quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

SÍMBOLOS NATALINOS É DE ORIGEM PAGÃ

História e significado da ÁRVORE DE NATAL
Simboliza vida eterna, árvore do paraíso, símbolo pagão.
“Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com machado. (v. 3) Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.Tamuz, em cada aniversário queria receber presentes, todos colocados em uma árvore,” (v. 4) (Jr. 10.3-4)
Tamuz era filho de Ninrode e Semírames na Babilônia 2000 A.C.
Semírames converteu-se na “RAINHA DO CÉU” e Ninrode sob diversos nomes tornou-se o divino “filho do céu”.
A tradição de enfeitar a árvore surgiu na antiga religião babilônica. Para os caldeus, a árvore era a representação da divindade Astarote, companheira de Baal. “Porque me deixaram, e se encurvaram a Astarote, deusa dos sidônios, a Quemos, deus dos moabitas, e a Milcom, deus dos filhos de Amom, e não andaram pelos meus caminhos, para fazerem o que parece reto aos meus olhos, a saber, os meus estatutos e os meus juízos, como Davi, seu pai”. (1 Rs. 11.33)
Ao lado de um altar de Baal sempre encontrava a referência de um bosque, poste-ídolo ou aserins, que igualmente deveriam ser destruídos assim como altar. Existem ainda outras lendas quanto à origem da árvore de natal.
Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanhã em 1530 como país de origem, a mais aceita atribui à novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros cobertos de neve, que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Queria, assim, mostrar as crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal.
Esta tradição chegou ao continente americano através de alguns alemães, que vieram residir na América durante o período colonial.
No Brasil, país em que o cristianismo prevalece, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares na época natalina, pois, além de decorar, simbolizam paz, alegria e esperança. As árvores de Natal também simbolizam a vida, pois em dezembro no hemisfério norte, ocorre o inverno e as árvores perdem as folhas. Uma árvore frondosa e cheia de enfeites simboliza a vida.

Dia de montar a árvore de Natal
De acordo com a tradição católica, a árvore de Natal deve ser montada a partir do dia 30 de novembro, que é o começo do período do advento. Sua montagem deve ser aos poucos, intensificando-se a partir de 17 de dezembro (momento em que a Bíblia começa a falar do nascimento de Jesus). Em 6 de janeiro (Dia de Reis), de acordo com esta tradição, é o dia de desmontar a árvore de Natal.
Na Escandinávia, por exemplo, sacrifícios eram feitos ao deus Thor, sempre ao pé de uma árvore frondosa.
Ainda de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio, há cerca d e 800 A.C. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao CARVALHO DE ODIN, sagrado adorando-se uma árvore, em homenagem ao deus-menino.
No Carvalho sagrado de Odin, eram colocados presentes, para que as crianças pegassem fato parecido com o que acontece hoje nas festas de Cosme Damião, em que as pessoas oferecem doces e presentes à criançada.
Odin era um deus da mitologia germânica, chamado também de Wotan.
Era considerado o demônio da tempestade, depois o demônio do mundo. Tinha dois irmãos, Vili e Vê. Segundo a lenda, Odin e seus irmãos mataram o gigante. Ymir e de sua carne formaram a terra; de seu sangue formaram o mar; dos ossos, criaram as montanhas; dos cabelos, fizeram as árvores; e do seu crânio, a abóboda celeste. Fizeram, ainda, de dois troncos de árvore, o primeiro par humano, Ak e Embla.
Essa é uma explicação grosseira que o inferno usa para substituir os atos da criação que o nosso Deus realizou, tal como descrito em Gêneses 1.
(Odin deus germânico, o demônio da tempestade) A principal função divina de Odin era a deus da guerra; trazia na mão a lança Gungnir, cujo golpe nenhuma força poderia conter, e montava o cavalo Sleipnir, que tinha oito patas, e no qual cavalgou até Yggdrasill a árvore onde se sacrificou para si mesmo, pendurado e perfurado por uma lança nesta “Árvore do Mundo” ou “Grande Árvore”.
Ele tinha, ainda, o dom de tomar múltiplas formas.
Quando surgia como humano, adquiria as feições de um barbudo, caolho, usando um chapéu de abas largas e se envolvia numa vasta capa.
Com os santos romanos não conseguiam acabar com esta adoração fetichista, trocaram a adoração à “Árvore do Mundo” pela “Árvore de Natal”.
“Tomou para si cedros, ou toma um cipreste, ou um carvalho e esforça-se contra as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer. (v. 14) Então, servirão ao homem para queimar; com isso, se aquenta e coze o pão; também faz um deus e se prostra diante dele; fabrica uma imagem de escultura e ajoelha diante dela. (v. 15) Metade queima, com a outra metade 48come carne; assa-a e farta-se; também se aquenta e diz: Ora, já me aquentei, já vi o fogo. (v. 16) Então, do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e lhe dirige a sua oração, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus.” (v. 17) (Is. 44.14-17) Asherah, talvez árvore sagrada símbolo de idolatria. Os povos das antiguidades possuíam o mau-hábito, de utilizar a madeira bem como árvore para fins de idolatria.
Os povos da Suécia e Noruega (península escandinava) no passado adoravam as árvores. Quando se tornaram cristãos (por decreto, na época do domínio romano) trouxeram a árvore para fazer parte das festividades. Adaptaram um costume pagão à Igreja Cristã, evidência de que não houve conversão total e genuína, pois não abandonaram seus costumes anteriores.

