v.16) Que punha o mundo como um deserto e assolava as suas cidades? Que a seus cativos não deixava ir soltos para a casa deles? (v.17) Todos os reis das nações, todos eles, jazem com honra na sua casa. (v.18) Mas tu és lançado da tua sepultura, como um renovo abominável, como uma veste de mortos atravessados à espada, como os que descem ao covil de pedras, como corpo morto e pisado. (v.19) Com eles não te reunirás na sepultura, porque destruíste a tua terra e mataste o teu povo; a descendência dos malignos não será nomeada para sempre. (v.20) (Is 14.12-20) Certos estudiosos crêem que estes versículos de Isaías referem-se não apenas ao rei de Babilônia, mas também: (1.) A Satanás, conforme declaração de Yeshúa em (Lc 10.18). (2.) Ao Anticristo dos tempos do fim que reinará sobre a “Babilônia” (Ap 17.1). (3.) Opondo-se ao Eterno e ao seu povo (Ap 13.4). Mas Lúcifer era o nome antes da queda, significa a “estrela da alva,” “estrela da manhã,” um nome dado ao planeta Vênus, literalmente significa “o que traz luz” que é um nome dado a Satanás em Isaías. Na linguagem figurada de Is 14.12, o nome Lúcifer aparece vinculado a expressão “filho da alva,” literalmente significa “o brilhante” ainda “Beluz.” Lúcifer era “querubim ungido” governador e líder dos seres angélicos e evidentemente os guiava em louvor, júbilo ao Eterno. (Ez 28.14-19) No hebraico significa é “quem conduz” ele receberá do Eterno todas as jóias fabulosas, que indicam poder. Ele estivera no “Éden Jardim do Eterno” e no “Monte Santo do Eterno.” Ele andava no “brilho das pedras,” o que indica a presença santa do Altíssimo, e esta descrição não poderia aplicar-se a um mero ser humano. Os babilônicos criam que os astros celestes ou estrelas fossem seres angélicos, por isso, “um filho da alva” representa a primeira luz da manhã, e Lúcifer, em seu primeiro estado possuía esta característica. Foi a partir do momento em que Lúcifer encheu-se de iniquidade e permitiu que a presunção, a arrogância, o orgulho e a inveja o dominasse e assim aconteceu a grande tragédia universal. Ele imaginou-se poderoso o suficiente para competir ou mesmo superar o trono do Altíssimo. Lúcifer, então, se fez adversário e oponente constante e implacável contra o Criador. Tornou-se, por isso, o “arquiinimigo” de toda a criação viva do Pai da Eternidade.
LÚCIFER NA MITOLOGIA – Lúcifer no grego é Eósphoros (Eósforos) ou Phosphoros (Fósforos) = corresponde ao deus romano “Aquele que carrega a luz”. (1) Filho de Júpiter e da Aurora. Era o chefe e condutor de todos os astros. É ele quem toma conta dos corcéis (cavalos) e do carro do Sol, que atrela e desatrela com as Horas. É reconhecido pelos seus cavalos brancos, na abóbada celeste, quando anuncia aos mortais a chegada da Aurora, sua mãe. Era a estrela da manhã divinizada. (2) Espírito que presidia ao Oriente. Os cavalos de montaria lhe eram consagrados. O planeta Vênus, chamado geralmente estrela do pastor, precede a este o despertar do sol, e desde o crepúsculo aparece no ocidente. Como estrela da manhã, chama-se Lúcifer e Vésper têm separadamente no mundo sideral a sua respectiva história. Vésper, ou Hésperos, brilha à noite no ocidente, com todo esplendor com que refulge Lúcifer aos primeiros clarões do dia. Habitava com seus irmãos, Jápto e Atlas, um país situado no oeste do mundo, chamado Hespéritis. Na Grécia, o Monte Oeta lhe era consagrado. A Itália e a Espanha são chamadas Hespéria; a primeira porque Vésper, expulsa por seu irmão, ali se refugiou; e a segunda, porque este país é o mais ocidental da Europa, o mais sensivelmente aproximado de Vésper.
LÚCIFER nos dias de hoje – Nome em hebraico: HAMANÉS OU RAMANÉS “povo caído.” Classificação: Príncipe das sombras. Ele comanda o Sehol, ele é capaz de transformar pedra em pão. São quatro príncipes ligados diretamente a Lúcifer: Leviathan, Astaroth, Bélzebu, Asmodeus, e outros como Dagon, Ninrode, Diana, Krucitas, Syria e cada um deles possuem uma “guarda de honra” composta por cinco Capitães. Esses vinte Capitães ao todo são dos mais poderosos e influentes Principados. Eles favorecem a atuação dos seus Príncipes e têm forte domínio em diferentes pontos do Globo Terrestre. Cada Capitão tem nove subordinados, dominadores, cada subordinado tem trinta e dois outros subordinados, governadores. Desses 32,9 são diretos ligados a ele, são os membros da Confraria Negra – chamada Grande Fraternidade Branca, como é mais conhecida no meio ocultista. Comanda 112 (109) dominadores, pois três são dirigentes gerais das regiões do mundo: Maçonaria, Seitas Secretas e o Mundo Alegre = perversão geral e muitas outras. Lúcifer através dessas religiões tem cegado o entendimento do ser humano para não conhecerem as Verdades Bíblicas.
Aproveitando ainda falando sobre Lúcifer descobrimos que há entre nós, uma empresa com o nome de LUCENT TECHNOLOGIES que no dicionário em inglês a palavra Lucent = brilhante, alva, luzente ou estrela da Alva. (Is 14.12) Nome que Lúcifer é reconhecido por Isaías e também na língua hebraica Bel luz. Essa empresa já está no Brasil, segundo grande Informe Publicitário Especial que saiu na revista EXAME número 12 do dia 16 de julho de 1999 nas páginas 122 a 136. A Lucent é uma fábrica de 25.000 metros quadrados em uma área total de 212.000 metros quadrados, com investimentos da ordem superior de 500 milhões de dólares cuja tecnologia permitirá aos provedores de serviços para internet e de telecomunicações para dimensionar e montar complexos sistemas móveis, softwares, sistemas de rastreamento, energia e cambeamento de fibras óticas, serviços para administradoras de cartões de crédito entre elas: Provedor de Serviços Globais – Soluções de Comunicação Empresarial – Sistemas de Rede de Dados – Microeletrônica com implantação até o início do ano 2000. Esta empresa comprou a franquia da MONDEX E.U.A. O logotipo deles é o símbolo da Serpente Solar ou Dragão Vermelho que é o próprio Satanás, como diz João em Apocalipse 12.9 “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” (v.9) LUCENT é composta de duas palavras [LUC + ENT] = LÚCIFER + EMPREENDIMENTOS em inglês = LÙCIFER + ENTERPRISES. Eles parecem ser bastante impetulantes nomeando os produtos deles como STYX = um rio no Inferno, JANUS tem dois rostos de um deus e INFERNO promovendo uma citação do “O Inferno” uma história sobre LÚCIFER nas entranhas do Inferno. Como “anel de fogo” do Panteão antigo. Esta empresa escolheu instalar alguns dos seus novos escritórios em Nova York a Quinta Avenida em Manhattan nº 666 deliberadamente. Interessante! Uma das realizações mais orgulhosas deles é TTS = Tex To Speech em que o hardware fala com a qualidade da voz humana com imagem humana animada. Isso tudo só nos faz lembrar do que diz Apocalipse 13.15 “E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. (v.15)
Como estava falando da atuação do Anticristo na atualidade e na Grande Tribulação está no assunto e é muito interessante para ver quanto eles estão se preparando para esse momento do confronto. O interesse maior deles os satanistas é mapear as regiões específicas: ASMODEUS AR tem seu compromisso na América do Norte e Estados Unidos. O seu braço direito é Dagon, é um principado capaz de causar tempestades, furações, maremotos. Notam a influência dos Poderes dos Ares?! Como vocês sabem, esse é o tipo de coisa muito comum na América do Norte. Ele é conhecido como o Príncipe da luxúria e da corrupção por isso a grande influência nos Estados Unidos. O próprio símbolo do Asmodeo foi divulgado por todo mundo. E ele partiu dali, de dentro dos Estados Unidos, através da moda “Punk.” Aquele “A” cortado não quer dizer “anarquia” pura e simplesmente como acreditam e apregoam os punkes. Antes é o símbolo de Asmodeo! BÉLZEBU FOGO tem seu compromisso no Oriente, na ìndia, China, Mongólia. Ele é o senhor das môscas, o fogo é o elemento consumidor. Está ligado às disseminações de pragas, doenças, enfermidades. Isso faz lembrar das péssimas condições de higiene e de saúde em toda aquela região. Seu grande escudeiro é o Nosferatus. ASTAROTH TERRA tem seu compromisso na