terça-feira, 10 de novembro de 2009

FERTILIZANTES ORGÂNICOS

O QUE É UM PRODUTO ORGÂNICO?
Um produto orgânico significa que foi produzido sem o uso de agrotóxicos e de adubos químicos. Mas na verdade é muito mais do que isso.
A produção orgânica envolve o conceito de produção socialmente e ecologicamente correta. Para receber o selo orgânico, o produtor tem que atuar totalmente na legalidade, deve ter todos seus funcionários registrados, ter alvará da vigilância sanitária e certificado ambiental.
A água usada para lavar as verduras deve ser potável, a mata ciliar deve ser recuperada para proteger córregos e nascentes e as queimadas são proibidas.
Com isso, garante-se que os produtos consumidos são saudáveis e a sua produção promove a melhoria das condições sociais e ambientais.

QUAIS OS BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS PARA A SAÚDE HUMANA?
Por serem produzidos sem o uso de adubos químicos e agrotóxicos, os orgânicos preservam as qualidades nutricionais dos alimentos, trazendo ao ser humano a riqueza, o equilíbrio e a Natureza.
Pesquisas feitas apontam que há muitos casos de melhoria da saúde. Os casos principais são de maior resistência a resfriados e outras doenças, menor incidência de alergias e melhoria no sistema digestivo em geral.
Além disso, percebe-se um maior vigor nas pessoas que se alimentam com orgânicos. Uma pesquisas dinamarquesa, publicada na Folha de São Paulo em junho de 1994, indica que os homens que evitam alimentos com pesticidas e aditivos químicos produzem quase o dobro de espermatozóides que homens que não os evitam.

QUAIS OS BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS PARA O MEIO AMBIENTE?
Com relação ao meio ambiente, os benefícios também são grandes.
Pássaros e animais são preservados por não comerem sementes tratadas com agrotóxicos e não há matança de peixes através da contaminação da água.
A vida do solo é estimulada com insumos pró-bióticos e não eliminada com antibióticos.
A biodiversidade de plantas e animais também é enriquecida e não eliminada através do uso intensivo de herbicidas e monoculturas. Além disso, não há mutações de plantas como aconteceu com os transgênicos.
Fonte: http//www.aboaterra.com.br

FISH FÉRTIL ORGÂNICO

Faço uso de Fishfértil nas minhas plantas e gosto muito, ele bem misturado, com o coentro, a mamona e outros serve para combater algumas doenças. Tem que ser usado em pequena dosagem grande pode queimar a planta. Ex. 200 gramas de coentro sem as raízes, 1 litro de água, 2 colheres de sopa de Fish orgânico. Bater no liquidificador as folhas com a água, coar na peneira e colocar o Fish. Pulverizar as plantas com problemas.
O Fishfértil é um fertilizante orgânico à base de pescado marinhos, que possui uma grande diversidade de elementos minerais (traços), naturalmente extraídos do fundo do mar através da alimentação dos peixes.
É um fertilizante orgânico concentrado, produzido à base de pescados frescos marinhos por processo natural de fermentação enzimática, totalmente solúvel em água e facilmente absorvido pelas plantas.
É também um bioestimulante, devido a sua capacidade de estimular certas reações desejáveis ao desenvolvimento das plantas através da presença de um complexo de aminoácidos biologicamente ativos.
É obtido de um processo de fermentação natural (enzimática) de pescados marinhos.
Fishfértil atua como regulador natural do equilíbrio nutricional e metabólico das plantas, ativa a fotossíntese, potencializa mecanismo de superação a stress (frio, calor, falta de água, fitotoxidês, etc) e ativa o sistema de resistência das plantas contra pragas e doenças.
Fishfértil é recomendado para uso em agricultura, assim como, é registrado e certificado para uso em agricultura orgânica.
Fishfértil Orgânico Foliar - Maior equilíbrio nutricional.
Ativa o metabolismo geral das plantas, melhorando a fotossíntese e outros processos fisiológicos importantes tornando-as mais balanceadas nutritivamente e resistentes às doenças e pragas, livres de stress. Aumenta a atividade microbiótica do solo melhorando seu perfil e disponibilidade.