PAPAI NOEL “bom velhinho” – É a imagem de um velhinho gorducho, sentado em um trenó puxado por renas, deixando brinquedos e presentes para as crianças é conhecida mundialmente, mas não é verdade, é pura ilusão mentira do Diabo. A Bíblia diz que ele é o pai da mentira.
A historia de Papai Noel começa com um homem chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d. C. que era bispo católico de Mira, no século V na Ásia Menor, onde fica a Turquia. Ele era conhecido por sua sabedoria e bondade. Contam que as lendas que Nicolau vinha de uma família rica e dedicou toda sua fortuna para os pobres.
Algumas pessoas também diziam que ele possuía poderes mágicos. O bispo, era um homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Nicolau morreu no ano 340 D.C. No final do século XI, religiosos saldados da Itália retornaram ao país com os restos mortais de Nicolau. Em sua homenagem, construíram uma catedral na cidade portuária de Bari, situada ao Sul da Itália. A partir daí passou-se a comemorar o dia de São Nicolau, dando-se presentes e fazendo caridades.
Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que lançou o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, escrito para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.
O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.
No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a oglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.

A roupa do Papai Noel
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano edição especial de Natal.
Em alguns lugares na Europa, contudo, algumas vezes ele também é representado com os paramentos eclesiásticos de bispo, tendo, em vez do gorro vermelho, uma mitra episcopal.

O mito da Coca-Cola
É amplamente divulgado pela internet e por outros meios que a Coca Cola seria a responsável pelo atual visual do Papai Noel (roupas vermelhas com detalhes em branco e cinto preto), mas é historicamente comprovado que o responsável por sua roupagem vermelha foi o Cartunista americano Thomas Nast, em 1886 na revista Harper’s Weeklys. Papai Noel até então era representado com roupas de inverno, porém na cor verde. O que ocorre é que em 1931 a Coca-Cola teria realizado uma grande campanha publicitária vestindo Papai Noel ao mesmo modo de Nast, com as cores vermelha e branca o que foi bastante conveniente já que estas são as cores de seu rótulo. Tal campanha fez um enorme sucesso e a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Portanto a Coca-Cola foi responsável por ajudar a difundir o mito tal qual ele é, mas, de forma alguma por criar a figura tão conhecida de Papai-Noel.

Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países
Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).

Papai Noel no trenó e suas renas - Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.

As renas do Papai Noel ou do Pai Natal - As renas do Papai Noel ou de o Pai Natal são as únicas renas do mundo que sabem voar, ajudando o Papai Noel ou o Pai Natal entregar os presentes para as crianças do mundo todo na noite de Natal. Quando o Papai Noel ou o Pai Natal pede para serem rápidas, elas podem ser as mais rápidas renas do mundo. Mas quando ele quer, elas tornam-se lentas. O mito das renas foi inventado na Europa, no seculo XIX.
A quantidade de renas que puxam o trenó é controversa, tudo por causa da rena conhecida como Rudolph. Existe uma lenda que diz que Rudolph teria entrado para equipe de renas titulares por ter um nariz vermelho e brilhante, que ajuda a guiar as outras renas durante as tempestades. E, a partir daquele ano, a quantidade de renas passou a ser nove, diferente dos trenós tradicionais, puxados por oito renas. Tal lenda foi criada em 1939 e retratada no filme Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho (1960 e 1998).
Os nomes das renas, em inglês são: Rudolph, Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donner e Blitzen. E em português são: Rodolfo, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago.