África, na Austrália, Nova Zelândia. É um demônio de confusão e engano que está muito ligado à Era Mística, dos cristais, dos duendes, das pirâmides e tudo o que se propaga através do Movimento da Nova Era. Mas a questão do elemento Terra faz mais alusão ao mundo material. Quero dizer que tudo o que prende o ser humano ao mundo horizontal, ao “ Ter,” é influênciado por Astaroth. Ele o demônio está ligado ao domínio das riquezas da Terra e sua cobiça pelos homens. Esse demônio também está ligado ao culto a Rainha dos Céus. Daí vemos como esse demônio é bastante conhecido desde a antigüidade e idolatrado durante todo esses milênios só muda o nome conforme a região. LEVIATHAN MAR tem seu compromisso na América Latina e especialmente no Brasil. Esse demônio cresce o seu domínio em toda a região ligada a mares, aos rios, às cidades costeiras e regiões portuárias. Ele comanda boa parte das legiões das Águas. Mas como podemos identificar isso? Se vocês prestarem atenção, aqui no Brasil boa parte do folclore regional e das Religiões de massa estão associadas intimamente ao elemento Água. Os principais deuses cultuados no Brasil são a “Aparecida” – que saiu das águas – , e a Iemanjá, que dispensa maiores comentários nesse sentido. Até dentro do contexto indígena aparece a Iara, ou a “mãe d’ água.” Percebe-se a influência cabal de Leviathan por trás destes objetos de adoração. Além do que a própria Bíblia se refere a este demônio como o “dragão do mar,” a “serpente deslizante.” Ele continua: Vejamos como o Brasil é muito propício para Leviathan, um “Habitat” natural nos aprofundar e divagar no termo Bíblico descobrimos um pouco mais. A Floresta Amazônica é um símbolo que faz menção, no reino físico, a uma realidade espiritual: as serpentes se escondem nas matas! Não é a toa que o Brasil tem a maior floresta do mundo! Ela como que “abriga” o esconderijo da “serpente deslizante”! O Principado mais proeminente da sua Guarda é Abadom, o braço direito de Leviathan. Este é um demônio principalmente de destruição, ruína, perda e morte. Atua na região do Oriente Médio, Irã, Iraque, Israel. Ele é considerado o chefe dos gafanhotos que sairão do Abismo, mencionados nas profecias de Apocalipse. Ao seu comando ele tem nove demônios Potestades muito poderosas.
Na região da Índia, China, Tibete e proximidades LEVIATHAN conta com o domínio de SHIVA. É um demônio de sensualidade, prostituição, adultério. Está muito ligado também à idolatria desse povos. THAMÚZ atua na região da Itália. Tem também forte ação dentro da Maçonaria, por exemplo, que é um dos Braços do Satanismo. O-YAMA é o quarto demônio que faz parte da Guarda de Leviathan. Tem ligação com o Japão, Malásia, Vietnã e aquelas localidades ao redor. É um dos principais demônios por trás da idolatria e do cativeiro em que se encontra aquela região. RIMMON atua na região de Espanha e Portugal e, junto com Thamúz controla boa parte da Europa.
Agora vamos analisarmos todos os principados de Lúcifer, as suas características separadamente para entendermos melhor quem são essas entidades ou demônios:
Referente à aparência de todos os Principados é testemunho de uma pessoa ex-satanista que participava das festas e conheciam bem de perto, hoje ele é convertido e através dos seus livros nos ajudam a conhecermos os nossos inimigos.
O que interessa para o assunto é o Leviatan, mais achei melhor colocar os outros para clarear mais o entendimento da força e do poder dessas entidades principalmente unidos no Pentagrama. Muitos estão usando este símbolo (pentagrama) em camisetas dento das Igrejas. Eu já vi. Veja:
LEVIATHAN = Seb/ Sebek= Crocodilo= Destruidor= São Lourenço= Língua de Fogo=
Raastapack= Exu Caveira. Seb/Sebek é um deus do Egito com a forma de crocodilho. O crocodilo era um dos animais sagrados no Egito e muitos eram mumificados e recebiam sepultamento suntuoso exemplo crocodilo, falcão, gato e o touro. O Crocodilo = Leviatã: No hebraico “liw.ya.thán” derivado de uma raiz que significa “espiral,” assim o nome indica algo “espiralado,” ou “encaracolado.” Uma das concepções da Criação do Mundo dentro da mitologia fala: que a Criação resultou de uma batalha entre os deuses e Leviatã (Lotan) ou Yan (mar). Príncipe Satânico – Principado que atua principalmente na cegueira moral levando a perversão sexual, loucura, inconsciência, sucessos seguidos de queda, vacilação, perigo de catástrofe final e presunção, Sanat Kumara, Uriel de Satanás. Leviatã = Língua de Fogo na Umbanda, é principado do Rio de Janeiro mas também do Brasil que atua na devassidão, exagero, supérfulo e no orgulho. Seu nome no hebraico significa: Rusvak/ Remeleshi. Esse príncipe é comandado por Lúcifer e tem vários auxiliares com nome de forças malignas, principalmente os Exus, enfermidades, ódios, vinganças, mentira, domínio, vícios, etc. Tudo isso para ajudar o estabelecimento do poder e domínio sobre a região. Além dos dominadores e governadores, nas cidades, cada rua tem um dominador. Cada quadra uma potestade, cada encruzilhada tem forças e também recebe direção e comando diretos dos príncipes. Na parte rural (campo) segue o mesmo esquema das divisões e sub-divisões, com diferença que os domínios são maiores e irregulares, pois depende do número de pessoas que habitam, usamos 1:100, não esquecendo de subdividir para controlar melhor.
Parece ser um tipo de criatura aquática de grande porte e força. A descrição de “Leviathan” em Jó 41.1-34 ajusta-se bem ao crocodilo, e o “mar” do (v. 31) talvez se refira a um rio como Nilo ou outro corpo de água doce. Deve-se observar, contudo, que alguns crocodilos, como os crocodilos do Nilo (crocodylusniloticus), encontraram-se ao lado da costa marinha, e, às vezes, vão a uma boa distância mar adentro. Aparentemente, “Naquele dia, o Senhor castigará com sua dura espada grande e forte, o dragão, serpente veloz, e o dragão, serpente sinuosa, e matará o monstro que está no mar.” (Is 27.1) usa Leviathan (LXX: “o dragão”) como símbolo dum império, uma organização de âmbito internacional e dominada por alguém com o designativo de “serpente” e “dragão” (Ap 12.9) A profecia é de restauração para Israel, e, por conseguinte, voltar [o Senhor] a sua atenção para o Leviathan tem de incluir Babilônia. Contudo, os (vs. 12, 13) levam em consideração também a Assíria e o Egito. Portanto o Leviathan ali evidentemente se refere a uma organização ou império internacional que se opõe ao Pai Eterno e a seus adoradores. Ainda uma serpente enorme. O mar representa as nações e o Leviathan e o dragão simbolizam os poderes do mundo que afligem o povo do Altíssimo. “Naquele dia, o Senhor castigará com sua dura espada grande e forte, o dragão, serpente veloz, e o dragão, serpente sinuosa, e matará o monstro que está no mar.” (Is 27.1) O Leviathan mencionado em (Jó 41.1; Sl 74.14; 104.26; Is 27.1). Ele é o um mostro marinho parecido com uma serpente. Isso confirma a informação dada pelo principado, que Leviathan estava aprisionado no fundo do mar e o seu poder causa a destruição de navios e aeronaves que voam sobre o mar. Informamos que ele foi solto em Janeiro/ 1992. O Leviathan assemelha-se ao crocodilo, por feito de uma imaginação, o tipo de opressor do reino do Altíssimo que foi destruído quando o Senhor dividiu o mar Vermelho para livrar o seu povo.
O Crocodilo ou Dragão = Egito e, em geral é todo poder anticristão: Pode ser ainda: Raastapack demônio responsável pelo continente da Oceania, e comanda o tempo, o vento e o trovão chegando às catástrofes arrasadoras. (Sl 44.19; Is 27.1; 51.9; Ez 29.3; Ap 12.13)
Mas tornou a voltar e está atuando poderosamente e a sua atuação vai aumentar mais quando chegar cada Outono precisamente 21 de março quando todos os sacrifícios efetuados para este demônio durante a festa SÁTOR em sua homenagem. A sua aparência nas suas festas não era parecido com homem. Parecia com um monstro, lembrava um dragão; as mãos eram com garras, pareciam deformadas, e os olhos, envergados, lateralizados, assemelhavam-se aos de um réptil. Mas raramente ele aparecia como um homem com patas de bode. Mas não era feio.
