quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

NATAL

"Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém." (Ro 1.25).
À medida que ingressamos no fim dos tempos, descobrimos que o paganismo está aumentando na sociedade. A igreja absorve a cada dia grande quantidade de práticas mundanas e sorrateiramente o mundo entra na igreja. Vejamos.
Diante do que vem acontecendo em nosso meio evangélico não posso deixar passar sem que haja uma manifestação da minha parte. A maioria dos crentes sabem que o Natal é uma festa pagã, mas fazem questão de participarem desse celebração, infelizmente essa é a realidade atual, todas as práticas, ritos e os símbolos dentro das igrejas, muitos dizem que não faz mal algum em participar, o que é uma pena. Também não podemos nem falar o verdadeiro sentido do Natal dentro da igreja, sabe do que mais cansei e há muito tempo, façam o que quiserem, coloquem árvores, e tudo que tiverem direito. Mas não posso deixar de alertar! De ensinar, se quiser ler, leia a minha parte sempre eu faço tenho a minha consciência tranqüila.
O resto é com o Dono da Ora, o problema é Dele e não meu.
Vejamos desde o inicio, o significado das palavras “mito” “mitologia”.
“As lendas são fatos míticos contados, sobre homens ou deuses. Em épocas diferentes, povos de várias partes do mundo sentiram necessidade que seus deuses fossem poderosos e mais fortes. Assim, há um universo fantástico da mitologia grega, romana, egípcia, celta, fenícia, assíria, nórdica, africana etc., que podem nos oferecer diferentes reflexões.
“Mito” no grego “Mýthos” significa palavra proferida, discurso, narrativa; notícia que se espalha, mensagem; conselho, prescrição; fábula, lenda, conto, ficção, invenção. O verbo “mythéomai” significa: dizer, conversar, contar, narrar, anunciar um oráculo, designar, nomear, dizer a si mesmo, deliberar em si mesmo.
O historiador Heródoto emprega a palavra “mýthos” para referir-se a relatos confirmados por testemunhas, tradição [...].
“Mitologia” = gr. “Mythologia” = estudo das narrativas tradicional de conteúdo religioso. O verdadeiro objeto do mito não são os deuses nem os ancestrais, mas a apresentação de um conjunto de ocorrências fabulosas com que se procurou dar sentido ao mundo.
O mito aparece e funciona como mediação simbólica entre o sagrado e o profano, condição necessária à ordem do mundo e às relações entre os seres.
Sob sua forma principal, o mito cosmogônico ou escatológico, tendo o homem como ponto de interseção entre o estado primordial da realidade e sua transformação última, dentro do ciclo permanente nascimento-morte, origem e fim do mundo.
A diferença entre mito e a lenda é a própria natureza das duas categorias de relato, embora ambas se refiram a acontecimentos de um passado distante e fabuloso.
A lenda é a “história falsa”, narra feitos de alguns heróis populares, explica particularidades anatômicas de certos animais etc, e a lenda pode ser contada por qualquer pessoa em qualquer momento.
O mito, a “história é verdadeira”, se reporta à criação do mundo e dos homens, à origem da morte etc.
O mito na maioria dos casos toma o caráter de revelação sagrada, de verdadeira iniciação. Por isso a importância dada ao mito em algumas culturas, onde atua como elemento integrante da religião.
Certos contos e lendas podem ser considerados como formas secundárias do mito, mas sua transmissão é folclórica, espontânea, e não iniciática e religiosa. (1)
Neste livro uso a mitologia como base. O mito de certos animais que durante a história Satanás juntamente com o homem inventaram para disfarçar a sua estratégia para destruição da humanidade.
O plano foi bem montado, muitos não percebem a trama diabólica.
Você para captar a revelação espiritual ou mesmo a estratégia de Satanás, deve se despir de todo espírito de religiosidade, da tradicionalidade e da cegueira espiritual.
Ainda hoje, a visão que se tem do mundo costuma ser permeada da influência dos mitos, lendas, dos seres míticos e outros.
Por isso faremos uma analise e um paralelo com a Mitologia e a Teologia, juntamente com a visão bíblica.
A humanidade caminha para o caos total, corrupção em todas as áreas: financeira, econômica, política, religiosa, na moral, na sociedade, na família e na Igreja. Percebo a decadência e destruição do ser humano através dos valores invertidos totalmente.
Parece que Satanás quer incutir no ser humano o pensamento, o errado como o certo. Por isso mostro como ele está camuflado e a sua Estratégia a Nível Mundial para exterminar a humanidade e em especial a Igreja do Senhor Yeshúa Ha Mashíach.
Mas existe os remanescentes que estão de prontidão tocando a trombeta, alertando a forma de atuação de Satanás seus principados e potestades, usando animais fabulosos, suas lendas e mitos, assim engana a muitos.
Pois muitos dizem, isso não é possível! É um mito.
Erro gravíssimo. Alerta!
A palavra MITO é um relato ou narrativa literária de origem remota, que procura explicar um ou mais fenômenos naturais e humanos, como o nascimento a morte a criação do mundo, a chuva, etc.
Presentes em todas as culturas, os mitos situam-se entre a razão e a fé e distinguem-se das SAGAS, lendas e contos de FADAS por serem considerados sagrados.
Os principais tipos de mito referem-se à origem dos deuses (TEOGONIA) e do mundo (COSMOGONIA) e ao fim das coisas (ESCATOLOGIA).
Existem também mitos que tentam explicar a origem da sociedade, a posição de um povo em relação aos demais, o pecado original, o papel de determinado animal ou planta particularmente importante para a comunidade, etc.
Como vimos através dos mitos a mitologia tenta explicar tudo que envolve a humanidade. Por conseguinte há uma grande influência de atuação satânica para enganar o homem e deixa-lo totalmente distante da verdade.
Muito Interessante! Veremos isso na integra como Satanás tenta enganar a humanidade usando a mitologia. Ele e sua tropa são um bando de basbaques.
Não podia calar-me diante de um diabólico plano de aprisionamento e destruição em massa do ser humano.
Não podemos ser confundidos e nem enganados, principalmente com a rapidez da expansão da tecnologia e a ciência, pois Daniel nos alerta que nos finais dos tempos a ciência se multiplicaria rapidamente. “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará” (Dn 12.4).
Da mesma forma que o Espírito Santo instruiu a Daniel, nós somos instruídos também e temos que possuir sabedoria e discernimento para entender o que está acontecendo nessa geração principalmente no reino espiritual”. (COUTO, Valmira Magna Souto, Animais Fabulosos, Introdução, p. 9-15).
Já tinha preparado à muitos anos atrás uma apostila sobre o assunto “Natal” foi só relembrar, e complementar principalmente com as ilustrações.