O Papai Noel ou Pai Natal da Lapônia
Nos países do norte da Europa, diz a tradição que o Papai Noel não vive propriamente no Polo Norte, mas sim na Lapônia, mais propriamente na cidade de Rovanieme, onde de fato existe o "escritório do Papai Noel" bem como o parque conhecido como "Santa Park", que se tornou uma atração turística do local. Criou-se inclusive um endereço oficial como a residência do Papai Noel, a saber:
Santa Claus
FIN-96930 Arctic Circle
Rovaniemi - Finlândia
http://www.santaclausoffice.fi/
Em função disso, a região de Penedo, distrito de Itatiaia, no Rio de Janeiro, que é uma colônia finlandesa, se auto-declarou como a "residência de verão" do Papai Noel.

O PRESÉPIO - Foi introduzido no século XIII, por São Francisco de Assis. Nas colônias inglesas dos E.U.A., os primeiros puritanos lá chegados, substituindo por um dia de jejum. Os imigrantes holandeses, chegados depois, ressuscitaram os festejos natalinos. No Brasil, é a celebração que mais profundamente está enraizada no sentimento nacional, sugerindo riquíssimo material pois ético e folclórico com base na religiosidade.
Cognominada simplismente, no interior brasileiro, de noite de festa, seu ponto alto é a (Missa do Galo), celebrada a meia noite” ou dependendo do costume da cidade.
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semi-litúrgica que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1222, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápolis no século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século XIX, e na França, não o fez até inícios do século. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangélicos.

Significado do présepio de Natal
O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.
O presépio é uma referência cristã que remete para o nascimento de Jesus na gruta de Belém, na companhia de José e Maria. Conta a Bíblia que, depois de muito tempo à procura de um lugar para albergar o casal, que se encontrava em viagem por motivo de recenseamento de toda a Galiléia, José e Maria tiveram que pernoitar numa gruta ou cabana nas imediações de Belém. De acordo com a mesma fonte, Jesus nasceu numa manjedoura destinada a animais (no presépio, uma vaca e um burro) e foi reconhecido, no momento do nascimento, por pastores da região, avisados por um anjo, e, dias mais tarde, por magos (ou reis) vindos do oriente, guiados por uma estrela, que teriam oferecido ouro, incenso e mirra ao recém-nascido.
Segundo a história, estes acontecimentos ocorreram no tempo do rei Herodes, que teria mandado matar todas as crianças por medo de perder o seu trono para o futuro rei dos judeus.

Origem do presépio de Natal
De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua idéia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.
No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

Tradição da montagem do presépio
É tradição em várias regiões do mundo a montagem do presépio na época de Natal. Os presépios podem varias em tamanho e materiais usados. Existem presépios minúsculos e outros em tamanho real. As peças podem ser feitas de madeira, argila, metal ou outros materiais. O mais comum, atualmente, é a montagem dentro das casas das famílias cristãs. Porém, encontramos também presépios em lojas, empresas, praças, escolas e outros locais públicos.

Um costume de Natal
Tornou-se costume em várias culturas montar um presépio quando é chegada à época de Natal. Variam em tamanho, alguns em miniatura, outros em tamanho real. O primeiro presépio do mundo teria sido montado em argila por São Francisco de Assis em 1223. Nesse ano, em vez de festejar a noite de Natal na Igreja, como era seu hábito, o Santo fê-lo na floresta de Greccio, para onde mandou transportar uma manjedoura, um boi e um burro, para melhor explicar o Natal às pessoas comuns, camponeses que não conseguiam entender a história do nascimento de Jesus. O costume espalhou-se por entre as principais Catedrais, Igrejas e Mosteiros da Europa durante a Idade Média, começando a ser montado também nas casas de Reis e Nobres já durante o Renascimento. Em 1567, a Duquesa de Amalfi mandou montar um presépio que tinha 116 figuras para representar o nascimento de Jesus, a adoração dos Reis Magos e dos pastores e o cantar dos anjos. Foi já no Século XVIII que o costume de montar o presépio nas casas comuns se disseminou pela Europa e depois pelo mundo.