Para eles os satanistas.
Tem a aparência aterradora e multiforme, de figuras estonteantes e vertiginosas. Utiliza a
imensa energia do Sofrimento Coletivo que as grandes cidades abrigam como uma doença secreta. Era o demônio da profanação e do aviltamento das coisas sagradas, agora ocupa a função de Espírito da Solidão Urbana, da Depressão, da Melancolia Moderna, do Suicídio e de todos os impulsos de autodestruição.
O Leviathan foi um legendário monstro do mar, imenso em tamanho, que podia mandar navios para um destino aquático. ''Leviathan'' tem origem hebráica. Ele viria à superfície, nos tempos do messias. Acredita-se que o messias o mata e faz Sukkah (um cabana ou como eles chamam na língua imaginária ''tabernacle'') de sua pele. Há um livro chamado A Enciclópedia dos Anjos, que lista Leviathan como; ''Um dos anjos demoníacos'', que possui grande ligação com o fundo do mar. Leviathan ou Serpente Tortuosa (Nome hebreu que significa ''aquele que recolhe a si mesmo em voltas'') está associado com Rahab, anjo do mar. Leviathan é personificado como uma enorme baleia que é impenetrável a todas as armas. Leviathan é uma grande serpente de água e, segundo as lendas, é a serpente que vai engolir a Terra no juizo final.
LEVIATÃ (LEVIATHAN OU LEVIATHA) é dado na demonologia como um dos quatro príncipes coroados do inferno. É o monstro marinho bíblico, de enormes proporções e rei de todas as criaturas do mar. Seu nome vem do hebraico, e significa literalmente; Serpente Tortuosa, uma referência tanto a sua natureza animalesca como ao seu aspecto oculto. Seu arquétipo referê-se a brutalidade, ferocidade e aos impulsos mais selvagens e incontidos da humanidade.
No campo espiritual o famoso demonologista Wierius chama-o de "o grande embusteiro", ou "o grande enganador", pela facilidade co que triunfa em lances políticos, tratados comerciais e intrigas palacianas. Talvez não por acaso territorialmente é reconhecido por dominar a América Latina.
A descrição visual de Leviatã é sempre a de uma critura abissal de proporções gigantescas. Segundo os escritos de La Légende Dorêe, datados de 1518, Levitã é comparável a um dragão, metade besta e metade peixe, muito maior que um boi e absurdamente mais comprido e rápido que um cavalo. Seus dentes são agudos como espadas e possui chifres em ambos os lados da cabeça.
O Dicionário Judaico de Lendas e Tradições de Alan Uterman afirma que os olhos do Leviatã iluminam o mar a noite e podem ser vistos a milhas de distância. A água ao seu redor ferve com o hálito quente de sua boca, o que o faz ser sempre acompanhado de cortinas de vapor escaldante. O odor fétido do Leviatã pode superar até a fragrância do jardim do Éden, e caso seu fedor lá penetrasse, ninguém poderia sobreviver. De acordo com a tradição cabalística o Leviatã simboliza Samael, o príncipe do mal, que será destruído nos tempos futuros.
Durante as grandes navegações do século XIV e XV, Leviatã personificou o medo do Mar e do desconhecido. Nesta época não foram poucos os relatos de que tripulações inteiras dragadas por este ser, que era tido como a besta marinha por excelência que se escondia nas tempestades, destruía portos inteiros e afundava as embarcações.
Sua antiguidade remete aos mitos da cosmovisão judaica onde Leviatã é considerado por alguns estudiosos como uma das criaturas primevas, ou seja, um dos seres antiquíssimos que existiam no início de tudo e que tiveram de ser derrotados por Jeová antes que se tivesse início a criação dos céus e da Terra. Segundo esta lenda Jeová matou a fêmea Leviatã para impedir que o casal procriasse e destruísse o mundo que tinha em mente. Com sua pele, delimitou as fronteiras do espaço profundo e fez roupas para Adão e Eva.
Ainda segundo a escatologia judaica, no final dos tempos, com a chegada do Messias, Gabriel entrará em uma briga de proporções cósmicas para matar o macho Leviatã, ou, segundo outra versão, fará com que o gigantesto Beemot, outra criatura primeva trave uma batalha com o Leviatã até que ambos se matem mutuamente. No grande banquete messiânico para os justos, a pele do Leviatã servirá então como um toldo gigantesco e sua carne será servida a todos.
ASMODEO, ASMODEU E ASMODEUS - Asmodeo significa "criatura que julga", “Criatura do julgamento”, “O destruidor”. O nome Asmodeo significa também “aquele que faz perecer” (anjo destruidor II Samuel 24.16, Sabedoria 18. 25, Apocalipse 9.11).
Asmodeo reaparece no Testamento de Salomão (onde ele é, como em Tobias, inimigo da união conjugal) e no judaísmo pós-biblico. Asmode também é chamado de Ashmadia que pode originar do Persa Aeshma-Deva ou "Demônio da Ira", um dos demônios do parsismo. Em língua persa Aeshma-Daeva, era o Demônio Destruidor, o Exterminador. O seu nome significa o “Sopro ardente de Deus”.
O nome de Asmodeo é mencionado no livro apócrifo de Tobias (3.8) e também no Talmud. “Naquele mesmo dia aconteceu que Sara, filha de Raguel, que estava em Ragués, cidade dos Medos, ouviu-se ultrajar por uma das criadas de seu pai, (v. 7) porque tinha sido casada com sete maridos, e um demônio chamado Asmodeo os tinha morto, quando eles se aproximavam dela. (v. 8) (Tobias 3.7-8) Então o autor passa a tratar do infortúnio trágico de Sara, prima de Tobias na distante cidade de Ecbátana, que também é atormentada injustamente. Os sete maridos de Sara foram todos mortos antes do casamento ser consumado. Sua história vem da lenda popular “A Noiva do Monstro”, na qual o demônio que não consegue ter a mulher que deseja mata seus rivais nas noites de núpcias. Quando uma das empregadas de seu pai diz que “tinha sido casada com sete maridos, e um demônio chamado Asmodeo os tinha morto, quando eles se chegavam para ela”. (Tobias 3.8), Sara decide se enforcar. Ela considera a idéia quando pensa na angustia e vergonha que isso causará a seu pai e, em vez disso, pede ao Senhor que ela morra e seja poupada do sofrimento, em parte porque acredita que não há outro pretendente com quem possa se casar: “Peço-te, Senhor que me livres do laço deste impropério, ou que ao menos me tire de cima da terra.” (Tobias 3.15). O Senhor ouve as preces tanto de Tobias e envia o anjo Rafael = o Senhor salva ou curado pelo Senhor, para ajuda-los. Assim, o Arcanjo Rafael deu a receita do “medicamento de Deus”, que consistiu em queimar, num queimador de incenso, uma mistura de coração e fígado de um certo peixe. O terrível cheiro do peixe expulsou o demônio do corpo de Sara, e o Arcanjo Rafael o teria capturado e acorrentado de mãos e pés no deserto do alto Egito, permitindo desta forma a Sara casar-se com Tobias. Este posteriormente cegou, mas graças á ajuda do seu filho e da interferência do Arcanjo Rafael, ficou curado.
O autor revela que Tobias irá voltar a enxergar e Sara ficará livre do abraço maldoso do diabo Asmodeo. O leitor fica ciente também de que há outro parente da família adequado para casar-se com Sara: o filho de Tobias. E eles se casaram e foram libertos dos demônios que os atormentavam.
Como você percebeu um mito diz que ela casou com Tobias e outro diz que casou com o filho de Tobias, ma so que nos interessa é a atuação e que ele continua atuando.
Mas serve como experiências e confirmação que Asmodeo era conhecido naquela época. E o que Asmodeo fez nesse acontecimento foi um incidente que ele matou os maridos de Sara antes do casamento fosse consumado, dá uma base para evidência que Asmodeo trabalha contra a unidade conjugal por conseguinte destruindo famílias. Ele é conhecido como Principado de todo prazer: luxúria, sexo, vício, adultério, homossexualismo, fornicação e glutonaria, todos os quais são grandemente danosos para a unidade conjugal e também da corrupção. Por causa desses seus dotes fica clara a influencia sobre os Estados Unidos. A corrupção e a luxúria impera naquele e em outros países, pois a cada mudança das Estações do Ano os príncipes migram de Contenente.