FESTA PAGÃ CRISTIANIZADA
O que passarei a relatar é algo referente a algumas comemorações incorporadas a igreja, mas que no fundo são festas pagãs. Satanás coloca capas bonitas para não percebermos que veio através dele.
Natal significa: [Do lat. natale.]. A palavra 'natal' do português já foi 'nātālis' no latim, derivada do verbo 'nāscor' (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De 'nātālis' do latim, evoluiram também 'natale' do italiano, 'noël' do francês, 'nadal' do catalão, 'natal' do castelhano, sendo que a palavra 'natal' do castelhano tem sido progressivamente substituída por 'navidad' como nome do dia religioso.
Adj. 2 g. (1.) Relativo ao nascimento. (2.) Onde ocorreu o nascimento: 2 & ~ V. família --, terra -- e torrão --. S. m. (3.) Dia do nascimento. (4.) Restr. Dia em que se comemora o nascimento de Cristo (25 de dezembro). [Com cap., nesta acepç.] (5.) Mús. Qualquer canção de caráter popular inspirada nos festejos ou nos personagens natalinos.
Já a palavra 'Christmas' do inglês evoluíu de 'Christes maesse' ('Christ's mass') que quer dizer missa de Cristo.

A Origem do Natal
A festa de Natal = Natalício = Aniversário teve sua origem na Igreja Católica Romana, e desta, se estendeu ao protestantismo e ao resto do mundo.
Em que se inspirou a Igreja Católica?
Não foi nos ensinamentos da Nova Aliança. Não foi na Bíblia nem nos apóstolos que haviam sido instruídos pessoalmente por Yeshúa.
O Natal é uma adaptação católica de antigas festas pagãs. Estas festas eram promovidas por culturas ancestrais para comemorar o solstício de inverno e trazer boa sorte na agricultura. O solstício de inverno é a noite mais longa do hemisfério norte, e acontece no final de dezembro.
Depois do solstício, o sol vai gradativamente aumentando seu tempo de exposição no céu. A celebração do solstício é atribuída a épocas anteriores ao nascimento de Cristo. Na antiguidade, significava uma virada das sombras para a luz - o renascimento do sol.O costume foi adotado pelos gregos e, logo em seguida, pelos romanos, que perpetuaram a tradição através das Saturnálias, realizadas entre os dias 17 de dezembro e 1º de janeiro. Os persas, por sua vez, comemoravam, neste período, o nascimento de Mitra, Deus do Sol. Os persas acreditavam que um pequeno sol nascia sobre a forma de um bebê, comemorando em 25 de dezembro o Dia do Nascimento do Sol Invicto.
Nos dias do paganismo esta festa do nascimento do deus sol era popular especialmente dentro dos mistérios conhecidos como mitraísmo. Este festival era chamado de A Natividade. Mitra era um deus de origem egípcia adorado em Roma na época do cristianismo descendente do deus Baphomet (Baphomitras) ou (Fater Mithras), esse é o deus da Maçonaria (Baphomet), surgiu como rival de Ieshua o Cristo, cujo aniversário também comemorava-se em 25 de dezembro. Era representado com a cabeça de um touro-matador, parecido com um homem cabeça de bode. E não somente Mitra, senão também Osíris, Orus, Herculis, Baco, Adonis, Júpiter, Tamuz, Esus e outros deuses, posto que eram todos procedentes da mesma lenda de Tamuz com outros nomes. Todos eles haviam nascidos na mesma época invernal conhecida hoje como Natal.
Dizia um notável escritor: “A época invernal era quando todos os deuses solares, desde Osíres até Júpiter e Mitra, celebravam seus nascimentos. As celebrações consistiam em árvores de pinho para Adonis, Saturno e outros que representavam o calor do novo nascimento do sol em forma de fogo.”
Na Babilônia o aniversário de Tamuz era celebrado nesta época de inverno com grandes festas, celebrações e bebedeiras, e hoje em dia também. A velha celebração se espalhou e chegou a ser costume tão arraigado em Roma e Grécia pagã nos dias dos bárbaros teotônicos, como nas épocas remotas da civilização egípcia e em todas as partes este período era celebrado com festa e regozijo.
Quando este festival de inverno chegou a Roma era conhecido como A Saturnália. Saturno nada mais era que outro nome de Ninrode ou Tamuz como o deus escolhido. Esta festa era a mais vil, imoral e degenerada que prestigiou Roma.
Era uma época de libertinagem e bebedeiras, quando todas as restrições da lei eram postas de lado. Grandes jantares e árvores verdes ornamentadas enfeitavam átrios para espantar os maus espíritos da escuridão, e presentes de bom agouro eram ofertados aos amigos. Foi desta mesma festa romana que se tomou a celebração do nascimento de Jesus o Cristo e que para a Igreja católica romana até a presente data civilização. E algo conhecido afirma um escritor que a maioria de nossa relação com a temporada de Natal e as festas, é de dar presentes e um sentimento de amizade, o qual não é mais que uma herança do festival de inverno romano procedente da saturnália, que provém do paganismo.

No Egito, celebrava-se a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Povos antigos da Grã-Bretanha também comemoravam o evento. As festividades aconteciam ao redor do monumento de Stonehenge, construído em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano. A construção existe até hoje.
Até os primeiros três séculos da era cristã, a humanidade não celebrava o Natal como conhecemos hoje. Foi preciso que o Império Romano adotasse o cristianismo como religião oficial, no século IV. A partir desse momento, a Igreja passou a conferir significados católicos para as tradições e os simbolismos pagãos. Foi à apropriação destes cultos, sobretudo o de Mitra, que acabou gerando o Natal atual, com a data de nascimento de Cristo sendo celebrada no dia 25 de dezembro.
O Natal foi introduzido no mundo e na igreja pela Igreja Católica Romana e não tem outra autoridade senão ela mesma.

Infelizmente o paganismo continua vencendo, pois estamos vendo toda essa celebração sem tirar nem por nenhum item, dentro das Igrejas Evangélicas. E ai de você, se for pregar essas verdades históricas. Essa é puríssima realidade mais não paramos por aqui, vejamos mais comprovações:

Vejamos o que diz a respeito às Enciclopédias:

Enciclopédia Católica (edição 1911).
A Festa do Natal não estava incluída entre os primeiros indícios dela são provenientes do Egito; os costumes pagãos relacionados com o principio do ano se concentram na festa do Natal.” “Origines um dos chamados pai da Igreja, reconheceu a seguinte verdade:... Não vemos nas escrituras alguém que haja celebrado uma festa ou um grande banquete no dia do seu natalício.”