INSUMO ORGÂNICO À BASE DE PESCADOS MARINHOS

Agricultores modernos, tecnicamente bem informados, com visão empresarial e que respeitam o meio ambiente, vislumbram atingir benefícios com a agricultura de forma racional e econômica. Eles estão atentos ao uso de insumos igualmente modernos, naturais, que não agridam o meio ambiente, não tóxico e que realmente resolvam os problemas para os quais foram indiciados. Produtos que influenciem as plantas, no sentido de auxilia-las em todos os seus processos metabólicos, proporcionar equilíbrio nutricional e induzir.
Um dos lançamentos recentes entre os insumos orgânicos foi o Fishfértil. À base de pescados marinhos, é obtido através de um processo de fermentação natural (enzimática), possui uma grande diversidade de elementos minerais (traços), naturalmente extraídos do fundo do mar através da alimentação dos peixes. É um bioestimulante, devido a sua capacidade de estimular reações desejáveis ao desenvolvimento das plantas através da presença de um complexo de aminoácidos biologicamente ativos.
O produto, certificado pela Ecocert Brasil, atua como regulador natural do equilíbrio nutricional e metabólico das plantas, ativa a fotossíntese, potencializa mecanismos de superação a stress (frio, calor, falta de água, fitotoxidade, etc) e proporciona a ativação do sistema natural de resistência das plantas contra praga e doenças.

CURIOSIDADE - Um pouco de história - Os peixes são talvez o fertilizante mais antigo da civilização humana. Os nossos antepassados devem ter observado que as plantas se desenvolviam melhor onde os restos de peixes eram enterrados e fizeram do peixe seu primeiro adubo. Foram os índios americanos que ensinaram os colonizadores ingleses a utilizar peixes no plantio do milho, estabelecendo assim, a sua utilização como fertilizante na história.

CENEFÍCIOS COM O USO DE FISHFERTIL

(1.) Melhor desenvolvimento do sistema radicular.
(2.) Melhor absorção de água e nutrientes, ao haver maior desenvolvimento da zona absorvente da raiz.
(3.) Desbloqueio de nutrientes devido ao poder quelante dos aminoácidos.
(4.) Melhor e mais rápida recuperação da cultura frente a situações de stress (hídrico, térmico, fitotoxidades, etc.).
(5.) Melhora a germinação das sementes.
(6.) Melhora a síntese de clorofila. Observando-se as folhas mais verdes e favorecendo o processo da fotossíntese.
(7.) Provoca atraso da senescência, pelo qual se produz um prolongamento do ciclo produtivo.
(8.) Aumenta a atividade de enzimas e coenzimas.
(9.) Aumenta o nível de atração das abelhas pelas flores, pelo que se favorece uma mair polinização das mesmas.
(10.) Melhora a taxa de germinação do grão de pólen e acelera o crescimento do tubo polínico, o que propicia um número maior de flores fecundadas.
(11.) Melhora a intensidade de florescimento e frutificação.
(12.) Melhora a retenção de flores e frutos.
(13.) Melhora a homogeneidade de estande, de tamanho de frutos e de maturação.
(14.) Favorece a precocidade da colheita ao estimular o processo natural do metabolismo da planta.
(15.) Maximizar a acúmulo de substâncias de reservas/ carboidratos em sementes, raízes, tubérculos, folhas, frutos, etc. Melhor peso e tamanho dos frutos.
(16.) Aumenta o teor de sólidos solúveis e açúcares (brix) em frutos, hortaliças, tubérculos, etc, tornando-os, portanto, mais saborosos, com maior teor de vitaminas e minerais.
(17.) Melhora o equilíbrio nutricional das plantas.
(18.) Favorece maior resistência pós-colheita.
(19.) Com um metabolismo mais equilibrado, estimula-se a proteossíntese, aumentando a resistência natural das plantas, reduzindo a incidência de pragas e doenças (teoria da Trofobiose-Chabonossou).
(20.) Não é tóxico, portanto não causa dano às plantas, ao homem e ao meio ambiente.
(21.) Melhor qualidade e produtividade.
Fonte: www.fishfertilizantes.com.br