O próprio símbolo de Asmodeo foi divulgado por todo o mundo. E ele partiu dali, de dentro dos Estados Unidos, através da moda “Punk”. Aquele “A” cortado não quer dizer só Anarquia pura e simplesmente como acreditam e apregoam os “punks”. Antes é o símbolo de Asmodeo. Como são astutos e inteligentes os demônios induzem a cultua-los mesmo sem saberem totalmente manipulados e cegos espiritualmente.
Esse método usado é básico na Idolatria.
Sua festa no satanismo é chamada de ÁREPO no dia 21 de Junho no Inverno, quando recebe mais influencia no Brasil. A sua aparência Asmodeo tinha as orelhas proeminentes e um sorriso muito simpático; louro, cabelos longos, com duas tranças ladeando a face, geralmente estava vestido com uma roupa azul de tecido acetinado. Parecia um guerreiro viking. Era forte, com ombros largos, e nos seus braceletes a insígnia vermelha: um “A” cortado.
Um dos símbolo da Nova Era, ANARQUIA= REBELDIA – A história desse símbolo, aproveitado
pela Nova Era com uma conotação de rebeldia, não é tão antiga como algumas outras. Tudo começou no final do século passado, durante a grave efervescência política na Europa, que adentrou no século vinte em pleno rebuliço. Os desencontros de opiniões eram mais intensos e gravados com as novas idéias propostas por estudiosos como Karl Max e outros.
O símbolo foi criado para identificar o movimento anarco-sindicalista, que pregava a rebelião contra a propriedade, tornando-se um sistema político social em que o indivíduo se acha emancipado da tutela governamental. Significa realmente o caos, a negação do princípio de autoridade, desordem e confusão O anarquismo, como teoria política, considera toda forma de governo ou qualquer sistema de dominação, como um mal que deve ser extirpado.
O símbolo da ANARQUIA ainda representa a abolição de toda lei ou qualquer regulamento. Não têm que obedecer a ninguém. Usado inicialmente em música “punk”, hoje é amplamente utilizado pelos fãs de música heavy metal os metaleiros. O movimento prega a destruição de toda e qualquer organização que não queira se integrar ao novo sistema. Declara a anarquia do inferno a essas organizações que resistem à adesão universal. Marca registrada de Satanás: um círculo traspassado por três traços em diversas direções. O nome diz tudo. Representa a confusão, o caos, a desordem, e por fim rebeldia.
Mas não terminamos aqui ainda tem uma outra visão desse Principado que quero revelar a vocês ele faz parte da relação dos 72 espíritos da Goetia.
GOETIA OU ARS GOETIA refere-se a uma prática que inclui a invocação e evocação de demônio. Baseia-se na lenda judaico-cristã na qual o rei de Israel, Salomão fora agraciado pelos anjos com um sistema que lhe dava poder e controle sobre os principais demônios da Terra e consequentemente a todos os espíritos menores governados por eles. Desta forma, o rei Salomão, e posteriormente seus discípulos, teria toda espécie de poderes sobrenaturais, como invisibilidade, sabedoria sobre-humana e visões do passado e futuro. (no satanismo)
Segundo seitas satânicas, a letra inicial de seu nome é parte integrante do acrônimo Baal, nome de deus pagão citado tanto nas escrituras sagradas do Torá (judaísmo) quanto na Bíblia (cristianismo), que se traduz nos nomes dos demônios Belzebu, Astarot, Asmodeo e Leviatã.
Asmodeus (em grego: Asmaidos, em latim: Asmodaeus, Asmodäus, em hebraico: Aschmedai (Talmud)) é um demônio da mitologia do Judaísmo (Livro de Tobias 3,8,17). Asmodeo é considerado um dos cinco príncipes do inferno abaixo de Lúcifer o imperador. Asmoday é o 32º espírito da Goetia. É um grande, forte e poderoso rei, que governa 72 legiões de espíritos inferiores. Asmodeo é o preferido de Amaymon. Quando convocado, Amaymon tentará iludi-lo (ao praticante).
É o demônio regente do Sexo e da Luxúria. Também influi nas brigas entre casais.
SUA REPRESENTAÇÃO EM DEMONOLOGIA: Na demonologia, Asmoday é normalmente
representado com asas e três cabeças: uma de homem com hálito de fogo, uma de touro e uma de carneiro, símbolos de virilidade e fertilidade.
É representado sentado sobre um dragão infernal, armado de uma lança e cuspindo fogo. Sendo o demônio chefe de shedin, classe de demônios com garras de galo, ele mesmo tem pés de galo, e uma cauda de serpente.
Numa classificação demonológica baseada nas categorias dos sete pecados capitais, Asmodeo é o demônio da luxúria e da lascívia.
AS SUAS FUNÇÕES: Asmodeo é considerado um dos demônios mais temidos do Inferno. É um dos demônios mais antigos, da luxuria, da sensualidade, dos ciúmes, da fornicação, da ira, da vingança, e dos jogos, que não perde muito tempo com conversas ou diálogos. A sua principal missão é a de perturbar a vida sexual dos casais, destruir casamentos, incentivar o desejo dos homens pelas mulheres. Incentiva igualmente adultérios, e relacionamentos contra-natura. Ele é igualmente um dos demônios responsável pelas obsessões. Ele semeia a discórdia, discussões e o engano.
É o super-intendente das classes de jogos na corte infernal. Desde que nas suas graças ou com um pacto com ele, ele pode conceder o anel das Virtudes, ensinar aos homens as artes da astronomia, aritmética, geometria, geomancia, artesanato e artes mecânicas. Ele dá a capacidade de ler pensamentos e confere invisibilidade. Asmodeo responde todas as perguntas se ele assim o quiser (ou obrigado a isso), e ele descobre e guarda tesouros ocultos, que pode revelar a quem estiver “do lado dele”. Segundo a Kabala, Asmoday ou AshMah-Devah, foi o “Arquiteto” do Templo de Salomão.
BELZEBU e BAALZEBUBE são os mesmos o “príncipe dos demônios” o deus das môscas e o mais
importante do que os outros mesmo sabendo que todos são o mesmo só muda o nome como já vimos, ele é o responsável pela idolatria e imoralidade dos judeus na Primeira Aliança. e agora na Igreja, a Bíblia declara que ele é um príncipe dos demônios, em outras palavras, um demônio de alto nível, numa posição de autoridade sobre outros demônios. É interessante notar que a área de influência implicada é a do engano, um demônio ser Jeová, porque Yeshúa é acusado de pretender expulsar demônios pelo poder do Senhor quando, na realidade é pelo poder do inimigo. Esse é precisamente o campo de influência a que Baal-Zebub se tem atribuído: o engano, as falsas imitações dos dons espirituais do Eterno, pois para ele há facilidade para atuar nesta área das línguas estranhas, pois opera no engano e na imitação. Nas falsas religiões e doutrinas, nas seitas, nas idolatrias, nas heresias, nas superstições, na religiosidade, e principalmente no ocultismo. Não é atoa que Belzebú e Asteroth são os príncipes da região afetada com a Tsunami como mostramos no organograma. Os países afetados são de uma grande cegueira espiritual, nem com a destruição total eles reagem, estão totalmente iludidos, assisti pela televisão mesmo eles sem terem o que comer o pouco que conseguiam levavam para a estátua de Buda e o pior em forma de agradecimento por estarem vivos. A idolatria impera naquela região. Só o Altíssimo com a Sua infinita misericórdia para entrar em ação, através de Seu Filho Amado Yeshúa Ha Mashíach e do Seu Santo Espírito para retirar a cegueira e fazer a obra de salvação naquele povo. A Festa em sua homenagem chama-se ROTAS festejada no dia 22 de Dezembro no Verão, quando o poder dele é maior. A sua aparência na apresentação tinha um rosto que parecia uma mistura de vários animais, Tinha chifres que saiam da nuca, muito longos, como os de um touro. Abriam acima da cabeça, e brilhavam como se fossem de cristal, meio transparente. O contorno do rosto parecia como de um bode, mas a aparência era de um homem. Os olhos eram bem profundos. Tinha cabelo bem preto e curto, e as laterais dele misturavam com a barba. Usava um monte de colares com pedras. O punho era estranho. Parecia cerrados por garras.