A enciclopédia Britânica Americana, edição 1944 diz:
“O Natal de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da Igreja Cristã. O costume do cristianismo era não celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas a sua morte. (A comunhão instituída por Jesus no Novo Testamento, é a comemoração de sua morte).” Em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no quarto século. No século quinto a Igreja Ocidetal deu ordem de que fosse celebrada para sempre, e no mesmo dia da antiga festividade romana ao nascimento do deus sol, já que se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

A enciclopédia Britânica edição 1946 diz:
O Natal não estava entre as festas primitivas da igreja... isto não foi instituído por Cristo ou os apóstolos, ou pela autoridade da Bíblia, mais foi copiada do paganismo.

A princípio, o Natal era um animal selvagem fora do âmbito do cristianismo. The Christian Encyclopedia em coreano diz, sob o sub-título “Relação com as saturnais romanas:” As pagãs Saturnais e Brumália estavam muito arraigadas nos costumes populares para serem relegadas por causa da influência cristã. Constantino ter oficializado o dia dedicado ao Sol, domingo (o dia de Febo e de Mitras, também o Dia do Senhor)... pode ter levado cristãos do quarto século a achar apropriado fazer com que o aniversário do Filho de Deus caísse na mesma data que a do nascimento do Sol. A desregrada festa pagã era tão popular que os cristãos ficaram contentes de ter uma desculpa para continuar a celebrá-la sem alterar-lhe o conteúdo ou o espírito.”
Será que isso aconteceu sem nenhuma oposição? A mesma enciclopédia diz: “Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente Próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que o aniversário de Cristo era celebrado, ao passo que cristãos da Mesopotâmia acusaram seus irmãos ocidentais de ser idolatras e de adorar o Sol, por adotar como cristã essa festa pagã.