O presépio em Portugal
Em Portugal, o presépio tem tradições muito antigas e enraizadas nos costumes populares. Este é montado no início do Advento sem a figura do Menino Jesus que só é colocada na noite de Natal, depois da Missa do Galo. Tradicionalmente, é perto do presépio que são colocados os presentes que são distribuídos depois de se colocar a imagem do Menino Jesus. O presépio é desmontado a seguir ao Dia de Reis. Na maioria das cidades o presépio é montado pelas autarquias e em algumas tenta-se ter o maior presépio, como é o caso de Vila Nova de Famaliação. No entanto foi Alenquer que ganhou o epíteto de Vila Presépio depois de, em 1968, ter iniciado a tradição de montar um gigantesco presépio elaborado pelo pintor Alvaro Duarte de Almeida numa das colinas da cidade.
O Presépio Tradicional Português é - ao contrário do que encontramos nos outros países - formado por figuras tão diversas que não correspondem exatamente à época que deveriam representar. À excepção das figuras da Sagrada Família (São José, Virgem Maria e o Menino Jesus), dos pastores e dos Três Reis Magos, todas as restantes figuras que surgem no Presépio Tradicional Português foram adicionadas com vista a dar uma representação "mais portuguesa" à história da Natividade. Assim, podemos encontrar figuras como: um moleiro e o seu moinho, uma lavadeira, alguns bailarinos de um rancho folclórico, uma mulher com um cântaro na cabeça, entre muitos outros personagens divertidos e tipicamente portugueses. A origem destas peças é da Região Norte de Portugal e, ainda hoje, são todas produzidas com origem artesanal.Por sua vez, no Alentejo, o Presépio mais característico é o de Estremoz.As cenas da Natividade de setecentos modeladas ao modo de Estremoz, resultam do trabalho das barristas de adaptação ao gosto e tradição local, dos grandes Presépios realizados em barro por artistas como Joaquim Machado de Castro.
No inicio do séc. XX estavam praticamente em desuso e a produção era rara. Sebastião Pessanha encomenda ainda um Presépio na década de 10, com 60 peças. Disse-lhe Gertrudes Rosa Marques (uma das últimas bonecreiras que ainda trabalhava em Estremoz) que já não saia um da sua oficina há muitos anos, facto que atesta o desuso da representação da Natividade nos antigos moldes.
Entretanto, durante o Regime do Estado Novo, aos bonecos de Estremoz é dado um novo alento, conhecendo os Presépios locais uma fantástica inovação, que substituiu mesmo a antiga tradição. Nos anos 30, o Director da Escola de Artes e Oficios local, o gaiense José Maria Sá Lemos, com a preciosa assistência do Mestre Oleiro Mariano da Conceição, junta os famosos Tronos de cascata de Santo Antônio, com as principais figurinhas que compõem um Presépio. A cena passa então a ser composta por 9 peças, mais o Trono (ou Altar como alguns lhe chamam), onde estão os três Reis Magos no degrau maior, estando ao meio a Sagrada Família com o Menino dentro da Mangedoura, e no terceiro e último degrau estão três Pastores ofertantes. Hoje é este o Presépio que se considera tradicional em Estremoz.

Peças do presépio (personagens representados)
Menino Jesus (filho de Deus e o Salvador). Foi o escolhido para ser o salvador do povo.
Virgem Maria (mãe de Jesus Cristo). Do seu ventre, nasceu Jesus Cristo.
José (É o pai adotivo do menino Jesus Cristo). foi um homem judeu, provavelmente carpinteiro/pedreiro.
Manjedoura (local onde nasceu Jesus). É um lugar de aconchego onde Jesus ficou quando nasceu. É como se fosse o berço de Jesus.
Curral (É o local simbolizado pelo presépio). Era onde se guardava o gado, o curral. Por isso, no presépio, Jesus fica sobre as palhas, em uma manjedoura.
Burro e Boi ou ovelhas (animais do curral representam à simplicidade do local onde Jesus nasceu). "Jesus não nasceu em palácios, nem em lugares luxuosos, mas sim em meio aos animais".
Anjos (responsáveis por anunciar a chegada de Jesus aos pastores). Eles sabem que nasceu o Salvador.
Pastores (Os pastores são homens do campo que representam a simplicidade das pessoas do local em que Jesus nasceu). Já que Deus acolhe todos, sem se importar com sua condição social
Estrela de Belém (Foi ela que orientou os três Reis Magos quando Jesus Cristo nasceu). A estrela de Belém é aquela que se coloca no alto da árvore.
Reis Magos (Melquior, Baltazar e Gaspar eram considerados sábios). Eles estavam no local onde Jesus nasceu. Eles vieram do Oriente conduzidos pela estrela. Chegaram à cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes: mirra, ouro e incenso. O padre explica que o ouro representava a realeza, a mirra era símbolo da paixão e o incenso significava a oração.