Baal + Zebub = Belzebu - Zebub é o nome hebreu para “As coisas que podem voar” ou, no sentido mais específico, os gênios do ar, silfos ou outras entidades astrais do ar e dos céus. Baal, como já vimos, significa “Senhor”. Desta maneira, Baal-Zebub significa “Aquele que é o senhor dos gênios elementais do ar”.
Belzebu como “Senhor das Moscas” surge da interpretação distorcida da bíblia do Rei James que chama Baal-Zebub de “Lord of the things that can fly” sendo que, em inglês, “fly” também quer dizer “mosca”. Então para justificar a aura “maléfica” de Belzebu, nada mais conveniente do que associá-lo a coisas repugnantes… em 1863, Collin de Plancy escreve o “dicionário infernal” e reinventa Belzebub como uma mosca gigante. O dicionário infernal foi um dos inúmeros livros que pesquisei em minha Enciclopédia de Mitologia. Beelzebuth deformação do nome de uma divindade filistéia ou cananéia: Baal Zebub ou Baal Zebulou vulgo Belzebú, Príncipe dos Demônios, Senhor das Moscas e da pestilência, Mestre da Ordem é conhecido principalmente como O Terceiro dos Três. Tem essa nomeação por ser o terceiro demônio mais poderoso do inferno, curvando-se somente perante Lúcifer e o próprio Shaitan, de Tenebras.
Baalzebub é uma entidade amalgamada de outras duas poderosas entidades conhecidas da mitologia Cananéia e Fenícia: o deus Baal ou Bael, senhor dos trovões, agricultura e fertilidade. Também associado à morte e crueldade; Zebub, o deus das moscas e da pestilência. Segundo a mitologia, Zebub era um infernunita arquiinimigo de Baal. Este que reunido com grandes magos da Antiguidade, derrotou Zebub numa batalha épica que, por ter expandido suas forças no cosmo, abriu um abismo que sugou os dois deuses e os uniu em um só, o então "belth-zebul". Seu espírito foi arremessado ao inferno e lá perdurou na "fossa", até ser resgatado por Shaitan. Seu poder excedia o poder de Zebub e do próprio Baal. Proclamou-se senhor da cidade de Dite, antes governada por Orcus.
Sua Forma: Enquanto seu antecessor semítico foi descrito como um homem ou um touro, o
demônio que o Baal assumia, na tradição dos grimórios, a forma de um homem, de um gato, de um sapo, ou de combinações destes. Uma ilustração do livro Dictionnaire Infernal (Dicionário do Inferno), de Collin Plancy em 1818 colocou de forma curiosa, as cabeças das três criaturas em um jogo dos pés da aranha.
Bael ou Baal é o primeiro espírito da Goetia, é um rei que governa no leste, senhor da tempestade, chuva, trovões, e da fecundidade, fertilidade e principalmente um deus do sol e da agricultura. Seu nome vem da palavra ba’l e significa "dono", "senhor". Este espírito fala atropeladamente e guarda o poder de torná-lo invisível. Ele reina sobre 66 legiões de espíritos infernais e manifesta-se sob variadas formas, às vezes como um homem, e às vezes de todas as formas possíveis de uma vez.
Seu selo que deve ser costurado como um Lamen antes de chamá-lo a manifestação, caso contrário ele não obedecerá.
ASTEROTE/ ASTORETE/ ASTAROTH uma deusa dos cananeus, considerada a esposa de Baal.
Era a deusa do poder produtivo, do amor, da fertilidade e da guerra. Astorete é freqüentemente representada na forma de figura feminina desnuda, com órgãos sexuais rudemente exagerados. A adoração desta deusa achava-se muito difundida entre diversos povos da Antigüidade, e o nome Astorote era comum, em forma ou outra. Seus nomes no grego é Astarte ou Astartéia. Entre os filisteus. Astorete evidentemente era encarada como deusa da guerra, conforme indicado pelo fato de que a armadura do derrotado rei Saul foi colocada no templo das imagens de Astorete. “E puseram as suas armas no templo de Astarote e o seu corpo o afixaram no muro de Bete-Seã.” (1Sm 31.10) Pelo visto Astorete era principalmente uma deusa da fertilidade. A parte mais destacada da sua adoração consistia em orgias sexuais nos templos ou nos altos devotados à adoração de Baal, onde homens e mulheres serviam por prostituir-se. A adoração de Astorete existia possivelmente em Canaã já desde o tempo de Abraão, pois uma das cidades ali era chamada Asterote-Carmaim. (Gn.14:5) Também é mencionada na Escritura a cidade de Astarote, morada do gigante rei Ogue de Basã. Seu nome indicaria que esta cidade talvez fosse centro de adoração de Astorete. (Dt 1.4; Js 9.10; 12.4) A forma singular ‘ashtóreth Astorete aparece primeiramente na Bíblia com referência ao desvio do rei Salomão, perto do fim de seu reinado. Naquele tempo, os israelitas começaram a adorar a Astorete dos sidônios (1Rs 11.5, 33) A única outra ocorrência da forma singular se acha relacionada com a derrubada, por parte do rei Josias, dos altos que Salomão construíra para Astorete e outras deidade. (1Rs 23.13) O plural ‘ashtaróhth, imagens de Astorete e “astartes” refere-se provavelmente às imagens ou manifestações desta deusa pagã. (Jz 2.13; 10.6; 1Sm 7.3, 4) o Príncipe da Maçonaria.
A festa em homenagem a Astaroth é na Primavera no dia 23 de Setembro chamada de TENETE, quando a sua autoridade é maior. A aparência dela varia muito. Ás vezes aparecia numa forma masculina, outra feminina. Como mulher é muito bonita. Mas como homem parece um ancião. A identificação vinha através da coroa que sempre usava. A sua inscrição aparecia tanto nela quanto nos antebraços. Como a deusa dos cananeus a mulher de Baal ela se apresentava corpo de mulher e cabeça de vaca. Até o povo de Israel a idolatrava.
Ástarte, a Rainha do Paraíso, era conhecida por todo o Oriente Médio, até mesmo entre os hebreus. Era a divindade principal da cidade de Sidon. Outro de seus muitos nomes era Astoreth. Assim como muitas outras divindades lunares, esta deusa era constantemente descrita usando chifres da Lua Crescente ou tendo uma cabeça de novilha com chifres.
Ástarte não era apenas uma deusa lunar do ódio, mas também uma deidade da prosperidade passageira seguida de fracassos e dores. Até mesmo as mulheres de Israel eram admoestadas por oferecer bebidas, incenso e bolos lunares a Ástarte, porque se contaminavam dispondo tais ofertas. Seus bosques sagrados, onde viviam as sacerdotizas do amor violento e ódio, eram freqüentados pelos homens. Os profetas de fogo e enxofre de Israel que tentavam mostrar o culto do Deus único ao povo só obtiveram sucesso após destruir os templos e cortarem as árvores dos bosuqes da rainha do paraíso escabroso. Mas a deusa mergulhou no subsolo para permanecer como parte da nova religião, do espiritismo e das seitas infernais, na pele de Shekinah.
Ástarte é considerada como a Senhora da Montanha; Rainha do Paraíso escabroso; Senhora de Biblos; Senhora dos cavalos e das carruagens encantadas; Donzela pervertida; Virgem e Deusa Mãe dos demônios e rebeldes a religião, Mãe dos ateus. Seus templos possuíam prostitutas sagradas, casamentos sagrados eram celebrados por suas sacerdotizas com os reis. Em seu aspecto guerreiro, ela usava os chifres de um touro. Suas sacerdotizas eram renomadas astrólogas. Vingança, vitória, guerra, Lua Crescente, astrologia, atividade sexual desregrada entre pessoas de sexos opostos e pessoas de mesmo sexo, amor selvagem, sexo com animais, especialmente com cavalos e bodes, adultérios e orgias eram algumas das coisas que ela regia.
No Dicionário Infernal, Astaroth é o vigésimo nono espírito da goetica. Ele é um duque
poderosíssimo, e aparece na forma de um anjo medonho com asas (homem desnudo), montado sobre a besta-dragão do inferno, com uma víbora na mão direita, mãos e pés de dragão e um segundo par de asas com plumas abaixo do principal, levando uma coroa. De acordo com Sebastian Michaelis é um demônio de primeira hierarquia que seduz por meio da beleza, da vaidade, filosofías racionalistas de ver o mundo e seu adversário é São Bartolomeu, que pode proteger contra ele porque venceu as tentações de Astaroth. Inspira aos matemáticos, artesãos, pintores e outros artistas liberais, pode dar invisibilidade aos homens, pode conduzir os homens a tesouros escondidos que tenham sido enterrados por feitiços de magos e contesta a qualquer pergunta feita em forma de letras e números em varias línguas.