Enciclopédia Barsa diz:
Festa do nascimento de Cristo. Contudo, a data real deste acontecimento fundamental para a cronologia do Ocidente, pois o nascimento de Cristo marca o ano 1 da nossa historia, não foi ainda satisfatoriamente reconhecida.
Por isso, nos primeiros séculos, o Natal cristão era comemorado ora a 2 de janeiro, 6 de janeiro, ora a 25 de março, 18 de abril, 19 de abril, 20 de maio e em alguns lugares a 25 de dezembro.
O dia 25 de dezembro aparece pela primeira vez no calendário de Philocalus no ano 354 da nossa era.
No ano 245, o teólogo Orígenes considerado um dos pais da Igreja, repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Cristo “como se fosse ele um Faraó.”
Foi nos dias de Hipólito, bispo de Roma, na primeira metade do século III D.C., que encontramos a primeira evidência histórica da celebração do dia do nascimento do Senhor Jesus Cristo. A principio, ele escolheu a data 02 de Janeiro, enquanto outros preferiam as datas já mencionadas acima.
Antes disso, 6 de janeiro era considerado o dia do batismo de Jesus por João Batista, e acreditavam ser esta a data do nascimento espiritual de Jesus Cristo.
Havia quem celebrassem como a do seu nascimento físico.
Entre os anos 325 a 354 D.C., transferiram a comemoração para o dia 25 de dezembro.
Finalmente a data atual foi fixada no ano de 440 D.C., em 25 de dezembro como o dia do nascimento do nosso Salvador. A fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa “mitraica” (a religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o natalis invicti solis (“nascimento do vitorioso sol.”) e várias outras festividades decorrentes do solstíco do inverno, como as saturnália em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos.
Há um método mitológico que dizem ser capaz de calcular a data da criação como sendo 25 de março. Com este entendimento, os “sábios” calcularam que Cristo, a Nova Criação, o Infan-Rei, o único Intermediário entre Deus e o homem, também teria sido concebido nesta data. Logo, nove meses depois, ou seja, 25 de dezembro seria Natal.
A idéia central das missas de Natal revela claramente esta origem as noites eram mais longas e frias, pelo que, em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz. A liturgia natalina retoma esta idéia e identifica Cristo com a verdadeira luz do mundo.
A missa de Natal ou a missa do Galo segundo o ex-padre Abelardo Nogueira Júnior, autor do livro A Falsa Mãe, a missa do Galo, realizada pela Igreja católica Romana na noite de Natal, comemora o nascimento de Jesus Cristo, só que dentro de uma idolatria total.
A comemoração apresenta sempre uma encenação do nascimento do Menino Jesus Cristo com os magos. Traz toda uma questão idolátrica. Antigamente acontecia à meia noite, hoje, faz-se às 21h, para que as pessoas possam fazer a ceia em casa como disse ele.
A cada festejo de Natal que estamos participando, estamos juntamente comemorando o nascimento do “deus sol.”
Você pode estar pensando agora eu jamais faria isto! E eu creio que não faria mesmo.
Durante anos comemorei o Natal com festas programadas por mim. Cantatas lindíssimas, representações maravilhosas do nascimento do meu Salvador Jesus, e etc.
Era época em que eu mais trabalhava para que tudo saísse perfeito, mas quando comecei a estudar sobre quem por tantos anos tapara minha visão, não tive mais duvidas de que ele Satanás forjara um plano bem astuto para ninguém percebesse, que ele estava roubando o louvor e a adoração para ele.
Testemunho da autora do Livro Desmascarando o Inimigo, a Irmã Vanda Nicolau, uma das fontes para as nossas pesquisas.
Satanás misturou de tal forma que a comemoração é igualzinha, com troca de presentes, com bolos, com árvores enfeitadas, com guirlandas e tudo para festejar o nascimento de alguém que foi totalmente possuído por um demônio.
Como podemos ver, o Natal tem sua origem no paganismo, que iniciou na Babilônia . Era uma das principais tradições no seu sistema corrupto, como tal censurado nas profecias e nos ensinamentos bíblicos.
A Sagrada Família da Babilônia, oriunda do paganismo, fazendo parte da mesma a trindade pagã satânica: Ninrode, Samiramis e Tamuz, filho do casal. Dessa família originou-se todo paganismo após o dilúvio, Grego, Romano, Celta Babilônico do mundo antigo, que deu origem a Babilônia Moderna de nossos dias. “O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinaar” (Gn 10.10). Enquanto as águas do dilúvio ainda estavam alta, Satanás e seus anjos temiam pela sua existência, todavia planejava em que corpo entrar após o dilúvio, para controle da raça novamente. Cão foi este homem que viu a nudez de seu pai. Cão gerou a Cuxe e Cuxe gerou a Nindore, (Gn 10.6-8). Ninrode começou a ser grande caçador ante a face do Senhor, Gn 10.9, essa expressão se da o nome de hebraísmo ou seja “rebelde ante a face de Elohim,” o seu nome em hebraico, significa: Rebelde diante do Altíssimo, Ninrode introduziu o ocultismo e introduziu o sistema religioso pagão, que é usado até nossos dias, e se tornou o deus sol (Baal), seu símbolo é o Sol. Dessa forma Satanás transformou Ninrode em um grande bruxo, ou seja em um sacerdote de idolatria diabólica e de atrocidades da pior classe. Sob sua direção a astrologia se desenvolveu e assentou as bases para magia branca e magia negra.