CARTÃO DE NATAL – Os cartões de Natal são exemplo. O costume de enviar cartões a amigos foi indicado por Sir Henry Cole na Inglaterra. Já no ano de 1843, o primeiro cartão foi criado por J. C. Horsley.
O intuito era comercial e mil copia foram vendidas em Londres. Em 1849, um artista inglês, Willian Egley, começou a produzir cartões de Natal com os temas que são utilizados até hoje no mundo inteiro. Os cartões de Natal devem ser enviados somente aos verdadeiros amigos, pois originam-se da necessidade que o ser humano tem de comunicar-se e compartilhar sua vida com as pessoas que ama. Desejar um "FELIZ NATAL" de todo o coração a uma pessoa que ofendemos durante o ano é a melhor reconciliação e vivência do Natal.
COROA DE AZEVINHO, COROA DO ADVENTO OU GUIRLANDA - A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeitam a porta de tantos lares é de origem pagã. (Frederick J. Haskins Ânswer to Questions)
O azevinho é um arbusto ornamental muito comum na Europa. Dá frutos vermelhos e tem folhas em um tom bem escuro de verde. Apesar de ter frutos tóxicos, tornou-se símbolo do Natal, principalmente por causa das cores.
Originalmente feita com galhos de pinheiro, avisa que as festas estão chegando e serve para dar as boas-vindas aos visitantes. Têm o mesmo significado de prosperidade, fertilidade e abundância que o pinheiro.
É de ramos de pinheiro ou cipreste. Sendo verde é sinal de esperança e vida. Enfeitada com uma fita vermelha, que simbolizava o amor de Deus que nos envolve, e também a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.
Na coroa encontramos 4 velas, uma para cada domingo do advento. Começa-se no 1º domingo, acendendo apenas uma vela e, á medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as velas, até chegar ao 4º domingo quando todas devem estar acesas: As velas acesas simbolizam a nossa fé, nossa alegria pelo Deus que vem.
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!
ARRANJOS SECOS - O que está seco é porque não tem vida. Portanto, sempre que estivermos longe de Jesus, estaremos secos, pois só Ele é a Vida e comunica vida. Jesus veio até nós para que tudo se desenvolva, tudo tenha vida.
BOLAS COLORIDAS - Asbolas coloridas, que adornam o pinheirinho querem significar os frutos daquela árvore viva que é Jesus. Representam os dons maravilhosos que o nascimento de Jesus nos trouxe. São as boas ações daqueles que vivem em Jesus, como Jesus. Mas no paganismo elas simbolizam principalmente as cabeças das crianças e dos ultos sacrificados para o deus Sol = Ninrode/ Tamuz. Por isso vários tamanhos. Outros dizem que simbolizava o próprio Sol.

GUIRLANDA – A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeitam a porta de tantos lares é de origem pagã. (Frederick J. Haskins Ânswer to Questions)

VELA, FOGO E LUZES - São uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar o deus sol, na época do inverno. Calor, paraíso, fim da escuridão. O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!As velas simbolizam a presença de Cristo como luz do mundo. Ele próprio disse:"Eu sou a luz do mundo.Quem anda comigo não anda nas trevas". Cada Natal deve renovar a nossa fé em Jesus e nosso empenho de viver n'Ele, e como Ele, a luz do mundo.
SINOS DE NATAL - Representa o anúncio para a humanidade do nascimento de Jesus Cristo, o Salvador. É um símbolo de respeito a tudo que é sagrado.Os sinos sempre representaram o instrumento que anunciava as grandes festas populares, e no Natal eles atingem a sua importância máxima.