CINZA DE MADEIRA

CINZA – [Do lat. Vulg. Cinisia, lat. cinis, eris, ‘cinza.’]
Alguns tipos de adubo orgânico fornecem nutrientes específicos, por exemplo, cinzas de madeira são ricas em potássio, cálcio, magnésio, sódio, fósforo e microelementos.
Considerando que a cinza é o resultado mineral da matéria vegetal queimada, ou seja oxidada na queima, onde se removeram os elementos orgânicos, nitrogênio, oxigênio, hidrogênio e carbono.
Sendo que estes elementos ficam presentes nas cinzas vegetais nas proporções originais em que ocorriam no tecido vegetal queimado.
Uso a cinza das pequenas queimadas que faço na roça, de folhas, resto das plantas já colhidas junto tudo e coloco fogo, depois misturo partes da cinza, da terra e adubo de galinha. Ensinei e mostrei fotos, veja Fim de semana na roça II. Uso também o cal, junto com a cinza ou separado.
Coloco um copo de cinza e copo de cal. Só que a cinza eu deixo de molho em um pouco de água por 24hs, depois passo na peneira separados com a água e coloco em uma bomba costal de 20lt e pulverizo, serve pra tudo: fertilizante para combater alguma doença, alguns insetos e etc. Como uso ao redor de cada planta contando do caule uns dois palmos, formando um círculo.
Uma dica pe a utilização da cinza vegetal como fertilizante orgânico, que pode contribuir para a otimização do crescimento das plantas e reduzir os custos do cultivo, pois a cinza tem como característica possuir altos teores de matéria orgânica total, fósforo e cálcio, como informa Beatriz Masotti, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Quanto a cinza vegetal este é um resíduo proveniente da queima da madeira que dependendo de sua origem pode apresentar elevados teores de K,P,Ca e Mg, que podem ser utilizado como suplemento nutricional dependendo do balanço nutricional apresentado pelo solo e das exigências da cultura (VOUNDINKANA E VERLOO, 1998).
Aplicação de cinza vegetal em plantios agrícolas apresenta-se como uma importante oportunidade de restituição de parte dos nutrientes removidos pelas culturas. A reciclagem das cinzas reduz a necessidade do uso de fertilizantes comerciais, contribuindo com a redução da acidificação do solo e aumento do suprimento de cálcio (ZIMMERMANN e FREY, 2002). A cinza vegetal tipicamente apresenta valores elevados de pH, concentração de nutrientes tais como P, K, Ca e Mg e micronutrientes essenciais para o crecimento das plantas (ZHANG E NANZYO, 2002; MATERECHERA e MKHABELA, 2002).
Pesquisas realizadas, incluindo experimentos em casa de vegetação e em condições de campo, têm demonstrado que a reciclagem dos nutrientes contidos na cinza vegetal através da exploração agrícola apresenta grande praticidade, contudo é necessário conhecer a priore a composição química deste resíduo e a dose adequada para cada cultura, evitando-se toxidez nutricional ou carência pelo excesso de alguns nutrientes como Ca e Mg que competem significativamente com outros pelos sítios ativos de absorção.
A flexibilidade da utilização da cinza vegetal como fonte de nutriente para as culturas depende da fertilidade do solo, das exigências nutricionais e da origem da cinza. A cinza vegetal apresenta grande potencial para ser usada como neutralizador da acides do solo e como suplemento de nutrientes, principalmente para solos tropicais de baixa fertilidade. Neste sentido esta pesquisa objetivou avaliar os efeitos da aplicação de lodo de esgoto e cinza vegetal no crescimento do algodoeiro, cultivar Rubi.
As cinzas possuem geralmente em sua composição teores variáveis de K2O (1,49-5,45%), P205 (0,59-2,0%) e Cão (34,88-51,34%) (Mello, 1930). Compõem-se de substâncias solúveis e insolúveis, figurando, entre as primeiras, os carbonos de potássio e de sódio, sulfatos e fosfatos de potássio; e, entre as insolúveis, os carbonatos e fosfato de “Ca” e “Mg”, além de óxidos de “Fe” e “Mn”. (D’utra, 1920).