O pecado era tanto que a pratica de sacrificar crianças se tornou muito comum, por isso que seu nome era também conhecido como Moloque. Para completar sua iniqüidade se casou com sua própria mãe, Semíramis. Assim Ninrode se tornou líder de seu povo. De acordo com as lendas seu tio avô Sem, que ainda vivia, não suportava mais tanto pecado, matou Ninrode, cortou o seu corpo e espalhou pela cidade de Babel. A Bíblia menciona essa prática (Jz 19.24). O povo babilônico lamentou muito a sua morte, entretanto, Satanás, já tinha um substituto para Ninrode, era a sua mãe e mulher Semíramis. Imediatamente que seu filho e marido morreu, proclamou que Ninrode era agora um deus, o deus sol. Automaticamente ela se transfomaria em uma deusa, e chamou a se mesma de Rainha dos Céus e ordenou que adorassem o deus solar.
Logo mais adiante foi criado as virgens vestais e os sacerdotes e para controlar o povo foi instituído o confessionário, assim ela controlava tudo. Foi instituído o celibato, abrindo a porta para o lesbianismo e homossexualismo entre eles.
Ao engravidar de um de seus sacerdotes, ela disse que Baal durante a noite tinha encarnado nela e gerado um filho, Tamuz, e afirmou que ele era a encarnação de Ninrode (Baal).
Consultou os astrólogos e lhe disseram que 25 de dezembro era o solistíco de Inverno dia em que o sol está mais distante da terra. Declararam que o dia 21 de dezembro o sol morre ou Baal, então no dia 24 de dezembro começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário. Semíramis ordenou ao mundo, que comemorassem o aniversário do seu filho. Assim o paganismo babilônico, gradativamente foi se tornando parte dos povos, que ao serem confundidas suas línguas, levaram a adoração da chamada Sagrada Família.
Por toda parte, começaram a aparecer estatuas e ídolos de Semíramis, carregando o pequeno deus solar. Ela disse: cada dia 25 de dezembro um tronco verde nasce dentro de um tronco velho, simbolizando a encarnação de Baal em gerar Thamuz, então a árvore de Pinheiro era enfeitada com prata e ouro (Jr 10.3; Is 44.14), e este poste ídolo era enfeitado com as cabeças dos recém nascidos em sacrifício ao deus solar. O Altíssimo recomendou que nunca uma árvore desta, fosse colocada diante do altar do Senhor (Dt 16.21). “Não levantarás árvore ídolo ou árvore de asserá (expressão hebraica para pinheiro), junto ao altar que levantares para o Senhor.” Entretanto, eles consagraram o primeiro dia de cada ano ao sol (Baal), o primeiro dia de cada mês e o primeiro dia de cada semana (Domingo). Semanalmente eles cultuavam e adoravam neste dia, por isso que em várias de nosso mundo atual ainda prevalece domingo como dia do sol, ex: Sunday em inglês = sun, sol day dia. A arqueologia moderna encontrou as evidências de adoração ao sol entre a civilização Inca e os Maias no México, onde no altar do sol, eram sacrificadas as suas vítimas, geralmente crianças. O fogo que eram mortas, era símbolo do sol, se a criança morresse Baal queria para si, a carne era cozida nas brasas, e os sacerdotes no interior da caverna comiam a carne em louvor a Tamuz. Se a criança não morresse, era Baal que queria viva, para seus diabólicos planos, os primogênitos eram os escolhidos, sempre o primeiro de tudo. Pratica esta presente nos dias de Elias e Ezequiel. O Senhor, em visão mostra ao profeta a situação do seu povo Leia Ez. 8.14-18; o Senhor vai abrir os teus olhos para estas coisas. Note que até os sacerdotes do Altíssimo, se voltaram para o “deus sol” ele é uma das divindades principais dos babilônicos.
“E levou-me à entrada da porta da Casa do SENHOR, que está da banda do norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. (v. 14) E disse-me: Viste, filho do homem? Verás ainda abominações maiores do que estas. (v. 15) E levou-me para o átrio interior da Casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR e com o rosto para o oriente; e eles adoravam o sol, virados para o oriente. (v.16) Então, me disse: Viste, filho do homem? Há coisa mais leviana para a casa de Judá do que essas abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz. (v. 17) Pelo que também meu procederei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, eu não os ouvirei.” (v. 18) (Ez. 8.14-18)
Fora restaurado o seu culto abolido por Josias.
“Também tirou os cavalos que os reis de Judá tinham destinado ao sol, à entrada da Casa do SENHOR, perto da câmara de Natã-Meleque, o eunuco, que estava no recinto; e os carros do sol queimou a fogo”. (v.11) (2 Rs. 23.11)
Da união de Ninrode com Semírames nasceu Tamuz, mas com um detalhe significativo; a “deusa” permanecera “virgem.” Aqui está a primeira tentativa satânica de dar um falso cumprimento a promessa bíblica, relativo ao nascimento de Jesus dar-se através de uma virgem. Anunciando aproximadamente 700 anos antes de, Cristo.
“O povo que andava em trevas viu a luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz.” (Is.9.7)
Como Satanás descobriu?
Pois Ninrode deve ter vivido uns 2000 A. C., e a promessa feita para Eva não falava de uma virgem.
Nos séculos IV e V os pagãos se converteram em massa ao cristianismo, levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos.
Foi quando se popularizou a idéia de “mãe e filho.”
Tamuz é também conhecido como Adonis, é o tipo de deus que morre e ressuscita, personificando as forças vivas da natureza. Morre com os calores estivas e ressuscita na primavera. Era conhecido em Sumer, segundo alguns, cerca de três mil anos antes de Cristo. Consta como filho do casal fundador da Babilônia, logo após o dilúvio.
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