De acordo com Francis Barret, Astaroth é o príncipe dos acusadores e inquiridores. Segundo alguns demonologistas do século XVI, os ataques deste demônio contra os humanos são mais fortes durante mês de agosto. Seu nome parece vir do da deusa Ashtart/Astarté, que na Bíblia Vulgata Latina é traduzida como Astharthe (singular) e Astharoth (plural). Esta última forma se transformou na Biblia do Rei Jaime em Ashtaroth. Parece que a forma plural foi tomada do latim ou de alguma outra tradução por aqueles que não sabiam que era um plural nem que era o nome de uma deusa, o vendo só como o nome de outro deus a parte de Deus e, por tanto, um demônio...
É sábio não se aproximar muito dele a fim de evitar o fedor deletério que ele exala. O magista deve apontar-lhe com o anel ao que estará protegido. Conhece todos os segredos da Criação e responde questões sobre o passado, presente e futuro. Declarará prontamente a queda dos espíritos, se desejado, e a razão dela. Pode fazer os homens sábios em todas as ciências liberais. Reina sobre 40 legiões de espíritos.
Como vimos esta é a estratégia a nível mundial, mais caos, destruição, até chegar a uma destruição total de todas as coisas. Como sempre digo com a permissão do Altíssimo.
A palavra Babilônia = a confusão, balbúrdia. Portanto o nome já diz o significado e função a de confundir, de misturar etc. Apriore a linha de pensamento chegamos à cidade de Roma e a Igreja Católica. Que já falamos em outro artigo abaixo. A Babilônia a Grande Meretriz com a linhagem de todas as deusas até as Marias (Mariolatria) mais a Visão Escatológica agora será o ECUMENISMO.
Ecumenismo (ou eucumenismo) é o processo de busca da unidade. O termo provém da palavra
grega "oikos" (casa), designando "toda a terra habitada". Num sentido mais restrito, emprega-se o termo para os esforços em favor da unidade entre igrejas cristãs; num sentido lato, pode designar a busca da unidade entre as religiões ou, mesmo, da humanidade. Neste último sentido, emprega-se também o termo "macro-ecumenismo".
O Dicionário Aurélio define ecumenismo como movimento que visa à unificação das igrejas cristãs (católica, ortodoxa e protestante). A definição eclesiástica, mais abrangente, diz que é a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs.
Do ponto de vista do Cristianismo, pode-se dizer que o ecumenismo é um movimento entre diversas denominações cristãs na busca do diálogo e cooperação comum, buscando superar as divergências históricas e culturais. Segundo a Igreja Evangélica Luterana do Brasil, o termo ecumênico quer representar que a Igreja de Cristo vai além das diferenças geográficas, culturais e políticas entre diversas igrejas. Nos ambientes cristãos, a relação com outras religiões costuma-se denominar diálogo inter-religioso. Este artigo foi desenvolvido na perspectiva do ecumenismo como a busca de unidade entre igrejas cristäs. Para uma visão macro-ecumênica, representa movimentos para paz, tolerância e união entre as diversas religiões – católicos, protestantes, budistas, hinduístas, judeus, muçulmanos, etc.
Podemos ver um exemplo que ilustra o objetivo de tais iniciativas no trabalho do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEP). Conforme o site dela na Internet, esta organização oferece um curso que inclui “Panorama histórico de espiritualidade nas tradições religiosas: cristã, islâmica, budista, africana, indígena e wiccana com participação em celebrações religiosas.... e participações em celebrações religiosas nas tradições: hinduísta e judaica”. Um participante do curso recentemente escreveu: “E como é parte do diálogo, no qual eu acredito, podemos durante o curso participar de momentos celebrativos das diversas religiões, entre elas: Umbanda, Candomblé, Judaísmo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo.” Ele cita as regras do ecumenismo apresentadas no curso, uma delas dizendo: “Eventualmente, cada participante do diálogo deveria ter uma experiência da religião do outro – por dentro” (Antônio Ryscak, da Igreja Anglicana).
Uma visão bem ampla: O ecumenismo é uma promiscuidade em pecado, já que pretende agremiar numa só confissão seitas cujo próprio surgimento e a "raison d'être" são desvios do caminho reto da tradição cristã original. É uma tentativa insólita de se chegar à Verdade através da aceitação simultânea de várias deturpações desta.
A expressão "o Deus é o mesmo," habitualmente usada por aqueles que defendem esta promiscuidade não tem sentido. Evidentemente, existe Um só Deus. O Criador do mundo, Que independe de qualquer definição. Porém, neste caso trata-se de Um Absoluto, "Deus absconditus", - uma noção sem nenhum significado de valor ético.
Norbert nos dá uma explicação bastante clara sobre “Os Perigos do Ecumenismo e da Globalização” com algumas conotações minhas: O que é ECUMENISMO? Quer dizer “relativo a toda a terra”. “Ecumenismo é uma aliança de diferentes entidades cristãs, de igrejas e ou denominações religiosas, que passou a existir por meio de concessões e às custas da verdade bíblica, seguindo raciocínio meramente humanos”. É um movimento religioso que procura a união de todos os que “seguem” a Cristo: católicos, protestantes e ortodoxos, inclusive, os de outras religiões e seitas, como judeus, árabes, espíritas, e outras... Jamais na história da Igreja houve um movimento mundial como agora, com a finalidade de unir em uma só igreja a Igreja Romana, e todas as denominações evangélicas, independentes de confissão doutrinária. O que nos desperta é que isto será uma realidade logo após o arrebatamento, quando o falso profeta fará com que todos adorem a Besta. “para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17.21).
A união em favor da qual Jesus orou não era a união das igrejas e organizações, mas a espiritual, baseada na permanência NELE.
A idéia original de fundar um movimento ecumênico pode ter surgido por uma motivação pura. Já o conde von Zinzendorf, na época do pietismo, tentou forjar uma “unidade espiritual” entre os diferentes grupos cristãos de língua alemã na Pensilvânia (EUA). Depois que o trabalho missionário protestante teve amplo impulso no século XIX, surgiu a questão do testemunho cristão comum por parte dos diferentes grupos envolvidos com a pregação do Evangelho pelo mundo. Em razão desse questionamento, diversas agências missionárias, que geralmente trabalhavam em bases interdenominacionais, realizaram suas primeiras conferências em Liverpool (1860) e em Londres (1878 e 1888). Em 1990 aconteceu em Nova York a “Primeira Conferência Missionária Ecumênica”. A partir de meados do século XIX surgiram diversas alianças e confederações, unindo igrejas nacionais e internacionais. Aos poucos foi se consolidando a convicção de que era necessário um conselho ecumênico de igrejas para um efeito trabalho supradenominacional. Com o tempo, o ecumenismo tornou-se um movimento de abrangência mundial, que não tinha mais muito em comum com a idéia original de não atrapalhar o avanço do trabalho missionário pela desunião organizacional entre as diferentes entidades empenhadas na evangelização. O que aconteceu foi uma certa degeneração em seus propósitos. Os alvos do ecumenismo foram assim redefinidos: “O Movimento Ecumênico é uma conscientização da união entre os cristãos com o alvo de ultrapassar as diferenças denominacionais e não-teológicas, isto é, lingüísticas, nacionais, de raça, cultura e geografia”. O ecumenismo busca unidade também onde não pode haver “união espiritual”, pois o Espírito de Deus não pode se unir com religiões que não têm fundamento bíblico. Curiosamente, no mesmo ano em que foi proclamado o Estado de Israel (como introdução aos tempos finais?) era fundado também o CMI (Conselho Mundial de Igrejas) em Amsterdã (Holanda), cuja primeira assembléia geral foi realizada entre 22 de agosto e 4 de setembro de 1948. Dela tomaram partes representantes de 147 igrejas de 47 países.
Entre a segunda e a terceira assembléia geral, o CMI já estabeleceu contatos com a Igreja Ortodoxa Russa. Nos primórdios do movimento, a Igreja Católica Romana mantinha uma posição radicalmente contrária a ele. Oficialmente ela nunca tornou-se membro do movimento, mas o Concílio Vaticano II ocasionou uma forte aproximação com o ecumenismo. Atualmente Roma envia observadores, que apresentam o ponto-devista católico-romano em plenário e, desse modo, exercem sua influência. Hoje fazem parte do CMI cerca de 400 igrejas e denominações diferentes. A sede do CMI encontra-se em Genebra, na Suíça. Em 1961, por ocasião da assembléia geral em Nova Délhi (Índia), aproximadamente 20 novas igrejas filiaram-se ao movimento, inclusive a Igreja Ortodoxa Russa e duas igrejas pentecostais. Ali também foi aprovada a resolução de que as igrejas participantes do CMI iriam privar-se de fazes proselitismo junto aos membros de qualquer igreja filiada ao movimento. Imaginemos o que essa resolução significa na prática, uma vez que o conceito de ecumenismo foi sendo expandido cada vez mais, chegando a ser um ecumenismo de todas as religiões.