ESTRELA DE NATAL - Estrela que serviu de guia para os Reis Magos. A estrela é real e apareceu mesmo. Os magos vindos do Oriente á procura de Jesus, foram guiados por uma estrela até Belém. A estrela tem 4 pontas e uma cauda luminosa. As quatro pontas representam as 4 direções da terra: Norte, Sul, Leste, Oeste, de onde vem os homens para adorar a grande luz que é uma estrela de fé, de amor, de esperança para o seu irmão...
Já a estrela de 5 pontas: As duas pontas para cima, significam Lúcifer e seu reino; duas pontas para baixo, significa o homem como deus, no lugar de Deus. É símbolo da adoração a Satanás já estabelecida em várias partes do mundo.
Lúcifer é a estrela caída e ele é o avatar (o messias) da Nova Era.
ANJOS MENSAGEIROS - Mensageiros de Deus na história da salvação. São o sinal de que "os céus se abriram e Deus visitou seu povo". Simbolizam a comunicação com Deus.
Eles anunciam uma boa notícia: "Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade". Anjos, ou seja mensageiros surgem nos céus para confirmar o nascimento do filho de Deus. Pela melodia que entoam prenunciam um novo tempo. São como a nossa consciência artística a reforçar junto aos pastores de ovelhas e gado que os seres celestes se encontram com os excluídos da sociedade e garantem a estes sua auto-estima dando valor à cada vida frágil. Os anjos na tradição cristã natalícia são representados com traços infantis, como sinal de inocência e de pureza.
REIS MAGOS - Os Três Reis Magos ou simplesmente Magos, são personagens da narrativa cristã que visitaram Jesus após o seu nascimento. A Escritura diz uns magos, que não seriam, portanto, reis nem necessariamente três e, sim, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos. Guiados pela estrela, chegaram ao local onde estava o menino Jesus.
Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Assim, Belchior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltazar, mirra em reconhecimento da humanidade.
"Belchior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz".
Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal.

BOLO-REI - Este bolo está carregado de simbologia, muito sinteticamente pode dizer-se que este doce representa os presentes oferecidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus. A côdea (a parte exterior) simboliza o ouro; já as frutas secas e as cristalizadas representam a mirra; por fim, o incenso está representado no aroma do bolo.
A explicação para a existência da fava no interior no bolo rei está ligada a uma lenda, segunda a qual quando os Reis Magos viram a Estrela de Belém que anunciava o nascimento de Cristo, disputaram entre si o direito de entregar ao Menino os presentes que levavam. Como estes não conseguiam chegar a um acordo, um padeiro, para pôr termo à discussão, propôs fazer um bolo com uma fava no interior da massa, em seguida, cada um dos três magos do Oriente pegaria numa fatia, o que tivesse a sorte de retirar a fatia que possuísse a fava, ganharia o direito de entregar os presentes a Jesus. Não se sabe qual foi contemplado com a fatia premiada, pode ter sido qualquer um dos três, Baltasar, Belchior ou Gaspar.
OURO, INCENSO E MIRRA - O ouro representa a Sua nobreza, o incenso a divindade de Jesus e a mirra, uma erva amarga, simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, enquanto salvador da Humanidade, também simbolizava Jesus enquanto homem. São três elementos inseparáveis que sugerem uma vida plena: sermos nobres de coração, puros na nossa relação com o mundo. O imaginário medieval (época muito propicia à criação de lendas) considera que o incenso, o ouro e a mirra, levados pelos Reis Magos a Jesus, eram provenientes das terras lendário Preste João, que ficavam ao lado do Paraíso Terreno. Esta lenda do Preste João relaciona-se com a ideia de uma Sociedade Ideal, a criação de um Mundo Utópico, um mundo justo, sem carências e sem violências
MISSA DO GALO - Celebra-se à meia-noite, na passagem do dia 24 para o dia 25 de Dezembro e apareceu no século V, pelas mãos dos católicos romanos. Como se pensa que Jesus terá nascido à meia-noite, a missa deve ser celebrada à meia-noite em ponto. Conta-se também que o galo foi o primeiro animal a presenciar o nascimento de Jesus, por isso ficou com a missão de anunciar ao mundo o nascimento de Cristo, através do seu canto. Por isso chamar-se Missa do Galo e ser uma das referências na festa de Natal dos cristãos. PÃO CELESTE Uma espécie de hóstia, feita de trigo, sem fermento, cuja cor e forma podem variar.Feita e abençoada especialmente para esse fim. É usado na hora da ceia, na Vigília do Natal. O pai da família quebra e reparte a hóstia entre os presentes. A seguir desejam a paz e boas festas mutuamente uns aos outros, dividindo a sua parte da hóstia com todos; enquanto isto, cada qual come a parte que recebe dos outros. Este rito tão simples relembra a festa bíblica da libertação. Exprime a unidade e solidariedade da família que se alimenta com o mesmo pão em meio a votos de felicidade. CANÇÕES DE NATAL - As canções de Natal são uma tradição antiga e bastante difundida entre os países cristãos tanto católicos quanto protestantes. As cantigas são ensinadas aos pequenos e cantadas em coros, igrejas e residências na época do Natal para comemorar o nascimento de Cristo e reforçar os valores cristãos.
"Noite Feliz" é uma das canções mais famosas.
BALAS E BOMBONS - Simbolizam a doçura das palavras divinas, a doçura de participar de sua Igreja, vivendo sua Palavra: Jesus Cristo.