É muita informação, muitos mitos, mais como vimos dos mitos tiram muitas “mentiras” mescladas por Satanás para que acreditem que sejam verdades, mas sabemos que não são, fico muito triste pois o povo que se diz do Altíssimo estejam atolados até a medula quero dizer (o corpo, a alma e o espírito) com as mentiras de Lúcifer não só em suas casas, mais principalmente nas Igrejas Evangélicas (quase todas). Vá em uma igreja evangélica e me diga se não estão com a Decoração Natalina e estão no “espírito natalino” tem até as bolas nas árvores que representam as cabeças dos que foram e são sacrificados, não só das crianças mas dos adolescentes, jovens e adultos.
A violência impera no mundo em todas as camadas sociais, principalmente nas Famílias através dos abusos sexuais e outras.
Estamos vendo e ouvindo em noticiários na Bahia e no Brasil, que um padrasto introduziu em uma criança aproximadamente 31 agulhas no seu corpinho. Fez a criança de boneco que se usam no vodu para fazer mal a uma pessoa. No caso atingir a mãe da criança. Isso é um tipo de sacrifício humano e muitos dizem que não há sacrifício humano, ao deus Moloque . Que tal?
O consolo e certeza é que O Senhor Yeshúa Ha Mashíach é real e que tenha piedade de nós e principalmente das crianças.