Nos anos seguintes, o CMI alinhou-se politicamente bastante à esquerda. A Teologia de Libertação e os movimentos de libertação ocupavam o centro das atenções. Esses movimentos foram apoiados inclusive financeiramente. O diálogo com outras religiões passou a ser um alvo relevante, e assim continuava o seu processo de decadência. Por ocasião da assembléia geral de 1983 em Vancouver (Cabadá), a honra de fazer o discurso de abertura coube a teóloga alemã Dorothee Solle – justamente a principal defensora da teologia do “Deus está morto” (apesar dela não fazer parte da delegação alemã nem ter tido seu nome sugerido por esta). Em 1991, em Canberra (Austrália), o tema foi: “Vem, Espírito Santo, renova toda a criação”. Rainer Wagner escreve sobre o evento em seu livro “Alle in einen Boot – Okumene und der Preis der Einheit” (Todos no Mesmo Barco – Ecumenismo e o Preço da Unidade”): Os congressistas tiveram de sujeitar-se a um ritual de purificação que, segundo declaração do CMI, unia a cultura dos aborigenes australianos com “rituais cristãos de purificação e o fogo purificador do Espírito Santo”. O professor de missiologia Peter Beyerhaus declarou que o ritual foi “a mais pura blasfêmia”. Mas as coisas iriam piorar ainda mais: a teóloga reformada sul-coreana Chung Hyung Kyung proferiu uma das principais palestras. A professora, que hoje leciona nos Estados Unidos, tirou seus sapatos no plenário antes de iniciar sua palestra. Ela explicou que o fazia em consideração à terra dos aborígenes australianos e conclamou os demais participantes do evento a fazerem o mesmo. Através de uma dança, a teóloga transformada em xamã evocou os espíritos dos mortos. Ela distanciou-se de um “deus-macho masculino”. Uma divindade asiática feminina foi apresentada como “imagem de um Cristo feminino”. Durante essa e outras reuniões realizadas no decorrer da assembléia foram invocados os espíritos dos antepassados como expressão do Espírito Santo”. Espíritos de mulheres assassinadas pelo poder masculino foram invocados em nome de uma teologia de libertação. Nesse ínterim, algumas igrejas desfiliaram-se do CMI por razões diversas ou deixaram de enviar delegados à assembléia geral de 1998. O CMI passa pela maior crise de sua história. Ele estabeleceu como propósito a unificação de todas as religiões (cristianismo, judaísmo, islamismo, budismo e hinduísmo) bem como de todas as seitas, cultos, igrejas e denominações. Seu alvo é fazer de todas elas uma unidade. Há tempos o CMI tem sido acusado de praticar o sincretismo (mistura de todas as religiões), especialmente em virtude da palestra” “O Cristo Cósmico” feita por J. Sittler em Nova Délhi. Na reunião de 1971 em Adis Abeba (Etiópia) falava-se de “um Cristo adormecido em todas as religiões”. As críticas são portanto mais que justificadas. Na assembléia geral em dezembro de 1999 em Harare (Zimbábue) foi criticado o fato do nome de Jesus nem sequer ter sido mencionado na resolução redigida ao final do evento.
Na realidade, desde 1948 aspira-se a uma religião mundial única bem como a uma economia globalizada, uma união de todo o mundo sob um governo global. A mistura com outras religiões produz no movimento ecumênico uma fé cada vez mais dissociada de Jesus Cristo. Assim surge, em nossa opinião, a Babilônia de que fala o último livro da Bíblia. Apocalipse 17 caracteriza o sistema religioso dos tempos finais como anticristão. A Babilônia dos tempos finais “se assenta sobre muitas águas”, ou seja, uma mistura de religiões. Ao mesmo tempo, o CMI se opõe a Israel e, desse modo, às promessas divinas. A revista alemã Idea Spektrum (7/2000) publicou um artigo intitulado: “Por uma retirada israelense de todos os territórios ocupados:” O comitê central do Conselho Mundial de Igrejas conclamou seus 342 membros evangélicos, anglicanos e ortodoxos a se empenharem pela retirada israelense dos “territórios ocupados”. Na assembléia realizada em Potsdam (Alemanha) os delegados declararam sua compaixão pelas vítimas da violência e ao mesmo tempo criticaram o “uso exagerado da força militar por parte de Israel” e a “rotineira humilhação dos palestinos”. Todos os cristãos deve avaliar-se as palavras do Senhor em Apocalipse 18.4 se aplicam ao sistema religioso do ecumenismo. E todo cristão deve perguntar-se não está na hora de obedecer ao que a Palavra de Deus ordena nesse versículo: “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados...” Pois essas palavras deixam bem claro que a simples participação já representa cumplicidade com o pecado. Todos os cristãos devem estar consciente de que, ao se filiarem a alianças que fazem parte do CMI, queiram ou não queiram, estão confraternizando com a mais diversas igrejas e cultos, identificando-se com todas as suas “doutrinas especiais” – como o culto a Maria, o liberalismo, as criticas à Bíblia ou sua postura em relação à homossexualidade. Participando de alianças subordinadas ao CMI, automaticamente se apóia o movimento ecumênico e, através das contribuições dadas às igrejas locais que fazem parte delas, indiretamente se estará apoiando os alvos dessa organização. Nesse contexto, devemos observar três aspectos:
(1) A Igreja de Jesus bíblica não é uma organização, mas um organismo. Seus membros, pessoas de todas as nações, fazem parte do corpo de Cristo e são unidos uns aos outros através do Espírito Santo. Essa união em Espírito não pode ser criada através de uma organização, pois acontece exclusivamente através do novo nascimento espiritual. O fundamento é a Bíblia e a salvação dos membros da Igreja de Jesus é devida unicamente ao seu Senhor e Mestre Jesus Cristo, que é a única verdade.
(2) Existe um único critério para o Arrebatamento e a salvação eterna, que é a fé em Jesus Cristo. Quem confessa a Jesus e nasceu de novo pelo Espírito Santo irá ressuscitar ou será arrebatado quando o Senhor voltar para buscar os Seus. Depois, cada um prestará contas de seus atos diante do tribunal de Cristo (1 Co 4.5; 2 Co 5.10).
(3) Se um filho de Deus tem a convicção de ter um ministério ou que seu lugar ainda é numa igreja participante de alguma associação ligada ao CMI, não podemos emitir juízo a respeito. O importante é que cada um tenha certeza interior de que foi colocado nessa posição pelo Senhor. Mas, mesmo assim, exortamos a todos os filhos de Deus que sejam vigilantes, pois o espírito Anticisto exerce forte atração, levando as pessoas para o engano. Paulo não exorta em vão: “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos” (1 Co 16.13). Isso pode significar “padecer por Cristo e não somente crer nele” (Fp 1.29). No final, quero lembrar Colossenses 2.18: “Ninguém vos domine a seu belprazer” (Ed. Revista e Corrigida). (12)
Hoje após muitas guerras, especialmente depois das duas guerras mundiais, a Europa aprendeu que a unidade não será atingida através das armas. E sim através da unificação, como temos visto muitas nações estão se juntando-se à Europa. Com as guerras a destruição, a fome, as doenças e por fim a morte, e não há prosperidade, mas com a Unificação das Nações, as autoridades, os poderes estão unidos, com isso potências se destacam aí acontece o desenvolvimento em todas as áreas economia, tecnologia, política, com a troca mútua todas as nações saem ganhando. A isso chamamos de globalização.
“O espírito da globalização tem sucesso a partir do momento em que extingue os idiomas e acaba com as fronteiras das nações. Essa forma de engano é irreversível”.
Dessa forma vemos o espírito do Engano atuando em grande forma em nosso meio, mas a Palavra nos diz que se possível enganariam até os escolhidos, mas graças ao Pai estamos em alertas. Com isso temos certeza que o Senhor está pertinho de voltar.
Falaremos sobre a Globalização em outro artigo.