COMIDA - Natal significa grandes refeições na maior parte do mundo. Em antigas sociedades, comer era supremo caminho para o nivana, uma espécie de paraíso espiritual. Carnes de vários animais são os pratos mais importantes do cardápio natalino, talvez pela relação com as palavras de Jesus: “Esta é a minha carne”.
Além das carnes, a comemoração é feita no mundo todo com bolos e doces. Em muitos lugares eles fazem parte da decoração das árvores.
Uma antiga crença oriental faz lembrar o Papai Noel. Trata-se da crença coreana em Chowangshin. Algo similar pode ser encontrado entre chineses e japoneses. Chowangshin era considerado o deus encarregado da cozinha, um deus do fogo, que tinha ligação com a antiga crença coreana da adoração do fogo. (No passado, os coreanos transportavam brasas com todo cuidado, certificando-se de que nunca se apagassem.) Acreditava-se que esse deus vigiava a conduta dos membros da família durante o ano, após o que subia ao céu pela chaminé do fogo da cozinha.
Segundo a crença, no dia 23º dia do mês lunar de dezembro Chowangshin apresentava um relatório ao rei do céu. Esperava que voltasse no fim do ano pela chaminé do fogão da cozinha, trazendo recompensas e penalidades de acordo com a conduta de cada pessoa. No dia da sua volta, os membros da família deviam acender velas tanto na cozinha como em toda a casa. Ilustrações desse deus da cozinha apresentam outra similaridade com o Papai Noel ele era representado vestido de vermelho. Havia o costume de a nora fazer um par de meias coreanas tradicionais e dá-las à sogra no solstícos do inverno. Isso seu desejo de que a sogra tivesse vida longa, visto que os dias ficam mais longos após essa data.
Não acha que há algumas similaridade entre essas coisas e o Natal? Ambos têm histórias e costumes parecidos: a chaminé, as velas, a troca de presentes, as meias, um velhinho de roupa vermelha e a data. Apesar disso, essas similaridades não são o suficiente para explicar por que o Natal é tão facilmente aceito na Coréia. A crença em Chowangshin já havia quase desaparecido na época em que o Natal foi introduzido na Coréia. Na verdade, a maioria dos coreanos desconhece a existência dessa crença.
Mesmo assim, isso ilustra como os costumes relacionados com o solstíco do inverno e o fim do ano espalharam-se por todo o mundo por diferentes caminhos. No quarto século d.C. a igreja dominante do Império Romano mudou o nome das saturnais festas romanas, pagãs, em comemorações ao nascimento do deus-sol e as incorporou no Natal. A celebração do Natal significava o reavivamento dos costumes locais com o nome diferente. Como isso aconteceu? TROCA DE PRESENTES - Tertuliano mencionava a prática de presentes nesta época como parte da saturnália romana. Quando este festival foi adotado pela igreja romana, também se adotou este costume. Deste modo trataram de encontrar alguma similaridade o paganismo e cristianismo, os líderes da igreja apostata. Disseram então que era em recordação ao fato dos reis magos presentearam ao menino Cristo, fazer troca de presentes a Cristo, o nascido rei dos judeus.
Era um costume oriental dar presentes a vir à presença de um rei. Porém estes presentes não eram presentes de nascimento. Quando os magos chegaram, foi muito depois do nascimento de Cristo já estava em sua casa (Mt 2.9-11), e não na manjedoura. Obviamente dos magos não eram presentes de Natal.
É característico tanto de Natal, quanto a Saturnália, festas Saturnais ou festas para Saturno e os cristãos seguramente tomaram dos pagãos como demonstra com clareza o conselho de Tertuliano.
Saturno era um deus romano que era adorado por ter dado a Roma uma era áurea.
As Saturnálias ou Saturnais, originalmente uma festa de um dia em sua honra, foram mais tarde prolongada para uma celebração de sete dias, na última parte de dezembro.
O evento era marcado por uma grande orgia.
Eram trocados presentes, tais como: frutas de cera e velas, e as crianças em especial, eram presenteadas com bonecas de barro.
Durante a festividade, nenhuma punição era aplicada.
As escolas e tribunais tinham feriado; até mesmo as operações de guerra eram suspensas.
Os escravos trocavam de lugar com os seus amos e lhes era permitidos falar o que quisessem sem necessidade de temerem castigos.
Os primitivos cristãos negavam-se a participar na adoração romana, especialmente na adoração ao imperador, o que os tornou alvo de intensa perseguição.
Não transigiam na sua posição “de obedecer a Deus como governante antes que aos homens” negando-se a prestar aos governantes romanos a adoração que legitimamente pertencia a Deus. (At 5.29; Mc 12.17)
DECORAÇÕES NATALÍCIAS - Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, elementos estáticos, como postes, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, como, por exemplo, as luzes de natal e guirlandas. Em alguns lugares, existe até uma competição para ver qual casa, ou estabelecimento, teve a decoração mais bonita, com direito a receber um prêmio.