REALIDADE DO NATAL - “mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, (v. 4) para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.” (v. 5) (Gl 4.4-5)

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14)

“E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido acima, na glória.” (v. 16) (1Tm 1.16)

“Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,” (Tt. 2.11)

VISÃO ESCATOLÓGICA DE BABILÔNIA - Toda essa festa representa a BABILÔNIA ATUAL, atuando no sistema financeiro, econômico, político e religioso trabalhando junto ao Ecumenismo preparando-se para o confronto final.
Vamos desenvolver a tríade babilônica durante toda a história da humanidade:
Como a Rainha dos Céus, Ninrode e Tamuz ela teve, tem e terá um papel importante dentro e fora da Igreja. Vejamos como ela faz a camuflagem atualmente.
A PRIMEIRA a cidade de Babel e a torre que Ninrode e o povo tinham a intenção de construir assim mostrando o desejo do homem de opor-se às ordenanças do Pai, o Criador e desse modo conseguir poder e o prestígio. A SEGUNDA a do Império Babilônico governado pelo rei Nabucodonosor, aceitando a separação das nações com seus variados idiomas, tradições e culturas, mas pretendia instruir uma religião única. A Babilônia dessa época era o centro cultural e religioso bem desenvolvido. Até o povo de Judá estava participando dessa cultura, pois tinham sido levados cativos.
A TERCEIRA “Mistério da Babilônia” será a última super-potência gentílica. Porém ela já está em atuação em nossos dias. Ela unirá o mundo todo através do sistema político, econômico e religioso. Ela consegue e conseguirá essa união com um sucesso muito grande por causa da diversidade de cada nação. Com isso Satanás quer imitar através do espírito do engano, da mesma forma que a Igreja (a noiva) está ligada completamente ao Senhor, Satanás, ele quer imitar. Como todo o corpo de Yeshúa está presente em todas as nações, povos e tribos cada um com seus idiomas, suas tradições, e culturas diversas mesmo dessa maneira estamos todos ligados no mesmo Espírito formando assim um só corpo e representantes do Reino do Senhor Yeshúa Ha Mashíach aqui na Terra.
A palavra Babilônia = a confusão, balbúrdia. Portanto o nome já diz o significado e função a de confundir, de misturar etc. Apriore a linha de pensamento chegamos à cidade de Roma e a Igreja católica. Centenas de milhões de católicos foram e são enganados, pelas falsas doutrinas da igreja romana, tais como a infabilidade papal, o purgatório, a eucaristia, o rosário, o culto aos mortos, o culto a Maria (Rainha dos Céus, O Natal), etc., que são diretamente opostas à Palavra do Altíssimo. Ainda temos a Babilônia Mundial – O Poder da Misteriosa Babilônia, embora tendo o seu quartel-general espiritual em Roma, não se limitará àquela cidade, pois trata-se de um sistema mundial: sistema político, sistema econômico, sistema financeiro, sistema religioso todos atrelados a um só líder, a uma só língua, a uma só moeda monetária (EURO e o cartão de crédito VISA) já em operação, a uma só religião Ecumenismo = reunião de todas as religiões. João dia em Apocalipse: “E exerce todo o poder da primeira besta na presença e faz que a terra e os que nela habita adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada” (v. 12) (Ap 13.12). VISÃO ESCATOLÓGICA: “E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlate, que estava cheia de nomes de blasfêmia e tinha sete cabeças e dez chifres. (v. 3) E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição. (v. 4) E, na sua testa, estava escrito o nome: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA, A MÃE DAS PROSTITUIÇÕES E ABOMINAÇÕES DA TERRA. (v. 5) E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.” (v. 6) (Ap 17.3-5)