CONHEÇA O GRANDE VALOR DAS CINZAS DE MADEIRAS

A cinza de madeira é um material rico em potássio, que pode ser testado na mistura com outros produtos naturais, para controle de pragas e até algumas doenças. Para o combate a lagartas e vaquinhas de melões. Testar nas condições locais e seguinte formula: 0,5 copo de cinza de madeira, 05 copo de cal virgem e quatro litros de água. A cinza deve ser colocada antes em água, deixando repousar pelo menos 24 horas, coada, misturada com o cal virgem hidratada e pulverizada. Para o preparo de maiores quantidades de calda, pode ser preparada: 1,0 kg de cinza de madeira + 1,0 kg de cal e 100 litros de água. A adição de soro de leite (1 a 2%) na mistura de cinza com água pode favorecer o seu efeito no combate contra pragas e moléstias.

CAL - [ Do lat. cale, acus, do lat. vulg. hispânico cals, is, por calx, cálcis, ‘pedra calcaria’. ]
Substancia branca, grosseiramente granulada, obtida pela calcinação do carbonato de cálcio e usada em argamassas, na indústria cerâmica e farmaceutica, na clarificação e desodorização de óleos [form: CaO]
Eu uso o cal vigem e o cal dolamítico. O cal virgem eu uso puro, ou com a cinza ao redor dos caules ou os dois juntos para pulverizar, dito acima. E o cal dolamítico eu uso lançado ao solo depois da colheita e espero um tempo, para poder plantar outra vez.
O óxido de cálcio (conhecido como cal) é uma das substâncias importantes para a indústria, sendo obtida por decomposição térmica de calcário (900 ºC). Também chamada de cal viva ou cal virgem, é um composto sólido branco.
Normalmente utilizada na industria da construção civil para elaboração das argamassas com que se erguem às paredes e muros e também na pintura, a cal também tem emprego na industria cerâmica, siderúrgicas (obtendo do ferro) e farmacêutica como agente branqueador ou desodorizador. O óxido de cálcio é usado para produzir hidróxido de cálcio, na agricultura para o controle de acidez dos solos, e na metalurgia extrativa para produzir escória contendo as impurezas (especialmente areia) presentes nos minérios de metais.
Obtenção, calcário, depois de extraído, selecionado e moído, é submetido a elevadas temperaturas em fornos industriais num processo conhecido como calcinação, que dá origem ao Cão (oxido de cálcio: cal) e CO2 (gás carbônico), a equação química dessa calcinação fica assim: CaCo3 + Calor + Cão + CO2
Adubar consiste em corrigir as deficiências naturais do solo em algum nutriente importante para o crescimento das plantas ou para repor os nutrientes removidos pelas colheitas.
A necessidade de suplementação dos nutrientes do solo no cultivo de hortaliças é obrigatória, e a falta dela está diretamente relacionada ao ataque de pragas e doenças.
Aplica-se o cal dolamítico com os objetivos de elevar os teores de cálcio e magnésio no solo da horta.