O que Deus diz? Quando ecumênicos procuram aprovação de Deus, sempre destacam o amor dele, que é uma característica importantíssima da natureza divina (1 João 4.8). Mas, para tentar justificar a união do sagrado com o profano, esquecem da santidade dele, um outro aspecto fundamental de seu caráter (Apocalipse 4.8). O ecumenismo depende de uma teologia desequilibrada.
No Velho Testamento, Deus sempre exigia pureza, santificação e separação das outras religiões. Antes de subir a Betel (casa de Deus), a família de Jacó teve que lançar fora seus “outros deuses” (Gênesis 35.2). Deus falou para Israel não ter nenhum outro Deus (Êxodo 20.1-3), e exigia uma intolerância absoluta em relação aos outros (falsos) deuses (Êxodo 22.20; 23.24). Adoração de qualquer outro deus é vista como desvio do Senhor (Êxodo 32.8; Juízes 2.12; 10.6). Josué insistiu na importância de servir somente o Deus verdadeiro, rejeitando os falsos deuses dos outros povos (Josué 24.14-15). Homens fiéis recusavam servir outros deuses, mesmo quando foram ameaçados de morte (Daniel 3.18).
No Novo Testamento, Deus exige a mesma pureza e santificação. Servir falsos deuses é voltar á escravidão (Gálatas 4.8-9). Por isso, devemos nos guardar dos ídolos (1 João 5.21; 1 Coríntios 10.14), pois a idolatria é um pecado que impede acesso ao reino de Deus e leva à condenação eterna (1 Coríntios 6.9-11; Apocalipse 21.7-8). Os ensinamentos da Nova Aliança não somente condenam a idolatria, mas toda e qualquer forma da impureza (2 Coríntios 6.14 - 7:1). Qualquer um que nos incentiva a aceitar doutrinas que não vêm de Jesus Cristo deve ser rejeitado (Gálatas 1.6-11; 2 João 9).
A Grande Hora se aproxima.
Maranata! Ora Vem Senhor Yeshúa Ha Mashíach!.
Quem tiver ouvidos ouçam, e visão vejam o que o ESPÍRITO SANTO diz e mostra a Sua IGREJA, que é a sua NOIVA. Que o Senhor lhe dê entendimento e sabedoria para decidi.
Shalom Adonai para todos.
9 comentários:
Fabuloso estudo, porém, esqueceu uma única coisa, Deus criou o homem somente para adora-lo, impressionante o tempo que você deve ter perdido para compor todas as informações contidas neste blog, lendas e mitos não são a verdade, cada um desenha da maneira que quer. É muito simples associar satanás a qualquer especimes, seja humana ou não, o fato é que, o homem quer sustificar a Deus em sua existencia, sendo isto, impossivél, pois, o proprio Deus, não deu o conhecimento do oculto nem mesmo aos anjos, como daria ao Diabo, ao orixá, ao papa, ao pastor. Averdade é que cada um tem que vender do seu peixe, por isso gente ipocrita como você o faz. Não importa a sua religião a sua crençan ou sua opção sexual, só terás o conhecimento do oculto quando morrer. Não deves associar entidade ou outro ser mistico aos acontecimentos repetitivos na terra, pois Deus em sua sabedoria criou o mundo com o auto poder de transformação, como os dinossauros existiram uum dia, hoje vive o homem, isto não quer dizer que amanhã estaremos ainda nesta terra, como a ciência a cada momento descobre uma nova doença e uma nova cura, um novo metodo de tratamento. historia e estoria no mundo revela que das mesmas doenças dos primatas e suas curas e seus metodos hoje o homem quer apenas vender as tuas descoberta.
Sinto muito em te dizer meu caro amigo, nem você nem ninguém deve e nem pode associar ao mundo feitos de Deus aos orixás. Caso queira debater junto comigo me mande um email com seu interesse em debate. att.. andersonramosbrasilia@gmail.com
Resposta ao Comentario do Anderson: Perai - yemanja é mito mas.. e Deus? tem provas de que ele existe? sera que foi ele que ''inventou'' as ''coisas'' ? quem tem prova disso?
acho que cada um tem sua crença e devemos respeita-las. Eu dei minha opnião aqui mas não forço ninguém a acreditar no que eu acredito, não preciso promover minha espiritualidade pois td esta em meu coração e atitudes afinal, não se tem prova de nada, é td a maioria é invenção do homem.
Mensagem a dona do Blog: Gostei muito desse post, Abraços - adorei o blog.
Minha querida Gisele Garrido, em resposta ao seu comentário, entendo a sua preocupação em defesa de yemanja, Em momento nenhum eu disse que Yemanja não existe, Não discuto religião.
A ignorança do ser humano é muito maior que a sabedoria, por isso estamos enchendo as cabeças de pessoas que gostam de acreditar em qualquer coisa o tempo todo com diversos assuntos.
A verdade é que se yemanja não existe não haveria tantas lendas e mitos relacionado à esta entidade tão venerada por milhares de pessoas no Brasil e no mundo.
Se Yemanjá não existe eu não existo você não existe nada existe.
Se Deus não existe eu não existo você não existe, yemanja não existe.
Nos USA a filosofia tem travado uma grande briga que tem ido para os tribunais para que um juiz de direito de seu veredito, Evolução Vs Criação.
Hoje a evulução tem defendido que somos evoluido do macaco, sendo assim que a ciencia prova que somos 92% distante do macaco.
A criação defende que somos criados por um ser inteligente, assim é que é chamada de "Desingner Inteligente".
A evolução não consegue provar que somos evoluído do macaco.
O Desingner Inteligente não prova que somos criado por um ser maior.
Mais tem ido aos tribunais essa briga.
A verdade é que existe evidências que nos leva a crer que é mais plausivo o Desingner Inteligente do que a tese de Evolução.
Hitle em sua ditadura matou mais milhares de pessoas apenas por acreditar que pessoas de baixo QI não poderiam ficar consumildo espaço na terra e nem consumindo seus alimentos. destas milhares de mortes foram 500 mil crianças.
A pergunta é se Deus não existe por que a luta contra o "Desingner Inteligente"? Essa é apenas uma teoria baseada em evidências.
A Evolução tambem.
Se pergunte a menos uma vez e depois se pergunte novamente. O porque você vive? Quem lhe deu vida? ou somos apenas acaso de "Teorias".
Eu afirmo que não é religião é apenas crença e bandeira.
Elogio a sua postagem um Forte abraço
Anderson Ramos...
Anderson: Sobre as perguntas: O porque você vive? Quem lhe deu vida? ou somos apenas acaso de "Teorias"...
Isso vai de cada um mesmo, vejo que vc apenas tem sua opnião ( igual eu tenho as minhas) e respeita os outros e não é mais um ''fanatico religioso'', agora entendi onde vc quis chegar... Abraços!
gostei muito do post apesar de muito extenso, quanto às observações do Anderso e da Gisely não sou nem a favor nem contra, muito pelo contrário, a Gisely em parte cre em Deus e em parte cre no homem, o Anderson acredita que descendemos do macaco, mas, o homem é tão sem-vergonha que é mais provavel o macaco descender do homem do que nós do macaco.Eu particularmente creio somente em Deus e em Seu Filho Jesus Cristo e em nada mais.
Abraços.
Bom dia a todos, Anderson e Gyseli por falar em vender "o peixe" vcs tentaram vender o de vcs! Volto a responder este tópico com mais tempo....para adiantar Anderson vc dizer que acontecimentos em nosso planeta não há nada a ver com demônios ???? Meu querido vc está perdido em seus pensamentos ! ou sua teologia com excesso de informação causou-lhe desinformação !
Em resposta ao anonimo mostre-me onde eu afirmo que acredito na descendencia do macaco? pelo contrario! leia com atenção é verá que sou totalmente crente na criação. A discusão não foi nada sobre o seu comentário! Apenas expressão de ideias.
Ao Elmoraes acredito que o vossa pessoa possa ser algum tipo de mistíco. Em 1º lugar onde foi vendido peixe cada um tem sua opnião e em nenhum momento apresento produto apenas trato do aspecto de todos defenderem suas bandeiras que é normal isso! Na questão da desinformação acredito que por falta do seu comentário não poderia retrucar a sua opnião, e no que apenas colocou afirmo que sim o nosso planeta não tem nada a ver com demonios, pois, vejamos que Deus cria a terra e somente depois lança os demonios na terra. e por fim fica muito vago a sua colocação. Não sou mente fechada, trabalho em cima de evidências, quaso tenha algo que prove ou apenas direcione sua afirmação, posso sim, mudar a minha opinião.
Um forte abraço de alguém que apenas busca informação para chegar em uma conclusão acertada.
DEUS É O DIABO
durmam com a verdade
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