UMA BESTA DE COR ESCARLATE - Esta besta é o futuro governo mundial, a Babilônia política, que apóia a falsa organização religiosa mundial. Símbolo do Anticristo a primeira besta que sai do mar.
UM CÁLICE DE OURO - Este cálice cheio de "abominações", mas externamente atraente, revela a condição espiritual da igreja apóstata dos últimos dias. Essa igreja do cálice de ouro oferecerá ao povo, tanto as coisas de Deus, como a satisfação carnal, i.e., um cristianismo pervertido, que ensina aos seus adeptos a prática da imoralidade e ao mesmo tempo lhes diz que são aceitos por Deus.

BABILÔNIA - O nome "Babilônia" provém de "Babel", que simboliza a religião falsa, a feitiçaria, a astrologia e a rebelião contra Deus.

SANGUE DOS SANTOS - Naqueles dias, a religião falsa, aliada ao sistema político mundial, perseguirá a todos que verdadeiramente se dedicarem a Cristo e à fé bíblica.
“E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.” (Ap 17.5)
ÁGUAS - A prostituta assentando-se em muitas águas indica que haverá um só sistema
religioso, ecumênico, universal e apóstata, na primeira parte da tribulação. Essa falsa religião será substituída pela religião do anticristo, ao assumir seu grande poder político.
“E, depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.(v. 1) E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, e abrigo de todo espírito imundo, e refúgio de toda ave imunda e aborrecível! (v. 2) Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição. Os reis da terra se prostituíram com ela. E os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. (v. 3)E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas. (v. 4) Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. (v. 5) Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro.” (v. 6) (Ap 18.1-6)

CAIU A GRANDE BABILÔNIA. No capítulo 18, a grande Babilônia é vista principalmente quanto ao seu aspecto comercial e político. (1) Alguns julgam que Babilônia, aqui, representa uma cidade ou nação literal, reunindo os aspectos ímpios da cidade descrita neste capítulo. (2) Outros pensam que ela represente a totalidade do sistema mundial ímpio, sob o domínio do anticristo. Aqui, o sistema comercial de Babilônia é destruído (cap. 18); no capítulo 19, o sistema político é julgado por Deus no fim da tribulação.
SE GLORIFICOU E EM DELÍCIAS ESTEVE. O sofrimento e a miséria que sobrevirão à Babilônia comercial serão proporcionais à vanglória e à vida opulenta que levou. Seus empresários ricos, poderosos e inescrupulosos que rejeitaram a Deus e acumularam riqueza em detrimento dos outros, serão agora despojados de sua riqueza num só dia.

OS REIS DA TERRA... SOBRE ELA PRANTEARÃO. Chorarão e prantearão aqueles cujo interesse principal era o dinheiro, o luxo e a satisfação do prazer que era o deus de suas vidas. Já não podem tirar proveito de suas mercadorias, pois acabaram as suas riquezas.
Aqui, Deus manifesta com clareza sua repulsa a negócios e governos que se firmam na avareza e no poder opressivo. Deus está contra os que buscam riquezas, conforto e prazer, desprezando os modestos valores de Jesus Cristo. Aqueles que vivem no luxo e nos prazeres, ignorando a Deus, serão abatidos pela sua ira. Babilônia será destruida.
Todas essas práticas é chamada de IDOLATRIA. E o Senhor dos Senhores abomina a Idolatria e na Bíblia diz: “Ficarão de fora os cães os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os IDOLATRAS, e qualquer que ama e comete a mentira”. (Ap 22.15)
Ficarão de fora do Reino do Altíssimo. Você quer isso para a sua vida. Pense enquanto terá que tomar uma atitude de sair desse sistema falso, mentiroso cheio de engano e de grande apostasia.

SAI DELA, POVO MEU. Esta é a chamada profética de Deus à última geração de fiéis para que saiam da grande Babilônia, pois quem do povo de Deus permanecer no seu sistema ímpio, será inevitavelmente "participante dos seus pecados" e, por isso, incorrerá "nas suas pragas". A chamada para separação do mundo e das instituições religiosas falsas tem sido um aspecto essencial da salvação em toda a história da redenção.
Vai nessa tua força.
Shalom Adonai,

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