CALAGEM – Serve para corrigir a acidez do solo deve-se colocar um copo (a cada 2 anos) de calcário dolamítico por metro quadrado, espamando-o uniformemente e incorporando-o a uns 15 centímetros do solo – este calcário só terá efeito após 2 ou 3 meses, mas isso não impede o plantio imediato no canteiro. As plantas mais resistentes à acidez são a berinjela, batata-doce, abóbora, pimentão e nabo.
Solo é um sistema poroso, composto de uma parte sólida e outra vazia. A vazia é ocupada por água e ar. A sólida é composta da parte mineral – areia e argila – e da parte orgânica, que são as plantas e os animais que morrem e se decompõem.
A acidez do solo é um problema comum a quase todas as regiões brasileiras, e a tendência, se não for corrigida, é ampliar-se sobretudo nas regiões de solo arenosos sujeitos a altas precipitações e cultivos intensivos.
A rotação de culturas é fundamental para manter a produtividade de solo. Esse procedimento fornece à terra o equilíbrio desejado, com o cultivo alternado de no mínimo quatro culturas sucessivas.

ADUBO CASEIRO – Desde os mais remotos tempos, até há pouco mais de um século, a matéria orgânica – principalmente o estrume foi o único fertilizante empregado na horticultura. Fatores diversos e a necessidade de debelar o cansaço da terra dentre outros fatores, facilitou o desenvolvimento dos mais variados métodos de fertilização. Fezes da galinha e do gado.
O esterco animal (tirado do curral e do galinheiro) pode ser substituído por outro tipo de adubo orgânico, feito com o seguinte material: folhas em geral, resto de cozinha, mato capinado, cinzas, restos de animais, casca de frutas e outros. É fácil preparar em casa mesmo o adubo orgânico. Veja aqui o modo de preparar:
Furar um pequeno buraco na terra e jogar todo material disponível.
Tampar e jogar água 2 (duas) vezes por semana.
O adubo estará pronto para ser usado quando a mistura estiver curtida, ou seja, fria.
Para ver se está curtido, colocar uma chapa de metal até o fundo do buraco e deixar por 10 minutos. Quando retirar a chapa, veja se ela esta quente ou fria, o adubo pode ser usado imediatamente, mas, se estiver quente, não está pronto e você deve colocar mais água.
Uso correto: 3 a 4 (três a quatro) litros por metro quadrado de canteiro.

DICA ECOLOGICA COMO FAZER UM ÒTIMO ADUBO ORGANICO
(Publicado no Urtiga 147 – novembro/ dezembro 2001, p. 3)
Esta atividade que faz parte do Projeto Hortas Escolares sem Agrotóxicos da AIPA prova que restos de alimentos, folhas e galhos secos, que iriam para o lixo, podem se transformar em excelente adubo natural para vasos de flores, horta e jardim. Confira e siga a receita, preparada para uma publicação da AIPA sobre Educação Ambiental na Pré-Escola, para o qual a associação busca patrocínio.
Consigo uma lata de 20 litros (ou mais), perfurando a tampa e a laterais, ou um caixote, e coloque num local bem arejado.
Forre o fundo com uma camada fina de material vegetal (folhas secas, por exemplo) e, sobre ela, uma camada fina de terra.
Diariamente, vá depositando lixo orgânico resto de alimentos, como cascas de legumes, ovos ou frutas bem picados, pó de café ou chá, ou vegetais picados, como poda de grama, folhas verdes ou secas, serragem, cinzas. Procure sempre alternar camadas de matéria orgânica seca e úmida.
Cada camada de material orgânico deve ser coberta com uma camada fina de terra, sendo que a ultima camada da composteira deve ser de terra.
Mantenha o recipiente coberto, para não atrair moscas, e em local arejado. Com o correr do tempo (cerca de três meses), o material ficará com um aspecto de terra preta e sem nenhum cheiro. Neste momento, estará pronto para uso em vasos, jardim ou horta.
"Posso todas as coisas naquele que me fortalece"
Shalom Adonai, lembre-se Yeshúa Ha Mashíach te ama e eu também.
Magna Couto.














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