MEIAS NA CHAMINÉ - Conta a lenda, que três moças não podiam casar, porque na época era indispensável um dote, e elas não dispunham de um, para tal. São Nicolau, (santo que inspirou o personagem de Papai Noel), comovido com a situação, resolve jogar três sacos de moedas pela chaminé da casa das moças. Os sacos caíram dentro das meias das moças que estavam secando na lareira.
DICAS: Corte pedaços de pano no formato de meia e costure os pares. Borde o nome de cada criança, e recheie as meias com balas e chocolate. Depois pregue-as ou cole-as na parte superior da lareira.
.....Você pode pegar a própria meia da criança, e incrementá-la com laços, fitas, ou bordados que já vêm prontos para colar, (podem ter tema de natal, algo que se identifique com a criança, ou a inicial do nome).

AMIGO SECRETO OU OCULTO - No Brasil, é muito comum a prática entre amigos, funcionários de uma empresa, amigos e colegas de escola e na família, da brincadeira do amigo oculto (secreto). Essa brincadeira consiste de cada pessoa selecionar um nome de uma outra pessoa que esteja participando desta (obviamente a pessoa não pode sortear ela mesma) e presenteá-la no dia, ou na véspera. É comum que sejam dadas dicas sobre o amigo oculto, como características físicas ou qualidades, até que todos descubram quem é o amigo oculto. Alguns dizem características totalmente opostas para deixar a brincadeira ainda mais divertida.

PINHA - Para os pagãos, o pinheiro e a pinha simbolizam a vida eterna. Este estudo ilustrado sobre o uso generalizado da pinha nos grupos pagãos antigos mostra como ela também foi adotada no catolicismo romano.
Os pagãos sempre cobiçaram e buscaram a vida eterna adorando e reverenciando diversos objetos encontrados na natureza. Esse tipo de adoração, é claro, cumpre a definição bíblica do paganismo. Veja: "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém." (Ro 1:25).
À medida que ingressamos no fim dos tempos, descobrimos que o paganismo está aumentando na sociedade. Na verdade, é bem possível que este século possa representar o auge do paganismo em toda a história. Podemos esperar que esse seja o caso, pois a Bíblia prediz que o Anticristo será um pagão em geral e um satanista especificamente.
“Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, se levantará um rei, feroz de cara, e será entendido em adivinhações. (v. 23) E se fortalecerá a sua força, mas não pelo seu próprio poder; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os fortes e o povo santo. (v. 24) E, pelo seu entendimento, também fará prosperar o engano na sua mão; e, no seu coração, se engrandecerá, e, por causa da tranqüilidade, destruirá muitos, e se levantará contra o príncipe dos príncipes, mas, sem mão, será quebrado. (v. 25) (Daniel 8:23-25).
Com todos estes símbolos natalinos originados do paganismo, como os cristãos podem utiliza-los nas igrejas ou em suas casas?
Mas muitos dizem que não tem importancia alguma. Particularmente não os aceito e não participo dessa festa, como o secular festeja. Quem quiser participar, participe a salvação é individual. O Senhor deu o livre arbitro.

Isso é Idolatria, e o Senhor abomina. Em Apocalipse O Altíssimo é claro: "Ficarão de fora os Idolatras, os feiticeiros, os adulteros (os fornicadores)". Idolatria material ou a espiritual. O Altíssimo ABOMINA.
Yeshúa já nasceu há muito tempo atrás e em meu coração. Estou aguardando a sua Segunda Vinda para buscar a Sua Igreja. Através da morte ou do Arrebatamento. Maranata. A Bíblia diz: "Não por força nem violência, mas pelo Espírito Santo" "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". É o Espírito Santo que vai esclarecer e dá discernimento para voçê entender e escolher o certo na sua vida.
Shalom Adonai,











































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